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segunda-feira, 28 de março de 2011

Comercial da Coca Cola!

olá não sei se meus amáveis leitores notaram, mas circula na tv um comercial da Coca cola que eu particularmente me arrepio ao ver, eu acho assim o que há de mais positivo nos últimos anos, por que só aparece guerra, catástrofes, novelas com valores distorcidos e que bom que uma marca de muuuuito peso com a Coca cola teve esse olhar.


A trilha sonora é da banda Oasis: http://www.youtube.com/watch?v=dJ5M2yXtFuA
Whatever
I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want

I'm free to say whatever I
Whatever I like
If it's wrong or right it's alright

Always seems to me
You only see what people want you to see

How long's it gonna be
Before we get on the bus
And cause no fuss
Get a grip on yourself
It don't cost much

Free to be whatever you
Whatever you say
If it comes my way it's alright

You're free to be wherever you
Wherever you please
You can shoot the breeze if you want

It always seems to me
You only see what people want you to see

How long's it gonna be
Before we get on the bus
And cause no fuss
Get a grip on yourself
It don't cost much

I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want

Here in my mind
You know you might find
Something that you
You thought you once knew

But now it's all gone
And you know it's no fun
Yeah I know it's no fun
Oh, I know it's no fun

I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want

I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want

Whatever you do
Whatever you say
Yeah I know it's alright
Whatever you do
Whatever you say
Yeah I know it's alright.

Tudo Que
Eu sou livre para ser tudo que eu
Tudo que eu escolho
E eu cantarei o Blues se quiser

Eu sou livre para dizer tudo que eu
Tudo que eu gosto
Se está errado ou certo está tudo bem

Sempre me parece
Você só vê o que pessoas querem que você veja

Quanto tempo vai ser assim
Antes de subir no ônibus
E sem causar confusão
Domine a si mesmo
Isso não custa muito

Livre para ser tudo que você
Tudo que você diria
Se trata do meu jeito certo

Você é livre para estar onde quer que você
Onde quer que você queira
Você pode atirar no ar se você quiser

Sempre me parece
Você só vê o que pessoas querem que você veja

Quanto tempo vai ser assim
Antes de subir no ônibus
E sem causar confusão
Domine a si mesmo
Isso não custa muito

Eu sou livre para ser tudo que eu
Tudo que eu escolho
E eu cantarei o Blues se quiser

Aqui na minha mente
Você sabe que pode encontrar
Algo que você
Você pensou que conhecia

Mas agora tudo desapareceu
E você sabe que isso não é divertido
Yeah, Eu sei que isso não é divertido
Oh, Eu sei que isso não é divertido

Eu sou livre para ser tudo que eu
Tudo que eu escolho
E eu cantarei o Blues se quiser

Eu sou livre para ser tudo que eu
Tudo que eu escolho
E eu cantarei o Blues se quiser

Faça o que quiser
Diga o que quiser
Yeah, Eu sei que isso é certo
Faça o que quiser
Diga o que quiser
Yeah, Eu sei que isso é certo

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Atitvidades para trabalhar a noção de classificação


Atividade 1 : Figuras humanas recortadas de revistas
Explorar livremente o material
Dentre as figuras escolha 20
Tente arrumá-las de forma organizadas, separadas por diagramas- conjuntos
Como você pensou em fazer esta organização?
Dê um nome para um dos grupos. Qual foi o critério que você usou ?
Como poderia organizar de forma diferente usando outro diagrama?

Atividade 2: Objetos Livres
Explore livremente os objetos
Pegue cada um deles e diga tudo que vc conseguir sobre eles
Como vc pensou para fazer essa arrumação?
Separe os objetos em 3 grupos.
Cerque cada um dos conjunto com barbante e dê um nome para cada um deles.
Qual foi o critério usado?
Como poderai ficar organizado se separasse em 4 grupos? Experimente!
O que mudou e por que ?

Atividade 3: Repertório de aproximadamente 40 palavras
Confeccione em papel resistente e se puder, emplastifique, assim dura mais.
Faça uma exploração livre do material.
Escolha 20 palavras.
Tente arrumá-las de forma organizada.
Como vc pensou em fazer esta arrumação?
Agora encontre uma maneira de separar essas palavras em 2 grupos
Dê um nome para cada grupo
Qual o critério usado?
Experimente organizar em 4 grupos
Que nome vc daria aos grupos?

Atividade 4: material estruturado- Doces
Explore livremente este material e procure arrumá- lo de maneira mais organizada possível.
Observe a arrumação que vc fez e tente descobrir dois doces iguais. Se sentir necessidade, reorganize o material.
Você é proprietário de uma doceria e tem quatro prateleiras disponíveis para colocar todos os doces. Como ficariam arrumados?
Seu sócio resolveiu colocar estes mesmos doces em duas vitrines mosrte como ficaria a organização!

OBS:> Muitas atividades podem ser feitas com os blocos lógicos, que é ideal para trabalhar ordenação, seriação e classificação e todas podem ser feitas com gravuras!

Fonte: apostila da especialização em psicopedagogia!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Literatura Infantil- Medo do Medo



"Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiquíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida"
Tenho observado alguns esforços psicopedagógicos no sentido de tornar nossas crianças politicamente corretas - postura que muitas vezes nos transforma em seres tediosos, sem graça nem fervor. Contos de fadas, por exemplo, alimento da minha alma de criança, raiz de quase toda a minha obra adulta, sobretudo romances e contos, foram originalmente - dizem estudiosos -narrativas populares, orais, de povos muito antigos. Assim eles representavam e tentavam controlar seus medos e dúvidas, carentes das quase excessivas informações científicas de que hoje dispomos. Nascimento e morte, sexo, sol e lua, raios e trovões, o brotar das colheitas lhes pareciam misteriosos, portanto fascinantes.

Muito mais recentemente, escritores como Andersen e os irmãos Grimm adaptaram tais relatos ao mundo infantil e criaram suas maravilhosas histórias, que unem, como a vida real, o belo e o sinistro. Uma sereia quer pernas para namorar seu príncipe na praia, mas o sacrifício é terrível, a cada passo de suas novas pernas, dores inimagináveis a dilaceram. Uma princesa, sua família, séquito e criados do castelo dormem um sono profundo, maldição de uma fada má, e só serão libertados pelo príncipe salvador - que, é claro, sempre aparece. Branca de Neve, Rapunzel e dezenas de outros personagens alimentaram nossa fantasia e continuam a alimentar a das crianças que têm sorte, cujos pais e escolas lhes proporcionam contato cotidiano com esses livros.

Porém, faz algum tempo, há um movimento para reformular tais relatos, tirando-lhes sua essência, isto é, o misterioso e até o assustador. Lobos seriam bobalhões e vovozinhas umas pândegas, só existiriam fadas boas, e as bruxas, ah, essas passam a ser velhotas azaradas. Até cantigas de roda seculares tendem a ser distorcidas, pois atirar um pau num gato é uma crueldade, como se fosse preciso explicar isso para as crianças saberem que animais a gente ama e cuida - se é assim que se faz em casa.

Vejo em tudo isso um engano e um atraso. Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiquíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida, cujos perigos entram hoje em seus quartos, rondam escolas e clubes, esperam na esquina com um revólver na mão de um drogado, ou de um psicopata lúcido e frio, sem falar nos insidiosos pedófilos na internet.

Estamos emburrecendo nossas crianças e jovens, mesmo querendo seu bem? E, afinal, o que será o seu bem? Ignorar o que existe de sombrio e mau, caminhar feito João e Maria alegrinhos, não abandonados pelos pais, mas procurando borboletas no mato? Receio que a gente esteja cometendo um triste engano, deformando histórias e até cantigas que fazem parte do nosso imaginário mais básico com arquétipos humanos essenciais.

Em compensação, adolescentes e crianças procuram o encanto do misterioso lendo sobre vampiros, bruxos e avatares, vendo seus filmes e pesquisando na internet. Por que isso? - me perguntou recentemente um pai. Porque, neste momento de altíssima tecnologia, a alma humana busca a expectativa, o segredo e o susto. Precisa conhecer o mal para se acautelar e se proteger, o belo e o bom para crescer com esperança. Mas nós, pedagogos e pais, nem sempre seguros e informados, começamos a querer alisar excessivamente a estrada para eles, não lhes ensinando que o mal existe, assim como o bem, que o belo nos atrai, assim como o monstruoso, e que é preciso desenvolver discernimento (gosto dessa palavra), isto é, a capacidade de entender e distinguir o melhor do pior, a fim de fazer com mais clareza e segurança as inevitáveis escolhas.

Mas se, porque isso nos tranquiliza, tratamos as crianças como imbecis, e queremos nosso adolescente infantilizado por um longo tempo, exigindo-o cada vez menos em casa, na escola e nas universidades - embora deixando que se sexualize de forma precoce e criminosa -, vai ser difícil que tenham informação, capacidade de julgar e escolher, que seriam nosso maior e melhor legado para elas.

fonte : Educar para crescer

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Um livrinho suave- A vida é bela!



Um livrinho que encontrei xeretando a livraria, bem legal não é pedagógico, mas é bom para ler são dicas simples de a gente cuidar um pouco da gente, vc pode anotar e ler de ver em quando,colei umas no meu caderno de plano!
Obs.: sempre coloco frases, pensamentos, ditatos,dicas etc de forma aleatória) é legal!

Veja algumas...
1. Seja Simples.
2. Esforce- se 24 horas para não criticar alguém.
21. Releia O Pequeno Príncipe de Saint Exupéry
120.Confie nos outros espontâneamente.
132.Decore seu poema preferido.
144. Vá esperar seu amor na saída do trabalho...

Legal é bom fazer uma leitura dessas na vida!

Média de preço de 7.11 até 14.90- Clique aqui pra ver!

Boa Sorte

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Calendário pra planejamento




Sempre utilizo esse tipo de calendário para organizar e dividir os conteúdos, faço assim:

1. Separo o conteúdo mensal

2. Vou distribuindo cada tópico no seu quadradinho do dia da semana, de acordo com o horário da da semana.

3. Estes ai são os conteúdos de: Matemática, Estudos Sociais- Sociedade (Geografia e História) e Ciências - Natureza, Formação Humana ou Ensino Religioso e Artes.

Por exemplo se em
Ciências- Natureza, o conteúdo por plantas, procuro dividir em 4 tópicos (trabalho ciências 1 vez na semana, nas quintas feiras) assim:

Plantas: É um ser vivo?
Plantas: Fotossíntese
Plantas: tipos- áquaticas, terrestes...
Plantas: A importância das plantas na alimentação!

ai ficou distribuido nos dias assim:

1 Conversa informal sobre plantas!
8-Plantas;É um ser vivo?
15 Plantas:Fotossíntese
22 Tipos de Plantas: aquáticas...
29 As plantas e a alimentação!

Matemática da mesma forma, divido o conteúdo em 4 tópicos só que como dou matemática 2 vezes (segundas e quartas feiras) na semana gosto de repetir e revisar:

Comparação de quantidades: quem tem mais, menos, são quantidades iguais
Sinais de igual = ou diferente ≠
Adição:idéia de juntar
Adição: Armar continhas

Distribuindo os 4 tópicos no calendário ficaram assim

Primeiro dia de matemática faço em rodinhas com objetos concretos( tampinhas, fichas, lápis etc)

5 Matemática:
Comparação de quantidades
12 Sinais de igual = ou diferente ≠
19 idéia de juntar
26 Armar continhas

Só que como dou matemática 2 vezes na semana (quartas também), ai olha só:

7 Comparação de quantidades
14 Sinais de igual = ou diferente ≠
21 Adição: idéia de juntar
28 Adição: Armar continhas

Vai preenchendo, preenchendo ...

quando vê tá pronto o mês todo sem falar que sempre colo no caderno de plano ai as vezes nem preciso tá procurando os dias é só dar uma olhada rápido que me lembro e pronto! e como os dias ficam todo em uma unica folha nunca repito a tarefa, e nem preciso ficar passando folhas do caderno para conferir nadica de nada!

OBSERVAÇÃO IMPORTANTÍSSIMA!

Todos os dias no primeiro horário, antes do lanche dou linguagem: leitura, correção da tarefa de casa, agenda, e ficha esquema

terça-feira, 28 de julho de 2009

Pronto , está é a revista citada anteriormente, o resumo dos dois volumes especias da revista sobre os principais pensadores da educação!
Valor R$ 11.90
coooorrreee pra comprar o seu!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Aprender a aprender sempre




vi num blog de uma amiga!


e pensei que quão maravilhoso é ensinar a ler e a escrever, fazer a crianças soltar a mão da gente, caminhar sozinha, é como tirar as rodinhas da bicicleta, é extraordinário e fabuloso, indescritível, ver as primeiras e pequenas palavras, que é sempre a MAIOR DE TODAS pra mim, nem que seja um BOLA, é um momento que arranca lágrimas de qualquer alfabetizador, é empolgante, dá vida ao seu dia, força pra continuar e acreditar que vai dar certo...

Essa história de deixar caminhar só também machuca por que antes,eles precisam de vc pra tudo, ir ao banheiro, contar histórias e com o tempo vc vai percebendo que a dependência deles te deixa saudades, pois é o momento de deixar que as rodinhas saiam da bicicleta e vão para o armário...

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Comidas Típicas






O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.

Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos.

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento.

Canjica
Mugunzá
Pamonha
Cural
Bolo de milho
milho assado
milho cozido
bolo comum
bolo pé de moleque
bolo de macaxeira (aipim)
bolo de farinha de tapioca (bolo podre)
Maçã do amor
uva do amor
baião de dois
paçoca
queijo assado
quentão
bombocado
cocada
batata doce
arroz doce
broa
cuzcuz
grude
pipoca doce
pipoca salgada
tapioca doce
tapioca salgada
churrasquinho
Cuzcuz com carne moída
pão de queijo

Quem souber mais me envia para eu acrescentar na lista, as receitas pode- se encontrar na net, não coloquei se não ficaria uma postagem muuuito grande, abraços a todos

quinta-feira, 14 de maio de 2009

O teste da casa!

Primeiro desculpas a todos e todas, mas estava sem internet, mas agora vim com um material muito bom:


O TESTE DA CASA!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Troque um parlamentar por 334 professores


TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES
Prezado amigo!

Sou professor de Fisica, de ensino méio de uma escola púlica em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a voc?o meu saláio bruto mensal: R$650,00
?/span>

Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu saláio ?R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um saláio assim, a rede de ensino poder?contar com professores competentes e dispostos a ensinar?


Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra ?
essa: O professor faz de conta que d?aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas ? A pura verdade!
Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!
Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano. São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.

Na Itália, só gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha, Argentina, R$1,3 milhões.
Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !
Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que voc?divulgasse minha campanha, na qual o lema ser?
?br>"TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES".
?
COMO VOCE VAI VOTAR DEPOIS DE LER ESTA MATÉRIA??

obs. Recebi por email e achei interessante postar!

terça-feira, 5 de maio de 2009

Ações globais que auxiliam o desenvolvimento dos letramentos



Umas dicas que vi no livro que li é pequeno, prático para carregar e é objetivo eu sempre imprimo, recorto e colo as frases separas no cantinho das folha (uma em cada folha, enfeita é dá dicas) do meu caderno de plano diário, assim eu quando estou criando as atividades e dá uma luz, ajuda a refletir!

Bom proveito! Háaa quando comprei em novembro/08 custou 10 reias!

1. ler para a criança. Acompanhar no processo de leitura. Isso ajuda a perceber a importância do ato.
2. Ler narrativas de todas as fontes. Busque inicialmente narrativas curtas para que eles possam acompanhar. Aos poucos vá acrescentando dificuldades.
3.contar histórias para a cça ajuda a percepção da oralidade.
4. Permitir que as crianças contem, ao seu modo, história do seu dia a dia.
6.O desenvolvimento da escrita vem com a necessidade de a criança registrar coisas que houve.
7. Deixe a criança tentar a escrita livremente. Não lhe dê folhas com linhas no início. Isso ajuda a bloquear a liberdade da escrita
8. A caixa alta (letra impressa maiúscula- bastão) deve ser a forma de apresentar a letra. Substiua quando a cça já conseguir conhecê -la.
9.A letra cursiva é uma sequência da bastão, demora um pouco para estar firme.
12. Não priorize a grafia nesse momento. Priorize o pensamento linguístico. Pense no texto e não na frase ou palavra.
13. Corrija sim a produção das crinaças. Deixar erros nos materiais é negligência. Agora, faça isso de uma forma participativa, pouco traumática. Há várias técnicas de apontar um erro. Escolha a mais pedagógica para você.
14. Tarefa para casa vale a pena se a criança pode fazê -la. O auxílio hoje me dia é pouco por parte dos pais. Assim, caso a criança tenha muita tarefa que necessite de auxílio, ela irá fazê- la com cuidado, sem certeza, ou simplesmente não fazer, tenha sempre cuidado com a quantidade. Tarefa não pode ser castigo. É uma ajuda para formar a rotina de estudo. Opte por coisas dinâmicas
17. Não produza nenhum texo com as crianças sem antes fazer uma contextualização. Isto é incondicional.
18.Depois da contextualização vem o projeto para o desenvolvimento do texto.
20. Depois do projeto vem o texto desenvolvido.Haverá erros ortográficos, falta de coesão e coerência, mas a criança precisa parender a rever o próprio texto.
21. Depois da produção, vem a revisão que pode ser feita em conjunto ou individualmente.
22. Depois da correção por parte do aluno, o professor pode fazer uma correção coletiva par que todos possam acompanhar o processo na íntegra. Reestruturação textual é sempre mais interessante na coletividade.
23. O tema do texto é muito importante. Sem ele a criança não aprende coesão e coerência. Discuta o título com eles.
24. Use imagens sempre que julgar conviniente à contextualização ou ao desenvolvimento da narrativa.

Fonte: Livro- Desenvolvimento da Escrita.
100 propostas práticas para o trabalho com crianças de seis anos
autor: Geraldo Peçanha de Almeida.

domingo, 3 de maio de 2009

Sistema de Classificação de Jogos, Brinquedos e Materiais Pedagógicos




Este sistema foi desenvolvido com o objetivo de possibilitar a classificação de jogos, brinquedos e materiais pedagógicos. Para sua elaboração, foram considerados aspectos relativosao brinquedo, desde sua origem até a qualidade do estímulo que oferece a criança. A organização deste sistema tem po objetivo facilitar o acesso ao materil pelos educadores, assim sendo, a selação dos itens para CATALOGAÇÃO, obedeceu a vários critérios técnicos e de praticidade. Os dez primeiros intes referem se ao registro de informações sobre aspectos físicos dos brinquedos;os seguintes, referem - se a aspectos pedagógicos.
O sistema de classificação de jogos, brinquedos e materias pedagógicos é composto pelos seguintes itens, que poderão fazer parte de um livro registro para brinquedotecas, clinicas de psicopedagogia, escola, e até seu. (livro Tombo)

DESCRIÇÃO DE ITENS:
1. Número do registro: Este número corresponde ao registro feito por ordem de entrada, a data que o produto foi adquirido e posto em uso. Se houverem 2 brinquedos igual, cada brinquedo deve receber o "seu" número, isto é números diferente, para que se um sumir, perder se saiba.

2.Localização: Localização do brinquedo em caixa, gavetas, boxes... é identificado por uma letra de determinada cor que é escrita ao lado do número; a letra indica a coluna na estante e a cor indica a prateleira onde o brinquedo se encontra.

3.Data da entrada:É a referência ao dia da entrada em que está sendo feito o registro.

4.Nome do Brinquedo: É o nome que consta na embalagem e no catálago (se houver). Quando não há certeza sobre o nome, este deve ser escrtia de lápis no livro registro e o nome suposto também.

5.Fabricante e Local: O nome da indústria ou artesão que produziu o brinquedo e da cidade, estado e país onde foi feito o produto.

6.Código e Ano: Este intem refere-se ao código ou número de referência constante no catálago do fabricante e ao ano que o brinquedo foi fabricado.

7. Componentes: Nesta coluna é feita a descrição resumida das peças que compõem o jogo, incluindo- se i nmaterial que são feitos (cartaõ, plástico, madeira, pano...), o número de peças e sua forma e cor tratando- se de brinquedo confeccionado com sucata, uma outra listagem de materias é utilizada, pois além da qualidade da matéria prima, cataloga- se o tipo de objeto que foi transformado.

8. Embalagem: Descrição da embalagem, se existir: uma caixa de madeira, plástico ou cartão, se é um saquinho, ou se não existe embalagem.

9.Preço: Este ítem refere- se ao valor que o brinquedo custou na época que foi registrado.

10. Tipo: Este ítem refere- se as características dos brinquedos, jogos e materias pedagógicos quanto a forma de brincar que as instruções sugerem. Chamamos de JOGO ao brinquedo (ou atividade, baseado nas regras.
Qualquer material ou objeto pode ser utilizado tanto para um exercício didático quanto para uma brincadeira ou jogo. Mas o que caracteriza o jogo é a existência de regras e condições para que um participante seja ganhador.

Podemos Classificar os brinquedos em 26 tipos:
1. Blocos de Construção
2. Brinquedo de Afeto
3. Brinquedo de Armar
4. Brinquedo de berço
5. Brinquedo de Faz de conta:
6. Brinquedos de manipulação
7. Brinquedos de Montar
8. Brinquedo hipnótico
9. Brinquedo Musical
10. Brinquedo Pedagógico
11. Brinquedo Sonoro
12. Brinquedo de Sorte.
13. Jogo de Baralho
14. Jogo de Circuito
15. Jogo de Cooperação
16. Jogo de Destreza
17. Jogo de Dominó
18. Jogo de Loto
20. Jogo de Memória
21. Jogo de Perguntas ou respostas.
22. Material Pedagógico
23. Quebra Cabeças

Honras: Ao curso de Formação Ludica com o professor Marcos Teodorico Pinheiro de Almeida da Universiade Federal do Ceará -UFC, quem cursei em maio de 2004
Links sobre Marcos Teodorico:





O livro dele, sou fã dele mesmo e dai?
Na livraria Saraiva vende pela net


Bom também me informaram que: Este sistema de classificação foi criado por Nylse Cunha ,inclusive é parte do livro Brinquedoteca um mergulho no brincar.

sábado, 2 de maio de 2009

Jogos Matemáticos que eu uso em sala, e outros jogos legais

Ábaco






Teve origem provavelmente na Mesopotâmia, há mais de 5.500 anos. O ábaco pode ser considerado como uma extensão do ato natural de se contar nos dedos. Emprega um processo de cálculo com sistema decimal, atribuindo a cada haste um múltiplo de dez. Ele é utilizado ainda hoje para ensinar às crianças as operações de somar e subtrair.

JOGO DO NUNCA 10 (DEZ)





Eu prefiro no ábaco aberto esse que está ai em cima:




Nunca 10
Objetivos:
- Construir o significado de Sistema de Numeração Decimal explorando situações-problema que envolvam contagem;
- Compreender e fazer uso do valor posicional dos algarismos, no Sistema de Numeração Decimal.
Material:
Ábaco de pinos – 1 por aluno
2 dados por grupo
Metodologia:
Os alunos divididos em grupos deverão, cada um na sua vez, pegar os dois dados e jogá-los, conferindo o valor obtido. Este valor deverá ser representado no ábaco. Para representá-lo deverão ser colocadas argolas correspondentes ao valor obtido no primeiro pino da direita para a esquerda (que representa as unidades). Após todos os alunos terem jogado os dados uma vez, deverão jogar os dados novamente, cada um na sua vez.
Quando forem acumuladas 10 argolas (pontos) no pino da unidade, o jogador deve retirar estas 10 argolas e trocá-las por 1 argola que será colocada no pino seguinte, representando 10 unidades ou 1 dezena. Nas rodadas seguintes, os jogadores continuam marcando os pontos, colocando argolas no primeiro pino da esquerda para a direita (casa das unidades), até que sejam acumuladas 10 argolas que devem ser trocadas por uma argola que será colocada no pino imediatamente posterior, o pino das dezenas.
Vencerá quem colocar a primeira peça no terceiro pino, que representa as centenas.
Com esta atividade inicial, é possível chamar a atenção dos alunos para o fato do agrupamento dos valores, e que a mesma peça tem valor diferente de acordo com o pino que estiver ocupando.
Possivelmente seja necessário realizar esta atividade mais de uma vez. É importante que os alunos possam registrá-la em seus cadernos, observando as estratégias e os pontos obtidos por cada um dos jogadores, etc.
Contando os objetos
Objetivos:
- Realizar contagens, utilizando a correspondência biunívoca (um a um);
- Construir o significado de Sistema de Numeração Decimal explorando situações-problema que envolvam contagem;
- Compreender e fazer uso do valor posicional dos algarismos, no Sistema de Numeração Decimal.
Material:
objetos
ábaco de pinos (1 por aluno)
Metodologia:
Poderão ser selecionados na classe objetos (lápis de cor, giz, pedaços coloridos de papel, borrachas, etc.) em quantidades superiores a 10 unidades, ou poderá ser pedido aos alunos que tragam objetos (bolinhas de gude, figurinhas, botões, tampinhas, moedas, etc.) de casa para montar uma "coleção". Os alunos deverão contar esses objetos, a princípio um a um, registrando a quantidade obtida no ábaco (lembrando que não podem deixar mais de 10 argolas num mesmo pino). Posteriormente, os alunos deverão encontrar outras formas de contar a quantidade de objetos que possuem. Pode-se propor ou aceitar contagens de 2 em 2, de 3 em 3, de 4 em 4..., até que os alunos percebam que quando têm quantidades maiores que 10, podem registrá-las diretamente no pino das dezenas.
Operações
Objetivos:
- Compreender e utilizar as técnicas operatórias para adição e subtração com trocas e reservas;
- Compreender e fazer uso das regras do Sistema de Numeração Decimal;
- Fazer uso de material semi simbólico para registro de cálculos de adição e subtração;



Material Escala Cuisenaire:









Quem inventou o material Cuisenaire?


Origem
O material cuisenaire foi criado pelo professor belga Georges Cuisenaire Hottelet (1891-1980) Esse ai ao ladodepois de ter observado o desespero de um aluno, numa de suas aulas. Decidiu criar um material que ajudasse no ensino dos conceitos básicos da Matemática. Então cortou algumas réguas de madeira em 10 tamanhos diferentes e pintou cada peça de uma cor tendo assim surgido a Escala de Cuisenaire.
Durante 23 anos, Cuisenaire estudou e experimentou o material que criara na aldeia belga de Thuin. Só 23 anos depois da sua criação (a partir de um encontro com outro professor – o egípcio Caleb Gattegno), é que o seu uso se difundiu com enorme êxito. O egípcio, radicado na Inglaterra, passou a divulgar o trabalho de Cuisenaire – a quem chamava de Senhor Barrinhas. Levou apenas 13 anos para passar a ser conhecido nas escolas de quase todo o mundo.
Feito originalmente de madeira, o Cuisenaire é constituído por modelos de prismas quadrangulares com alturas múltiplas da do cubo – representante do número 1 –em 10 cores diferentes e 10 alturas proporcionais.
Introdução
O material Cuisenaire é constituído por uma série de barras de madeira, sem divisão em unidades e com tamanhos variando de uma até dez unidades. Cada tamanho corresponde a uma cor específica.
Uma adaptação desse material pode ser a sua confecção em papel quadriculado, o que ressalta o número de unidades correspondente a cada cor:


Atividades Propostas
Construindo um muro
Objetivo:
- Introduzir a operação de adição e a comutatividade.
Material:
- Material Cuisenaire
Metodologia:
O professor pode apresentar uma barra e pedir que os alunos construam o resto do muro, usando sempre duas barras que juntas tenham o mesmo comprimento da peça inicial
As adições cujo total é dez ou maior que dez, assim como as adições com três ou mais parcelas podem ser introduzidas com essa atividade.
Construindo um muro especial
Objetivo:
- Introduzir o conceito de multiplicação, enquanto soma de parcelas iguais.
Material:
Material Cuisenaire
Metodologia:
O professor pode pedir aos alunos que formem muros usando, por exemplo:
2 tijolos pretos
4 tijolos vermelhos
5 tijolos roxos
Após a realização das atividades concretamente, professor pode pedir que os alunos registrem como fizeram a construção do muro e discutir com seus alunos as formas de registro.





CARTAZ VALOR LUGAR (CAVALU) eu Chamo de QVL- Quadro de Valor e Lugar

O cartaz valor lugar, abreviadamente chamado de cavalu pode ser usado no trabalho com números (sistema de numeração) e operações. De fácil confecção o cavalu, pode ser confeccionado colando-se uma folha de papel pardo pregueado (cada prega pode ter aproximadamente a profundidade de 3 centímetros) sobre um pedaço de papelão ou uma folha de papel cartão. Depois deve-se fazer duas separações verticais, usando para isso fitas, durex colorido ou até mesmo tiras de papel colorido. Com esse cartaz e alguns palitos, pode-se representar os números no sistema posicional além de realizar principalmente as operações de adição e subtração.
Por ser um material de fácil confecção, cada aluno pode confeccionar o seu próprio cavalu.
A seguir apresentamos o cavalu representando o número 12:
Atividades propostas:
O cavalu é um material que pode ser utlizado como variação para atividades de Sistema de Numeração. Por isso, sugerimos, como atividades introdutórias, as mesmas realizadas com o ábaco e com o material dourado.
Para uma variação posterior, podem ser propostas atividades com a ordem do milhar, que foram pouco exploradas nos outros materiais.




GEOPLANO:





O geoplano é um material criado pelo matemático inglês Calleb Gattegno. Constitui-se por uma placa de madeira, marcada com uma malha quadriculada ou pontilhada. Em cada vértice dos quadrados formados fixa-se um prego, onde se prenderão os elásticos, usados para "desenhar" sobre o geoplano. Podem-se criar geoplanos de vários tamanhos, de acordo com o n.º de pinos de seu lado, por exemplo, 5x5, ou seja, cada lado do geoplano tem 5 pinos (pregos).
Atividades Propostas
QUE FIGURA É ESSA?
Objetivos:
Desenvolver a percepção visual de formas geométricas planas;
Comparar, ampliar e reduzir formas e figuras;
Fazer uso de nomenclatura adequada às formas;
Trabalhar com perímetro, lados e vértices.
Usar régua para desenhar.
Material:
Geoplano
Elásticos
Material para registro escrito.
Metodologia:
Esta atividade pode ser realizada em grupo, em duplas, ou individualmente.
O professor mostra uma forma já conhecida, pelo menos visualmente, ou seja, que eles conheçam e possam reproduzir, mesmo sem saber nomeá-las (quadrado, retângulo, trapézio, paralelogramo, hexágono, etc.)
No geoplano, usando 1 elástico, deverão reproduzi-la.
O professor pode sugerir que a figura deve ser montada utilizando um n.º de pregos. (se a figura mostrada estiver desenhada na malha pontilhada, facilitará a visualização da quantidade de pregos.)
Com a figura montada, o professor questiona o nome da figura; quantos lados ela tem; quantos pregos ela está tocando (possibilitando um 1º contato com a noção de perímetro).
A seguir, pergunta o que é preciso fazer para que essa figura fique maior.
Deixando-os explorar o geoplano, eles irão deslocar os elásticos para ampliá-la. Depois, pode pedir que a diminuam.
Daí, podem surgir questionamentos sobre quantos pregos foram usados na figura maior, e na menor, o que houve com as figuras – se ficaram iguais ou mudaram a forma.
Todas as questões podem ser registradas, e num segundo momento, as figuras formadas, desenhadas em quadriculados.







TANGRAN


O tangram é um quebra-cabeça chinês, de origem milenar. Ao contrário de outros quebra-cabeças ele é formado por apenas sete peças com as quais é possível criar e montar cerca de 1700 figuras entre animais, plantas, pessoas, objetos, letras, números, figuras geométricas e outros. As regras desse jogo consistem em usar as sete peças em qualquer montagem colocando-as lado a lado sem sobreposição.


Com o uso do tangram você pode trabalhar a identificação, comparação, descrição, classificação e desenho de formas geométricas planas., visualização e representação de figuras planas, exploração de transformações geométricas através de decomposição e composição de figuras, compreensão das propriedades das figuras geométricas planas, representação e resolução de problemas usando modelos geométricos. Esse trabalho permite o desenvolvimento de algumas habilidades tais como a visualização, percepção espacial, análise, desenho, escrita e construção. Se utilizado em terceiras e quartas séries pode envolver ainda noções de área e frações.



Este quebra-cabeça tem sido utilizado como material didático nas aulas de Artes e está cada vez mais presente nas de Matemática. O trabalho com o tangram deve em suas atividades iniciais visar a exploração das peças e a identificação das suas formas.Logo depois, se passa à sobreposição e construção de figuras dadas a partir de uma silhueta, nesse caso, cabe ao aluno reconhecer e interpretar o que se pede, analisar as possibilidades e tentar a construção. Durante todo esse processo, a criança precisa analisar as propriedades das peças do tangram e da figura que se quer construir, se detendo ora no todo de cada figura, ora nas partes.








Jogos que dispensam comentários:



1. Macaca ou Marelinha









Colaca- se os números nas casas, ou multiplos, triplos, resultados, enfim e a criança deve jogar a pedrinha na casa da resposta correta



2. Soma com dados (bozó)









Materiais:

Em educação pode -se usar quantos dados for o nível da turma:
Material:Um copo de arremesso – de preferência de couro
Dados comuns (bozó)Uma caderneta de anotação para cada Jogador (dupla).

Preparação:
Cada um coloca os dados no copinho de couro e emborca o copo na mesa, ou na rodinha e soma os pontos, a criança anota ganha quem tirar o número maior.




3. Bingo

O bingo é conhecido né??!! Os materiais são pedras numeradas até 80 e cartelas, milho, feijão ou outra coisa para marcar ganha quem preencher a cartela primeiro, é bem baratinho em centros comerciais acho que sai mais barato que fazer




4. Resta Um
Tem uns vendidos na feira de artesanato que tem o tabuleiro em pedra e os pinos são de bola de bude, bila, peteca! Chiquérrrrimos para dar de presente e por na mesa de centro da sala e nem são caros uns 25 reias!




Mas como é um jogo antigo também é vendido em casas de 1.99 que tanto pode jogar sozinho quanto em duplas, vc vai comendo as pinos até conseguir deixar a menor quantidade possível de pinos.



5.Can Can
Can-can é um jogo de cartas da Grow extremamente parecido com o Uno (Mattel) e o conhecido mau-mau (este último é jogado com cartas de baralho de 52 cartas).



eu adorrrrooo jogar isso! Jogo de Carta bom para a família toda, é relativamente barato se comparado a brinquedos de qualidade! Custa em média uns 30 reias, mas vale a pena viu contagia a família toda!


6. Háaa o jogo de cartas 21

Que bate o jogo quem formar 21 ou chegar mais próximo, sem estourar (passar)

7.Rummikub(Grow / 2 a 4 jogadores)Excelente jogo, baseado no jogo de cartas Mexe-Mexe. A base do jogo é o jogo de buraco, mas aqui os jogos não são de ninguém. O desafio é se livrar de suas cartas, conseguindo manter os jogos da mesa sempre coerentes com as regras. Um desafio de raciocínio. As fichas plásticas facilitam os procedimentos. É um dos jogos mais vendidos no mundo

8.*Tô paquerando com esse jogo* Eu querooooooo!

Jenga
Nesse envolvente jogo de destreza da Hasbro, todos vão ficar na ponta da cadeira, ansiosos pelo próximo passo. O desafio é retirar blocos da base para o topo da torre, que vai ficando cada vez mais instável. Sucesso nos Estados Unidos, já apareceu no Brasil com o nome de Torremoto.




9.Vários jogos de tabuleiro tradicionais também ajudam na matématica, nem precisa ser um XADREZ, já vale uma dama, ludo, seí lá aqueles kits de jogos tradicionais que nem são caros mas que refoçam a estratégia e com isso o raciocínio lógico matemático



Dica de Blog que descobri e achei bacana, menções honrosas e agradecimentos: Ludo Mania Os jogos Mais legais
















Friedrich Fröbel- Criador do Jardins de Infância




Friedrich Froebel
O criador dos jardins-de-infância defendia um ensino sem obrigações porque o aprendizado depende dos interesses de cada um e se faz por meio da prática
O alemão Friedrich Froebel foi um dos primeiros educadores a considerar o início da infância como uma fase de importância decisiva na formação das pessoas – idéia hoje consagrada pela psicologia, ciência da qual foi precursor. Froebel viveu em uma época de mudança de concepções sobre as crianças e esteve à frente desse processo na área pedagógica, como fundador dos jardins-de-infância, destinado aos menores de 8 anos. O nome reflete um princípio que Froebel compartilhava com outros pensadores de seu tempo: o de que a criança é como uma planta em sua fase de formação, exigindo cuidados periódicos para que cresça de maneira saudável. “Ele procurava na infância o elo que igualaria todos os homens, sua essência boa e divina ainda não corrompida pelo convívio social”, diz Alessandra Arce, professora da Universidade Federal de São Carlos. As técnicas utilizadas até hoje em Educação Infantil devem muito a Froebel. Para ele, as brincadeiras são o primeiro recurso no caminho da aprendizagem. Não são apenas diversão, mas um modo de criar representações do mundo concreto com a finalidade de entendê-lo. Com base na observação das atividades dos pequenos com jogos e brinquedos, Froebel foi um dos primeiros pedagogos a falar em auto-educação, um conceito que só se difundiria no início do século 20, graças ao movimento da Escola Nova, de Maria Montessori (1870-1952) e Célestin Freinet (1896-1966), entre outros.

Treino de habilidades
Por meio de brinquedos que desenvolveu depois de analisar crianças de diferentes idades, Froebel previu uma educação que ao mesmo tempo permite o treino de habilidades que elas já possuem e o surgimento de novas. Dessa forma seria possível aos alunos exteriorizar seu mundo interno e interiorizar as novidades vindas de fora – um dos fundamentos do aprendizado, segundo o pensador. Ao mesmo tempo que pensou sobre a prática escolar, ele se dedicou a criar um sistema filosófico que lhe desse sustentação. Para Froebel, a natureza era a manifestação de Deus no mundo terreno e expressava a unidade de todas as coisas. Da totalidade em Deus decorria uma lei da convivência dos contrários. Isso tudo levava ao princípio de que a educação deveria trabalhar os conceitos de unidade e harmonia, pelos quais as crianças alcançariam a própria identidade e sua ligação com o eterno. A importância do autoconhecimento não se limitava à esfera individual, mas seria ainda um meio de tornar melhor a vida em sociedade. Além do misticismo e da unidade, a natureza continha, de acordo com Froebel, um sistema de símbolos conferido por Deus. Era necessário desvendar tais símbolos para conhecer o que é o espírito divino e como ele se manifesta no mundo. A criança, segundo o educador, trazia em si a semente divina de tudo o que há de melhor no ser humano. Cabia à educação desenvolver esse germe e não deixar que se perdesse.
Educação espontânea
O caminho para isso seria deixar a criança livre para expressar seu interior e perseguir seus interesses. Froebel adotava, assim, a idéia contemporânea do “aprender a aprender”. Para ele, a educação se desenvolve espontaneamente. Quanto mais ativa é a mente da criança, mais ela é receptiva a novos conhecimentos. O ponto de partida do ensino seriam os sentidos e o contato que eles criam com o mundo. Portanto, a educação teria como fundamento a percepção, da maneira como ela ocorre naturalmente nos pequenos. Isso não quer dizer que ele descartasse totalmente o ensino diretivo, visto como um recurso legítimo caso o aluno não apresentasse o desenvolvimento esperado. De modo geral, no entanto, a pedagogia de Froebel pode ser considerada como defensora da liberdade. O educador acreditava que as crianças trazem consigo uma metodologia natural que as leva a aprender de acordo com seus interesses e por meio de atividade prática. Ele combatia o excesso de abstração da educação de seu tempo, argumentando que ele afastava os alunos do aprendizado. Na primeira infância, dizia, o importante é trabalhar a percepção e a aquisição da linguagem. No período propriamente escolar, seria a vez de trabalhar religião, ciências naturais, matemática, linguagem e artes. Froebel defendia a educação sem imposições às crianças porque, segundo sua teoria, elas passam por diferentes estágios de capacidade de aprendizado, com características específicas, antecipando as idéias do suíço Jean Piaget (1896-1980). Froebel detectou três estágios: primeira infância, infância e idade escolar. “Em seus escritos, ele demonstra como a brincadeira e a fala, observadas pelo adulto, permitem apreender o nível de desenvolvimento e a forma de relacionamento infantil com o mundo exterior”, diz Alessandra Arce. Froebel não fez a separação entre religião e ensino, consagrada atualmente, mas via a educação como uma atividade em que escola e família caminham juntas, outra característica que o aproxima da prática contemporânea.

Brinquedos criados para aprender



Froebel considerava a Educação Infantil indispensável para a formação da criança – e essa idéia foi aceita por grande parte dos teóricos da educação que vieram depois dele. O objetivo das atividades nos jardins-de-infância era possibilitar brincadeiras criativas. As atividades e o material escolar eram determinados de antemão, para oferecer o máximo de oportunidades de tirar proveito educativo da atividade lúdica. Froebel desenhou círculos, esferas, cubos e outros objetos que tinham por objetivo estimular o aprendizado. Eles eram feitos de material macio e manipulável, geralmente com partes desmontáveis. As brincadeiras eram acompanhadas de músicas, versos e dança. Os objetos criados por Froebel eram chamados de “dons” ou “presentes” e havia regras para usá-los, que precisariam ser dominadas para garantir o aproveitamento pedagógico. As brincadeiras previstas por Froebel eram, quase sempre, ao ar livre para que a turma interagisse com o ambiente. “Todos os jogos que envolviam os ‘dons’ começavam com as pessoas formando círculos, movendo-se e cantando, pois assim conseguiam atingir a perfeita unidade”, diz Alessandra Arce. Para Froebel, era importante acostumar as crianças aos trabalhos manuais. A atividade dos sentidos e do corpo despertaria o germe do trabalho, que, segundo o educador alemão, seria uma imitação da criação do universo por Deus.


Fonte: Educar para Crescer

5.Correntes pedagógicas: Montessori




Quem foi o pai da idéia: a pedagoga italiana Maria Montessori (1870-1952)

O que diz: a linha montessoriana valoriza a educação pelos sentidos e pelo movimento para estimular a concentração e as percepções sensório-motoras da criança.

Onde está o foco: no aluno. A teoria montessoriana crê que as crianças trazem dentro de si o potencial criador que permite que elas mesmas conduzam o aprendizado e encontrem um lugar no mundo. “Todo conhecimento passa por uma prática e a escola deve facilitar o acesso a ela”, diz a educadora Talita de Oliveira Almeida.

Qual o papel do professor: Maria Montessori foi pioneira no campo pedagógico ao dar mais ênfase à auto-educação do aluno do que ao papel do professor como fonte de conhecimento. “Ela acreditava que a educação é uma conquista da criança, pois percebeu que já nascemos com a capacidade de ensinar a nós mesmos, se nos forem dadas as condições”, diz Talita. Assim como no construtivismo, os professores assumem o papel de guia, conduzindo e motivando o aluno no processo de aprendizado.
Como se aprende: o método Montessori parte do concreto rumo ao abstrato. Baseia-se na observação de que meninos e meninas aprendem melhor pela experiência direta de procura e descoberta. Para tornar esse processo o mais rico possível, a educadora italiana desenvolveu os materiais didáticos que constituem um dos aspectos mais conhecidos de seu trabalho. São objetos simples, mas muito atraentes, e projetados para provocar o raciocínio. Há materiais pensados para auxiliar todo tipo de aprendizado, do sistema decimal à estrutura da linguagem.

Como se introduz um novo conceito: na Educação Infantil, enfatiza a manipulação de peças de tamanhos, formas, texturas e cores diferentes. Na alfabetização, com a ajuda de objetos como o alfabeto móvel, utiliza-se o método fonético, em que o aprendizado parte do som da letra para se construir a palavra e depois o texto. Devido principalmente, às exigências do vestibular, a pedagogia montessoriana raramente é aplicada no Ensino Médio.

Quais os reflexos na sala de aula: crianças de idades diferentes são agrupadas numa mesma turma. Nessas classes multiidades, alunos de 5 e 6 anos estudam na mesma sala e seguem um programa único. Posteriormente eles passam para as turmas de 7 e 8, em seguida para as de 9 e 10, e, finalmente, alcançam o último estágio, que agrega jovens de 11, 12, 13 e 14 anos. Até os 10 anos, os alunos têm aulas com um único professor polivalente, enquanto nas salas de 11 a 14, esse professor ganha a companhia de docentes específicos para cada uma das disciplinas.
Para que esse método funcione bem, freqüentemente há atividades em duplas, trios ou grupos. Dependendo do conteúdo, o professor pode dividir a classe em grupos por idade. A maior parte do material didático, especialmente entre os mais novos, é de uso coletivo, como livros e lápis. A avaliação é feita para todas as tarefas, portanto, não existem provas formais. “Além de dar um conceito para cada aluno, os professores preparam boletins detalhados, especificando as posturas e os procedimentos dos estudantes”, conta Edimara de Lima, diretora pedagógica da Escola Prima Montessori de São Paulo

Que tipo de individuo pretende formar: individualidade, atividade e liberdade do aluno são as bases da teoria, com ênfase para o conceito de indivíduo como, simultaneamente, sujeito e objeto do ensino. Montessori defendia uma concepção de educação que se estende além dos limites do acúmulo de informações. O objetivo da escola é a formação integral do jovem, uma “educação para a vida”. A filosofia e os métodos elaborados pela médica italiana procuram desenvolver o potencial criativo desde a primeira infância, associando-o à vontade de aprender – conceito que ela considerava inerente a todos os seres humanos.

O Método montessori ou pedagogia Montessoriana relaciona-se à normatização (consiste em harmonizar a interação de forças corporais e espirituais, corpo, inteligência e vontade).

As escolas do Sistema Montessoriano são difundidas pelo mundo todo. O método Montessoriano tem por objetivo a educação da vontade e da atenção, com o qual a criança tem liberdade de escolher o material a ser utilizado, além de proporcionar a cooperação.

Os princípios fundamentais do sistema Montessori são: a atividade, a individualidade e a liberdade. Enfatizando os aspectos biológicos, pois, considerando que a vida é desenvolvimento, achava que era função da educação favorecer esse desenvolvimento. Os estímulos externos formariam o espírito da criança, precisando portanto, serem determinados.

Assim, na sala de aula, a criança era livre para agir sobre os objetos sujeitos à sua ação, mas estes já estavam preestabelecidos, como os conjuntos de jogos e outros materiais que desenvolveu.

A pedagogia de Montessori insere-se no movimento das Escolas Novas, uma oposição aos métodos tradicionais que não respeitavam as necessidades e os mecanismos evolutivos do desenvolvimento da criança. Ocupa um papel de destaque neste movimento pelas novas técnicas que apresentou para os jardins de infância e para as primeiras séries do ensino formal.

O material criado por Montessori tem papel preponderante no seu trabalho educativo pois pressupõem a compreensão das coisas a partir delas mesmas, tendo como função a estimular e desenvolver na criança, um impulso interior que se manifesta no trabalho espontâneo do intelecto.

Materiais didáticos

Ela produz uma série de cinco grupos de materiais didáticos:

* Exercícios Para a Vida Cotidiana
* Material Sensorial
* Material de Linguagem
* Material de Matemática
* Material de Ciências

Estes materiais se constituem de peças sólidas de diversos tamanhos e formas: caixas para abrir, fechar e encaixar; botões para abotoar; série de cores, de tamanhos, de formas e espessuras diferentes. Coleções de superfícies de diferentes texturas e campainhas com diferentes sons.

O "Material Dourado" é um dos materiais criado por Maria Montessori. Este material baseia-se nas regras do sistema de numeração, inclusive para o trabalho com múltiplos, sendo confeccionado em madeira, é composto por: cubos, placas, barras e cubinhos. O cubo é formado por dez placas, a placa por dez barras e a barra por dez cubinhos. Este material é de grande importância na numeração, e facilita a aprendizagem dos algoritmos da adição, da subtração, da multiplicação e da divisão.

O "Material Dourado" desperta no aluno a concentração, o interesse, além de desenvolver sua inteligência e imaginação criadora, pois a criança, está sempre predisposta ao jogo. Além disso, permite o estabelecimento de relações de graduação e de proporções, e finalmente, ajuda a contar e a calcular.


Doze pontos do Método Montessori

1. Baseia-se em anos de observação da natureza da criança por parte do maior gênio da educação desde Friedrich Froebel.
2. Demonstrou ter uma aplicabilidade universal.
3. Revelou que a criança pequena pode ser um amante do trabalho, do trabalho intelectual, escolhido de forma espontânea, e assim, realizado com muita alegria.
4. Baseia-se em uma necessidade vital para a criança que é a de aprender fazendo. Em cada etapa do crescimento mental da criança são proporcionadas atividades correspondentes com as quais se desenvolvem suas faculdades.
5. Ainda que ofereça à criança uma grande espontaneidade consegue capacitá-la para alcançar os mesmos níveis, ou até mesmo níveis superiores de sucesso escolar, que os alcançados sobre os sistemas antigos.
6. Consegue uma excelente disciplina apesar de prescindir de coerções tais como recompensas e castigos. Explica-se tal fato por tratar-se de uma disciplina que tem origem dentro da própria criança e não imposta de fora.
7. Baseia-se em um grande respeito pela personalidade da criança, concedendo-lhe espaço para crescer em uma independência biológica, permitindo-se à criança uma grande margem de liberdade que se constitui no fundamento de uma disciplina real.
8. Permite ao professor tratar cada criança individualmente em cada matéria, e assim, fazê-lo de acordo com suas necessidades individuais.
9. Cada criança trabalha em seu próprio ritmo.
10. Não necessita desenvolver o espírito de competência e a cada momento procura oferecer às crianças muitas oportunidades para ajuda mútua o que é feito com grande prazer e alegria.
11. Já que a criança trabalha partindo de sua livre escolha, sem coerções e sem necessidade de competir, não sente as tensões, os sentimentos de inferioridade e outras experiências capazes de deixar marcas no decorrer de sua vida.
12. O método Montessori se propõe a desenvolver a totalidade da personalidade da criança e não somente suas capacidades intelectuais. Preocupa-se também com as capacidades de iniciativa, de deliberação e de escolhas independentes e os componentes emocionais.


CRIADORA DO MATERIAL DOURADO!

4.Correntes pedagógicas: Waldorf



O professor acompanha a turma por sete anos


Quem foi o pai da idéia: o educador austríaco Rudolf Steiner (1861-1925)

O que diz: a vivência deve preceder a teoria. Deste modo, o método prevê que o currículo escolar deve ser individualizado e levar em conta apenas as necessidades de aprendizado do aluno em cada fase da sua vida.

Onde está o foco: no aluno e no tutor.

Qual o papel do professor: cada classe tem um tutor responsável por todas as matérias, que acompanha a mesma turma durante sete anos. "Nós precisamos ser uma referência de comportamento e disciplina para que o aluno possa se espelhar", justifica Alfredo Rheingantz, professor e membro da coordenação da Escola Waldorf Rudolf Steiner. Durante o período correspondente ao Ensino Médio, as classes ganham professores especialistas, mas continuam com um tutor.

Como se aprende: o ensino é dividido em ciclos de sete anos (de 0 a 7, de 8 a 14 e de 15 a 21 anos) e não há repetência, justamente para que as etapas de aprendizagem possam estar em sintonia com o ritmo biológico próprio de cada idade. Como não há provas, as avaliações são baseadas nas atividades diárias, que resultam em boletins descritivos sobre o comportamento, a maturidade e o aproveitamento dos estudantes.
Como se introduz um novo conceito: outra característica da pedagogia Waldorf é o ensino em épocas. Em vez de ter aulas de diversas disciplinas ao longo do dia ou da semana, o aluno passa quatro semanas apenas vendo uma única matéria. "Isso permite que o aluno lembre mais facilmente o que viu e aprofunde melhor os conteúdos", diz Rheingantz.

Quais são os reflexos na sala de aula: no primeiro ciclo, a ênfase é no desenvolvimento da coordenação motora e no despertar da memória. Como essa fase é dedicada principalmente às atividades lúdicas, ela não inclui o processo de alfabetização, que acontece apenas no segundo ciclo. Neste, que corresponde ao ensino fundamental, o foco é na educação dos sentimentos para que os alunos adquiram maturidade emocional. Daí a pedagogia Waldorf ser repleta de atividades artísticas, como música, teatro e artes plásticas, além de trabalhos manuais, como marcenaria, tricô e jardinagem.

Que tipo de indivíduo espera-se formar: o método Waldorf visa desenvolver a personalidade do aluno, florescendo nele a clareza do raciocínio, equilibro emocional e a iniciativa de ação. Ao final da escola, o estudante está pronto para exercitar o pensamento e fazer uma análise crítica do mundo.

Fonte: Educar para Crescer

Quem foi Rudolf Steiner?
Rudolf Steiner (Kraljevec, fronteira austro-húngara, 27 de Fevereiro de 1861 — Dornach, Suíça, 30 de Março de 1925) foi filósofo, educador, artista e esoterista. Foi fundador da Antroposofia, da Pedagogia Waldorf, da agricultura biodinâmica, da medicina antroposófica e da Euritimia.
A Pedagogia Waldorf é um dos desenvolvimentos das teorias de Rudolf Steiner, além da medicina antroposófica e a agricultura biodinâmica.

Introduzida por Rudolf Steiner em 1919, em Estugarda, Alemanha, uma das principais características da pedagogia é o embasamento na concepção de desenvolvimento do ser humano, criada pelo próprio Rudolf Steiner, que leva em conta as diferentes características das crianças e jovens, segundo sua idade aproximada. Um mesmo assunto é abordado várias vezes durante o ciclo escolar, mas nunca da mesma maneira, e sempre respeitando a capacidade de compreensão da criança.

Para atingir a formação do ser humano, a pedagogia atua no desenvolvimento físico, anímico e espiritual do aluno, incentivando o querer (agir) por meio da atividade corpórea das crianças em quase todas as aulas. O sentir é estimulado na constante abordagem artística e nas atividades artesanais específicas para cada idade. O pensar é cultivado paulatinamente, desde a imaginação incentivada por meio de contos, lendas e mitos – no início da escolaridade –, até o pensar abstrato rigorosamente científico do Ensino Médio (colegial).

Uma das características marcantes da Pedagogia Waldorf é o fato de não se exigir do aluno, ou cultivar precocemente o pensar abstrato (intelectual).
Uma escola que segue o modelo pedagógico Waldorf, na Alemanha.

Almeja-se que as aulas sejam um preparo para a vida. Procura-se desenvolver as qualidades necessárias para que os jovens floresçam e saibam lidar com as constantes e velozes mudanças que se apresentam no mundo, com criatividade, flexibilidade, responsabilidade e capacidade de questionamento.

Entende-se que o jovem, cada vez mais, precisa ser articulado e capaz de se comunicar claramente, tanto se abrindo para o que os outros têm a dizer como encontrando a melhor forma para expressar seus pensamentos ao mundo. Para tanto, a Pedagogia Waldorf, segundo seus adeptos, permanece revolucionária até os dias de hoje

3.Correntes Pedagógicas: Sócioconstrutivismo



O trabalho em grupo é uma ferrmenta-chave para a busca do conhecimento


Quem foi o pai da idéia: o psi­có­logo bielo-russo Lev ­Vygotsky (1896-1934).

O que diz: ele foca a inte­ra­ção. ­Segundo ­Vygotsky, todo apren­di­zado é neces­sa­ria­mente ­mediado – e isso torna o papel do ­ensino e do pro­fes­sor mais ativo do que o pre­visto por Pia­get. O apren­di­zado não se subor­dina ao desen­vol­vi­mento das estru­tu­ras inte­lec­tuais da ­criança, mas um se ali­menta do outro, pro­vo­cando sal­tos qua­li­ta­ti­vos de conhe­ci­mento. O ensino deve se ante­ci­par ao que o aluno ainda não sabe nem é capaz de apren­der sozi­nho. É a isso que se ­refere um de seus prin­ci­pais con­cei­tos, o de "zona de desen­vol­vi­mento pro­xi­mal", que seria a dis­tân­cia entre o desen­vol­vi­mento real da ­criança e ­aquilo que ela tem poten­cial de apren­der, ou entre "o ser e o tor­nar-se".

Onde está o foco: na inte­ra­ção. É na rela­ção aluno-pro­fes­sor e aluno-aluno que se pro­duz conhe­ci­mento.

Qual é o papel do pro­fes­sor: ele atua como media­dor entre o aluno, os conhe­ci­men­tos que este pos­sui e o mundo.

Como se ­aprende: obser­vando o meio, ­entrando em con­tato com o que já foi des­co­berto e orga­ni­zando o conhe­ci­mento junto com os ­outros (pro­fes­sor e turma).
Como se intro­duz um novo con­ceito: se as crian­ças vão apren­der sobre doen­ças, por exem­plo, pri­meiro o pro­fes­sor as ­coloca ­diante de pro­ble­mas para que os resol­vam com o que já sabem e mos­tra a elas a neces­si­dade de novos sabe­res, que terão de encon­trar de dife­ren­tes for­mas. Então, ele as auxi­lia nesse pro­cesso de busca de novos conhe­ci­men­tos. Eles podem tanto ir entre­vis­tar um ­médico (o pro­fes­sor orien­tará a turma sobre como fazer uma entre­vista), como con­sul­tar um livro ou a inter­net.

Quais são os refle­xos na sala de aula: há mais cola­bo­ra­ção e tra­ba­lhos em grupo. Parte-se do conhe­ci­mento coti­diano para se che­gar à pro­du­ção de conhe­ci­mento. O pro­fes­sor pro­põe tare­fas que desa­fiam os alu­nos. Erros são con­si­de­ra­dos parte do apren­di­zado – eles mos­tram ao pro­fes­sor como o aluno está racio­ci­nando. Os con­teú­dos são apre­sen­ta­dos por temas: ­aprende-se sobre escra­vi­dão, por exem­plo, inves­ti­gando como ela se deu em ­vários perío­dos, e não neces­sa­ria­mente pela ordem cro­no­ló­gica. Uti­li­zam-se, para isso, mui­tos mate­riais: repor­ta­gens, fil­mes, etc.

Que tipo de indi­ví­duo ­espera-se for­mar: pes­soas coo­pe­ra­ti­vas, que ­tenham com­pro­misso com o mundo e com o outro, que sai­bam tanto expor suas ­idéias ­quanto ouvir. Gente que não neces­sa­ria­mente terá um conhe­ci­mento enci­clo­pé­dico, mas que saberá como pro­cu­rar as infor­ma­ções que lhe fazem falta.



Quem foi Vigotsky?
Lev Semenovitch Vygotsky (variações de tradução encontradas: Vigotski, Vygotski ou Vigotsky) (russo Лев Семёнович Выготский, transliteração: Lev Semënovič Vygotskij, 17 de Novembro de 1896, Orsha — 11 de Junho de 1934, Moscou) foi um psicólogo bielo-russo, descoberto nos meios acadêmicos ocidentais depois da sua morte, causada por tuberculose, aos 37 anos. Pensador importante, foi pioneiro na noção de que o desenvolvimento intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais (e condições de vida).

Aprendizagem

As obras de Vygotsky incluem alguns conceitos que se tornaram incontornáveis na área do desenvolvimento da aprendizagem. Um dos conceitos mais importantes é o de Zona de desenvolvimento proximal, que se relaciona com a diferença entre o que a criança consegue realizar sozinha e aquilo que, embora não consiga realizar sozinha, é capaz de aprender e fazer com a ajuda de uma pessoa mais experiente (adulto, criança mais velha ou com maior faciidade de aprendizado, etc). A Zona de Desenvolvimento Proximal é, portanto, tudo o que a criança pode adquirir em termos intelectuais quando lhe é dado o suporte educacional devido. Este conceito será, posteriormente desenvolvido por Jerome Bruner, sendo hoje vulgarmente designado por etapa de desenvolvimento. Outra contribuição vygotskiana de relevo foi a relação que estabelece entre pensamento e linguagem, desenvolvida no seu livro "Pensamento e Linguagem".

O conceito de síntese também pode ser encontrado largamente na sua obra. O autor define a síntese não apenas como a soma ou a justaposição de dois ou mais elementos, e sim como a emergência de um produto totalmente novo gerado a partir da interacção entre elementos anteriores.

Vygotsky particulariza o processo de ensino e aprendizagem na expressão obuchenie, uma expressão própria da língua russa que coloca aquele que aprende e aquele que ensina numa relação interligada. A ênfase em situar quem aprende e, aquele que ensina como partícipes de um mesmo processo corrobora com outro conceito chave na teoria de Vygotsky, a mediação, como um pressuposto da relação eu-outro social. A relação mediatizada não se dá necessariamente pelo outro corpóreo, mas pela possibilidade de interação com signos, símbolos culturais e objetos. Para Vygotsky a aprendizagem relaciona-se ao desenvolvimento desde o nascimento, sendo a principal causa para o desabrochar do desenvolvimento.

2.Correntes pedagógicas: Construtivismo



O Construtivismo valoriza o conhecimento prévio do aluno
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Quem foi o pai da idéia: o bió­logo suíço Jean Pia­get (1896-1980).

O que diz: segundo Piaget, o pen­sa­mento infan­til passa por qua­tro está­gios, desde o nas­ci­mento até o iní­cio da ado­les­cên­cia, ­quando a capa­ci­dade plena de racio­cí­nio é atin­gida. Assim, a criança cons­trói o conhecimento a par­tir de suas des­co­ber­tas, ­quando em con­tato com o mundo e com os obje­tos. Por isso, não ­adianta ensi­nar a um aluno algo que ele ainda não tem con­di­ções inte­lec­tuais de absor­ver. Ou seja, o tra­ba­lho de edu­car não deve se limi­tar a trans­mi­tir con­teú­dos, mas a favo­re­cer a ati­vi­dade men­tal do aluno. Por isso, impor­tante é não ape­nas assi­mi­lar con­cei­tos, mas tam­bém gerar ques­tio­na­men­tos, ­ampliar as ­idéias.

Onde está o foco: no aluno e em suas ope­ra­ções men­tais.

Qual é o papel do pro­fes­sor: obser­var o aluno, inves­ti­gar quais são os seus conhe­ci­men­tos pré­vios, seus inte­res­ses e, a par­tir dessa baga­gem, pro­cu­rar apre­sen­tar diver­sos ele­men­tos para que o aluno cons­trua seu conhe­ci­mento. O pro­fes­sor cria situa­ções para que o aluno che­gue ao conhe­ci­mento.

Fonte: Educar para Crescer

Quem foi Piaget?
Jean Piaget (Neuchâtel, 9 de Agosto de 1896 — Genebra, 16 de Setembro de 1980) estudou inicialmente biologia, na Suíça, e posteriormente se dedicou à área de Psicologia, Epistemologia e Educação. Foi professor de psicologia na Universidade de Genebra de 1929 a 1954, e ficou conhecido principalmente por organizar o desenvolvimento cognitivo em uma série de estágios.
Piaget foi biólogo, zoólogo, filósofo, epistemólogo e psicólogo. Esta experiência de vida e uma vasta cultura científica impregnaram a sua obra com contribuições da biologia, cibernética, matemática, filosofia e sociologia. Piaget foi considerado por muitos autores de psicologia como o "Einstein da Psicologia"

Escreveu 70 livros e 200 artigos, alguns dos quais contaram com a colaboração de Barbel Inhelder. Entre eles, destacam-se: Seis Estudos de Psicologia, A construção do Real na Criança, A Epistemologia Genética, O Desenvolvimento da Noção de Tempo na Criança, Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente, A Equilibração das Estruturas Cognitivas, O desenvolvimento da lógica.

Teoria

Através de várias observações com seus filhos, e principalmente com outras crianças, Piaget deu origem à Teoria Cognitiva, onde demonstra que existem quatro estágios de desenvolvimento cognitivo no ser humano: Sensório-motor, Pré-operatório, Operatório concreto e Operatório formal.

Fonte: winkipédia

1. Comportamentalismo



O foco é a transmissão de conteúdos


Quem foi o pai da idéia: o psicólogo norteamericano Burrhus Frederic Skinner (1904-1990).

O que diz: que é possível modelar o indivíduo, condicionando seus comportamentos. Para tanto, devem-se utilizar os estímulos e reforços adequados. Segundo Skinner, todo comportamento é determinado pelo ambiente, mesmo que a relação do indivíduo com esse ambiente não seja passiva, e sim de interação. Ou seja, um professor pode definir que resultado pretende alcançar com seus alunos e oferecer-lhes os estímulos e recompensas adequados à medida que os alunos avançam.

Onde está o foco: nos conteúdos a serem transmitidos e no professor.

Qual é o papel do professor: o professor, ou até o livro didático, em alguns casos, é a autoridade máxima, detentora do conhecimento. O aluno é o aprendiz que deve absorver esse conhecimento quanto mais, melhor.

Como se ­aprende: por memorização e repetição. Sabe aquelas aulas de inglês em que a professora dizia: "Children, repeat after me..."?

Como se introduz um novo conceito: o professor faz um planejamento e apresenta os conceitos. Algo do gênero: "Crianças, hoje vamos estudar as equações de segundo grau".

Quais são os reflexos na sala de aula: as aulas, em geral, são expositivas, com o professor falando e a turma, de preferência, quieta. Erros são corrigidos imediatamente e recorre-se à repetição.

Que tipo de indivíduo espera-se for­mar: pessoas com vasto saber enciclopédico. Indivíduos focados no trabalho, que correspondem às demandas e se ajustam bem aos ambientes.

fonte: Educar para crescer.

Quem foi Skinner?
Pai do Behaviorismo
Burrhus Frederic Skinner (Susquehanna, Pensilvânia, 20 de Março de 1904 — Cambridge, 18 de Agosto de 1990) foi um autor e psicólogo estadunidense. Ele conduziu trabalhos pioneiros em psicologia experimental e foi o propositor do Behaviorismo Radical, abordagem que busca entender o comportamento em função das interrelações entre história filogenética e ambiental do indivíduo. Ele também escreveu trabalhos controversos nos quais advoga o uso de técnicas para a modificação de comportamento (principalmente o condicionamento operante) com o intuito de melhorar a sociedade e tornar o homem mais feliz. Contudo, a maior originalidade de seu trabalho (pouco reconhecida) é o tratamento dado à subjetividade humana, analisada segundo fatores histórico-ambientais envolvidos com o chamado comportamento verbal.

Fonte: Wikipédia