terça-feira, 17 de maio de 2011

Salário médio do professor é de R$ 1.527, diz MEC;

16/10/2009 - 16h05
Salário médio do professor é de R$ 1.527, diz MEC; 16 Estados pagam menos que esse valor
Da Redação
Em São Paulo
Atualizada às 16h58

Os salários mais baixos destinados a professores da educação básica da rede pública, excluindo o sistema de ensino federal, estão em Pernambuco. É o que revela estudo do MEC (Ministério da Educação) divulgado nesta quinta-feira (15).

A média nacional de salários de professores da educação básica no país está em R$ 1.527. Ao todo, 16 Estados pagam valores inferiores a esta quantia.

MEC divulga média salarial dos professores da educação básica; você concorda com os números?

Salário médio dos professores da Educação Básica brasileira
Distrito Federal R$ 3.360
Rio de Janeiro R$ 2.004
São Paulo R$ 1.845
Mato Grosso do Sul R$ 1.759
Roraima R$ 1.751
Rio Grande do Sul R$ 1.658
Paraná R$ 1.633
Acre R$ 1.623
Amapá R$ 1.615
Sergipe R$ 1.611
Amazonas R$ 1.598
Tocantins R$ 1.483
Minas Gerais R$ 1.443
Mato Grosso R$ 1.422
Pará R$ 1.417
Espírito Santo R$ 1.401
Rondônia R$ 1.371
Santa Catarina R$ 1.366
Goiás R$ 1.364
Maranhão R$ 1.313
Alagoas R$ 1.298
Rio Grande do Norte R$ 1.232
Ceará R$ 1.146
Bahia R$ 1.136
Piauí R$ 1.105
Paraíba R$ 1.057
Pernambuco R$ 982
Brasil R$ 1.527
Estado 2008
De acordo com os dados da pasta, em Pernambuco, um docente ganha em média R$ 982. As informações do ministério mostram que os mais bem-remunerados estão no Distrito Federal, com salário médio de R$ 3.360. Os dados levam em conta a renda do trabalho padronizada para uma jornada de 40 horas semanais.

No Sudeste, a rede pública do Rio de Janeiro remunera melhor seu magistério do que São Paulo. No RJ um docente ganha, em média, R$ 2.004; seu colega paulista recebe R$ 1.845. Os fluminenses e os paulistas seguem o Distrito Federal no ranking da remuneração.

Com os piores salários estão Estados do Nordeste. Pouco melhor que Pernambuco está a Paraíba, com remuneração média de R$ 1.057 e, em seguida, o Piauí, com salário médio de R$ 1.105.

CNTE contesta valores
Para o presidente da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), Roberto Leão, os valores não correspondem à realidade. "Essas contas do ministério me assustam muito. Queria saber onde conseguiram esta fábula", afirma.

Segundo Leão, o salário médio nacional observado pela categoria está em torno de R$ 920. "O próprio ministério fala que o piso de R$ 950 iria melhorar a condição de 40% dos professores. Como é possível que o piso seja superior a R$ 1.500?", questiona.

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Piso nacional ainda é polêmica
Apesar da lei que estabeleceu o piso nacional do magistério, seu pagamento ainda é controverso. A lei exige que cada Estado pague, no mínimo, R$ 950. No entanto, este valor deve ser corrigido anualmente.

Para a CNTE o piso, hoje, é R$ 1.132. "Está uma bagunça generalizada. Queremos que esse valor seja pago para uma jornada de, no máximo, 40 horas. Há Estados que pagam menos e outros que estão até reduzindo a remuneração dos professores", afirma Leão.
UOL Celular

Mês da profissiões





oiee no mês de maio sempre estudo as profissões, estas imagens eu encontrei pela net e selecionei algumas que achei mais diferentes, o bom de estudar as profissões é que amplia o vocabulário e o conhecimentos das crianças por que normalmente elas lembram mais de médicos, professores, dentistas etc... fazer a análise da palavra e lista com desenho, ou jogo da memória é super legal, aproveitem!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

O que será que está acontecendo ? tantos professores em greve?


1. Professores da rede pública de Santa Catarina podem entrar em greve neste mês
Sindicato aguarda proposta do governo estadual sobre o piso nacional
Os professores da rede pública de Santa Catarina poderão entrar em greve neste mês, de acordo com a reunião realizada nesta terça-feira pela coordenação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública Estadual (Sinte/SC). Fonte: Diário Catarinense

2.Fracassa acordo com o Governo; Professores decidem manter greve
Ainda não chegou ao fim a greve dos professores da rede estadual de ensino, deflagrada há mais de 60 dias, e a categoria mantém o acampamento em frente à Secretaria Estadual de Educação (Seduc). De acordo com Júlio Pinheiro, presidente do Sindicato dos Professores e Servidores da Educação do Estado do Maranhão (Sinproesemma), o prolongamento da paralisação se dá devido à intransigência do governo do Estado em aprovar o Estatuto do Educador e na implantação do piso nacional. Fonte:Jornal Pequeno

3.Governo: professores decidiram pela greve mesmo aceitando reajusteO Governo do Estado já realizou cinco reuniões com representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Paraíba (Sintep) e da Associação dos Professores de Licenciatura Plena do Estado da *Paraíba** *(APLP*)** *e aceitou a proposta formulada pela categoria do pagamento de uma bolsa de incentivo e qualificação docente no valor de R$ 230, para equipar os rendimentos dos professores com o piso nacional. Por conta desse acordo formulado na última quinta-feira (28), o Governo foi pego de surpresa com a deflagração da greve anunciada no dia seguinte à reunião, na sexta-feira (29), sem que o Governo houvesse sido informado previamente da paralisação. Fonte:PB agora

4.Professores e servidores do Estado entram em greve
Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN confirmou o início da greve dos professores da rede estadual a partir desta segunda-feira (02). De acordo com o Sinte, os professores estão apenas terminando de corrigir as provas do primeiro bimestre. Segundo a coordenadora do Sinte – RN, Fátima Cardoso, o movimento tem como resposta a falta de uma posição do governo, que ainda emitiu uma nota na última quinta-feira (28), na busca de uma solução para o caso, no entanto, considerada sem uma clareza para o entendimento entre as partes. Fonte:Diário de Natal

5.Professores de Contagem (MG) decidem manter greve
Em assembleia realizada na manhã desta terça-feira, professores da rede pública de ensino de Contagem, município da Grande Belo Horizonte, decidiram manter a greve convocada no último dia 27 de abril. Segundo Ademilson Ferreira, 46, coordenador geral do Sind-UTE - Contagem (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais - Subsede de Contatem), o movimento mantém diálogo com o governo. Uma reunião estava marcada para ontem, segunda (2), mas foi transferida para o mesmo horário em que acontecia a assembleia, o que impediu a proposta de ser votada. Além do reajuste com repasse integral do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) para compensar a perda do poder aquisitivo por conta da alta dos preços, também foi proposta isonomia salarial entre professores e funcionários da rede municipal e da Funec (Fundação de Ensino de Contagem), outra reivindicação do movimento. Fonte: Tosabendo.com

6.Professores da rede estadual podem entrar em greve nesta quarta-feira (04)
Categoria se reúne pela manhã em Vitória. Na rede municipal, o impasse nas negociações continua.
Professores da rede estadual de ensino podem cruzar os braços a partir desta quarta-feira (03). Em assembléia a ser realizada no auditório do Alice Vitória Hotel, a partir das 9h, a categoria vai decidir sobre a possibilidade de greve. Entre as reivindicações dos profissionais estão a redução da quantidade de aulas e o reajuste do piso salarial.

"A implantação de cinco aulas de 60 minutos não está trazendo qualidade para a educação. Apenas sobrecarrega o aluno. Além disso, o governo estadual não está cumprindo a política do piso salarial nacional", afirmou o professor Swami Cordeiro Bergamo. Fonte: ES hoje

7.Greve dos professores municipais paralisa as aulas em 42 escolas
A categoria cobra reajuste de 47%, porém a prefeitura diz que não pode cumprir a recomposição.
A greve dos professores municipais de Teresina, iniciada no dia 29 de abril, é responsável pela paralisação das aulas em 42 escolas da capital. A informação foi dada pelo secretário de administração, José Fortes, durante entrevista ao Jornal do Piauí desta terça-feira (03). Fonte: cidadeverde.com

8.GREVE DOS PROFESSORES
Categoria aguarda hoje resposta da Prefeitura
Publicado em 4 de maio de 2011
Em greve por tempo indeterminado, o movimento dos professores foi desencadeado pelo não pagamento do piso salarial da categoria, que foi garantido no dia 6 de abril passado, em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Além deste direito, os docentes municipais exigem o pagamento de anuênios atrasados, direito à licença-prêmio, eleição para diretores de escolas, correção do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) e o cumprimento de no máximo 2/3 da carga horária do magistério em atividades de sala de aula.



E ai o que está acontecendo ?