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domingo, 3 de outubro de 2010

Ler igual está escrito, mas se a criança não entender ?



Comentários que considerei relevantes:

1. ler igualmente está escrito (algumas professoras resumem e simplificam justificando que os alunos não conseguem entender)

2. Mas as crianças precisam escutar textos por que são termos só usados em textos escritos

3. Para que a criança saiba escrever o texto, por que ela pode até ter as idéias mas não consegue transformar em texto.

4. Precisa saber identificar o que tem em cada tipo de texto: como no exemplo do conto de fadas com carruagem.

terça-feira, 30 de março de 2010

Diagnóstico de Hipóteses de Escrita



Eu sinceramente prefiro fazer logo um por um, por que só assim eu vejo a criança mexer a boquinha, emitir o som... e sempre repito, para escrever escute o som da sílaba, do pedacinho, no caso dos alfabéticos, eu dou a folha sem chamá- los dou outra atividade livros de leitura, gibis, frases etc (eles demoram a ter consciência que já leem!)

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Fichas de leitura




instruções: recorte e cole em papel durinho ou imprima (escolha o tamanho) dai faça uma rodinha e mostre um de cada vez ou invente outra regra
Objetivo de ficha de leitura:
Memorizar de palavras
Associar figura com palavra
discutir a história
Recontar atraves das figuras/ palavras chaves
Ditado atraves de figuras

Ps: esse foi um pedido de uma leitora do blog!

Ps2: tem um vídeo aqui no blog mostrando como eu utilizo as fichas

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Dificuldades ortográficas- Lista


Oláaaaaaa acho legal trabalhar com listas, mas sempre numerando ao lado, por dois motivos trabalha ordem e também a criança pequena não se perde para copiar da lousa!
na época que eu estudava a minha professora me dava uma lista de palavras que eu deveria ler e memorizar a escrita, e em um dia marcado era feito o DITADO!
Bem, os tempos mudaram, eu ainda acredito no ditado e na lista de palavras, por que sabe o que eu percebi depois de adulta? que tem coisas na língua portuguesa que a gente nuuuunca entende, simplesmente memoriza de tanto ler e escrever e pronto! Só não acho que o ditado tem que ser feito de forma aterroziante, podem ser seguidas algumas sugestões:
1. Mude o papel: um dia pode ser colorido, durinho, preto para escrever de lápis brancos ou giz, uma bordinha legal...

2.Leia várias vezes com eles: repita, repita e repita, faça eles repetirem também por que a gente escreve o que fala e pensa.

3.Faça um ditado de figuras: mande a listinha e no dia dê um auto ditado com os desenhos das palavras estudadas exemplo: se na lista tiver a palavra ILHA como nesta lista do LH, no dia de a figura de uma ilha e a criança escreve a palavra!

Beijos e fiquem com Deus!
Até a próxima!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Produção textual


A produção textual com recurso de imagem sempre é bom e quando já vem em sequência de fatos melhor ainda para a criança se organizar e escrever, e fica mais fácil para o professor avaliar também!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Sugestões de Atividades de leitura e Escrita


1. O mundo da escrita:
Aprender a ler e entrar no mundo da escrita, Antes de chegar ao domínio da leitura, a criança faz um verdadeiro percurso.

1. Os escritos do espaço urbano:
São os que encontramos na rua, nos lugares públicos. Por tanto estão sempre contextualizados, Trabalhar com esses escritos é habituar as crianças a servirem -se de indicações fornecidas pelo meio para prepararem para ler.

2. escritos do espaço doméstico:
São a maioria impressas em papel (etiquetas variadas), ou em papelão como caixas de embalagens, plásticos em materias de limpeza, embutidos ou impressos no metal( bebidas em lata, conservas, enlatados, tampas de vidros e moedas)

  1. Identificação de produtos alimentares
  2. Identificação de demais produtos limpeza, higiene...)

3. Descobrir os livros e os Jornais: Ensinar a amar os livros e conviver com eles é uma missão que a escola deve se empenhar, as bibliotecas de escola com livros cuidadosamente escolhidos são grandes aliados.

  1. Os Recursos Familiares: As famílias geralmente tem mais jornais que livros, e as crianças tem mais familiariade com eles.
  2. Os programas de televisão: A televisão contribui para uma gigantesca rede de imprensa destinada a produções que estão por vir, utilizar a televisão a favor da alfabetização é uma forma inteligente de atrair a criança.

4. Troca de Livros ou revistas infantis: Numa sala é muitos alunos que tem em casa livros e revistas infantis, que compram ou recebem em jornais ou ganham de presente.O professor pode pedir que as crianças tragam para trocar no momento de aula.

5. A livraria: A maioria das crianças nunca entrou em uma livraria, e até mesmo ignora a existência de tal comércio: quando muito, viram a seção de livros em grandes supermercados. Propiciar uma visita seria válido ou mesmo um vídeo, gravuras etc .

terça-feira, 5 de maio de 2009

Ações globais que auxiliam o desenvolvimento dos letramentos



Umas dicas que vi no livro que li é pequeno, prático para carregar e é objetivo eu sempre imprimo, recorto e colo as frases separas no cantinho das folha (uma em cada folha, enfeita é dá dicas) do meu caderno de plano diário, assim eu quando estou criando as atividades e dá uma luz, ajuda a refletir!

Bom proveito! Háaa quando comprei em novembro/08 custou 10 reias!

1. ler para a criança. Acompanhar no processo de leitura. Isso ajuda a perceber a importância do ato.
2. Ler narrativas de todas as fontes. Busque inicialmente narrativas curtas para que eles possam acompanhar. Aos poucos vá acrescentando dificuldades.
3.contar histórias para a cça ajuda a percepção da oralidade.
4. Permitir que as crianças contem, ao seu modo, história do seu dia a dia.
6.O desenvolvimento da escrita vem com a necessidade de a criança registrar coisas que houve.
7. Deixe a criança tentar a escrita livremente. Não lhe dê folhas com linhas no início. Isso ajuda a bloquear a liberdade da escrita
8. A caixa alta (letra impressa maiúscula- bastão) deve ser a forma de apresentar a letra. Substiua quando a cça já conseguir conhecê -la.
9.A letra cursiva é uma sequência da bastão, demora um pouco para estar firme.
12. Não priorize a grafia nesse momento. Priorize o pensamento linguístico. Pense no texto e não na frase ou palavra.
13. Corrija sim a produção das crinaças. Deixar erros nos materiais é negligência. Agora, faça isso de uma forma participativa, pouco traumática. Há várias técnicas de apontar um erro. Escolha a mais pedagógica para você.
14. Tarefa para casa vale a pena se a criança pode fazê -la. O auxílio hoje me dia é pouco por parte dos pais. Assim, caso a criança tenha muita tarefa que necessite de auxílio, ela irá fazê- la com cuidado, sem certeza, ou simplesmente não fazer, tenha sempre cuidado com a quantidade. Tarefa não pode ser castigo. É uma ajuda para formar a rotina de estudo. Opte por coisas dinâmicas
17. Não produza nenhum texo com as crianças sem antes fazer uma contextualização. Isto é incondicional.
18.Depois da contextualização vem o projeto para o desenvolvimento do texto.
20. Depois do projeto vem o texto desenvolvido.Haverá erros ortográficos, falta de coesão e coerência, mas a criança precisa parender a rever o próprio texto.
21. Depois da produção, vem a revisão que pode ser feita em conjunto ou individualmente.
22. Depois da correção por parte do aluno, o professor pode fazer uma correção coletiva par que todos possam acompanhar o processo na íntegra. Reestruturação textual é sempre mais interessante na coletividade.
23. O tema do texto é muito importante. Sem ele a criança não aprende coesão e coerência. Discuta o título com eles.
24. Use imagens sempre que julgar conviniente à contextualização ou ao desenvolvimento da narrativa.

Fonte: Livro- Desenvolvimento da Escrita.
100 propostas práticas para o trabalho com crianças de seis anos
autor: Geraldo Peçanha de Almeida.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A contribuição de Emilia Ferreiro e Colaboradores ao processo de alfabetização.


A contribuição de Emilia Ferreiro e Colaboradores ao processo de alfabetização.

Maria José Vale Ferreira.


O caráter de suas investigações é psicológico e não pedagógico. O seu enfoque é a explicação de como se aprende a ler e escrever, e não é a criação de um método de alfabetização, tarefa específica do educador. Esses estudos podem nos ajudar a compreender melhor os níveis do conhecimendo da escrita e da leitura do sujeito não- escolarizado ou não- alfabetizado e ampliar os recursos metodólogicos que ajudem a avançar no processo de construção do sistema escrito, superando conflitos cognitivos próprios das hipóteses criadas em cada um desses nívies.

Os estudos psicogenéticos da aquisição da leitura e escrita realizados por Emilia Ferreiro nos desafiam ainda a repensar nossos princípios pedagógicos e a rever nossas concepções de conhecimentos, ensino e aprendizagem.


II As grandes ênfases de Emilia Ferreiro ao longo de sua obra:


O sujeito que chega á escola já possui notável conhecimento da língua materna. Vive em um mundo de escrita e pensa sobre o processo da escrita. O processo da aquisição da linguagem precede aos limites escolares. O ponto de partida de toda aprendizagem é o aprendiz. O ponto de partida são as condições em que se encontra o sujeito no momento de receber o ensino, ao invés de começar preocupações com o que nós queremos que o aluno aprenda.

A escrita é um sistema de representação da linguagem. Leitura é interpretação. O conhecimento que temos sobre um objeto não é o objeto; é a nossa maneira de representá-lo e interpretá-lo. O conhecimento que o sujeito tem da leitura e da escrita não equivale ao conhecimento convencional. O sujeito possui hipóteses originais não ensinadas pelos adultos ou pelos professores. O sujeito procura ativamente compreender a natureza da língua escrita a sua volta. E um sujeito que procura aprender através de suas ações efetivas e mentais sobre o objeto da escrita.


O SISTEMA ESCRITO CONVENCIONAL E UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL E HISTÓRICA.


O fundamental na aprendizagem é a ação do sujeito, a ação de pensar sobre o objeto do conhecimento. Aprender pensando. A aprendizagem é principalmente exploração e descoberta.

O professor é um organizador de experiências que possibilitam o encontro do sujeito que pensa com o objeto do conheciemnto da língua escrita. O professor organiza situações funcionais e significativas para estimular e facilitar a aprendizagem. O professor é um pesquisador. Organiza atividades, observa, testa seu referencial teórico na sala de aula, observa o processo de construção de pensamento do aluno.

É indispensável oferecer materias de leitura e oportunidades reais de escrita na escola, principalmente para pessoas de baixa renda, por não os possuírem em casa. É convivendo com a escrita que o aluno entra em contato com os conflitos e vai formulando novas hipóteses para compreendê- la.



domingo, 8 de março de 2009

Diferença entre letra, palavra e texto


Objetivos:

Reconhecer o qu eé uma palavra, letra e texto e que há diferentes tipos de textos e frases, mas a forma da letra é constante.

Materal:
*folha de cartolina ou papel maninha (madeira)
*amostra de diferentes tipos de texto (fábula, poesia, palavra retirada de um *rótulo, uma letra.
*tesoura e cola

Procedimentos:
1.Cole sobre a cartolina as diversas amostras de textos, plavra e letras,
2.Chame todos os alunos para que se aproximem e comece as indagações: Onde vocês acham que tem uma letra? uma frase ? Um texto?
3. O que vocês acreditam que está escrito?
5.Trabalhe o conceito de palavra e de texto: Qual a diferença do testo para a palavra e para a frase?
6. Ao fim da atividade você pode chama-los ao quadro para fazer uma frase, ou letra dependendo do nível de cada aluno,
7.Leia com eles a definição que eles formularam de cada hipótese,
8. faça um texto e uma frase coletiva!
9. Registra no caderno.

sábado, 7 de março de 2009

Atitudes pedagógicas





Há uma série de procedimentos que devem nortear a atitude profissional do professor nas práticas diárias numa turma de alfabetização, vejamos algumas delas

Sempre faça a apresentação do texto, da história, do desenho, da figura;

O Isolamento e o destaque da sílaba que devemos trabalhar desve ser fruto dessas conversas informais

Procure estimula- los para identificar essa sílaba, inicial e final,

Faça desenhos para estimular a percepção e memorização, e peça que eles façam também

Se desenhar escreva o nome do desenho abaixo da figura, circule a sílaba trabalhada

Justificar a leitura e escrtia proposta à turma é louvavél

Leia para os alunos e com eles, procurando evidenciar os elementos do texto;

É importante identificar o texto ou a escrita: para quem é, de quem veio, quem era ele, referente a um fato, é uma história real ou não, já lemos outro testo assim, alguém saberia contar uma história parecida...

Chame a atenção dos alunos para o título do texto, pois são as principais percepções dos alunos no início do trabalho.

Os textos tem uma idéia central e uma porção de outras que se desenrolam em torno dela. Resgate- as, cuide para que os alunos a percebam também.

Deixe livros sempre a mão, não precisa ser livros caros, nem novo, mas deixe por perto.

Apresente-os diarimente uma farta diversidade de gêneros literários e vários tipos textuais com as mesmas características dentro de cada gênero.

Incentive a produção escrita de palavras, frases ou textos.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Tunel do Tempo...

Caminho Suave é uma obra didática, uma cartilha de alfabetização, concebida pela educadora brasileira Branca Alves de Lima (1911-2001), que se tornou um fenômeno editorial. De acordo com o Centro de Referência em Educação Mário Covas, calcula-se que, desde 1948 quando teve sua primeira edição, até meados da década de 1990, foram vendidos 40 milhões de exemplares dessa cartilha.
Em
1995, Caminho Suave foi retirada do catálogo do Ministério da Educação (portanto, não é mais avaliada), em favor da alfabetização baseada no construtivismo. Apesar de não ser mais o método "oficial" de alfabetização dos brasileiros, a cartilha de Branca Alves de Lima ainda venda cerca de 10 mil exemplares por ano.

1.Método sintético: obedece uma certa hierarquização, vai da letra ao texto através da soletração e silabação;

2.Método analítico: este método ganha maior importânica na década de 30 com a ascenção da psicologia, quando a maior ênfase é dada aos testes de maturidade psicológica.
Opunha-se ao método sintético, questionando dois argumentos dessa teoria. Um que diz respeito à maneira como o sentido é deixado de lado e outro que supunha que a criança não reconheceria uma palavra sem antes reconhecer sua unidade mínima.
O método analítico se decompõe em:

*Palavração: diz respeito ao estudo de palavras, sem decompô-las, imediatamente, em sílabas; assim, quando as crianças conhecem determinadas palavras, é proposto que componham pequenos textos;
*Sentenciação: formam-se as orações de acordo com os interesses dominantes da sala. Depois de exposta uma oração, essa vai ser decomposta em palavras, depois em sílabas;
*Conto: a idéia fundamental aqui é fazer com que a criança entenda que ler é descobrir o que está escrito. Da mesma maneira que as modalidades anteriores, pretendia-se decompor pequenas histórias em partes cada vez menores: orações, expressões, palavras e sílabas.

A principal característica que diferencia o método sintético do analítico é o ponto de partida. Enquanto o primeiro parte do menor componente para o maior, o segundo parte de um dado maior para unidades menores.
O processo proposto por Paulo Freire iniciava-se pelo levantamento do universo vocabular dos alunos. Através de conversas informais, o educador observa os vocábulos mais usados pelos alunos e assim seleciona as palavras que servirão de base para as lições.

*A silabação: uma vez identificadas, cada palavra geradora passa a ser estudada através da divisão silábica, semelhantemente ao método tradicional. Cada sílaba se desdobra em sua respectiva família silábica, com a mudança da vogal. Por exemplo, para a palavra "ROBÔ", as sílabas são: RA-RE-RI-RO-RU, BA-BE-BI-BO-BU.


3.Letramento:Letramento não é necessariamente o resultado de ensinar a ler e a escrever. É o estado ou a condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como conseqüência de ter-se apropriado da escrita (SOARES, 2003).

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

avaliação para escrita




Tô criando alguns testes de escrita conhecidos como teste das palavras, lembrando que todas tem um contexto e de que nada mais são que avaliação da escrita da criança, as palavras pertencem a um grupo semântico( frutas, legumes, receitas ou a um contexto (Vamos Passear no Bosque)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Níveis de Escrita

Photobucket





Aqui algumas sugestões de atividades para cada nível de escrita, lembrado que o nível de escrita é diagnósticado unicamente pela escrita espontânea sem induções, nem intervenções de adultos (professores e/ ou pais).






Hoje fiz um auto ditado e achei excelente, o auto ditado são figuras que a criança escreve da sua MELHOR MANEIRA o nome da figura! vou postar o que eu fiz hoje tá certo:


aqui outras sugestões de auto ditado, pode ser com banco de palavras também, achei que foi muito produtiva, com menos alunos, por que estão só os que tão de recuperação

domingo, 1 de fevereiro de 2009








A Psicogênese da Língua Escrita é uma abordagem psicológica de como a criança se apropria da
língua escrita e não um método de ensino. Portanto, cabe aos profissionais da educação, fazer a
transposição desta abordagem para a sala de aula, transformando os estudos em atividades
pedagógicas





De acordo com a Psicogênese da Língua Escrita, o aprendizado do sistema de escrita não se
reduziria ao domínio de correspondências grafo-fonêmicas (a decodificação e a codificação), mas se caracterizaria como um processo ativo no qual a criança, desde seus primeiros contatos com a
escrita, constrói e reconstrói hipóteses sobre a sua natureza e o seu funcionamento.
Os pressupostos dessa abordagem psicológica são:
A alfabetização na perspectiva construtivista é concebida como um processo de construção
conceitual, contínuo, iniciado muito antes da criança ir para escola, desenvolvendo-se
simultaneamente dentro e fora da sala de aula. Alfabetizar é construir conhecimento. Portanto, para ensinar a ler e escrever faz-se necessário compreender que os/as alfabetizando/as terão que lidar com dois processos paralelos: as características do sistema de escrita e o uso funcional da linguagem.
(...) a criança procura ativamente compreender a natureza da linguagem que se fala à sua volta, e...tratando de compreendê-la, formula hipóteses, busca regularidades, coloca à prova suas antecipações e cria sua própria gramática. (...) ao tomar contato com os sistemas de escrita, a criança, através de processos mentais, praticamente reinventa esses sistemas, realizando um trabalho concomitante de compreensão da construção e de suas regras de produção/decodificação.

Segundo Emília Ferreiro e Ana Teberosky, as crianças elaboram conhecimentos sobre a leitura e
escrita, passando por diferentes hipóteses – espontâneas e provisórias – até se apropriar de toda a complexidade da língua escrita. Tais hipóteses, baseadas em conhecimentos prévios, assimilações e generalizações, dependem das interações delas com seus pares e com os materiais escritos que circulam socialmente.
Para a Teoria da Psicogênese, toda criança passa por níveis estruturais da linguagem escrita até que se aproprie da complexidade do sistema alfabético. São eles: o pré-silábico, o silábico, que se divide em silábico-alfabético, e o alfabético Tais níveis são caracterizados por esquemas conceituais que não são simples reproduções das informações recebidas do meio, ao contrário, são processos construtivos onde a criança leva em conta parte da informação recebida e introduz sempre algo subjetivo. É importante salientar que a passagem de um nível para o outro é gradual e depende muito das intervenções feitas pelo/a professor/a.
Os níveis de escrita, segundo a Psicogênese da Língua Escrita:




•O aprendizado do sistema de escrita alfabética não se reduz a um processo de associação entre
grafemas (letras) e fonemas (sons).




•O sistema de escrita alfabética não é um código que se aprende por memorização e fixação,
pelo contrário, é um objeto de conhecimento que foi construído socialmente





Para a Teoria da Psicogênese, toda criança passa por níveis estruturais da linguagem escrita até que se aproprie da complexidade do sistema alfabético. São eles: o pré-silábico, o silábico, que se divide em silábico-alfabético, e o alfabético Tais níveis são caracterizados por esquemas conceituais que não são simples reproduções das informações recebidas do meio, ao contrário, são processos construtivos onde a criança leva em conta parte da informação recebida e introduz sempre algo subjetivo. É importante salientar que a passagem de um nível para o outro é gradual e depende muito das intervenções feitas pelo/a professor/a







São os niveis de escrita!

sábado, 31 de janeiro de 2009

Power PointS interessantes

Encotrei no site do Paic - Alfabetização na Idade Certa, um programa do Estado do Ceará, power point sobre Consciência Fonológica

http://www.slideshare.net/karlabrasil/conciencia-conhecimento-fonologico-apresentacao-975800

Um slide que encontrei muuuito bom sobre LEITURA E ESCRTA, só é longo, mas vale a pena muito mesmo!
http://www.slideshare.net/anavogeley/dificuldade-de-leitura-e-escrita-presentation

Esse é do Cagliari
Luiz Carlos Cagliari
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa


Luiz Carlos Cagliari (Campinas, julho de 1945) é um professor universitário brasileiro, que atua no campo da lingüística, com especialidade em fonética.

Lecionou na Universidade Estadual de Campinas de 1996 a 2005. Atualmente é professor adjunto da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, campus de Araraquara.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Feed Back!

OIEEEE a todos desde ontem que eu tô matutando como fazer um feed back com meus alunos, saber o que passa na cabecinha deles, o que mais gostaram e tal e quem sabe melhorar no ano que vai chegar ...

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Acho que farei durante o ano letivo de 2009 algumas vezes! Criança tem gosto e opiniões!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Consciência Fonológica!


O que é?


Denomina-se consciência fonológica a habilidade metalinguística de tomada de consciência das características formais da linguagem. Esta habilidade compreende dois níveis:

1. A consciência de que a língua falada pode ser segmentada em unidades distintas, ou seja, a frase pode ser segmentada em palavras; as palavras, em sílabas e as sílabas, em fonemas.
2. A consciência de que essas mesmas unidades repetem-se em diferentes palavras faladas.(Byrne e Fielding-Barnsley, 1989).


3. A consciência fonológica é um tipo de conhecimento metalingüístico, o qual tem por característica o fato do indivíduo pensar sobre a linguagem e operar com ela. Tal conhecimento decorre da capacidade do ser humano de poder se debruçar sobre a linguagem de maneira consciente, permitindo a reflexão sobre os sons da fala (Cardoso-Martins, 1991).Ainda de acordo este autor, a consciência fonológica deve ser considerada como uma habilidade para executar operações mentais sobre a fala, habilidade esta que permite ao indivíduo o julgamento e a manipulação da estrutura sonora das palavras.


4. Os sujeitos que desenvolvem a consciência fonológica reconhecem que as palavras podem rimar, bem como começar e terminar com o mesmo som e que são compostas por fonemas que podem ser utilizados para formar novas palavras.Assim, o termo Consciência Fonológica deve ser entendido como a consciência dos indivíduos de que as palavras são formadas por diferentes sons ou grupos de sons e que elas podem ser segmentadas em unidades menores.




Pode se trabalhar a consciência fonológica através de dentre os quais estão a consciência de rimas e aliterações

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A importância dos auto- ditados







Auto ditado: é a atividade em que a criança escreve apartir de uma figura, esse tipo de atividade é de suma importância por que quanto mais a criança escreve e tentar nomear objetos, mais ela pensa, elabora hipóteses de escrita e aumenta o vocabulário, quando a criança está fazendo o auto ditado ela tende a repetir várias vezes a palavra para descobrir que letras e sílabas deve usar ...aqui vou postar algumas sugestões de auto ditado, eu sempre faço pelo menos uma vez na semana, na sexta sempre em sala, nunca mando para casa por que geralmente volta feito por adultos que não entendem que a criança para aprender precisa tentar fazer!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Comparação de escritas!









Uma vez eu fui questionada de como eu poderia estar concluindo que uma criança estava no estágio pre- silábico, silábico, silábico alfabético ou alfabético se eu não estava aplicando o "Teste das 4 palavras e uma frase! (ordem decerscente de sílabas e mesmo grupo semântico)




Ai resolvi fazer 3 tipos de teste




1. o teste das quatro palavras e uma frase,




2. um teste com as palavras de cartilha- uva, dado, dedo, casa - palavras simples




3. um texto








O que eu comclui podem ver nos textes que eu postei são as mesmas crianças, observem o teste de palavras de mémoria (simples) e o texto de escrita espontânea, eu notei que o nível da escrita é da criança, que as hipóteses é ela que cria por conseguinte não importa o que ela escreva o nível será o mesmo, salvo se ela tiver decorado a palavrinha, na minha só uso essas palavrinhas no início do ano para empolgar os alunos...


Então vejamos tem duas crianças a Jade e a Yasmim


Vamos iniciar pela Jade

A Jade está no nivel silábico com valor sonoro nas vogais CONVICTA! assim ela utilizou das mesmas hipoteses que tem no teste acima, nota- se que para a palvra Mônica ela escreve a ordem das letras OIA


E no teste das palavras de memória ela escreve também no nível silábico com valor sonoro nas vogais


Vaca- AA


Dado- AO


Casa- AA


Uva- UA


Dedo- EO



A outra criança a Yasmim já está no nivel alfabético entende a relação som e escrita, para ela não houve dificuldade para o teste de palavras de memória e o texto espontâneo também aprensentou o mesmo resultado

lembre-se se você criar o hábito de colher auto ditados individuais durante o ano, notará como cada criança evoluiu e sentirá que o trabalho do professor tem resultado sim!