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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Atitvidades para trabalhar a noção de classificação


Atividade 1 : Figuras humanas recortadas de revistas
Explorar livremente o material
Dentre as figuras escolha 20
Tente arrumá-las de forma organizadas, separadas por diagramas- conjuntos
Como você pensou em fazer esta organização?
Dê um nome para um dos grupos. Qual foi o critério que você usou ?
Como poderia organizar de forma diferente usando outro diagrama?

Atividade 2: Objetos Livres
Explore livremente os objetos
Pegue cada um deles e diga tudo que vc conseguir sobre eles
Como vc pensou para fazer essa arrumação?
Separe os objetos em 3 grupos.
Cerque cada um dos conjunto com barbante e dê um nome para cada um deles.
Qual foi o critério usado?
Como poderai ficar organizado se separasse em 4 grupos? Experimente!
O que mudou e por que ?

Atividade 3: Repertório de aproximadamente 40 palavras
Confeccione em papel resistente e se puder, emplastifique, assim dura mais.
Faça uma exploração livre do material.
Escolha 20 palavras.
Tente arrumá-las de forma organizada.
Como vc pensou em fazer esta arrumação?
Agora encontre uma maneira de separar essas palavras em 2 grupos
Dê um nome para cada grupo
Qual o critério usado?
Experimente organizar em 4 grupos
Que nome vc daria aos grupos?

Atividade 4: material estruturado- Doces
Explore livremente este material e procure arrumá- lo de maneira mais organizada possível.
Observe a arrumação que vc fez e tente descobrir dois doces iguais. Se sentir necessidade, reorganize o material.
Você é proprietário de uma doceria e tem quatro prateleiras disponíveis para colocar todos os doces. Como ficariam arrumados?
Seu sócio resolveiu colocar estes mesmos doces em duas vitrines mosrte como ficaria a organização!

OBS:> Muitas atividades podem ser feitas com os blocos lógicos, que é ideal para trabalhar ordenação, seriação e classificação e todas podem ser feitas com gravuras!

Fonte: apostila da especialização em psicopedagogia!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Literatura Infantil- Medo do Medo



"Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiquíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida"
Tenho observado alguns esforços psicopedagógicos no sentido de tornar nossas crianças politicamente corretas - postura que muitas vezes nos transforma em seres tediosos, sem graça nem fervor. Contos de fadas, por exemplo, alimento da minha alma de criança, raiz de quase toda a minha obra adulta, sobretudo romances e contos, foram originalmente - dizem estudiosos -narrativas populares, orais, de povos muito antigos. Assim eles representavam e tentavam controlar seus medos e dúvidas, carentes das quase excessivas informações científicas de que hoje dispomos. Nascimento e morte, sexo, sol e lua, raios e trovões, o brotar das colheitas lhes pareciam misteriosos, portanto fascinantes.

Muito mais recentemente, escritores como Andersen e os irmãos Grimm adaptaram tais relatos ao mundo infantil e criaram suas maravilhosas histórias, que unem, como a vida real, o belo e o sinistro. Uma sereia quer pernas para namorar seu príncipe na praia, mas o sacrifício é terrível, a cada passo de suas novas pernas, dores inimagináveis a dilaceram. Uma princesa, sua família, séquito e criados do castelo dormem um sono profundo, maldição de uma fada má, e só serão libertados pelo príncipe salvador - que, é claro, sempre aparece. Branca de Neve, Rapunzel e dezenas de outros personagens alimentaram nossa fantasia e continuam a alimentar a das crianças que têm sorte, cujos pais e escolas lhes proporcionam contato cotidiano com esses livros.

Porém, faz algum tempo, há um movimento para reformular tais relatos, tirando-lhes sua essência, isto é, o misterioso e até o assustador. Lobos seriam bobalhões e vovozinhas umas pândegas, só existiriam fadas boas, e as bruxas, ah, essas passam a ser velhotas azaradas. Até cantigas de roda seculares tendem a ser distorcidas, pois atirar um pau num gato é uma crueldade, como se fosse preciso explicar isso para as crianças saberem que animais a gente ama e cuida - se é assim que se faz em casa.

Vejo em tudo isso um engano e um atraso. Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiquíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida, cujos perigos entram hoje em seus quartos, rondam escolas e clubes, esperam na esquina com um revólver na mão de um drogado, ou de um psicopata lúcido e frio, sem falar nos insidiosos pedófilos na internet.

Estamos emburrecendo nossas crianças e jovens, mesmo querendo seu bem? E, afinal, o que será o seu bem? Ignorar o que existe de sombrio e mau, caminhar feito João e Maria alegrinhos, não abandonados pelos pais, mas procurando borboletas no mato? Receio que a gente esteja cometendo um triste engano, deformando histórias e até cantigas que fazem parte do nosso imaginário mais básico com arquétipos humanos essenciais.

Em compensação, adolescentes e crianças procuram o encanto do misterioso lendo sobre vampiros, bruxos e avatares, vendo seus filmes e pesquisando na internet. Por que isso? - me perguntou recentemente um pai. Porque, neste momento de altíssima tecnologia, a alma humana busca a expectativa, o segredo e o susto. Precisa conhecer o mal para se acautelar e se proteger, o belo e o bom para crescer com esperança. Mas nós, pedagogos e pais, nem sempre seguros e informados, começamos a querer alisar excessivamente a estrada para eles, não lhes ensinando que o mal existe, assim como o bem, que o belo nos atrai, assim como o monstruoso, e que é preciso desenvolver discernimento (gosto dessa palavra), isto é, a capacidade de entender e distinguir o melhor do pior, a fim de fazer com mais clareza e segurança as inevitáveis escolhas.

Mas se, porque isso nos tranquiliza, tratamos as crianças como imbecis, e queremos nosso adolescente infantilizado por um longo tempo, exigindo-o cada vez menos em casa, na escola e nas universidades - embora deixando que se sexualize de forma precoce e criminosa -, vai ser difícil que tenham informação, capacidade de julgar e escolher, que seriam nosso maior e melhor legado para elas.

fonte : Educar para crescer

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Um livrinho suave- A vida é bela!



Um livrinho que encontrei xeretando a livraria, bem legal não é pedagógico, mas é bom para ler são dicas simples de a gente cuidar um pouco da gente, vc pode anotar e ler de ver em quando,colei umas no meu caderno de plano!
Obs.: sempre coloco frases, pensamentos, ditatos,dicas etc de forma aleatória) é legal!

Veja algumas...
1. Seja Simples.
2. Esforce- se 24 horas para não criticar alguém.
21. Releia O Pequeno Príncipe de Saint Exupéry
120.Confie nos outros espontâneamente.
132.Decore seu poema preferido.
144. Vá esperar seu amor na saída do trabalho...

Legal é bom fazer uma leitura dessas na vida!

Média de preço de 7.11 até 14.90- Clique aqui pra ver!

Boa Sorte

quinta-feira, 14 de maio de 2009

O teste da casa!

Primeiro desculpas a todos e todas, mas estava sem internet, mas agora vim com um material muito bom:


O TESTE DA CASA!

terça-feira, 5 de maio de 2009

Ações globais que auxiliam o desenvolvimento dos letramentos



Umas dicas que vi no livro que li é pequeno, prático para carregar e é objetivo eu sempre imprimo, recorto e colo as frases separas no cantinho das folha (uma em cada folha, enfeita é dá dicas) do meu caderno de plano diário, assim eu quando estou criando as atividades e dá uma luz, ajuda a refletir!

Bom proveito! Háaa quando comprei em novembro/08 custou 10 reias!

1. ler para a criança. Acompanhar no processo de leitura. Isso ajuda a perceber a importância do ato.
2. Ler narrativas de todas as fontes. Busque inicialmente narrativas curtas para que eles possam acompanhar. Aos poucos vá acrescentando dificuldades.
3.contar histórias para a cça ajuda a percepção da oralidade.
4. Permitir que as crianças contem, ao seu modo, história do seu dia a dia.
6.O desenvolvimento da escrita vem com a necessidade de a criança registrar coisas que houve.
7. Deixe a criança tentar a escrita livremente. Não lhe dê folhas com linhas no início. Isso ajuda a bloquear a liberdade da escrita
8. A caixa alta (letra impressa maiúscula- bastão) deve ser a forma de apresentar a letra. Substiua quando a cça já conseguir conhecê -la.
9.A letra cursiva é uma sequência da bastão, demora um pouco para estar firme.
12. Não priorize a grafia nesse momento. Priorize o pensamento linguístico. Pense no texto e não na frase ou palavra.
13. Corrija sim a produção das crinaças. Deixar erros nos materiais é negligência. Agora, faça isso de uma forma participativa, pouco traumática. Há várias técnicas de apontar um erro. Escolha a mais pedagógica para você.
14. Tarefa para casa vale a pena se a criança pode fazê -la. O auxílio hoje me dia é pouco por parte dos pais. Assim, caso a criança tenha muita tarefa que necessite de auxílio, ela irá fazê- la com cuidado, sem certeza, ou simplesmente não fazer, tenha sempre cuidado com a quantidade. Tarefa não pode ser castigo. É uma ajuda para formar a rotina de estudo. Opte por coisas dinâmicas
17. Não produza nenhum texo com as crianças sem antes fazer uma contextualização. Isto é incondicional.
18.Depois da contextualização vem o projeto para o desenvolvimento do texto.
20. Depois do projeto vem o texto desenvolvido.Haverá erros ortográficos, falta de coesão e coerência, mas a criança precisa parender a rever o próprio texto.
21. Depois da produção, vem a revisão que pode ser feita em conjunto ou individualmente.
22. Depois da correção por parte do aluno, o professor pode fazer uma correção coletiva par que todos possam acompanhar o processo na íntegra. Reestruturação textual é sempre mais interessante na coletividade.
23. O tema do texto é muito importante. Sem ele a criança não aprende coesão e coerência. Discuta o título com eles.
24. Use imagens sempre que julgar conviniente à contextualização ou ao desenvolvimento da narrativa.

Fonte: Livro- Desenvolvimento da Escrita.
100 propostas práticas para o trabalho com crianças de seis anos
autor: Geraldo Peçanha de Almeida.

domingo, 3 de maio de 2009

Sistema de Classificação de Jogos, Brinquedos e Materiais Pedagógicos




Este sistema foi desenvolvido com o objetivo de possibilitar a classificação de jogos, brinquedos e materiais pedagógicos. Para sua elaboração, foram considerados aspectos relativosao brinquedo, desde sua origem até a qualidade do estímulo que oferece a criança. A organização deste sistema tem po objetivo facilitar o acesso ao materil pelos educadores, assim sendo, a selação dos itens para CATALOGAÇÃO, obedeceu a vários critérios técnicos e de praticidade. Os dez primeiros intes referem se ao registro de informações sobre aspectos físicos dos brinquedos;os seguintes, referem - se a aspectos pedagógicos.
O sistema de classificação de jogos, brinquedos e materias pedagógicos é composto pelos seguintes itens, que poderão fazer parte de um livro registro para brinquedotecas, clinicas de psicopedagogia, escola, e até seu. (livro Tombo)

DESCRIÇÃO DE ITENS:
1. Número do registro: Este número corresponde ao registro feito por ordem de entrada, a data que o produto foi adquirido e posto em uso. Se houverem 2 brinquedos igual, cada brinquedo deve receber o "seu" número, isto é números diferente, para que se um sumir, perder se saiba.

2.Localização: Localização do brinquedo em caixa, gavetas, boxes... é identificado por uma letra de determinada cor que é escrita ao lado do número; a letra indica a coluna na estante e a cor indica a prateleira onde o brinquedo se encontra.

3.Data da entrada:É a referência ao dia da entrada em que está sendo feito o registro.

4.Nome do Brinquedo: É o nome que consta na embalagem e no catálago (se houver). Quando não há certeza sobre o nome, este deve ser escrtia de lápis no livro registro e o nome suposto também.

5.Fabricante e Local: O nome da indústria ou artesão que produziu o brinquedo e da cidade, estado e país onde foi feito o produto.

6.Código e Ano: Este intem refere-se ao código ou número de referência constante no catálago do fabricante e ao ano que o brinquedo foi fabricado.

7. Componentes: Nesta coluna é feita a descrição resumida das peças que compõem o jogo, incluindo- se i nmaterial que são feitos (cartaõ, plástico, madeira, pano...), o número de peças e sua forma e cor tratando- se de brinquedo confeccionado com sucata, uma outra listagem de materias é utilizada, pois além da qualidade da matéria prima, cataloga- se o tipo de objeto que foi transformado.

8. Embalagem: Descrição da embalagem, se existir: uma caixa de madeira, plástico ou cartão, se é um saquinho, ou se não existe embalagem.

9.Preço: Este ítem refere- se ao valor que o brinquedo custou na época que foi registrado.

10. Tipo: Este ítem refere- se as características dos brinquedos, jogos e materias pedagógicos quanto a forma de brincar que as instruções sugerem. Chamamos de JOGO ao brinquedo (ou atividade, baseado nas regras.
Qualquer material ou objeto pode ser utilizado tanto para um exercício didático quanto para uma brincadeira ou jogo. Mas o que caracteriza o jogo é a existência de regras e condições para que um participante seja ganhador.

Podemos Classificar os brinquedos em 26 tipos:
1. Blocos de Construção
2. Brinquedo de Afeto
3. Brinquedo de Armar
4. Brinquedo de berço
5. Brinquedo de Faz de conta:
6. Brinquedos de manipulação
7. Brinquedos de Montar
8. Brinquedo hipnótico
9. Brinquedo Musical
10. Brinquedo Pedagógico
11. Brinquedo Sonoro
12. Brinquedo de Sorte.
13. Jogo de Baralho
14. Jogo de Circuito
15. Jogo de Cooperação
16. Jogo de Destreza
17. Jogo de Dominó
18. Jogo de Loto
20. Jogo de Memória
21. Jogo de Perguntas ou respostas.
22. Material Pedagógico
23. Quebra Cabeças

Honras: Ao curso de Formação Ludica com o professor Marcos Teodorico Pinheiro de Almeida da Universiade Federal do Ceará -UFC, quem cursei em maio de 2004
Links sobre Marcos Teodorico:





O livro dele, sou fã dele mesmo e dai?
Na livraria Saraiva vende pela net


Bom também me informaram que: Este sistema de classificação foi criado por Nylse Cunha ,inclusive é parte do livro Brinquedoteca um mergulho no brincar.

sábado, 2 de maio de 2009

Jogos Matemáticos que eu uso em sala, e outros jogos legais

Ábaco






Teve origem provavelmente na Mesopotâmia, há mais de 5.500 anos. O ábaco pode ser considerado como uma extensão do ato natural de se contar nos dedos. Emprega um processo de cálculo com sistema decimal, atribuindo a cada haste um múltiplo de dez. Ele é utilizado ainda hoje para ensinar às crianças as operações de somar e subtrair.

JOGO DO NUNCA 10 (DEZ)





Eu prefiro no ábaco aberto esse que está ai em cima:




Nunca 10
Objetivos:
- Construir o significado de Sistema de Numeração Decimal explorando situações-problema que envolvam contagem;
- Compreender e fazer uso do valor posicional dos algarismos, no Sistema de Numeração Decimal.
Material:
Ábaco de pinos – 1 por aluno
2 dados por grupo
Metodologia:
Os alunos divididos em grupos deverão, cada um na sua vez, pegar os dois dados e jogá-los, conferindo o valor obtido. Este valor deverá ser representado no ábaco. Para representá-lo deverão ser colocadas argolas correspondentes ao valor obtido no primeiro pino da direita para a esquerda (que representa as unidades). Após todos os alunos terem jogado os dados uma vez, deverão jogar os dados novamente, cada um na sua vez.
Quando forem acumuladas 10 argolas (pontos) no pino da unidade, o jogador deve retirar estas 10 argolas e trocá-las por 1 argola que será colocada no pino seguinte, representando 10 unidades ou 1 dezena. Nas rodadas seguintes, os jogadores continuam marcando os pontos, colocando argolas no primeiro pino da esquerda para a direita (casa das unidades), até que sejam acumuladas 10 argolas que devem ser trocadas por uma argola que será colocada no pino imediatamente posterior, o pino das dezenas.
Vencerá quem colocar a primeira peça no terceiro pino, que representa as centenas.
Com esta atividade inicial, é possível chamar a atenção dos alunos para o fato do agrupamento dos valores, e que a mesma peça tem valor diferente de acordo com o pino que estiver ocupando.
Possivelmente seja necessário realizar esta atividade mais de uma vez. É importante que os alunos possam registrá-la em seus cadernos, observando as estratégias e os pontos obtidos por cada um dos jogadores, etc.
Contando os objetos
Objetivos:
- Realizar contagens, utilizando a correspondência biunívoca (um a um);
- Construir o significado de Sistema de Numeração Decimal explorando situações-problema que envolvam contagem;
- Compreender e fazer uso do valor posicional dos algarismos, no Sistema de Numeração Decimal.
Material:
objetos
ábaco de pinos (1 por aluno)
Metodologia:
Poderão ser selecionados na classe objetos (lápis de cor, giz, pedaços coloridos de papel, borrachas, etc.) em quantidades superiores a 10 unidades, ou poderá ser pedido aos alunos que tragam objetos (bolinhas de gude, figurinhas, botões, tampinhas, moedas, etc.) de casa para montar uma "coleção". Os alunos deverão contar esses objetos, a princípio um a um, registrando a quantidade obtida no ábaco (lembrando que não podem deixar mais de 10 argolas num mesmo pino). Posteriormente, os alunos deverão encontrar outras formas de contar a quantidade de objetos que possuem. Pode-se propor ou aceitar contagens de 2 em 2, de 3 em 3, de 4 em 4..., até que os alunos percebam que quando têm quantidades maiores que 10, podem registrá-las diretamente no pino das dezenas.
Operações
Objetivos:
- Compreender e utilizar as técnicas operatórias para adição e subtração com trocas e reservas;
- Compreender e fazer uso das regras do Sistema de Numeração Decimal;
- Fazer uso de material semi simbólico para registro de cálculos de adição e subtração;



Material Escala Cuisenaire:









Quem inventou o material Cuisenaire?


Origem
O material cuisenaire foi criado pelo professor belga Georges Cuisenaire Hottelet (1891-1980) Esse ai ao ladodepois de ter observado o desespero de um aluno, numa de suas aulas. Decidiu criar um material que ajudasse no ensino dos conceitos básicos da Matemática. Então cortou algumas réguas de madeira em 10 tamanhos diferentes e pintou cada peça de uma cor tendo assim surgido a Escala de Cuisenaire.
Durante 23 anos, Cuisenaire estudou e experimentou o material que criara na aldeia belga de Thuin. Só 23 anos depois da sua criação (a partir de um encontro com outro professor – o egípcio Caleb Gattegno), é que o seu uso se difundiu com enorme êxito. O egípcio, radicado na Inglaterra, passou a divulgar o trabalho de Cuisenaire – a quem chamava de Senhor Barrinhas. Levou apenas 13 anos para passar a ser conhecido nas escolas de quase todo o mundo.
Feito originalmente de madeira, o Cuisenaire é constituído por modelos de prismas quadrangulares com alturas múltiplas da do cubo – representante do número 1 –em 10 cores diferentes e 10 alturas proporcionais.
Introdução
O material Cuisenaire é constituído por uma série de barras de madeira, sem divisão em unidades e com tamanhos variando de uma até dez unidades. Cada tamanho corresponde a uma cor específica.
Uma adaptação desse material pode ser a sua confecção em papel quadriculado, o que ressalta o número de unidades correspondente a cada cor:


Atividades Propostas
Construindo um muro
Objetivo:
- Introduzir a operação de adição e a comutatividade.
Material:
- Material Cuisenaire
Metodologia:
O professor pode apresentar uma barra e pedir que os alunos construam o resto do muro, usando sempre duas barras que juntas tenham o mesmo comprimento da peça inicial
As adições cujo total é dez ou maior que dez, assim como as adições com três ou mais parcelas podem ser introduzidas com essa atividade.
Construindo um muro especial
Objetivo:
- Introduzir o conceito de multiplicação, enquanto soma de parcelas iguais.
Material:
Material Cuisenaire
Metodologia:
O professor pode pedir aos alunos que formem muros usando, por exemplo:
2 tijolos pretos
4 tijolos vermelhos
5 tijolos roxos
Após a realização das atividades concretamente, professor pode pedir que os alunos registrem como fizeram a construção do muro e discutir com seus alunos as formas de registro.





CARTAZ VALOR LUGAR (CAVALU) eu Chamo de QVL- Quadro de Valor e Lugar

O cartaz valor lugar, abreviadamente chamado de cavalu pode ser usado no trabalho com números (sistema de numeração) e operações. De fácil confecção o cavalu, pode ser confeccionado colando-se uma folha de papel pardo pregueado (cada prega pode ter aproximadamente a profundidade de 3 centímetros) sobre um pedaço de papelão ou uma folha de papel cartão. Depois deve-se fazer duas separações verticais, usando para isso fitas, durex colorido ou até mesmo tiras de papel colorido. Com esse cartaz e alguns palitos, pode-se representar os números no sistema posicional além de realizar principalmente as operações de adição e subtração.
Por ser um material de fácil confecção, cada aluno pode confeccionar o seu próprio cavalu.
A seguir apresentamos o cavalu representando o número 12:
Atividades propostas:
O cavalu é um material que pode ser utlizado como variação para atividades de Sistema de Numeração. Por isso, sugerimos, como atividades introdutórias, as mesmas realizadas com o ábaco e com o material dourado.
Para uma variação posterior, podem ser propostas atividades com a ordem do milhar, que foram pouco exploradas nos outros materiais.




GEOPLANO:





O geoplano é um material criado pelo matemático inglês Calleb Gattegno. Constitui-se por uma placa de madeira, marcada com uma malha quadriculada ou pontilhada. Em cada vértice dos quadrados formados fixa-se um prego, onde se prenderão os elásticos, usados para "desenhar" sobre o geoplano. Podem-se criar geoplanos de vários tamanhos, de acordo com o n.º de pinos de seu lado, por exemplo, 5x5, ou seja, cada lado do geoplano tem 5 pinos (pregos).
Atividades Propostas
QUE FIGURA É ESSA?
Objetivos:
Desenvolver a percepção visual de formas geométricas planas;
Comparar, ampliar e reduzir formas e figuras;
Fazer uso de nomenclatura adequada às formas;
Trabalhar com perímetro, lados e vértices.
Usar régua para desenhar.
Material:
Geoplano
Elásticos
Material para registro escrito.
Metodologia:
Esta atividade pode ser realizada em grupo, em duplas, ou individualmente.
O professor mostra uma forma já conhecida, pelo menos visualmente, ou seja, que eles conheçam e possam reproduzir, mesmo sem saber nomeá-las (quadrado, retângulo, trapézio, paralelogramo, hexágono, etc.)
No geoplano, usando 1 elástico, deverão reproduzi-la.
O professor pode sugerir que a figura deve ser montada utilizando um n.º de pregos. (se a figura mostrada estiver desenhada na malha pontilhada, facilitará a visualização da quantidade de pregos.)
Com a figura montada, o professor questiona o nome da figura; quantos lados ela tem; quantos pregos ela está tocando (possibilitando um 1º contato com a noção de perímetro).
A seguir, pergunta o que é preciso fazer para que essa figura fique maior.
Deixando-os explorar o geoplano, eles irão deslocar os elásticos para ampliá-la. Depois, pode pedir que a diminuam.
Daí, podem surgir questionamentos sobre quantos pregos foram usados na figura maior, e na menor, o que houve com as figuras – se ficaram iguais ou mudaram a forma.
Todas as questões podem ser registradas, e num segundo momento, as figuras formadas, desenhadas em quadriculados.







TANGRAN


O tangram é um quebra-cabeça chinês, de origem milenar. Ao contrário de outros quebra-cabeças ele é formado por apenas sete peças com as quais é possível criar e montar cerca de 1700 figuras entre animais, plantas, pessoas, objetos, letras, números, figuras geométricas e outros. As regras desse jogo consistem em usar as sete peças em qualquer montagem colocando-as lado a lado sem sobreposição.


Com o uso do tangram você pode trabalhar a identificação, comparação, descrição, classificação e desenho de formas geométricas planas., visualização e representação de figuras planas, exploração de transformações geométricas através de decomposição e composição de figuras, compreensão das propriedades das figuras geométricas planas, representação e resolução de problemas usando modelos geométricos. Esse trabalho permite o desenvolvimento de algumas habilidades tais como a visualização, percepção espacial, análise, desenho, escrita e construção. Se utilizado em terceiras e quartas séries pode envolver ainda noções de área e frações.



Este quebra-cabeça tem sido utilizado como material didático nas aulas de Artes e está cada vez mais presente nas de Matemática. O trabalho com o tangram deve em suas atividades iniciais visar a exploração das peças e a identificação das suas formas.Logo depois, se passa à sobreposição e construção de figuras dadas a partir de uma silhueta, nesse caso, cabe ao aluno reconhecer e interpretar o que se pede, analisar as possibilidades e tentar a construção. Durante todo esse processo, a criança precisa analisar as propriedades das peças do tangram e da figura que se quer construir, se detendo ora no todo de cada figura, ora nas partes.








Jogos que dispensam comentários:



1. Macaca ou Marelinha









Colaca- se os números nas casas, ou multiplos, triplos, resultados, enfim e a criança deve jogar a pedrinha na casa da resposta correta



2. Soma com dados (bozó)









Materiais:

Em educação pode -se usar quantos dados for o nível da turma:
Material:Um copo de arremesso – de preferência de couro
Dados comuns (bozó)Uma caderneta de anotação para cada Jogador (dupla).

Preparação:
Cada um coloca os dados no copinho de couro e emborca o copo na mesa, ou na rodinha e soma os pontos, a criança anota ganha quem tirar o número maior.




3. Bingo

O bingo é conhecido né??!! Os materiais são pedras numeradas até 80 e cartelas, milho, feijão ou outra coisa para marcar ganha quem preencher a cartela primeiro, é bem baratinho em centros comerciais acho que sai mais barato que fazer




4. Resta Um
Tem uns vendidos na feira de artesanato que tem o tabuleiro em pedra e os pinos são de bola de bude, bila, peteca! Chiquérrrrimos para dar de presente e por na mesa de centro da sala e nem são caros uns 25 reias!




Mas como é um jogo antigo também é vendido em casas de 1.99 que tanto pode jogar sozinho quanto em duplas, vc vai comendo as pinos até conseguir deixar a menor quantidade possível de pinos.



5.Can Can
Can-can é um jogo de cartas da Grow extremamente parecido com o Uno (Mattel) e o conhecido mau-mau (este último é jogado com cartas de baralho de 52 cartas).



eu adorrrrooo jogar isso! Jogo de Carta bom para a família toda, é relativamente barato se comparado a brinquedos de qualidade! Custa em média uns 30 reias, mas vale a pena viu contagia a família toda!


6. Háaa o jogo de cartas 21

Que bate o jogo quem formar 21 ou chegar mais próximo, sem estourar (passar)

7.Rummikub(Grow / 2 a 4 jogadores)Excelente jogo, baseado no jogo de cartas Mexe-Mexe. A base do jogo é o jogo de buraco, mas aqui os jogos não são de ninguém. O desafio é se livrar de suas cartas, conseguindo manter os jogos da mesa sempre coerentes com as regras. Um desafio de raciocínio. As fichas plásticas facilitam os procedimentos. É um dos jogos mais vendidos no mundo

8.*Tô paquerando com esse jogo* Eu querooooooo!

Jenga
Nesse envolvente jogo de destreza da Hasbro, todos vão ficar na ponta da cadeira, ansiosos pelo próximo passo. O desafio é retirar blocos da base para o topo da torre, que vai ficando cada vez mais instável. Sucesso nos Estados Unidos, já apareceu no Brasil com o nome de Torremoto.




9.Vários jogos de tabuleiro tradicionais também ajudam na matématica, nem precisa ser um XADREZ, já vale uma dama, ludo, seí lá aqueles kits de jogos tradicionais que nem são caros mas que refoçam a estratégia e com isso o raciocínio lógico matemático



Dica de Blog que descobri e achei bacana, menções honrosas e agradecimentos: Ludo Mania Os jogos Mais legais
















Friedrich Fröbel- Criador do Jardins de Infância




Friedrich Froebel
O criador dos jardins-de-infância defendia um ensino sem obrigações porque o aprendizado depende dos interesses de cada um e se faz por meio da prática
O alemão Friedrich Froebel foi um dos primeiros educadores a considerar o início da infância como uma fase de importância decisiva na formação das pessoas – idéia hoje consagrada pela psicologia, ciência da qual foi precursor. Froebel viveu em uma época de mudança de concepções sobre as crianças e esteve à frente desse processo na área pedagógica, como fundador dos jardins-de-infância, destinado aos menores de 8 anos. O nome reflete um princípio que Froebel compartilhava com outros pensadores de seu tempo: o de que a criança é como uma planta em sua fase de formação, exigindo cuidados periódicos para que cresça de maneira saudável. “Ele procurava na infância o elo que igualaria todos os homens, sua essência boa e divina ainda não corrompida pelo convívio social”, diz Alessandra Arce, professora da Universidade Federal de São Carlos. As técnicas utilizadas até hoje em Educação Infantil devem muito a Froebel. Para ele, as brincadeiras são o primeiro recurso no caminho da aprendizagem. Não são apenas diversão, mas um modo de criar representações do mundo concreto com a finalidade de entendê-lo. Com base na observação das atividades dos pequenos com jogos e brinquedos, Froebel foi um dos primeiros pedagogos a falar em auto-educação, um conceito que só se difundiria no início do século 20, graças ao movimento da Escola Nova, de Maria Montessori (1870-1952) e Célestin Freinet (1896-1966), entre outros.

Treino de habilidades
Por meio de brinquedos que desenvolveu depois de analisar crianças de diferentes idades, Froebel previu uma educação que ao mesmo tempo permite o treino de habilidades que elas já possuem e o surgimento de novas. Dessa forma seria possível aos alunos exteriorizar seu mundo interno e interiorizar as novidades vindas de fora – um dos fundamentos do aprendizado, segundo o pensador. Ao mesmo tempo que pensou sobre a prática escolar, ele se dedicou a criar um sistema filosófico que lhe desse sustentação. Para Froebel, a natureza era a manifestação de Deus no mundo terreno e expressava a unidade de todas as coisas. Da totalidade em Deus decorria uma lei da convivência dos contrários. Isso tudo levava ao princípio de que a educação deveria trabalhar os conceitos de unidade e harmonia, pelos quais as crianças alcançariam a própria identidade e sua ligação com o eterno. A importância do autoconhecimento não se limitava à esfera individual, mas seria ainda um meio de tornar melhor a vida em sociedade. Além do misticismo e da unidade, a natureza continha, de acordo com Froebel, um sistema de símbolos conferido por Deus. Era necessário desvendar tais símbolos para conhecer o que é o espírito divino e como ele se manifesta no mundo. A criança, segundo o educador, trazia em si a semente divina de tudo o que há de melhor no ser humano. Cabia à educação desenvolver esse germe e não deixar que se perdesse.
Educação espontânea
O caminho para isso seria deixar a criança livre para expressar seu interior e perseguir seus interesses. Froebel adotava, assim, a idéia contemporânea do “aprender a aprender”. Para ele, a educação se desenvolve espontaneamente. Quanto mais ativa é a mente da criança, mais ela é receptiva a novos conhecimentos. O ponto de partida do ensino seriam os sentidos e o contato que eles criam com o mundo. Portanto, a educação teria como fundamento a percepção, da maneira como ela ocorre naturalmente nos pequenos. Isso não quer dizer que ele descartasse totalmente o ensino diretivo, visto como um recurso legítimo caso o aluno não apresentasse o desenvolvimento esperado. De modo geral, no entanto, a pedagogia de Froebel pode ser considerada como defensora da liberdade. O educador acreditava que as crianças trazem consigo uma metodologia natural que as leva a aprender de acordo com seus interesses e por meio de atividade prática. Ele combatia o excesso de abstração da educação de seu tempo, argumentando que ele afastava os alunos do aprendizado. Na primeira infância, dizia, o importante é trabalhar a percepção e a aquisição da linguagem. No período propriamente escolar, seria a vez de trabalhar religião, ciências naturais, matemática, linguagem e artes. Froebel defendia a educação sem imposições às crianças porque, segundo sua teoria, elas passam por diferentes estágios de capacidade de aprendizado, com características específicas, antecipando as idéias do suíço Jean Piaget (1896-1980). Froebel detectou três estágios: primeira infância, infância e idade escolar. “Em seus escritos, ele demonstra como a brincadeira e a fala, observadas pelo adulto, permitem apreender o nível de desenvolvimento e a forma de relacionamento infantil com o mundo exterior”, diz Alessandra Arce. Froebel não fez a separação entre religião e ensino, consagrada atualmente, mas via a educação como uma atividade em que escola e família caminham juntas, outra característica que o aproxima da prática contemporânea.

Brinquedos criados para aprender



Froebel considerava a Educação Infantil indispensável para a formação da criança – e essa idéia foi aceita por grande parte dos teóricos da educação que vieram depois dele. O objetivo das atividades nos jardins-de-infância era possibilitar brincadeiras criativas. As atividades e o material escolar eram determinados de antemão, para oferecer o máximo de oportunidades de tirar proveito educativo da atividade lúdica. Froebel desenhou círculos, esferas, cubos e outros objetos que tinham por objetivo estimular o aprendizado. Eles eram feitos de material macio e manipulável, geralmente com partes desmontáveis. As brincadeiras eram acompanhadas de músicas, versos e dança. Os objetos criados por Froebel eram chamados de “dons” ou “presentes” e havia regras para usá-los, que precisariam ser dominadas para garantir o aproveitamento pedagógico. As brincadeiras previstas por Froebel eram, quase sempre, ao ar livre para que a turma interagisse com o ambiente. “Todos os jogos que envolviam os ‘dons’ começavam com as pessoas formando círculos, movendo-se e cantando, pois assim conseguiam atingir a perfeita unidade”, diz Alessandra Arce. Para Froebel, era importante acostumar as crianças aos trabalhos manuais. A atividade dos sentidos e do corpo despertaria o germe do trabalho, que, segundo o educador alemão, seria uma imitação da criação do universo por Deus.


Fonte: Educar para Crescer

4.Correntes pedagógicas: Waldorf



O professor acompanha a turma por sete anos


Quem foi o pai da idéia: o educador austríaco Rudolf Steiner (1861-1925)

O que diz: a vivência deve preceder a teoria. Deste modo, o método prevê que o currículo escolar deve ser individualizado e levar em conta apenas as necessidades de aprendizado do aluno em cada fase da sua vida.

Onde está o foco: no aluno e no tutor.

Qual o papel do professor: cada classe tem um tutor responsável por todas as matérias, que acompanha a mesma turma durante sete anos. "Nós precisamos ser uma referência de comportamento e disciplina para que o aluno possa se espelhar", justifica Alfredo Rheingantz, professor e membro da coordenação da Escola Waldorf Rudolf Steiner. Durante o período correspondente ao Ensino Médio, as classes ganham professores especialistas, mas continuam com um tutor.

Como se aprende: o ensino é dividido em ciclos de sete anos (de 0 a 7, de 8 a 14 e de 15 a 21 anos) e não há repetência, justamente para que as etapas de aprendizagem possam estar em sintonia com o ritmo biológico próprio de cada idade. Como não há provas, as avaliações são baseadas nas atividades diárias, que resultam em boletins descritivos sobre o comportamento, a maturidade e o aproveitamento dos estudantes.
Como se introduz um novo conceito: outra característica da pedagogia Waldorf é o ensino em épocas. Em vez de ter aulas de diversas disciplinas ao longo do dia ou da semana, o aluno passa quatro semanas apenas vendo uma única matéria. "Isso permite que o aluno lembre mais facilmente o que viu e aprofunde melhor os conteúdos", diz Rheingantz.

Quais são os reflexos na sala de aula: no primeiro ciclo, a ênfase é no desenvolvimento da coordenação motora e no despertar da memória. Como essa fase é dedicada principalmente às atividades lúdicas, ela não inclui o processo de alfabetização, que acontece apenas no segundo ciclo. Neste, que corresponde ao ensino fundamental, o foco é na educação dos sentimentos para que os alunos adquiram maturidade emocional. Daí a pedagogia Waldorf ser repleta de atividades artísticas, como música, teatro e artes plásticas, além de trabalhos manuais, como marcenaria, tricô e jardinagem.

Que tipo de indivíduo espera-se formar: o método Waldorf visa desenvolver a personalidade do aluno, florescendo nele a clareza do raciocínio, equilibro emocional e a iniciativa de ação. Ao final da escola, o estudante está pronto para exercitar o pensamento e fazer uma análise crítica do mundo.

Fonte: Educar para Crescer

Quem foi Rudolf Steiner?
Rudolf Steiner (Kraljevec, fronteira austro-húngara, 27 de Fevereiro de 1861 — Dornach, Suíça, 30 de Março de 1925) foi filósofo, educador, artista e esoterista. Foi fundador da Antroposofia, da Pedagogia Waldorf, da agricultura biodinâmica, da medicina antroposófica e da Euritimia.
A Pedagogia Waldorf é um dos desenvolvimentos das teorias de Rudolf Steiner, além da medicina antroposófica e a agricultura biodinâmica.

Introduzida por Rudolf Steiner em 1919, em Estugarda, Alemanha, uma das principais características da pedagogia é o embasamento na concepção de desenvolvimento do ser humano, criada pelo próprio Rudolf Steiner, que leva em conta as diferentes características das crianças e jovens, segundo sua idade aproximada. Um mesmo assunto é abordado várias vezes durante o ciclo escolar, mas nunca da mesma maneira, e sempre respeitando a capacidade de compreensão da criança.

Para atingir a formação do ser humano, a pedagogia atua no desenvolvimento físico, anímico e espiritual do aluno, incentivando o querer (agir) por meio da atividade corpórea das crianças em quase todas as aulas. O sentir é estimulado na constante abordagem artística e nas atividades artesanais específicas para cada idade. O pensar é cultivado paulatinamente, desde a imaginação incentivada por meio de contos, lendas e mitos – no início da escolaridade –, até o pensar abstrato rigorosamente científico do Ensino Médio (colegial).

Uma das características marcantes da Pedagogia Waldorf é o fato de não se exigir do aluno, ou cultivar precocemente o pensar abstrato (intelectual).
Uma escola que segue o modelo pedagógico Waldorf, na Alemanha.

Almeja-se que as aulas sejam um preparo para a vida. Procura-se desenvolver as qualidades necessárias para que os jovens floresçam e saibam lidar com as constantes e velozes mudanças que se apresentam no mundo, com criatividade, flexibilidade, responsabilidade e capacidade de questionamento.

Entende-se que o jovem, cada vez mais, precisa ser articulado e capaz de se comunicar claramente, tanto se abrindo para o que os outros têm a dizer como encontrando a melhor forma para expressar seus pensamentos ao mundo. Para tanto, a Pedagogia Waldorf, segundo seus adeptos, permanece revolucionária até os dias de hoje

3.Correntes Pedagógicas: Sócioconstrutivismo



O trabalho em grupo é uma ferrmenta-chave para a busca do conhecimento


Quem foi o pai da idéia: o psi­có­logo bielo-russo Lev ­Vygotsky (1896-1934).

O que diz: ele foca a inte­ra­ção. ­Segundo ­Vygotsky, todo apren­di­zado é neces­sa­ria­mente ­mediado – e isso torna o papel do ­ensino e do pro­fes­sor mais ativo do que o pre­visto por Pia­get. O apren­di­zado não se subor­dina ao desen­vol­vi­mento das estru­tu­ras inte­lec­tuais da ­criança, mas um se ali­menta do outro, pro­vo­cando sal­tos qua­li­ta­ti­vos de conhe­ci­mento. O ensino deve se ante­ci­par ao que o aluno ainda não sabe nem é capaz de apren­der sozi­nho. É a isso que se ­refere um de seus prin­ci­pais con­cei­tos, o de "zona de desen­vol­vi­mento pro­xi­mal", que seria a dis­tân­cia entre o desen­vol­vi­mento real da ­criança e ­aquilo que ela tem poten­cial de apren­der, ou entre "o ser e o tor­nar-se".

Onde está o foco: na inte­ra­ção. É na rela­ção aluno-pro­fes­sor e aluno-aluno que se pro­duz conhe­ci­mento.

Qual é o papel do pro­fes­sor: ele atua como media­dor entre o aluno, os conhe­ci­men­tos que este pos­sui e o mundo.

Como se ­aprende: obser­vando o meio, ­entrando em con­tato com o que já foi des­co­berto e orga­ni­zando o conhe­ci­mento junto com os ­outros (pro­fes­sor e turma).
Como se intro­duz um novo con­ceito: se as crian­ças vão apren­der sobre doen­ças, por exem­plo, pri­meiro o pro­fes­sor as ­coloca ­diante de pro­ble­mas para que os resol­vam com o que já sabem e mos­tra a elas a neces­si­dade de novos sabe­res, que terão de encon­trar de dife­ren­tes for­mas. Então, ele as auxi­lia nesse pro­cesso de busca de novos conhe­ci­men­tos. Eles podem tanto ir entre­vis­tar um ­médico (o pro­fes­sor orien­tará a turma sobre como fazer uma entre­vista), como con­sul­tar um livro ou a inter­net.

Quais são os refle­xos na sala de aula: há mais cola­bo­ra­ção e tra­ba­lhos em grupo. Parte-se do conhe­ci­mento coti­diano para se che­gar à pro­du­ção de conhe­ci­mento. O pro­fes­sor pro­põe tare­fas que desa­fiam os alu­nos. Erros são con­si­de­ra­dos parte do apren­di­zado – eles mos­tram ao pro­fes­sor como o aluno está racio­ci­nando. Os con­teú­dos são apre­sen­ta­dos por temas: ­aprende-se sobre escra­vi­dão, por exem­plo, inves­ti­gando como ela se deu em ­vários perío­dos, e não neces­sa­ria­mente pela ordem cro­no­ló­gica. Uti­li­zam-se, para isso, mui­tos mate­riais: repor­ta­gens, fil­mes, etc.

Que tipo de indi­ví­duo ­espera-se for­mar: pes­soas coo­pe­ra­ti­vas, que ­tenham com­pro­misso com o mundo e com o outro, que sai­bam tanto expor suas ­idéias ­quanto ouvir. Gente que não neces­sa­ria­mente terá um conhe­ci­mento enci­clo­pé­dico, mas que saberá como pro­cu­rar as infor­ma­ções que lhe fazem falta.



Quem foi Vigotsky?
Lev Semenovitch Vygotsky (variações de tradução encontradas: Vigotski, Vygotski ou Vigotsky) (russo Лев Семёнович Выготский, transliteração: Lev Semënovič Vygotskij, 17 de Novembro de 1896, Orsha — 11 de Junho de 1934, Moscou) foi um psicólogo bielo-russo, descoberto nos meios acadêmicos ocidentais depois da sua morte, causada por tuberculose, aos 37 anos. Pensador importante, foi pioneiro na noção de que o desenvolvimento intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais (e condições de vida).

Aprendizagem

As obras de Vygotsky incluem alguns conceitos que se tornaram incontornáveis na área do desenvolvimento da aprendizagem. Um dos conceitos mais importantes é o de Zona de desenvolvimento proximal, que se relaciona com a diferença entre o que a criança consegue realizar sozinha e aquilo que, embora não consiga realizar sozinha, é capaz de aprender e fazer com a ajuda de uma pessoa mais experiente (adulto, criança mais velha ou com maior faciidade de aprendizado, etc). A Zona de Desenvolvimento Proximal é, portanto, tudo o que a criança pode adquirir em termos intelectuais quando lhe é dado o suporte educacional devido. Este conceito será, posteriormente desenvolvido por Jerome Bruner, sendo hoje vulgarmente designado por etapa de desenvolvimento. Outra contribuição vygotskiana de relevo foi a relação que estabelece entre pensamento e linguagem, desenvolvida no seu livro "Pensamento e Linguagem".

O conceito de síntese também pode ser encontrado largamente na sua obra. O autor define a síntese não apenas como a soma ou a justaposição de dois ou mais elementos, e sim como a emergência de um produto totalmente novo gerado a partir da interacção entre elementos anteriores.

Vygotsky particulariza o processo de ensino e aprendizagem na expressão obuchenie, uma expressão própria da língua russa que coloca aquele que aprende e aquele que ensina numa relação interligada. A ênfase em situar quem aprende e, aquele que ensina como partícipes de um mesmo processo corrobora com outro conceito chave na teoria de Vygotsky, a mediação, como um pressuposto da relação eu-outro social. A relação mediatizada não se dá necessariamente pelo outro corpóreo, mas pela possibilidade de interação com signos, símbolos culturais e objetos. Para Vygotsky a aprendizagem relaciona-se ao desenvolvimento desde o nascimento, sendo a principal causa para o desabrochar do desenvolvimento.

1. Comportamentalismo



O foco é a transmissão de conteúdos


Quem foi o pai da idéia: o psicólogo norteamericano Burrhus Frederic Skinner (1904-1990).

O que diz: que é possível modelar o indivíduo, condicionando seus comportamentos. Para tanto, devem-se utilizar os estímulos e reforços adequados. Segundo Skinner, todo comportamento é determinado pelo ambiente, mesmo que a relação do indivíduo com esse ambiente não seja passiva, e sim de interação. Ou seja, um professor pode definir que resultado pretende alcançar com seus alunos e oferecer-lhes os estímulos e recompensas adequados à medida que os alunos avançam.

Onde está o foco: nos conteúdos a serem transmitidos e no professor.

Qual é o papel do professor: o professor, ou até o livro didático, em alguns casos, é a autoridade máxima, detentora do conhecimento. O aluno é o aprendiz que deve absorver esse conhecimento quanto mais, melhor.

Como se ­aprende: por memorização e repetição. Sabe aquelas aulas de inglês em que a professora dizia: "Children, repeat after me..."?

Como se introduz um novo conceito: o professor faz um planejamento e apresenta os conceitos. Algo do gênero: "Crianças, hoje vamos estudar as equações de segundo grau".

Quais são os reflexos na sala de aula: as aulas, em geral, são expositivas, com o professor falando e a turma, de preferência, quieta. Erros são corrigidos imediatamente e recorre-se à repetição.

Que tipo de indivíduo espera-se for­mar: pessoas com vasto saber enciclopédico. Indivíduos focados no trabalho, que correspondem às demandas e se ajustam bem aos ambientes.

fonte: Educar para crescer.

Quem foi Skinner?
Pai do Behaviorismo
Burrhus Frederic Skinner (Susquehanna, Pensilvânia, 20 de Março de 1904 — Cambridge, 18 de Agosto de 1990) foi um autor e psicólogo estadunidense. Ele conduziu trabalhos pioneiros em psicologia experimental e foi o propositor do Behaviorismo Radical, abordagem que busca entender o comportamento em função das interrelações entre história filogenética e ambiental do indivíduo. Ele também escreveu trabalhos controversos nos quais advoga o uso de técnicas para a modificação de comportamento (principalmente o condicionamento operante) com o intuito de melhorar a sociedade e tornar o homem mais feliz. Contudo, a maior originalidade de seu trabalho (pouco reconhecida) é o tratamento dado à subjetividade humana, analisada segundo fatores histórico-ambientais envolvidos com o chamado comportamento verbal.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Nível Silábico


ò hoje não vai ter a postagem por que escrevi bem 2 horas e o bunitim do sistema apagouuuuuuuuuuuuu quase eu morro de raiva...! eu tinha resumidoooo tudo tudo tudo, mas prometo que amanhã no feriado me dedicarei a isso!


Aiiiiiiiiiiiiii que chato! Chato Chato! vou ver um pouco de novela com o Márcio Garcia para ver se passa minha tristezaaaaaaa

terça-feira, 28 de abril de 2009

PROPOSTAS PEDAGÓGICAS:


01. Poderá haver produção de textos desde o primeiro dia de aula à partir do desenho de uma história ouvida pela criança, em seguida, contadas por elas. A professora escreve a história no quadro e depois passa para a xerox para reproduzir e trabalhar com a classe.

02. O Texto deve ser escrito no quadro ou em cartaz, deve ser apresentado em letra cursiva e bastão.

03. Usar os 4 tipos de letras desde o primeiro dia de aula: maiúscula, minúscula, forma e cursiva.

04. O texto coletivo deve ser trabalhado em sala de aula durante vários dias, através de atividades em torno dele, enquanto apresentar interesse dos alunos.

05. Com as crianças mais difíceis, em especial valorizar os avanços delas.

06.Mesmo com as crianças pré - silábicas se deve trabalhar qualquer palavra e qualquer texto! (CONCORDOOOOO MUUUITO!)

07. Para que haja construções de linguagem escritas é necessário que as histórias sejam lidas e não só contadas.

08. Trabalhar quadrinhos e músicas como: "Era uma casa muito engraçada", é uma boa sugestão é uma ótima opção para trabalhar com crianças que estão passando do nível pré- silábico para o silábico.

09. A escrita do alunos silábico deve ser observada e sua interpretação deve ser anotada pelo professor.

10. Toda pergunta do aluno deve ser respondida.

11. Uma mesma atividade pode servir para alunos e qualquer nível do processo (pré - silábico, silábico, silábico alfabético e alfabético) contando que a professora provoque diferentemente, com questões e desafios adaptados a alunos em situações desiguais dentro da psicogênese (Esther Grossi)

12. Diariamente pedir que as crianças escrevam 1 letra, 1 palavra, 1 frase e 1 texto, mesmo as pré- silabicas.

13. Como moderadora a professora deve conseguir a participação de todas as crianças, a interação entre elas e orientar a discursão.

14.Na estrada, quando os materias são colocados em seus lugares, se verifica se estão todos em ordem e prontos para serem utilizados.

15. Ao terminarem as atividades é organizado e guardado o material utilizado e limpo o espaço.

16. Antes da merenda, se verifica se o ambiente está limpo.

17. Depois da merenda, as mesas devem ser limpas.

18. À saída, mais uma verificação geral é necessária e são recolhidos trabalhos e materias.

19. Ter um Cantinho de Leitura. Confeccionar junto com os alunos uma estante de caixas e arrumar livros variados para que o aluno possa ler ou folhear nos momentos ociosos em sala de aula.

20. Ter um cantinho ou caixinha do brinquedo com jogos de encaixe e/ ou contrução.


quarta-feira, 15 de abril de 2009

domingo, 12 de abril de 2009

Rotina- horário






ATIVIDADES QUE DESENVOLVAM AS ESTRUTURAS COGNITIVAS:
• TEMPO
• ESPAÇO
• MEMÓRIA
• CLASSIFICAÇÃO
• ORDEM
• CORRESPONDÊNCIA






ATIVIDADES QUE DESENVOLVAM A FUNCAO SIMBOLICA = REPRESENTAÇÃO MENTAL

IMITACAO
JOGO SIMBOLICO
DESENHO
IMAGENS MENTAIS






ATIVIDADES QUE DESENVOLVAM A PSICOMOTRICIDADE.


ARRANJOS DIDATICOS

• ATIVIDADES PERMANENTES
• PROJETOS PEDAGÓGICOS
• SEQÜÊNCIAS DE ATIVIDADES

• ATIVIDADES DE INICIATIVA DA CRIANÇA

• ATIVIDADES DE INICIATIVA DO(A) PROFESSOR(A)

• ATIVIDADES DE INICIATIVA PARTILHADA: PROFESSOR(A) E CRIANÇA

· ATIVIDADES COM TODO GRUPO

• ATIVIDADES EM DUPLAS

• ATIIDADES EM PEQUENOS GRUPOS

• ATIVIDADES INDIVIDUAIS

• ATIVIDADES QUE ATENDAM AS CARACTERÍSTICAS DO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA EM CADA IDADE




CONHECIMENTO DE MUNDO:

• MOVIMENTO
• MÚSICA
• ARTES VISUAIS
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
• NATUREZA E SOCIEDADE
• MATEMÁTICA









A rotina



Todo professor sabe que na vida temos uma rotina por um motivo obvio, que é a organização mental de ações seguintes para chegarmos a um ponto estabelecido, seja ela rotina da família de deixar crianças na escola, a rotina do horário de matérias do dia nos alunos de ensino fundamental e médio, rotina no trabalho... em fim, a rotina nada mais é que uma seguência de açõs que nos ajudam a organizar nossa vida por que já temos com antecipar o próximo acontecimento, para a criança isso é de suma importância, imagine que até ir á escola ela vivia em casa com irmãos e os pais em uma rotina de comer, brincar e dormir e na escola ou creche as atividades tem um objetivo dirigido de conhecimentos formais- cognitivos e psicomotorese são na maioria das vezes feitas coletivamente.



A rotina em sala ensina a criança a se antecipar (assim como os adultos) e sentir- se mais segura no outro ambiente longe dos pais, dando- lhe mais autonomia e capacidade para se organizar.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Incentivos!


48.

Festeje os sucessos - mesmo os pequenos! O encorajamento nunca é desperdiçado.



86.

Não se preocupe em defender ou explicar aquilo que faz. O bom ensino fala por si.



90.

Transforme as tarefas que não fazem parte do ensino em experiências da vida real. Mande um aluno fazer a chamada e, ao mesmo tempo, aprender a calcular a percentagem de presenças. Ponha à responsabilidade de alunos a angariação de fundos da turma e ensine-os a "guardar os livros".

Nem todas as lições têm de vir nos livros de texto.



91

Utilize o noticiário! Seja qual for a disciplina ou ano que ensinar, utilize os acontecimentos diários nas suas aulas.

Não só dá aos estudantes o hábito de se manterem informados, mas também liga a turma ao mundo real.



101.

Ponha muitas notas auto-colantes nos trabalhos dos seus alunos.



(in “501 Dicas para Professores” de Robert. D. Ramsey – Editora Replicação – Lisboa - 2001)

quarta-feira, 25 de março de 2009

Inteligências Multiplas



A Teoria das Inteligências Múltiplas, de Howard Gardner (1985)




Howard Gardner (Scranton, Pennsylvania, 1943) é um psicólogo cognitivo e educacional estado-unidense, ligado à Universidade de Harvard e conhecido em especial pela sua teoria das inteligências múltiplas. Em 1981 foi-lhe concedido um Prémio MacArthur.
O seu livro mais famoso é provavelmente Estruturas da Mente, de 1983, onde ele delineou sete dimensões da inteligência )inteligência visual / espacial, inteligência musical, inteligência verbal, inteligência lógica / matemática, inteligência interpessoal, inteligência intrapessoal e inteligência corporal / cinestética). Desde a publicação de Estruturas da Mente, Gardner propôs duas novas dimensões de inteligência: a inteligência naturalista e a inteligência existencialista. Os testes tradicionais de inteligência só levam em consideração das inteligências verbal e lógica / matemática. Essa nova teoria tornou-se conhecida como teoria das inteligências múltiplas.
Recentemente, escreveu um livro intitulado Changing Minds: The Art and Science of Changing Our Own and Other People's Minds (ISBN 1578517095).
Howard Gardner crê que todos temos tendências individuais (áreas de que gostamos e em que somos competentes) e que estas tendências podem ser englobadas numa das inteligências listadas acima.
Fonte: winkipédia

As implicações da teoria na educação

No campo educacional a Teoria das Inteligências Multiplas pode auxiliar pais, educadores, psicopedagogos apresentando alternativas nas seguintes práticas educacionais: métodos e avaliações, currículos: Educação em população portadora de deficiências e ambiente educacional proposto pela interdisciplinaridade (oficinas e projetos com temas transversais)


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Fonte: ABC Educatio ano 8 número 68 agosto / 07 pag 32

terça-feira, 24 de março de 2009

Avaliar para melhorar o planejamento

avaliação

avaliar
1 determinar o valor de
avaliar um diamante
2 calcular, estimar
avaliar os lucros de uma empresa


v. tr.,
determinar a valia ou o valor de;
apreciar o merecimento de;
aquilatar, reconhecer a força de, a grandeza de;
estimar, prezar;
orçar;
computar;v. refl.,
reputar-se;
ter-se em conta;
julgar-se como.



avaliação:

avaliação
s. f.,
ato de avaliar;
valor determinado pelos avaliadores;
estimativa;fig.,
apreciação;
estima.

A Avaliação das aprendizagens pode e deve ser um processo central na melhoria das aprendizagens dos alunos. A avaliação não deve ser confundida com a medonha PROVA, de caráter sumativa, isto é está particularmente ligada a classificação, seleção, exclusão e consequentemente punição de estudantes. Por outro lado a investigação (sondagem da aprendizagem- avaliação) organizada e desenvolvida, contribui para melhorar a aprendizagens dos alunos em geral e particularmente dos alunos que tem dificuldades.
Um professor que sempre avaliar seus alunos conhece bem mais a turma que aquele que simplesmente aplica a prova, logo terá aulas mais bem planejadas por que este saberá o que foi mais produtivo e repetirá a performance mais vezes, a avalição da aprendizagem deve ser uma coleta de dados para embasar o planejamento neste pensamento veja:


avaliação- diagnóstico- revisão do planejamento- resultados melhores

Tem professores que dizem assim:
Esse papo é muito bom para educação infantil, como posso fazer outra coisa se as instituições querem NOTA

faça atividades surpresas tipo dramatizações, debates, lance desafios e gratifique com pontos!

Ai outro professor diz:
Mas isso ele só faz por que vale ponto!
E dai? tudo na vida é assim uma coisa pela outra, o ser humano precisa de motivação
Se o professor tivesse um incentivo de premiações ele não mudaria?
O salário do professor não deveria ser um INCENTIVO?

Então o que quero é deixar meu pensamento é que se você fizer uma avaliação sempre que puder de formas diferentes, terá um retorno mais objetivo e se levar os resultados da avaliação durante a elaboração do seu planejamento até para o professor as aulas se tornarão mais prazerosas.

Como eu faço a valiação da escrita:

Hoje eu recolhi algumas escritas espontâneas dos alunos, (primeiro dia de aula da escola pública), vou contabilizar quantos alunos tem em cada nível de escrita para depois elaborar atividades, mas uma coisa foi boa, pouquíssimos pré silábicos no 1º ano sinal que já iniciarei com crianças que entendem a quantidade de sílabas seja elas relacionadas a som ou não, mas já contam pedacinhos.
Pode se recolher escrita dos alunos com qualquer auto ditado, eu prefiro os que tem escrita de palavras simples, canônicas (vogal + consoates) depois passo para as mais complexas.

Tipos de Avaliação: Somativa, Formativa e Diagnóstica
SOMATIVA
Somativa como próprio nome indica, tem como o objetivo representar um sumário, uma apresentação concentrada de resultados obtidos numa situação educativa. Pretende-se traduzir, de uma forma quantificada, a distância em que ficou de uma meta que se arbitrou ser importante atingir. Essa avaliação tem lugar em momentos específicos ao longo de um curso, como por exemplo, no final de um ano letivo.
Somativa: os testes ou provas constituem meios de se avalia apenas um aspecto do processo de aprendizagem, ou seja, o produto em relação ao desempenho, tendo em vista determinados conteúdos ou objetivos, em termos de progresso ou proficiência.
FORMATIVA
Avaliação formativa: em uma avaliação formativa interativa há procedimentos constantes e personalizados envolvendo professor e alunos, a partir de critérios não apenas normativos, mas principalmente pessoais, que irão envolver, da parte do professor, uma reflexão sobre si mesmo e sobre os alunos e, da parte dos alunos, uma auto-avaliação e uma avaliação do professor. A participação dos alunos no processo avaliativo é fundamental para que fique garantida a interação e a pluralidade de visões.
avaliação formativa não tem como objetivo classificar ou selecionar. Fundamenta-se nos processos de aprendizagem, em seus aspectos cognitivos, afetivos e relacionais; fundamenta-se em aprendizagens significativas e funcionais que se aplicam em diversos contextos e se atualizam o quanto for preciso para que se continue a aprender.
DIAGNÓSTICA
A Avaliação Diagnóstica tem dois objetivos básicos: identificar as competências do aluno e adequar o aluno num grupo ou nível de aprendizagem. No entanto, os dados fornecidos pela avaliação diagnóstica não devem ser tomados como um "rótulo" que se cola sempre ao aluno, mas sim como um conjunto de indicações a partir do qual o aluno possa conseguir um processo de aprendizagem.

sábado, 21 de março de 2009

ROTINA DIÁRIA PARA SALA DE AULA DE EDUCAÇÃO INFANTIL E FUNDAMENTAL i


Rotina
1. Cumprimentar os alunos
2. Fazer uma leitura, rodinha ou acolhida
3. Conversa informal, comentário e elogios
4. Agenda
5. Tarefa de casa
6. Leitura da Agenda- O que vamos fazer hoje
7. Explicação/ Correção da Tarefa de Casa do livro- Revisão
8. Escolha do Ajudante do Dia
9. Explicação do conteúdo de Linguagem
10. Atividade de Linguagem –Livro de sala
11. Manuseio de revista, livros, conversa entre amiguinhos enquanto os demais terminam
12. Lanche na Sala
13. Fila para o Refeitório
14. Relaxamento 15min.
15. Explicação de matemática, estudos sociais, ciências, religião, artes etc..
16. Atividade do conteúdo explicado
17. Brinquedo- tempo livre
18. Avisos e lembretes
19. Arrumar a sala
20. Saída

terça-feira, 10 de março de 2009

Diferenciar Letras e Números


Objetivo:
Levar o aluno a perceber o qu eé letra, o que é número e o que é somente um traço.

Material
Lista de palavras misturadas com sinais e números

Procedimentos
É comum logo após a percepção de quantidades mínimas de letras que uma palavra comporta, as crianças começarem a misturar letras e números e com outros gráficos que acreditam ser letras. Isso tudo é muito comum e normal. Essa atividade ajuda a desenvolver e percepção para essa particularidade. Selecione algumas palavras familiares a eles e escreva- as misturadas com outros símbolos;
1. O que é isso?
2. Para que serve?
3. Você já viu em algum lugar?