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sábado, 2 de maio de 2009

2.Correntes pedagógicas: Construtivismo



O Construtivismo valoriza o conhecimento prévio do aluno
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Quem foi o pai da idéia: o bió­logo suíço Jean Pia­get (1896-1980).

O que diz: segundo Piaget, o pen­sa­mento infan­til passa por qua­tro está­gios, desde o nas­ci­mento até o iní­cio da ado­les­cên­cia, ­quando a capa­ci­dade plena de racio­cí­nio é atin­gida. Assim, a criança cons­trói o conhecimento a par­tir de suas des­co­ber­tas, ­quando em con­tato com o mundo e com os obje­tos. Por isso, não ­adianta ensi­nar a um aluno algo que ele ainda não tem con­di­ções inte­lec­tuais de absor­ver. Ou seja, o tra­ba­lho de edu­car não deve se limi­tar a trans­mi­tir con­teú­dos, mas a favo­re­cer a ati­vi­dade men­tal do aluno. Por isso, impor­tante é não ape­nas assi­mi­lar con­cei­tos, mas tam­bém gerar ques­tio­na­men­tos, ­ampliar as ­idéias.

Onde está o foco: no aluno e em suas ope­ra­ções men­tais.

Qual é o papel do pro­fes­sor: obser­var o aluno, inves­ti­gar quais são os seus conhe­ci­men­tos pré­vios, seus inte­res­ses e, a par­tir dessa baga­gem, pro­cu­rar apre­sen­tar diver­sos ele­men­tos para que o aluno cons­trua seu conhe­ci­mento. O pro­fes­sor cria situa­ções para que o aluno che­gue ao conhe­ci­mento.

Fonte: Educar para Crescer

Quem foi Piaget?
Jean Piaget (Neuchâtel, 9 de Agosto de 1896 — Genebra, 16 de Setembro de 1980) estudou inicialmente biologia, na Suíça, e posteriormente se dedicou à área de Psicologia, Epistemologia e Educação. Foi professor de psicologia na Universidade de Genebra de 1929 a 1954, e ficou conhecido principalmente por organizar o desenvolvimento cognitivo em uma série de estágios.
Piaget foi biólogo, zoólogo, filósofo, epistemólogo e psicólogo. Esta experiência de vida e uma vasta cultura científica impregnaram a sua obra com contribuições da biologia, cibernética, matemática, filosofia e sociologia. Piaget foi considerado por muitos autores de psicologia como o "Einstein da Psicologia"

Escreveu 70 livros e 200 artigos, alguns dos quais contaram com a colaboração de Barbel Inhelder. Entre eles, destacam-se: Seis Estudos de Psicologia, A construção do Real na Criança, A Epistemologia Genética, O Desenvolvimento da Noção de Tempo na Criança, Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente, A Equilibração das Estruturas Cognitivas, O desenvolvimento da lógica.

Teoria

Através de várias observações com seus filhos, e principalmente com outras crianças, Piaget deu origem à Teoria Cognitiva, onde demonstra que existem quatro estágios de desenvolvimento cognitivo no ser humano: Sensório-motor, Pré-operatório, Operatório concreto e Operatório formal.

Fonte: winkipédia

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Níveis de Escrita- Silábico - Alfabético

Esse nível é transição entre siláco e alfabético, coexistindo as duas formas.
Emília Ferreiro acentua o fato que esse caso não se trata de osmissão de letras " O aluno está comendo letras". Do ponto de vista do processo de desenvolvimento do aluno sobre a escrita o que está ocorrendo é uma acréscimo de letra. Ele está introduzindo mais letras do que necessitava antes em sua análise silábica, "não pode omitir o que nunca houve".

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Nível Silábico


ò hoje não vai ter a postagem por que escrevi bem 2 horas e o bunitim do sistema apagouuuuuuuuuuuuu quase eu morro de raiva...! eu tinha resumidoooo tudo tudo tudo, mas prometo que amanhã no feriado me dedicarei a isso!


Aiiiiiiiiiiiiii que chato! Chato Chato! vou ver um pouco de novela com o Márcio Garcia para ver se passa minha tristezaaaaaaa

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Níveis de concepções da escrita- Emília Ferreiro.

Para ilustrar;
As palavras do teste das 4 palavras e uma frase foram:

1. APAGADOR
2. CADEIRA
3. MESA
5. GIZ

A mesa é branca.


1. Nível Pré Silábico- Não há correspondência som/ grafia)






1.1 Grafismo primitivo:



Já diferencia oque é desenho e o que é escrita.
Os grafismos são primitivos, com repetição de mesmo sinal gráfico (escritas unigráficas). São pseudo- letras, sinais gráficos arbitrários, ideossincráticos, ondulados ou quebrados, em zigue- zague, contínuos ou fragmentados, traços verticais ou circulares.



Muitas vezes a escrita é colocada ao lado ou dentro do desenho, como para garantir- lhe o significado. "Escrita sem figura não dá para ler"



Como o desenho, a escrita representa o nome do objeto, mas não se descobriu ainda que a escrita tem relação com o som da fala.



Na escrita estão apenas os nomes dos objetos, das pessoas. ("hipóteses do nome").



A partir dos nomes nomes escritos podem "ler" tudo o mais que desejamos como no desenho.



Exemplo:No desenho de um homem e uma bola, podemos interpretar. " O homem está jogando bola" ou então o "Papai joga futebol".



Os sinais gráficos ás vezes se unem (como no modelo da letra cursiva). Outras vezes surgem separados (como modelo de letra de imprensa).



*Não há um critério de quantidade do número de sinais gráficos que uma palavra deve ter. Uma palavra pode preencher uma linha toda!*



" Está escrito o que eu desejei escrever". A escrita não é interpretável por outras pessoas.



A escrita é ainda instável, uma mesma palavra é escrita de modos diferentes em diversas ocasiões.



1.2 Escritas Fixas:



Surgem as escritas fixas. Uma mesma série de grafias vão compor uma palavra. Uma mesma escrita serve para diferentes palavras. Cada pessoa adota um tipo de escrita fixa.



Uma só letra, geralmente a letra inicial de nomes significativos, como o nome próprio, pode significar o nome todo (A de Ana). Como abaixo:



Podem ou não, ir surgindo os sinais gráficos convencionais, poderão ainda ser usados números ou letras para escrever palavras.



Inicialmente, a quantidade como repertório de grafias é constante para cada pessoa.






1.3 Diferenciação dos sinais gráficos dentro da mesma palavra- Diferenciação intra- figural.



* Hipóteses das quantidades mínimas: Uma palavra deve um mínimo de grafias para ser lida. esse número varia de pessoa para pessoa, pode variar de dois a quatro grafias, geralmente três, Emília Ferreiro denomina esse avanço também de "diferenciação quantitativa intra relacional"



* Hipótese de variedades de grafias. Se o escrito tem o tempo todo a mesma letra, não pode ser lido. As letras (ou sílabas) não deve, se repetir na mesma palavra e nem parecer logo em seguida.






1.4- Diferenciação da escrita de uma palavra a outra de significado diferente- Diferenciação Inter- Figural".



Uma hipótese é construída: Para ler coisas deve haver diferença na escrita.



É preciso colocar mais letras para objetos grandes. O nome das pessoas é proporcional ao tamanho ou idade delas, e não ao comprimentodo nome correspondente. Na escrita estão as características do objeto. Piaget chama de RELISMO NOMINAL, essa característica do pensamento. A pessoa escreve as duas palavras variando a quantidade de grafias necessárias para escrever uma palavra. A quantidade ainda não está sistematizada. DIFERENCIAÇÃO QUANTITATIVA INTER- RELACIONAL NÃO SISTEMATIZADA- é a denominação dada por Emília Ferreiro a esta característica de construção sobre a escrita.



Neste nível a variação se amplia, podem variar: repertório de grafia, quantidade, tipo (cursiva, bastão, imprensa), na posição que ocupam, combinação entre grafias arbitrárias e convencionais, entre letras e números. Emília ferreiro denomina estacaracterística de DIFERENCIAÇÃO QUALITATIVA INTER RELACIONAL NÃO SISTEMÁTICA.



**O repertório de grafias conhecidas é geralmente limitado no nível pré silabico. São então utilizadas principalmente, as letras das palavras significativas já aprendidas e memorizadas globalmente (como o nome próprio e outras).






Quando o meio não provê o alfabetizando com a informação de palavras significativas escritas, deixa de existir uma das ocasiões de avanço na escrita!






1.5 Nível Intermediário - Do pré silábico para o Silábico






A letra incial dos nomes significativos aprendidos vai sendo conhecida pelo sujeito. A aprendizagem do nome das letras iniciais de palavras significativas se torna importante por que o sujeito vai conhecendo o valor sonoro convencional das letras. É a primeira vez descoberta da relação fono- grafia. O conhecimento do nome das letras regularmente precede o conhecimento do valor fonético - silábico. Essa aprendizagem do nome de algumas letras significativas, antes da compreensão do valor sonoro convencional não parece ser causa de confusão para os alfabetizados, como tradicionalmente se pensa.


No exemplo abaixo circulei a primeira grafia que ele começa a associar com o som!








Ps: só do nível pré silábico amanhã colocarei do nível Silábico.









São três vídeos do nova escola vou colocar
PRIMEIRA PARTE:


SEGUNDA PARTE:


TERCEIRA PARTE


QUARTA PARTE:

A contribuição de Emilia Ferreiro e Colaboradores ao processo de alfabetização.


A contribuição de Emilia Ferreiro e Colaboradores ao processo de alfabetização.

Maria José Vale Ferreira.


O caráter de suas investigações é psicológico e não pedagógico. O seu enfoque é a explicação de como se aprende a ler e escrever, e não é a criação de um método de alfabetização, tarefa específica do educador. Esses estudos podem nos ajudar a compreender melhor os níveis do conhecimendo da escrita e da leitura do sujeito não- escolarizado ou não- alfabetizado e ampliar os recursos metodólogicos que ajudem a avançar no processo de construção do sistema escrito, superando conflitos cognitivos próprios das hipóteses criadas em cada um desses nívies.

Os estudos psicogenéticos da aquisição da leitura e escrita realizados por Emilia Ferreiro nos desafiam ainda a repensar nossos princípios pedagógicos e a rever nossas concepções de conhecimentos, ensino e aprendizagem.


II As grandes ênfases de Emilia Ferreiro ao longo de sua obra:


O sujeito que chega á escola já possui notável conhecimento da língua materna. Vive em um mundo de escrita e pensa sobre o processo da escrita. O processo da aquisição da linguagem precede aos limites escolares. O ponto de partida de toda aprendizagem é o aprendiz. O ponto de partida são as condições em que se encontra o sujeito no momento de receber o ensino, ao invés de começar preocupações com o que nós queremos que o aluno aprenda.

A escrita é um sistema de representação da linguagem. Leitura é interpretação. O conhecimento que temos sobre um objeto não é o objeto; é a nossa maneira de representá-lo e interpretá-lo. O conhecimento que o sujeito tem da leitura e da escrita não equivale ao conhecimento convencional. O sujeito possui hipóteses originais não ensinadas pelos adultos ou pelos professores. O sujeito procura ativamente compreender a natureza da língua escrita a sua volta. E um sujeito que procura aprender através de suas ações efetivas e mentais sobre o objeto da escrita.


O SISTEMA ESCRITO CONVENCIONAL E UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL E HISTÓRICA.


O fundamental na aprendizagem é a ação do sujeito, a ação de pensar sobre o objeto do conhecimento. Aprender pensando. A aprendizagem é principalmente exploração e descoberta.

O professor é um organizador de experiências que possibilitam o encontro do sujeito que pensa com o objeto do conheciemnto da língua escrita. O professor organiza situações funcionais e significativas para estimular e facilitar a aprendizagem. O professor é um pesquisador. Organiza atividades, observa, testa seu referencial teórico na sala de aula, observa o processo de construção de pensamento do aluno.

É indispensável oferecer materias de leitura e oportunidades reais de escrita na escola, principalmente para pessoas de baixa renda, por não os possuírem em casa. É convivendo com a escrita que o aluno entra em contato com os conflitos e vai formulando novas hipóteses para compreendê- la.



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

avaliação para escrita




Tô criando alguns testes de escrita conhecidos como teste das palavras, lembrando que todas tem um contexto e de que nada mais são que avaliação da escrita da criança, as palavras pertencem a um grupo semântico( frutas, legumes, receitas ou a um contexto (Vamos Passear no Bosque)

domingo, 1 de fevereiro de 2009








A Psicogênese da Língua Escrita é uma abordagem psicológica de como a criança se apropria da
língua escrita e não um método de ensino. Portanto, cabe aos profissionais da educação, fazer a
transposição desta abordagem para a sala de aula, transformando os estudos em atividades
pedagógicas





De acordo com a Psicogênese da Língua Escrita, o aprendizado do sistema de escrita não se
reduziria ao domínio de correspondências grafo-fonêmicas (a decodificação e a codificação), mas se caracterizaria como um processo ativo no qual a criança, desde seus primeiros contatos com a
escrita, constrói e reconstrói hipóteses sobre a sua natureza e o seu funcionamento.
Os pressupostos dessa abordagem psicológica são:
A alfabetização na perspectiva construtivista é concebida como um processo de construção
conceitual, contínuo, iniciado muito antes da criança ir para escola, desenvolvendo-se
simultaneamente dentro e fora da sala de aula. Alfabetizar é construir conhecimento. Portanto, para ensinar a ler e escrever faz-se necessário compreender que os/as alfabetizando/as terão que lidar com dois processos paralelos: as características do sistema de escrita e o uso funcional da linguagem.
(...) a criança procura ativamente compreender a natureza da linguagem que se fala à sua volta, e...tratando de compreendê-la, formula hipóteses, busca regularidades, coloca à prova suas antecipações e cria sua própria gramática. (...) ao tomar contato com os sistemas de escrita, a criança, através de processos mentais, praticamente reinventa esses sistemas, realizando um trabalho concomitante de compreensão da construção e de suas regras de produção/decodificação.

Segundo Emília Ferreiro e Ana Teberosky, as crianças elaboram conhecimentos sobre a leitura e
escrita, passando por diferentes hipóteses – espontâneas e provisórias – até se apropriar de toda a complexidade da língua escrita. Tais hipóteses, baseadas em conhecimentos prévios, assimilações e generalizações, dependem das interações delas com seus pares e com os materiais escritos que circulam socialmente.
Para a Teoria da Psicogênese, toda criança passa por níveis estruturais da linguagem escrita até que se aproprie da complexidade do sistema alfabético. São eles: o pré-silábico, o silábico, que se divide em silábico-alfabético, e o alfabético Tais níveis são caracterizados por esquemas conceituais que não são simples reproduções das informações recebidas do meio, ao contrário, são processos construtivos onde a criança leva em conta parte da informação recebida e introduz sempre algo subjetivo. É importante salientar que a passagem de um nível para o outro é gradual e depende muito das intervenções feitas pelo/a professor/a.
Os níveis de escrita, segundo a Psicogênese da Língua Escrita:




•O aprendizado do sistema de escrita alfabética não se reduz a um processo de associação entre
grafemas (letras) e fonemas (sons).




•O sistema de escrita alfabética não é um código que se aprende por memorização e fixação,
pelo contrário, é um objeto de conhecimento que foi construído socialmente





Para a Teoria da Psicogênese, toda criança passa por níveis estruturais da linguagem escrita até que se aproprie da complexidade do sistema alfabético. São eles: o pré-silábico, o silábico, que se divide em silábico-alfabético, e o alfabético Tais níveis são caracterizados por esquemas conceituais que não são simples reproduções das informações recebidas do meio, ao contrário, são processos construtivos onde a criança leva em conta parte da informação recebida e introduz sempre algo subjetivo. É importante salientar que a passagem de um nível para o outro é gradual e depende muito das intervenções feitas pelo/a professor/a







São os niveis de escrita!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

As noções de conservação



Kit de Provas Piagetianas

Kit com 13 provas (cada uma embalada individualmente).

Vem em uma caixa de Madeira com alça para transporte.

O Kit contém as seguintes provas:

1. Conservação de pequenos conjuntos discretos de elementos;
2. Conservação da superfície;
3. Conservação de quantidade de líquido;
4. Conservação de quantidade de matéria;
5. Conservação de peso;
6. Conservação de volume;
7. Conservação de comprimento;
8. Mudança de critério (dicotomia);
9. Inclusão em classes;
10. Interseção de classes;
11. Seriação de palitos;
12. Combinação de fichas;
13. Predição.


O que é conservação?






Piaget - Conservação é definida por Piaget como a capacidade de perceber que apesar das variações de forma ou arranjo espacial, uma quantidade ou valor não varia se dele não se retira ou adiciona algo. Na criança surge entre os 7 e os 12 anos durante o estágio da operações concretas, variando conforme a quantidade ou valor a considerar. Assim é á partir dos 6/7 começa a conseguir conservar números, comprimento e quantidade de liquido. Em seguida vem a conservação de substância (7/8 a), área (9/10 a), e volume (11/12 a)









Conservações Físicas:









A) CONSERVAÇÃO DE QUANTIDADE: É o clássico teste do transvazamento de um copo A estreito e alto para um copo C largo e baixo, qual tem mais? Ela certamente respoderá que o maior tem mais isso por que a cça observa apenas um dos aspectos do processo, ou a altura ou largura e ignora que não houve mudança nas quantidades durante o transvazamento.










B) CONSERVAÇÃO DE PESO: Esta é entre as operações infratórias a segunda a aparecer geralmente entre 8 e 9 anos, o teste pode ser feito com massinha inicialmente em forma de bola e depois transformada em cobrinha ou salsinha.








C) CONSERVAÇÃO DE VOLUME: É a ultima forma de consevação física a se instalar, só sendo adquirida por volta dos 10- 11 anos, requer noções de proporcionalidade, operação lócica matemática própria deste nível de desenvolvimento.





Há uma ordem ngenética no aparecimento dos 3 tipos de conservação, a cça primeiro domina a conservação de substância, depois de peso, depois de volume, havendo entre uma e outra, defasagem de aproximadamente dois anos.









Conservações Espaciais:





No período operacional concreto, com um certo número de invariante de operações lógicas, correlacionadas ao espaço, se estruturam - a consevação do compirmento da surperfície e dos volumes espaciais.





A) conservação de Comprimento: É a primeira a se instalar, por volta dos 7 anos. Ela supõe a noção de distância.








B) Conservação de superfície: Assim como a conservação de comprimento se instala por volta dos 7 anos.








C) Conservação de volume espacial- Incialmente antes dos 7 anos a criança é incapaz de dissociar altura e volume, para reconstruir uma casa com o mesmo volume do modelo, mas sobre uma base menor, a criança o cerca de paredes fechando as superfícies visiveis, por volta dos 9 anos passar a estabelecer- se a medida por decomposição e recomposição por meio de unidades, mas não domina a multiplicação matemática, só aos 11-12 anos que a criança descobre a relação matemática entre superfície e volume.








* Operações Infralógicas: São constituídas do objeto enquanto tal. Resultam da construção de invariantes físicas (substância, peso, volume) e de variantes espaciais (comprimento, volume, estabelecimento de horizontais e verticais)




*Operações Lógicas (agrupamentos): versam sobre semelhanças (simétricas) e diferenças(assimétricas) ou ambas ao mesmo tempo. São as classificação, seriação, multiplicação lógica e compensação simples.

As caixas de provas piagetianas: Hoje pode se encontrar no mercado inclusive na internet, kits com materias para serem aplicados as provas piagetinas abaixo darei alguns links onde vi o material:

http://www.psicopedagogiabrasil.com.br/

(de onde retirei as imagens)

(www.solnacaixa.com.br)












quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Estadio Pré Operatório de Piaget

Photobucket





Pré Operatório (dos 2 aos 7 anos ): A criança pré operatória tenta se comunicar com as pessoas, mas ainda não se coloca diante do ponto de vista do outro, existe o monólogo coletivo uma modalidade de linguagem egocêntrica, fala a si própria sem cessar mas não consegue colocar - se no "lugar" do outro, o egocentrismo persiste. O pensamento egocentrico se manifesta através do animismo, artificialismo e finalismo.


Animismo é a tendencia a dar vida a todos os seres, objetos podem falar, andar como por ex: uma cça tropeça em uma pedra e briga e tanta machucar a pedra.



Artificialismo é a tendencia a atribuir uma origem artesanal humana a todas as coisas ex: uma montanha foi feita por um homem muito grande que juntou muita areia, podendo ser substituida mais tarde pela idéia de Papai do Céu.



Finalismo: é a tendência a achar que todos o seres e objetos tem uma finalidade, que é servi- la. Ex quando a cça é consultada para que serve uma cama e ela responde : - Para mim dormir.





A afetividade nessa fase estão ligados a socialização das ações, a aparição dos sentimentos morais, provenientes das relações com adultos e crianças e as regularizações de interesses e valores. Os primeiros valores morais, são pois moldados na regra recebida, graças ao respeito unilateral, e as regras são tomadas ao pé da letra e não na sua essência.


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Piaget e o estádio sensório motor

O primeiro estádio do desenvolvimento lógico é denominado sensório motor (até os 2 anos) por que nele se verifica uma coordenação de sensório motora baseada na evolução da percepção e da motricidade, esse estádio estende- se no nascimento até o parecimento da linguagem, por volta dos 2 anos de idade, nota - se uma inteligência essencialmente prática, visando o resultado mais do que a verdade dos fatos.
Só para dar uma refrescada na memória:
Estádios de desenvolvimento segundo Piaget
- Estádio sensório - motor
- Estádio pré - operatório
- Estádio das operações concretas
- Estádio das operações formais
háaa ia esquecendo as idades, eu sou avoadinha meu povo! lá vai ein:

o Estádio sensório- motor (dos 0 aos 18/24 meses)
o Estádio pré- operatório (dos 2 aos 7 anos )
o Estádio das operações concretas ( dos 7 aos 11/12 anos)
o Estádio das operações formais ( dos 11/12 aos 15/16 anos)
Neste quadro vou mostrar só o sensório Motor que vai até os 2 anos, os bebês, depois posto sobre os outro estádios, eu prometo se eu não esquecer!
vocês me lembrem, me cobrem não quero postar tudo de uma vez por que é um saco e ninguém na internet lê posts grandes né!( essa parte é segredo kkkk)

Fonte de pesquisa:

Piaget: Experiências básicas para utilização pelo professor, de Iris Barbosa Goulart, editora voxes

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

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Discalculia (não confundir com acalculia) é definido como uma desordem neurológica específica que afeta a habilidade de uma pessoa de compreender e manipular números. A discalculia pode ser causada por um déficit de percepção visual. O termo discalculia é usado frequentemente ao consultar especificamente à inabilidade de executar operações matemáticas ou aritméticas, mas é definido por alguns profissionais educacionais como uma inabilidade mais fundamental para conceitualizar números como um conceito abstrato de quantidades comparativas.
É uma inabilidade menos conhecida, bem como e potencialmente relacionada a dislexia e a dispraxia. A discalculia ocorre em pessoas de qualquer nível de QI, mas significa que têm frequentemente problemas específicos com matemática, tempo, medida, etc. Discalculia (em sua definição mais geral) não é rara. Muitas daquelas com dislexia ou dispraxia tem discalculia também. Há também alguma evidência para sugerir que este tipo de distúrbio é parcialmente hereditario.
REQUISITOS PARA O ÊXITO ARITMÉTICO:
(O que a criança deve fazer em cada idade)
Lembrando que o melhor diagnóstíco é dado por profissionais: pedagogos, psicopedagogos e psicólogos!

Idade infantil ( 3 – 6 anos):
- Compreender igual a diferente; ordenar objetos por tamanho, cor
e forma. Classificar objetos por suas características.
- Compreensão dos conceitos de longo, curto, pouco, grande,
pequeno, menos que, mais que;
- Ordenar objetos pelo tamanho;
- Compreender a correspondência 1 a 1, usar objetos simples.
- Reconhecer números de 0 a 9; contar até 10; copiar números.
- Agrupar objetos pelo nome do número; reproduzir figuras com
cubos.
Primária (6 – 12 anos ):
- Agrupar objetos de 10 em 10; ler e escrever de 0 a 99; dizer as
horas.
- Resolver problemas com elementos desconhecidos.
Compreender meios e quartos; medir objetos; nomear o valor do
dinheiro.
- Medir o volume; resolver soma e subtração; usar
reagrupamento.
- Compreender números ordinais; completar problemas mentais
simples.
- Iniciar as habilidades com mapas; estimar soluções.
- Executar operações aritméticas básicas.
Secundária ( 12 – 16 anos ):
- Usar números na vida cotidiana.
- Compreender probabilidades; desenvolver a solução flexível de
problemas.
- Usar a estimativa de custos em comércio.
- Ler quadros, gráficos, mapas; compreender direções; usar o
- Sistema métrico decimal.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Avaliação dos níveis de leitura e escrita


























Instrumental de avaliação para acompanhamento da turma, aplique o teste e vá marcando um X na coluna de S para SIM e N para Não, as atividades podem ser aplicadas individualmente com cada aluno!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Sugestão de DVD

Aqui estão sugtestões de dvd para hoje:


A Turma da Mônica e a Estrelinha Mágica!
Vídeo - Turma da Mônica e a Estrelinha Mágica


Relançamento!


Super-Heróis
Bem que o Cebolinha tentou aprontar mais uma para a Mônica... Afinal, não é sempre que a turma pode se passar por super-herói de verdade! Será que o Cebolinha vai apanhar no final?

Um Dia de Cão
Você algum dia desejou ser uma outra pessoa ou um bichinho de estimação? Nessa aventura, Cebolinha e Cascão aprontam uma, que só mesmo uma fada-madrinha poderá salvá-los!

O Detetive
Dessa vez, até que o detetive Cebolinha não teve culpa. Só que, para variar, acaba tendo problemas com a Mônica e o Sansão. E que problemas!!!

A Estrelinha Mágica
Você já imaginou uma estrelinha sozinha, abandonada, que por acidente acabou caindo na Terra? Sorte que a Mônica e o Cebolinha vão ajudar a estrelinha a retornar para o seu mundinho!

Outra sugestão é ...
DESCRIÇÃO DETALHADA:
1 2 3 Conte Comigo Outra VezPode contar com o Ênio para fazer o com que aprender os números se transforme em um muito musical divertido!Hoje ele vai passar especialmente pelo hotel para mostrar a todos como é divertido aprender a contar, além de ser fácil e útil. Lá, ele vai ter o prazer de encontrar seus amigos Elmo e o Conde, que com muita alegria entram na brincadeira contando suas próprias canções. Logo todo mundo concorda:não importa se são 3 cachorrinhos brincando, 6 pingüins famintos ou 15 elefantes que passam correndo, o que realmente importa é que contar é fácil e divertido, ainda mais com a ajuda de Ênio e seus amigos da Vila Sésamo. Duração: 30 minutos aproximadamenteIdioma: Português/InglêsClassificação: Livre

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Comparação de escritas!









Uma vez eu fui questionada de como eu poderia estar concluindo que uma criança estava no estágio pre- silábico, silábico, silábico alfabético ou alfabético se eu não estava aplicando o "Teste das 4 palavras e uma frase! (ordem decerscente de sílabas e mesmo grupo semântico)




Ai resolvi fazer 3 tipos de teste




1. o teste das quatro palavras e uma frase,




2. um teste com as palavras de cartilha- uva, dado, dedo, casa - palavras simples




3. um texto








O que eu comclui podem ver nos textes que eu postei são as mesmas crianças, observem o teste de palavras de mémoria (simples) e o texto de escrita espontânea, eu notei que o nível da escrita é da criança, que as hipóteses é ela que cria por conseguinte não importa o que ela escreva o nível será o mesmo, salvo se ela tiver decorado a palavrinha, na minha só uso essas palavrinhas no início do ano para empolgar os alunos...


Então vejamos tem duas crianças a Jade e a Yasmim


Vamos iniciar pela Jade

A Jade está no nivel silábico com valor sonoro nas vogais CONVICTA! assim ela utilizou das mesmas hipoteses que tem no teste acima, nota- se que para a palvra Mônica ela escreve a ordem das letras OIA


E no teste das palavras de memória ela escreve também no nível silábico com valor sonoro nas vogais


Vaca- AA


Dado- AO


Casa- AA


Uva- UA


Dedo- EO



A outra criança a Yasmim já está no nivel alfabético entende a relação som e escrita, para ela não houve dificuldade para o teste de palavras de memória e o texto espontâneo também aprensentou o mesmo resultado

lembre-se se você criar o hábito de colher auto ditados individuais durante o ano, notará como cada criança evoluiu e sentirá que o trabalho do professor tem resultado sim!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O Teste das quatro palavras e uma frase

Exemplo de teste das quatro palavras e uma frase

Apontador, caneta, lápis, giz

Cotovelo, cabeça, boca, mão

Joaninha, girafa, pato, rã

O teste (sondagem) das quatro palavras: 1. Escolha 4 palavras de mesmo grupo semântico ex.: brinquedos, corpo humano, animais... 2. Organize em ordem decrescente de sílabas: quatro, três, duas e uma sílaba. 3. Elabore uma frase simples (para não complicar a criança) com uma das palavras escolhidas 4. Chame a criança uma por uma e afaste tudo que ela possa ver que tenha letras, e deixe que ela escreva o nome somente ao final do teste, principalmente nos pré silabicos para que eles não repitam somente as letras do nome. 5. Dite sem induzir ao som por exemplo: escreva e-le-fan-te 6. Simplesmente diga escreva a palavra elefante 7. Se a criança perguntar a palavra dite da mesma forma. 8. Tenha calma e procure manter a criança como se ela estivesse fazendo uma tarefa qualquer 9. Quando ela terminar de escrever peça para que leia a palavra indicado com o dedo ou sublinhando a forma como está lendo. 10. Assim que a criança entregar o teste faça suas anotações no próprio teste assinalando como e onde foi verificado cada atitude da criança, isto facilita o Diagnóstico Fazer o teste com ou sem figura? O teste é sem figura, um ditado individual, para que quando o aplicador disser: -'Leia o que você escreveu! a criança tende a olhar o desenho e dizer, sem uma leitura ou esforço de lembrar as palavras. A vantagem de fazer o teste com figura é que se torna mais rápido, o aplicador não precisa ficar repetindo evitando de induzir o ditado e o aluno poderá pintar depois o que deixa o deixa mais seguro por que pode manusear a atividade.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Os Silábicos, Silábicos alfabético e os Alfabéticos






Mas agora por que eu juntei todos aqui, se para falar dos pré silábicos eu utilizei uma postagem toda? É que o estágio pré silábico é considero o mais demorado por que tem várias fases e requer muuuuita intervenção até que a criança internalize a noção de fonema

Escrita silábica. A criança utiliza uma letra para representar uma sílaba. Varia as letras da mesma palavra e de palavra para palavra. Para escrever uma frase pode escrever silabicamente todas as palavras sem as separar ou utilizar uma letra para representar uma palavra. Por vezes, a mesma palavra é escrita de maneiras diferentes conforme o momento em que surge na frase. A criança pode escrever unicamente os substantivos, mas também os verbos e os artigos. A verbalização é feita antes ou durante a escrita. A leitura das palavras assim como a das frases é silábica. Para indicar as palavras na frase pode haver coerência entre o pedido e o assinalado. Quando não escreve o verbo nem os artigos, recusa-se a indicá-los ou mostra os substantivos como se as outras palavras fizessem parte deles. Aparecem duas contradições: a quantidade mínima de letras (três) e a escrita de monossílabos; e a comparação da sua escrita com a dos adultos (esta tem mais letras).

Escrita Silábica- Alfabética: Quando a criança entra em conflito de um símbolo para cada palavra e a sílaba propriamente dita, as vezes grafa a sílaba completa e as vezes não, muitos silábico alfabéticos lêem e escrevem palavras dissílabas como bola, bila, pipa, mas tendem a se confundir com palavras maiores como boneca, borboleta.

Escrita alfabética. A criança já escreve mais ou menos uma letra por cada fonema, está quase correcta porque existe o problema da ortografia (a criança ainda não conhece as regras ortográficas).


segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Esse ai é um caso típico de pré silábico, aquele que escreve enquanto houver linha, ESCRITA SEM CONTROLE DE QUANTIDADE, geralmente logo que a criança entende que para escrever ela usa letras e que desenhar é diferente de escrever.

O Nível pré silábico segundo Contini Jr, tem vários estágios:
Grafistmo Primitivo: Rabiscos indecifráveis e pseudo letras.
Escritas Pictográficas: Utiliza o desenho para representar o próprio desenho, não diferencia desenho de palavras
Escritas Ideógráficas: Consiste na em um símbolo para representar uma plavra ou um conceito.
Escrita sem controle de Quantidade: Esse do exemplo, quando a criança escreve enquanto houver espaço.
Escritas fixas: Predominância de grafias convencionais (usa letras) e controle quanto a quantidade de grafias, não escreve mais até o limite da folha., nem uam só nem um número indeterminado de letras.
Escritas difereciadas: Controla a quantidade de letras fazendo um manejo das letras alternando a ordem dentro da palavra.
- Quantidade constante com repertório fixo parcial de letras com um repertório de letras fixas.
- Quatidade variável com repertório fixo parcial: A quantidade de grafias não é sempre a mesma, algumas vezes aparecem em uma mesma ordem e lugar.
- Quantidade variável com repertório variável: Variam uma só vez a quantidade e o repertório.
Escritas diferenciadas com valor sonoro inicial: A letra que inicia tem relação sonora com a primeira sílaba da palavra. É quando a criança dá os primeiros sinais de que está vinculando a oralidade a escrita.

Os Pré Silábicos

Os pré silábicos são aqueles que por enquanto não fazem correspondência sonora, que quando você pede para a criança fazer a leitura ela corre o dedinho do início ao fim da palavra.

1.No primeiro auto ditado, a aluna faz uso de grafia com repertório de letras fixas, a do nome VICTÓRIA, com quantidade controlada.
2.No segundo teste ela aumenta o repertório de letras, elas deixam de ser fixas (não usa mais as letras do nome), porém a criança avançou por que utilizou e reconheceu a letra cursiva como outra maneira de grafar.