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terça-feira, 5 de maio de 2009

Ações globais que auxiliam o desenvolvimento dos letramentos



Umas dicas que vi no livro que li é pequeno, prático para carregar e é objetivo eu sempre imprimo, recorto e colo as frases separas no cantinho das folha (uma em cada folha, enfeita é dá dicas) do meu caderno de plano diário, assim eu quando estou criando as atividades e dá uma luz, ajuda a refletir!

Bom proveito! Háaa quando comprei em novembro/08 custou 10 reias!

1. ler para a criança. Acompanhar no processo de leitura. Isso ajuda a perceber a importância do ato.
2. Ler narrativas de todas as fontes. Busque inicialmente narrativas curtas para que eles possam acompanhar. Aos poucos vá acrescentando dificuldades.
3.contar histórias para a cça ajuda a percepção da oralidade.
4. Permitir que as crianças contem, ao seu modo, história do seu dia a dia.
6.O desenvolvimento da escrita vem com a necessidade de a criança registrar coisas que houve.
7. Deixe a criança tentar a escrita livremente. Não lhe dê folhas com linhas no início. Isso ajuda a bloquear a liberdade da escrita
8. A caixa alta (letra impressa maiúscula- bastão) deve ser a forma de apresentar a letra. Substiua quando a cça já conseguir conhecê -la.
9.A letra cursiva é uma sequência da bastão, demora um pouco para estar firme.
12. Não priorize a grafia nesse momento. Priorize o pensamento linguístico. Pense no texto e não na frase ou palavra.
13. Corrija sim a produção das crinaças. Deixar erros nos materiais é negligência. Agora, faça isso de uma forma participativa, pouco traumática. Há várias técnicas de apontar um erro. Escolha a mais pedagógica para você.
14. Tarefa para casa vale a pena se a criança pode fazê -la. O auxílio hoje me dia é pouco por parte dos pais. Assim, caso a criança tenha muita tarefa que necessite de auxílio, ela irá fazê- la com cuidado, sem certeza, ou simplesmente não fazer, tenha sempre cuidado com a quantidade. Tarefa não pode ser castigo. É uma ajuda para formar a rotina de estudo. Opte por coisas dinâmicas
17. Não produza nenhum texo com as crianças sem antes fazer uma contextualização. Isto é incondicional.
18.Depois da contextualização vem o projeto para o desenvolvimento do texto.
20. Depois do projeto vem o texto desenvolvido.Haverá erros ortográficos, falta de coesão e coerência, mas a criança precisa parender a rever o próprio texto.
21. Depois da produção, vem a revisão que pode ser feita em conjunto ou individualmente.
22. Depois da correção por parte do aluno, o professor pode fazer uma correção coletiva par que todos possam acompanhar o processo na íntegra. Reestruturação textual é sempre mais interessante na coletividade.
23. O tema do texto é muito importante. Sem ele a criança não aprende coesão e coerência. Discuta o título com eles.
24. Use imagens sempre que julgar conviniente à contextualização ou ao desenvolvimento da narrativa.

Fonte: Livro- Desenvolvimento da Escrita.
100 propostas práticas para o trabalho com crianças de seis anos
autor: Geraldo Peçanha de Almeida.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Fases do Desenho Infantil





























Luquet Distingue Quatro Estágios:

1- Realismo fortuito: começa por volta dos 2 anos e põe fim ao período chamado rabisco. A criança que começou por traçar signos sem desejo de representação descobre por acaso uma analogia com um objeto e passa a nomear seu desenho.
2- Realismo fracassado: Geralmente entre 3 e 4 anos tendo descoberto a identidade forma-objeto, a criança procura reproduzir esta forma.
3- Realismo intelectual: estendendo-se dos 4 aos 10-12 anos, caracteriza-se pelo fato que a criança desenha do objeto não aquilo que vê, mas aquilo que sabe. Nesta fase ela mistura diversos pontos de vista ( perspectivas ).
4- Realismo visual: É geralmente por volta dos 12 anos, marcado pela descoberta da perspectiva e a submissa às suas leis, daí um empobrecimento, um enxugamento progressivo do grafismo que tende a se juntar as produções adultas.
Marthe Berson distingue três estágios do rabisco:

1 - Estágio vegetativo motor: por volta dos 18 meses, o traçado e mais ou menos arredondado, conexo ou alongado e o lápis não sai da folha formando turbilhões.
2 - Estágio representativo: entre dois e 3 anos, caracteriza-se pelo aparecimento de formas isoladas, a criança passa do traço continuo para o traço descontinuo, pode haver comentário verbal do desenho.
3 - Estágio comunicativo: começa entre 3 e 4 anos, se traduz por uma vontade de escrever e de comunicar-se com outros. Traçado em forma de dentes de serra, que procura reproduzir a escrita dos adultos.

Em Uma Análise Piagetiana, temos:

1 - Garatuja: Faz parte da fase sensório motora ( 0 a 2 anos) e parte da fase pré-operacional (2 a 7 anos). A criança demonstra extremo prazer nesta fase. A figura humana é inexistente ou pode aparecer da maneira imaginária. A cor tem um papel secundário, aparecendo o interesse pelo contraste, mas não há intenção consciente.
Pode ser dividida em:
• Desordenada: movimentos amplos e desordenados. Com relação a expressão, vemos a imitação "eu imito, porém não represento". Ainda é um exercício.
• Ordenada: movimentos longitudinais e circulares; coordenação viso-motora. A figura humana pode aparecer de maneira imaginária, pois aqui existe a exploração do traçado; interesse pelas formas (Diagrama).
Aqui a expressão é o jogo simbólico: "eu represento sozinho". O símbolo já existe. Identificada: mudança de movimentos; formas irreconhecíveis com significado; atribui nomes, conta histórias. A figura humana pode aparecer de maneira imaginária, aparecem sóis, radiais e mandalas. A expressão também é o jogo simbólico.
2 - Pré- Esquematismo: Dentro da fase pré-operatória, aparece a descoberta da relação entre desenho, pensamento e realidade. Quanto ao espaço, os desenhos são dispersos inicialmente, não relaciona entre si. Então aparecem as primeiras relações espaciais, surgindo devido à vínculos emocionais. A figura humana, torna-se uma procura de um conceito que depende do seu conhecimento ativo, inicia a mudança de símbolos. Quanto a utilização das cores, pode usar, mas não há relação ainda com a realidade, dependerá do interesse emocional. Dentro da expressão, o jogo simbólico aparece como: "nós representamos juntos".
3 - Esquematismo: Faz parte da fase das operações concretas (7 a 10 anos).Esquemas representativos, afirmação de si mediante repetição flexível do esquema; experiências novas são expressas pelo desvio do esquema. Quanto ao espaço, é o primeiro conceito definido de espaço: linha de base. Já tem um conceito definido quanto a figura humana, porém aparecem desvios do esquema como: exagero, negligência, omissão ou mudança de símbolo. Aqui existe a descoberta das relações quanto a cor; cor-objeto, podendo haver um desvio do esquema de cor expressa por experiência emocional. Aparece na expressão o jogo simbólico coletivo ou jogo dramático e a regra.
4 - Realismo: Também faz parte da fase das operações concretas, mas já no final desta fase. Existe uma consciência maior do sexo e autocrítica pronunciada. No espaço é descoberto o plano e a superposição. Abandona a linha de base. Na figura humana aparece o abandono das linhas. As formas geométricas aparecem. Maior rigidez e formalismo. Acentuação das roupas diferenciando os sexos. Aqui acontece o abandono do esquema de cor, a acentuação será de enfoque emocional. Tanto no Esquematismo como no Realismo, o jogo simbólico é coletivo, jogo dramático e regras existiram.
5 - Pseudo Naturalismo: Estamos na fase das operações abstratas (10 anos em diante)É o fim da arte como atividade expontânea. Inicia a investigação de sua própria personalidade. Aparece aqui dois tipos de tendência: visual (realismo, objetividade); háptico ( expressão subjetividade) No espaço já apresenta a profundidade ou a preocupação com experiências emocionais (espaço subjetivo). Na figura humana as características sexuais são exageradas, presença das articulações e proporções. A consciência visual (realismo) ou acentuação da expressão, também fazem parte deste período. Uma maior conscientização no uso da cor, podendo ser objetiva ou subjetiva. A expressão aparece como: "eu represento e você vê" Aqui estão presentes o exercício, símbolo e a regra.
E ainda alguns psicólogos e pedagogos, em uma linguagem mais coloquial, utilizam as seguintes referencias:

• De 1 a 3 anos
É a idade das famosas garatujas: simples riscos ainda desprovidos de controle motor, a criança ignora os limites do papel e mexa todo o corpo para desenhar, avançando os traçados pelas paredes e chão. As primeiras garatujas são linhas longitudinais que, com o tempo, vão se tornando circulares e, por fim, se fecham em formas independentes, que ficam soltas na página. No final dessa fase, é possível que surjam os primeiros indícios de figuras humanas, como cabeças com olhos.
• De 3 a 4 anosJá conquistou a forma e seus desenhos têm a intenção de reproduzir algo. Ela também respeita melhor os limites do papel. Mas o grande salto é ser capaz de desenhar um ser humano reconhecível, com pernas, braços, pescoço e tronco.
• De 4 a 5 anos
É uma fase de temas clássicos do desenho infantil, como paisagens, casinhas, flores, super-heróis, veículos e animais, varia no uso das cores, buscando um certo realismo. Suas figuras humanas já dispõem de novos detalhes, como cabelos, pés e mãos, e a distribuição dos desenhos no papel obedecem a uma certa lógica, do tipo céu no alto da folha. Aparece ainda a tendência à antropomorfização, ou seja, a emprestar características humanas a elementos da natureza, como o famoso sol com olhos e boca. Esta tendência deve se estender até 7 ou 8 anos.
• De 5 a 6 anos
Os desenhos sempre se baseiam em roteiros com começo, meio e fim. As figuras humanas aparecem vestidas e a criança dá grande atenção a detalhes como as cores. Os temas variam e o fato de não terem nada a ver com a vida dela são um indício de desprendimento e capacidade de contar histórias sobre o mundo.
• De 7 a 8 anos
O realismo é a marca desta fase, em que surge também a noção de perspectiva. Ou seja, os desenhos da criança já dão uma impressão de profundidade e distância. Extremamente exigentes, muitas deixam de desenhar, se acham que seus trabalhos não ficam bonitos.
Como podemos perceber o linha de evolução é similar mudando com maior ênfase o enfoque em alguns aspectos. O importante é respeitar os ritmos de cada criança e permitir que ela possa desenhar livremente, sem intervenção direta, explorando diversos materiais, suportes e situações.
Para tentarmos entender melhor o universo infantil muitas vezes buscamos interpretar os seus desenhos, devemos porem lembrar que a interpretação de um desenho isolada do contexto em que foi elaborado não faz sentido.
É aconselhável, ao professor, que ofereça às crianças o contato com diferentes tipos de desenhos e obras de artes, que elas façam a leitura de suas produções e escutem a de outros e também que sugira a criança desenhar a partir de observações diversas (cenas, objetos, pessoas) para que possamos ajudá-la a nutrisse de informações e enriquecer o seu grafismo. Assim elas poderão reformular suas idéias e construir novos conhecimentos.
Enfim, o desenho infantil é um universo cheio de mundos a serem explorados.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

As noções de conservação



Kit de Provas Piagetianas

Kit com 13 provas (cada uma embalada individualmente).

Vem em uma caixa de Madeira com alça para transporte.

O Kit contém as seguintes provas:

1. Conservação de pequenos conjuntos discretos de elementos;
2. Conservação da superfície;
3. Conservação de quantidade de líquido;
4. Conservação de quantidade de matéria;
5. Conservação de peso;
6. Conservação de volume;
7. Conservação de comprimento;
8. Mudança de critério (dicotomia);
9. Inclusão em classes;
10. Interseção de classes;
11. Seriação de palitos;
12. Combinação de fichas;
13. Predição.


O que é conservação?






Piaget - Conservação é definida por Piaget como a capacidade de perceber que apesar das variações de forma ou arranjo espacial, uma quantidade ou valor não varia se dele não se retira ou adiciona algo. Na criança surge entre os 7 e os 12 anos durante o estágio da operações concretas, variando conforme a quantidade ou valor a considerar. Assim é á partir dos 6/7 começa a conseguir conservar números, comprimento e quantidade de liquido. Em seguida vem a conservação de substância (7/8 a), área (9/10 a), e volume (11/12 a)









Conservações Físicas:









A) CONSERVAÇÃO DE QUANTIDADE: É o clássico teste do transvazamento de um copo A estreito e alto para um copo C largo e baixo, qual tem mais? Ela certamente respoderá que o maior tem mais isso por que a cça observa apenas um dos aspectos do processo, ou a altura ou largura e ignora que não houve mudança nas quantidades durante o transvazamento.










B) CONSERVAÇÃO DE PESO: Esta é entre as operações infratórias a segunda a aparecer geralmente entre 8 e 9 anos, o teste pode ser feito com massinha inicialmente em forma de bola e depois transformada em cobrinha ou salsinha.








C) CONSERVAÇÃO DE VOLUME: É a ultima forma de consevação física a se instalar, só sendo adquirida por volta dos 10- 11 anos, requer noções de proporcionalidade, operação lócica matemática própria deste nível de desenvolvimento.





Há uma ordem ngenética no aparecimento dos 3 tipos de conservação, a cça primeiro domina a conservação de substância, depois de peso, depois de volume, havendo entre uma e outra, defasagem de aproximadamente dois anos.









Conservações Espaciais:





No período operacional concreto, com um certo número de invariante de operações lógicas, correlacionadas ao espaço, se estruturam - a consevação do compirmento da surperfície e dos volumes espaciais.





A) conservação de Comprimento: É a primeira a se instalar, por volta dos 7 anos. Ela supõe a noção de distância.








B) Conservação de superfície: Assim como a conservação de comprimento se instala por volta dos 7 anos.








C) Conservação de volume espacial- Incialmente antes dos 7 anos a criança é incapaz de dissociar altura e volume, para reconstruir uma casa com o mesmo volume do modelo, mas sobre uma base menor, a criança o cerca de paredes fechando as superfícies visiveis, por volta dos 9 anos passar a estabelecer- se a medida por decomposição e recomposição por meio de unidades, mas não domina a multiplicação matemática, só aos 11-12 anos que a criança descobre a relação matemática entre superfície e volume.








* Operações Infralógicas: São constituídas do objeto enquanto tal. Resultam da construção de invariantes físicas (substância, peso, volume) e de variantes espaciais (comprimento, volume, estabelecimento de horizontais e verticais)




*Operações Lógicas (agrupamentos): versam sobre semelhanças (simétricas) e diferenças(assimétricas) ou ambas ao mesmo tempo. São as classificação, seriação, multiplicação lógica e compensação simples.

As caixas de provas piagetianas: Hoje pode se encontrar no mercado inclusive na internet, kits com materias para serem aplicados as provas piagetinas abaixo darei alguns links onde vi o material:

http://www.psicopedagogiabrasil.com.br/

(de onde retirei as imagens)

(www.solnacaixa.com.br)












quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Estadio Pré Operatório de Piaget

Photobucket





Pré Operatório (dos 2 aos 7 anos ): A criança pré operatória tenta se comunicar com as pessoas, mas ainda não se coloca diante do ponto de vista do outro, existe o monólogo coletivo uma modalidade de linguagem egocêntrica, fala a si própria sem cessar mas não consegue colocar - se no "lugar" do outro, o egocentrismo persiste. O pensamento egocentrico se manifesta através do animismo, artificialismo e finalismo.


Animismo é a tendencia a dar vida a todos os seres, objetos podem falar, andar como por ex: uma cça tropeça em uma pedra e briga e tanta machucar a pedra.



Artificialismo é a tendencia a atribuir uma origem artesanal humana a todas as coisas ex: uma montanha foi feita por um homem muito grande que juntou muita areia, podendo ser substituida mais tarde pela idéia de Papai do Céu.



Finalismo: é a tendência a achar que todos o seres e objetos tem uma finalidade, que é servi- la. Ex quando a cça é consultada para que serve uma cama e ela responde : - Para mim dormir.





A afetividade nessa fase estão ligados a socialização das ações, a aparição dos sentimentos morais, provenientes das relações com adultos e crianças e as regularizações de interesses e valores. Os primeiros valores morais, são pois moldados na regra recebida, graças ao respeito unilateral, e as regras são tomadas ao pé da letra e não na sua essência.


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

E afinal quem foi Piaget que a gente tanto fala?


Jean Piaget revolucionou as concepções de inteligência e de desenvolvimento cognitivo partindo de pesquisas baseadas na observação e em entrevistas que realizou com crianças. Interessou-se fundamentalmente pelas relações que se estabelecem entre o sujeito que conhece e o mundo que tenta conhecer. Considerou-se um epistemólogo genético porque investigou a natureza e a génese do conhecimento nos seus processos e estágios de desenvolvimento.



Vida profissional , é nesse ai que o cara se garante messssmo dá só uma sentida no drama:



Piaget foi biólogo, zoólogo, filósofo, epistemólogo e psicólogo. Esta experiência de vida e uma vasta cultura científica impregnaram a sua obra com contribuições da biologia, cibernética, matemática, filosofia e sociologia. Piaget foi considerado por muitos escritores de livros sobre psicologia como o "Einstein da Psicologia"
Escreveu 70 livros e 200 artigos, alguns dos quais contaram com a colaboração de Barbel Inhelder. Entre eles, destacam-se: Seis Estudos de Psicologia, A construção do Real na Criança, A Epistemologia Genética, O Desenvolvimento da Noção de Tempo na Criança, Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente, A Equilibração das Estruturas Cognitivas, O desenvolvimento da lógica.
Até morrer, Piaget estudou, escreveu, participou em congressos, polêmicas e debates públicos. Foi um personagem destacado, pela forma empenhada, crítica, interdisciplinar e criativa como orientou as suas investigações.


E ai ele criou :

A Epistemologia Genética defende que o indivíduo passa por várias etapas de desenvolvimento ao longo da sua vida. Para Piaget, a aprendizagem é um processo que começa no nascimento e acaba na morte. A aprendizagem dá-se através do equilíbrio entre a assimilação e a acomodação, resultando em adaptação. Segundo este esquema, o ser humano assimila os dados que obtém do exterior, mas uma vez que já tem uma estrutura mental que não está "vazia", precisa adaptar esses dados à estrutura mental já existente.



*Isso ai é aquela história do conhecimento prévio da criançaaaa!

Que todos sabemos o mínimo de alguma coisa, que novos conhecimentos são estabelecidos através das relações com os conhecimentos ateriores!



E Piaget e Vigotsky são da mesma época? Eles se viram, se falaram bateram um papo?


Aposto que todo mundo sempre quiz saber isso e não teve coragem de perguntar!

táqui a respostas nas datas de nascimento e morte!




Lev Semionovitch Vygotsky (variações de tradução encontradas: Vigotski, Vygotski ou Vigotsky) (russo Лев Семёнович Выготский, transliteração: Lev Semënovič Vygotskij, 17 de Novembro de 1896, Orsha11 de Junho de 1934, Moscou)


faz ai a diferença... eles são mais ou menos contemporâneos, mas segundo o site Wikipédia, eles não se encontraram!



Ou seja, tudo o que aprendemos é influenciado por aquilo que já tinhamos aprendido. Tornou-se um dos homens mais dedicados do mundo com o interacionismo de Lev Vygotsky. Piaget somente veio a conhecer as pesquisas de Vygotsky muito depois da morte deste.

Originalmente um biólogo, com a especialização em moluscos do Lago Genebra, fez seus estudos de psicologia do desenvolvimento inicialmente observando como seus filhos cresciam e entrevistando milhares de outras crianças.

Piaget e o estádio sensório motor

O primeiro estádio do desenvolvimento lógico é denominado sensório motor (até os 2 anos) por que nele se verifica uma coordenação de sensório motora baseada na evolução da percepção e da motricidade, esse estádio estende- se no nascimento até o parecimento da linguagem, por volta dos 2 anos de idade, nota - se uma inteligência essencialmente prática, visando o resultado mais do que a verdade dos fatos.
Só para dar uma refrescada na memória:
Estádios de desenvolvimento segundo Piaget
- Estádio sensório - motor
- Estádio pré - operatório
- Estádio das operações concretas
- Estádio das operações formais
háaa ia esquecendo as idades, eu sou avoadinha meu povo! lá vai ein:

o Estádio sensório- motor (dos 0 aos 18/24 meses)
o Estádio pré- operatório (dos 2 aos 7 anos )
o Estádio das operações concretas ( dos 7 aos 11/12 anos)
o Estádio das operações formais ( dos 11/12 aos 15/16 anos)
Neste quadro vou mostrar só o sensório Motor que vai até os 2 anos, os bebês, depois posto sobre os outro estádios, eu prometo se eu não esquecer!
vocês me lembrem, me cobrem não quero postar tudo de uma vez por que é um saco e ninguém na internet lê posts grandes né!( essa parte é segredo kkkk)

Fonte de pesquisa:

Piaget: Experiências básicas para utilização pelo professor, de Iris Barbosa Goulart, editora voxes

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Brinquedos adequados para cada idade







Brinquedos indicados para cada idade
Brincar é umas das melhores formas de estimular o desenvolvimento e o potencial de uma criança.
Apresentamos abaixo alguns brinquedos educativos indicados para cada faixa etária, que auxiliam no desenvolvimento da criança.
Para saber mais sobre brinquedos e brincadeiras que auxiliam no desenvolvimento infantil, acesse nosso curso específico sobre o assunto
0 a 5 meses
Chocalhos, brinquedos musicais, mordedores, brinquedos de berço, móbiles, livrinhos de pano ou plástico, bolas com texturas diferentes para serem agarradas com as duas mãos.
6 meses a 1 ano
Brinquedos flutuantes (patinhos de borracha que bóiam na água), cubos que tenham guizos embutidos ou ilustrações, caixas ou brinquedos que se encaixam uns dentro dos outros, argolas empilháveis, brinquedos para martelar, empilhar e desmontar, brinquedos eletrônicos de aprendizado, mesa pequena com cadeirinhas na altura em que a criança possa alcançar os pés corretamente no chão, telefone de brinquedo, espelhos, brinquedos que emitem sons por meio de botões de apertar, girar ou empurrar.
1 a 2 anos
Brinquedos de variadas texturas (estimulam os sentidos da visão, da audição e do tato), bonecas de tecido e bichos de pelúcia feitos de materiais atóxicos, livros e álbuns de fotografia com ilustrações dos familiares e objetos conhecidos, brinquedos de empurrar ou puxar, brinquedos de montar e desmontar. Os brinquedos devem ter cores vivas e não podem ser tóxicos.
2 a 3 anos
Bolas, muitos blocos de brinquedos para empilhá-los e colocá-los dentro de caixas, brinquedos de encaixar e desmontar, brinquedos musicais, carrinhos, bonecas, cavalinho de balanço, brinquedos para praia ou piscina, brinquedos de equilibrar um em cima do outro. Nesta idade deve-se ensinar a criança a organizar e recolher os brinquedos.
3 a 4 anos
Triciclo, carrinho grande de puxar, aviões, trenzinhos, brinquedos infláveis, bolhas de sabão, caixas de areia com pás e cubos, cabaninhas, casas de bonecas, ferramentas de brinquedos, massinha de modelar, objetos domésticos, fantasias, máscaras, fantoches, instrumentos musicais de brinquedo como pandeiros, pianinhos, trombetas e tambores, brinquedos de montar e desmontar mais complicados, blocos de formas e tamanhos variados, jogos e quebra-cabeças simples, lápis de cor e papel para desenhar (círculos, bonecos, enumerar os elementos de uma ilustração, colorir), livros com diferentes ilustrações e histórias alegres.
4 a 6 anos
Esta é a fase do mundo imaginário, sua criatividade está se desenvolvendo. Os brinquedo nesta fase devem auxiliar a criança a entrar no mundo da fantasia, por exemplo: dinheirinho de brinquedo, caixa registradora, casas de boneca com móveis, telefone, cidadezinhas, circos, fazendas com animais, materiais de papelaria, postos de gasolina, meios de transporte (caminhões, automóveis e pistas, motos, aviões, trens elétricos, barcos e tratores), instrumentos musicais e eletrônicos, jogos. Nesta idade, a criança começa a sentir o que chamamos de medos infantis, como o medo do escuro, as bruxas, o bicho papão e outras coisas feias que impedem que a criança durma, desta forma recomendamos uma boneca ou um ursinho de pelúcia, que tem a função de ajudar as crianças a superarem esta fase.
acima de 6 anos
Jogos de tabuleiro, bolinhas de gude, pipas, carros de corrida, trens elétricos, argila para modelar, pincel, brinquedos de mágica, artigos esportivos, bicicletas, patins, skate, jogos eletrônicos, de memória, videogames, patinetes, futebol de botão, laptops, brinquedos colecionáveis, chaveiros, brinquedos eletrônicos, jogos de cartas, kits, pistas de carrinhos, quebra- cabeças.
Li e achei interessando, retirei do site: http://www.estimulando.com.br/brinquedos.htm

sábado, 17 de janeiro de 2009

Avaliação dos níveis de leitura e escrita


























Instrumental de avaliação para acompanhamento da turma, aplique o teste e vá marcando um X na coluna de S para SIM e N para Não, as atividades podem ser aplicadas individualmente com cada aluno!

sábado, 29 de novembro de 2008

As etapas da contagem para a criança!





As etapas da contagem para a criança!

Como a criança aprende? Ou seria melhor perguntar por que elas não aprendem, mas segundo Piaget a contagem vem antes da leitura e escrita!

Mas primeiro vamos denominar um termo que aparece várias vezes:
CARDINAL
do Lat. cardinaleadj. 2 gén.,
diz-se do numeral natural que designa um número absoluto, por oposição ao numeral ordinal, que designa uma ordem numa série;

O cardinal indica o
número ou quantidade dos elementos constituintes de um conjunto. É interessante destacar que se diferencia do ordinal, porque o ordinal introduz ordem e dá idéia de hierarquia: Primeiro, segundo, terceiro, etc. O cardinal, por sua vez, nomeia o número de elementos constituintes e esse é o nome do conjunto correspondente.

Para entender a relação número quantidade, para que a gente diga assim: Esse aluno já sabe contar corretamente a criança tem que entender certos princípios:

1. Princípio da correspondência um a um: cada objeto representa um numeral


2.Princípio da Ordem estável: A ordem das palavras/ números deve permanecer estável de acordo com a ordem convencional: 1,2,3,4,5, e nunca muda!

3. Princípio da indiferença do objeto contado:A ação de contar independe do tipo de objetos a ser contado, a ação de tanto faz o objeto que está sendo contado. a quantidade será sempre a mesma.

4.Princípio da cardinalidade: Quando contamos coisas somente o ultimo número dito representa a quantidade total de objetos que foram contados!

5. Princípio da indiferença da ordenação dos objetos: A ordem em que se contam os objetos, se primeiro é esse ou aquele é irrelevante ao valor cardinal, isto é, quantidade total dos objetos!




Um dvd que é excelente para tratar deste assunto com os pequenos e que eles adoram é o Pooh - Aprendendo a contar

Sinopse:Christopher Robin convidou Pooh e seus amiguinhos para uma brincadeira. Cada participante deverá trazer dez presentes para compartilhar na festa, mas quanto é dez? Para descobrir, Guru e Tigrão terão que descobrir os números, aprender a contar e usar técnicas de memorização. Depois de um dia de muito aprendizado, Guru surpreende a todos, inclusive a ele mesmo, com a sua prenda especial! Winnie The Pooh 123´s é uma história divertida que começa com conceitos gerais sobre os números e chega às estratégias que as crianças podem utilizar para aprender a contar. Seu filho vai perceber que aprender pode ser extremamente agradável e divertido, com Pooh e seus amigos em histórias inéditas, criadas pela Disney e sua equipe de educadores.

ATIVIDADES:
Conta e contar e recontar objetos, guarde na biblioteca, na estante, no armário, objetos de contagem, lá na escola eles estavam um pouco gasto, ai em uma sexta feira lancei o dia da tampinha: Quem trouxer segunda feira a maior quantidade de tampinhas de garrafas pet vai ganhar uma caixinha de lápis de cor!

Na segunda- feira foi tanta tampa... kkk contei todas as tampas com eles, teve uma que trouxe 83 tampinhas! Imagine ai quantas vezes contamos até 10,20,30, muitas! então elegemos o vencedor, pedi que lavassem as tampinhas e separassem as amassadas, ou em estado ruim, colocamos em um recipiente e guardei na biblioteca, fica bonito em potes grande e transparente de platico é super colorido!

Outra coisa boa de contar é aquelas sementinhas vermelhas, pode também fazer o dia da semente, das caixinhas de palitos de fósforo, ou conseguir palitos de picolé que tem para vender em lojas de descartáveis, é super barato!