Mostrando postagens com marcador mec. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mec. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Infra- estrutura para instituições de ed. infantil


Olá passeando pelas publicações no MEC, encontrei uma que me interessou bastante por que trata de informações detalhadas de como DEVE ser um espaço destinado a educação infantil, assim colocarei uma parte do que se trata e o link para quem quiser ler na íntegra! Vamos lá!
Espaço para
crianças de 0 a 1 ano
Assim como os demais espaços da instituição, o espaço desti-
nado a esta faixa etária deve ser concebido como local voltado
para cuidar e educar crianças pequenas, incentivando o seu
pleno desenvolvimento. As crianças de 0 a 1 ano, com seus ritmos
próprios, necessitam de espaços para engatinhar, rolar, ensaiar os pri-
meiros passos, explorar materiais diversos, observar, brincar, tocar o
outro, alimentar-se, tomar banho, repousar, dormir, satisfazendo, assim,
suas necessidades essenciais. Recomenda-se que o espaço a elas
destinado esteja situado em local silencioso, preservado das áreas de
grande movimentação e proporcione conforto térmico e acústico.
Compõem este ambiente:
sala para repouso;
sala para atividades;
fraldário;
lactário;
solário.
....
Solário (área livre e descoberta para banho de sol)
Deve possuir dimensões compatíveis com o número de crianças aten-
didas, recomendando-se 1,50 m² por criança, orientação solar ade-
quada e estar contíguo à sala de atividades, de uso exclusivo para
essa faixa etária. Seu acesso deverá permitir o trânsito de carrinhos de
bebê, evitando-se desníveis que possam dificultar esta circulação.
...
Avaliação
pós-ocupação
V. Banheiros
Os banheiros infantis devem ser implantados próximos às salas de ati-
vidades, não devendo ter comunicação direta com a cozinha e com o
refeitório. Sugerimos a seguinte relação do número de crianças por
equipamento sanitário:
1 vaso sanitário para cada 20 crianças;
1 lavatório para cada 20 crianças;
1 chuveiro para cada 20 crianças.
Devem ser previstos banheiros de uso exclusivo dos adultos, podendo
acumular a função de vestiário, próximos às áreas administrativa, de
serviços e pátio coberto.

" a publicação contém mais de 30 páginas no módulo I e são dois módulos, deixo aqui o link!



terça-feira, 17 de maio de 2011

Salário médio do professor é de R$ 1.527, diz MEC;

16/10/2009 - 16h05
Salário médio do professor é de R$ 1.527, diz MEC; 16 Estados pagam menos que esse valor
Da Redação
Em São Paulo
Atualizada às 16h58

Os salários mais baixos destinados a professores da educação básica da rede pública, excluindo o sistema de ensino federal, estão em Pernambuco. É o que revela estudo do MEC (Ministério da Educação) divulgado nesta quinta-feira (15).

A média nacional de salários de professores da educação básica no país está em R$ 1.527. Ao todo, 16 Estados pagam valores inferiores a esta quantia.

MEC divulga média salarial dos professores da educação básica; você concorda com os números?

Salário médio dos professores da Educação Básica brasileira
Distrito Federal R$ 3.360
Rio de Janeiro R$ 2.004
São Paulo R$ 1.845
Mato Grosso do Sul R$ 1.759
Roraima R$ 1.751
Rio Grande do Sul R$ 1.658
Paraná R$ 1.633
Acre R$ 1.623
Amapá R$ 1.615
Sergipe R$ 1.611
Amazonas R$ 1.598
Tocantins R$ 1.483
Minas Gerais R$ 1.443
Mato Grosso R$ 1.422
Pará R$ 1.417
Espírito Santo R$ 1.401
Rondônia R$ 1.371
Santa Catarina R$ 1.366
Goiás R$ 1.364
Maranhão R$ 1.313
Alagoas R$ 1.298
Rio Grande do Norte R$ 1.232
Ceará R$ 1.146
Bahia R$ 1.136
Piauí R$ 1.105
Paraíba R$ 1.057
Pernambuco R$ 982
Brasil R$ 1.527
Estado 2008
De acordo com os dados da pasta, em Pernambuco, um docente ganha em média R$ 982. As informações do ministério mostram que os mais bem-remunerados estão no Distrito Federal, com salário médio de R$ 3.360. Os dados levam em conta a renda do trabalho padronizada para uma jornada de 40 horas semanais.

No Sudeste, a rede pública do Rio de Janeiro remunera melhor seu magistério do que São Paulo. No RJ um docente ganha, em média, R$ 2.004; seu colega paulista recebe R$ 1.845. Os fluminenses e os paulistas seguem o Distrito Federal no ranking da remuneração.

Com os piores salários estão Estados do Nordeste. Pouco melhor que Pernambuco está a Paraíba, com remuneração média de R$ 1.057 e, em seguida, o Piauí, com salário médio de R$ 1.105.

CNTE contesta valores
Para o presidente da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), Roberto Leão, os valores não correspondem à realidade. "Essas contas do ministério me assustam muito. Queria saber onde conseguiram esta fábula", afirma.

Segundo Leão, o salário médio nacional observado pela categoria está em torno de R$ 920. "O próprio ministério fala que o piso de R$ 950 iria melhorar a condição de 40% dos professores. Como é possível que o piso seja superior a R$ 1.500?", questiona.

Pesquisa mostra que alunos preferem professores a instituições de ensino
Magistério começa a ter dignidade resgatada no Brasil, dizem especialistas
Para consultor da Unesco, cenário sobre professores no Brasil é preocupante
CNTE aponta envelhecimento de docentes e desinteresse pelo magistério

Piso nacional ainda é polêmica
Apesar da lei que estabeleceu o piso nacional do magistério, seu pagamento ainda é controverso. A lei exige que cada Estado pague, no mínimo, R$ 950. No entanto, este valor deve ser corrigido anualmente.

Para a CNTE o piso, hoje, é R$ 1.132. "Está uma bagunça generalizada. Queremos que esse valor seja pago para uma jornada de, no máximo, 40 horas. Há Estados que pagam menos e outros que estão até reduzindo a remuneração dos professores", afirma Leão.
UOL Celular

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Professores da educação básica terão bolsas de mestrado

21/03/2011 - 14h43
Publicidade
DA AGÊNCIA BRASIL

O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta segunda-feira que a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) passará a conceder bolsas de mestrado a professores da educação básica. Os cursos serão ligados às áreas de ensino da educação básica.

Os educadores que conseguirem a bolsa terão de permanecer nas salas de aula da rede pública de ensino por, no mínimo, cinco anos depois da diplomação.

O anúncio foi feito pelo ministro durante cerimônia de premiação de professores no Palácio do Planalto. "Muitas vezes o mestrado não é na cidade onde o professor mora e isso exige custeio, gastos com transporte, alimentação, aquisição de material pedagógico", explicou Haddad ao falar sobre a importância da bolsa para a formação dos professores da educação básica.

Fernando Haddad afirmou que a medida objetiva também estimular o aumento da oferta de mestrado para os educadores da rede pública ao criar a demanda pelos cursos. A portaria que normatiza a concessão dessas bolsas será publicado no Diário Oficial da União de amanhã (22).

Fonte: Folha.com

domingo, 10 de abril de 2011

Brasil fica fora das 100 melhores universidades do mundo


Universidades brasileiras ficam fora de ranking mundial
10 de março de 2011 • 06h30 • atualizado às 11h21 Comentários
Notícia
ReduzirNormalAumentarImprimirNenhuma universidade da América do Sul configurou entre as 200 melhores universidades do mundo, segundo o ranking denominado "Times Higher Education World Reputation Rankings", elaborado pelo diário The Times. "A América Latina tem vários desafios no caminho para o desenvolvimento de universidades de classe mundial", diz Philip Altbach, diretor do Centro Internacional de Educação Superior do Boston College, EUA.

Fonte: notícias Terra

Veja a lista das Universidades com melhor reputação!A Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, ocupa o primeiro posto na lista. Os EUA têm sete universidades entre as dez primeiras do mundo, seguidos por Reino Unido (duas) e Japão (uma).

A segunda colocação ficou com o Massachusetts Institute of Technology (EUA) e a terceira, com Cambridge, no Reino Unido. Na sequência, figuram a Universidade da Califórnia (EUA), Stanford (EUA), Oxford (Reino Unido), Princeton (EUA), Universidade de Tóquio (Japão), Yale (EUA) e California Institute of Technology (EUA).

O ranking das 199 melhores universidades foi elaborado a partir de uma pesquisa com 13.388 acadêmicos de 131 países, realizada em 2010 pela firma Ipsos Media para a revista Times Higher Education do jornal britânico.

Também tiveram destaque os centros educacionais Imperial College London (11ª), UCLA (EUA, 12ª), Universidade de Michigan (EUA, 13ª), Johns Hopkings University (EUA, 14ª) e Universidade de Chicago (EUA, 15ª).

quarta-feira, 23 de março de 2011

Professores da educação básica terão bolsas de mestrado


1/03/2011 - 14h43
Professores da educação básica terão bolsas de mestrado

DA AGÊNCIA BRASIL
O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta segunda-feira que a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) passará a conceder bolsas de mestrado a professores da educação básica. Os cursos serão ligados às áreas de ensino da educação básica.

Os educadores que conseguirem a bolsa terão de permanecer nas salas de aula da rede pública de ensino por, no mínimo, cinco anos depois da diplomação.

O anúncio foi feito pelo ministro durante cerimônia de premiação de professores no Palácio do Planalto. "Muitas vezes o mestrado não é na cidade onde o professor mora e isso exige custeio, gastos com transporte, alimentação, aquisição de material pedagógico", explicou Haddad ao falar sobre a importância da bolsa para a formação dos professores da educação básica.

Fernando Haddad afirmou que a medida objetiva também estimular o aumento da oferta de mestrado para os educadores da rede pública ao criar a demanda pelos cursos. A portaria que normatiza a concessão dessas bolsas será publicado no Diário Oficial da União de amanhã (22).

Fonte: folha on line

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Parte II Mec Conteúdos e Objetivos!


E como fazer isso? Simples! Da maneira como nós sempre fizemos, aprender a escrever escrevendo e a ler lendo, construindo textos e através da análises fonológicas das palavras (primeira sílaba, rima, primeira letra, quantas sílabas...) olhem só! mas por que as vezes não dá certo? Ou então demora tannnnto? Hummmmm?????


Prática de produção de texto
• Produção de textos considerando o destinatário, a sua finalidade e as
características do gênero.
• Aspectos notacionais:
• divisão do texto em frases por meio de recursos do sistema de
pontuação: maiúscula inicial e ponto final (exclamação, interrogação
e reticências); e reunião das frases em parágrafos;
• separação, no texto, entre discurso direto e indireto e entre os turnos
do diálogo, utilizando travessão e dois pontos, ou aspas;
• indicação, por meio de vírgulas, das listas e enumerações no texto;
• estabelecimento das regularidades ortográficas (inferência das regras,
inclusive as da acentuação) e constatação de irregularidades (ausência
de regras);
• acentuação das palavras: regras gerais relacionadas à tonicidade.
• Utilização de dicionário e outras fontes escritas para resolver dúvidas
ortográficas.
• Produção de textos utilizando estratégias de escrita: planejar o texto,
redigir rascunhos, revisar e cuidar da apresentação.
• Controle da legibilidade do escrito.
• Aspectos discursivos:
• organização das idéias de acordo com as características textuais de
cada gênero;
• utilização de recursos coesivos oferecidos pelo sistema de pontuação
e pela introdução de conectivos mais adequados à linguagem escrita,
expressões que marcam temporalidade e causalidade, substituições
lexicais, manutenção do tempo verbal, etc.;
• emprego de regência verbal e concordância verbal e nominal.
• Utilização da escrita como recurso de estudo:
• tomar notas a partir de exposição oral;
• compor textos coerentes a partir de trechos oriundos de diferentes
fontes;
• fazer resumos.
ANÁLISE E REFLEXÃO SOBRE A LÍNGUA
• Análise da qualidade da produção oral alheia e própria, reconhecendo
progressivamente a relação entre as condições de produção e o texto
decorrente (no que diz respeito tanto à linguagem como à organização
do conteúdo).
• Comparação entre diferentes registros utilizados em diferentes situações
comunicativas.
• Análise dos sentidos atribuídos a um texto nas diferentes leituras
individuais e discussão dos elementos do texto que validem ou não es-
sas diferentes atribuições de sentido.
• Revisão do próprio texto:
• durante o processo de redação, relendo cada parte escrita, verificando
a articulação com o já escrito e planejando o que falta escrever;
• depois de produzida uma primeira versão, trabalhando sobre o rascunho
para aprimorá-lo, considerando as seguintes questões: adequação ao
gênero, coerência e coesão textual, pontuação, paginação e ortografia.
• Exploração das possibilidades e recursos da linguagem que
se usa para escrever, a partir da observação e análise de
textos especialmente bem escritos.
• Análise de regularidades da escrita:
• derivação de regras ortográficas;
• concordância verbal e nominal (e outros aspectos que se mostrem
necessários a partir das dificuldades de redação);
• relações entre acentuação e tonicidade: regras de acentuação.

Objeitvos para primeiro e segundo ano (1º e 2º ano)


Vasculhando o site do Mec olha o que eu encotrei, PCN 1ª a 4ª Séries, e ai separei umas partes que achei importante para o primeiro ciclo que engloba 1ª e 2ª séries, ou anos tanto faz por que pelo que estou percebendo os conteúdos da antiga "alfabetização" vão acabar ficando mesmo os da 1ª série, salvo em linguagem que continuarão Alfabetização e letramento, então vamos lá!


CONTEÚDOS
Conteúdos gerais do 1º ciclo
VALORES, NORMAS E ATITUDES
• Interesse por ouvir e manifestar sentimentos, experiências, idéias e
opiniões.
• Preocupação com a comunicação nos intercâmbios: fazer-se entender e
procurar entender os outros.
• Segurança na defesa de argumentos próprios e flexibilidade para modificá-
los, quando for o caso.
• Respeito diante de colocações de outras pessoas, no que se refere tanto
às idéias quanto ao modo de falar.
• Valorização da cooperação como forma de dar qualidade aos intercâmbios
comunicativos.
• Reconhecimento do valor da língua escrita como meio de informação e
transmissão da cultura.
• Valorização da leitura como fonte de fruição estética e entretenimento.
• Interesse, iniciativa e autonomia para ler, especialmente textos literários
e informativos.
• Interesse por compartilhar opiniões, idéias e preferências sobre leituras
realizadas.
• Interesse em tomar emprestado livros do acervo da classe e da biblioteca
escolar.
• Manuseio cuidadoso de livros e demais materiais escritos.
• Interesse no uso e conhecimento das regras de utilização de bibliotecas,
centros de documentação e redes de informação.
• Sensibilidade para reconhecer e capacidade de questionar, com ajuda do
professor, conteúdos discriminatórios, veiculados por intermédio da lin-
guagem.
• Atitude crítica diante de textos persuasivos dos quais é destinatário direto
ou indireto.
• Exigência de qualidade com relação às produções escritas próprias, no
que se refere tanto aos aspectos textuais como à apresentação gráfica.
• Interesse em explorar a dimensão estética da linguagem.
• Respeito aos diferentes modos de falar.