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terça-feira, 2 de agosto de 2011

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Literatura Infantil- Medo do Medo



"Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiquíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida"
Tenho observado alguns esforços psicopedagógicos no sentido de tornar nossas crianças politicamente corretas - postura que muitas vezes nos transforma em seres tediosos, sem graça nem fervor. Contos de fadas, por exemplo, alimento da minha alma de criança, raiz de quase toda a minha obra adulta, sobretudo romances e contos, foram originalmente - dizem estudiosos -narrativas populares, orais, de povos muito antigos. Assim eles representavam e tentavam controlar seus medos e dúvidas, carentes das quase excessivas informações científicas de que hoje dispomos. Nascimento e morte, sexo, sol e lua, raios e trovões, o brotar das colheitas lhes pareciam misteriosos, portanto fascinantes.

Muito mais recentemente, escritores como Andersen e os irmãos Grimm adaptaram tais relatos ao mundo infantil e criaram suas maravilhosas histórias, que unem, como a vida real, o belo e o sinistro. Uma sereia quer pernas para namorar seu príncipe na praia, mas o sacrifício é terrível, a cada passo de suas novas pernas, dores inimagináveis a dilaceram. Uma princesa, sua família, séquito e criados do castelo dormem um sono profundo, maldição de uma fada má, e só serão libertados pelo príncipe salvador - que, é claro, sempre aparece. Branca de Neve, Rapunzel e dezenas de outros personagens alimentaram nossa fantasia e continuam a alimentar a das crianças que têm sorte, cujos pais e escolas lhes proporcionam contato cotidiano com esses livros.

Porém, faz algum tempo, há um movimento para reformular tais relatos, tirando-lhes sua essência, isto é, o misterioso e até o assustador. Lobos seriam bobalhões e vovozinhas umas pândegas, só existiriam fadas boas, e as bruxas, ah, essas passam a ser velhotas azaradas. Até cantigas de roda seculares tendem a ser distorcidas, pois atirar um pau num gato é uma crueldade, como se fosse preciso explicar isso para as crianças saberem que animais a gente ama e cuida - se é assim que se faz em casa.

Vejo em tudo isso um engano e um atraso. Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiquíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida, cujos perigos entram hoje em seus quartos, rondam escolas e clubes, esperam na esquina com um revólver na mão de um drogado, ou de um psicopata lúcido e frio, sem falar nos insidiosos pedófilos na internet.

Estamos emburrecendo nossas crianças e jovens, mesmo querendo seu bem? E, afinal, o que será o seu bem? Ignorar o que existe de sombrio e mau, caminhar feito João e Maria alegrinhos, não abandonados pelos pais, mas procurando borboletas no mato? Receio que a gente esteja cometendo um triste engano, deformando histórias e até cantigas que fazem parte do nosso imaginário mais básico com arquétipos humanos essenciais.

Em compensação, adolescentes e crianças procuram o encanto do misterioso lendo sobre vampiros, bruxos e avatares, vendo seus filmes e pesquisando na internet. Por que isso? - me perguntou recentemente um pai. Porque, neste momento de altíssima tecnologia, a alma humana busca a expectativa, o segredo e o susto. Precisa conhecer o mal para se acautelar e se proteger, o belo e o bom para crescer com esperança. Mas nós, pedagogos e pais, nem sempre seguros e informados, começamos a querer alisar excessivamente a estrada para eles, não lhes ensinando que o mal existe, assim como o bem, que o belo nos atrai, assim como o monstruoso, e que é preciso desenvolver discernimento (gosto dessa palavra), isto é, a capacidade de entender e distinguir o melhor do pior, a fim de fazer com mais clareza e segurança as inevitáveis escolhas.

Mas se, porque isso nos tranquiliza, tratamos as crianças como imbecis, e queremos nosso adolescente infantilizado por um longo tempo, exigindo-o cada vez menos em casa, na escola e nas universidades - embora deixando que se sexualize de forma precoce e criminosa -, vai ser difícil que tenham informação, capacidade de julgar e escolher, que seriam nosso maior e melhor legado para elas.

fonte : Educar para crescer

terça-feira, 1 de junho de 2010

A Criação do mundo- Círculo, roda









Para ficar legal eu imprimi em papel durinho, colori, cortei e coloquei uma "bailarina" nem me lembro o nome de como chama, é tão antigo (rs), aquele grampinho de aço da cabeça redondinha que a gente usava em pastas, e nos buraquinhos de perfurador?

Pois é ficou ótimo!
Fonte: internet

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A história da Dona Baratinha



Em duas capas diferentes, eu gosto mais da que está abaixo
Obs: Escute a história da D. Baratinha na coleção Disquinho e vejam como é parecidíssima!






Todo mundo conhece e adora essa história, e hoje contei para os meus alunos, na escola a gente sempre faz fantoches, e esse tinha de papel e palito de churrasco na escola, eles amaram, nem piscaram! Vai a dica!

Bem li o reconto da Ana Maria Machado com Ilustrações de Maria Eugênia.

Este é o link dela ANA MARIA MACHADO

Bem vi no site da AMERICANAS DE 37.90

Como é um conto de carochia a gente encontra várias versões

Escutar em áudio na versão da Coleção Taba nº 36 para baixar

Na Versão da Famosa Coleção Disquinho para Baixar!
disquinho - Dona baratinha.mp3


Aqui direto do Youtube



Encontrei a versão de João de Barro!


A Historia da Baratinha - Classicos Infa - Barro, Joao De (8516013367)
João de Barro

João de Barro nasceu no Rio de Janeiro, em 1907. João de Barro é o pseudônimo do carioca Carlos Alberto Ferreira Braga. Também conhecido como Braguinha, foi um grande poeta e compositor brasileiro, responsável por algumas das mais famosas marchinhas de Carnaval de todos os tempos. Chegou a ingressar na faculdade de arquitetura, mas foi para a cena musical que João de Barro entrou definitivamente, deixando um rico legado para a música popular brasileira. Faleceu em 2006 no Rio de Janeiro.

Sinopse:
A baratinha, coitada, só pensava em se casar. Queria encontrar um bicho pra poder desencalhar. Mas ela era exigente, nem todo bicho servia. Ela queria saber que barulho ele fazia...


Editora: Moderna
Autor: BRAGUINHA & AVELINO GUEDES
ISBN: 8516013367
Origem: Nacional
Ano: 1995
Edição: 4
Número de páginas: 47
Acabamento: Brochura
Formato: Médio


Outras obras relacionadas com o autor João de Barro, clique aqui!!

e outros CLÁSSICOS INFANTIS! AMOOOOO Essa coleção da Moderna

Tem também a história em DVD da Vídeo Brinquedo
Dona Baratinha


Uma versão moderna e bem humorada da popular história de Dona Baratinha. Assim é este DVD interativo, em que a pergunta: Quem quer casar com a Dona Baratinha? ganha novas respostas e quem escolhe os pretendentes da protagonista é você.
Duração:55 minutos
Classificação:Livre
Idioma:Português
Legendas:Nenhuma

ESPERO QUE GOSTEM!



quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Livrinhos de Lendas!



Oie!
Gente todo ano é a messsma coisa, a gente querendo material para o foclore, principalmente as lendas que é o mais rico dos materias, pois encantam as crianças por serem cheias de magias, mistérios, mitos etc
eu comprei uma coleção dessas baratinhas que vem tipo em maletinhas de papelão, mas que pra mim valeu a pena, as histórias são curtinhas o livro com ilustrações nítidas e tal no meu vem até um cd :)

a minha custou 15 reias com aqueles vendedores que visitam as escolas com as coleções, mas minhas amigas tem outras, com lendas diferentes esta minha por exemplo não tem a da vitória régia, mas vai a dica do bom e barato!

As lendas que vinheram na minha coleção foram: (deixa ver se me lembro de todas!)



Títulos da coleção

* Quem é a mula-sem-cabeça
* Quem é o bicho -papão
* Quem é boitatá
* Quem é boto cor de rosa
* Quem é o bumba-meu -boi
* Quem é curupira
* Quem é lobisomem
* Quem é saci-pererê
* DVD com 8 desenhos animados
* DVD jogos
* DVD karaokê
* CD-ROM games
* CD-ROM videokê
* CD-ROM wallpapers
* CD-ROM desenhos para colorir e imprimir
* CD-ROM histórias contadas
* jogos online
* CD- Player músicas

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Lendas Indígenas_ Folclore


LENDAS INDÍGENAS

As lendas indígenas são histórias fantásticas cheias de mistério sobrenatural, ligadas à feitiçaria e à magia.

Nas nações indígenas essas histórias são muito importantes, possuem o poder de doutrinar os índios jovens e arredios. Algumas dessas histórias foram criadas a partir de fatos verídicos, acontecidos nas regiões onde viveram seus heróis antepassados, que se sobressaíram dentre os membros de sua tribo, pelo poder, beleza, bondade, caridade, ou outros feitos, e tornaram-se encantados.

Outras referem-se à flora e fauna da região, pois segundo suas crenças, tanto as plantas como os animais, os rios, os igarapés, os lagos, as cachoeiras e o mar, possuem os seus protetores que exigem respeito e inspiram temor. Dentre as lendas mais conhecidas estão:

ANHANGÁ

É um gênio andante, espírito arredio ou vagabundo, destinado a proteger os animais das matas. Ele aparece sob a figura de um veado branco, com olhos de fogo. Quando um caçador persegue um animal que está amamentando, corre o risco de ser atacado pelo Anhangá.

O BOITATÁ

É uma cobra de fogo "boiguaçu", que aparece deslizando pelas matas, espalhando clarões na noite. Quando morre, espalha uma luz que tem na barriga pela escuridão da noite carregada pelo vento. Essa luz é proveniente dos olhos dos animais de que ela se alimenta, principalmente dos gatos, que ela digere, mas conserva a luz. Às vezes o boitatá anda a pé, como um fantasma branco e transparente, de olhos grandes e furados, assustando animais e viajantes.

O BOTO

É o mais importante habitante encantado do rio Amazonas. Nas altas horas da noite, propriamente à meia noite ele se transforma em gente.

Anda em cima dos paus das beiradas do rio, de preferência sobre os buritizeiros tombados nas margens.

Veste roupa branca e usa um chapéu branco para ocultar uma abertura no alto da cabeça por onde sai um forte cheiro de peixe e hálito de maresia. Ele aparece nas festas tão elegante que encanta e seduz as donzelas. Dança a noite toda com as mais jovens e mais bonitas da festa. Sai com elas para passear e antes da madrugada pula na água e volta à forma primitiva de peixe, deixando as moças sempre grávidas.

Além de sedutor e fecundador é conhecido também como o pai das crianças de paternidade desconhecida, pois as mães solteiras o acusam de ser o pai de suas crianças.

O Boto-homem é obcecado por mulheres, sente o cheiro feminino a grandes distâncias. Para evitar que ele apareça esfrega-se alho na canoa, nos portos e nos lugares onde ele gosta de aparecer.

O CAIPORA

É um menino escuro pequeno e rápido, cabeludo e feio, fuma cachimbo, e sua função é proteger os animais da floresta, os rios, as cachoeiras.

Vive sondando as matas montado num porco, sempre com uma longa vara na mão. Quando o caçador se aproxima o caipora pressente sua chegada através do vento que lhe agita os cabelos. Então sai a galope no seu porco fazendo o maior barulho para espantar os veados, os coelhos, as capivaras e outros animais de caça. As vezes, o caçador, sem ver direito, corre atrás do próprio caipora que montado em seu porco faz zigue-zagues pelo mato até perder-se de vista.

O CAIRARA

Na tribo dos Bororós havia um pajé muito sábio. Ele vivia triste por ser gordo e por isso todos o chamavam de cairara. Certo dia, ele descobriu uma erva que os macacos comiam e os conservavam sempre esbeltos e ágeis. Resolveu tomar um chá feito da erva, para ver se ficava esbelto como os macacos.

Durante sete dias ingeriu a porção. Ficou esbelto, os cabelos finos se alongaram, as pernas encolheram. Ficou assustado quando viu que até um rabo começou a aparcer. Parou de beber a droga, mas a transformação continuou.

Hoje o cairara é uma espécie de macaco fino, inteligente e engenhoso que vive nas matas da Amazônia.

A CIDADE ENCANTADA

No Maranhão um pouco abaixo do rio Gurupi existe uma grande pedra negra. Os barcos de caboclos nunca passam à noite próximo a ela. Esta pedra tem uma grande caverna. Dizem que antigamente existiu uma cidade nesse lugar e o mar cobriu tudo, ficando só a ponta da pedra de fora. À noite se ouvem sons de instrumentos de música e até repiques de sino sair da pedra.

O CURUPIRA

É um ser do tamanho de uma criança de seis a sete anos, anda nu, é peludo como o bicho preguiça, tem unhas compridas e afiadas, o calcanhar para frente e os pés para trás.

Toma conta da mata e dos animais mora nos buracos das árvores que tem raízes gigantescas, muito comuns da floresta amazônica.

Ele ajuda os caçadores e os pescadores que fazem o seu pedido e em troca oferecem-lhe cachaça, fósforo e fumo. Este ofertório é para que o indivíduo tenha fartura nas caçadas, pescarias e roçados.

As pessoas que não tem devoção para com ele sentem medo, enjôo e náuseas a quilômetros de distância dele. Com essas pessoas ele brinca fazendo com que elas se percam na mata.

Para se livrar do curupira deve-se cortar uma vara fazer uma cruz e colocar em um rolo de cipó tumbuí, bem apertado. Ele vê esse objeto e procura desmanchar o enrolado, enquanto ele fica entretido a desmanchar o enrolado a pessoa tem tempo para fugir.

A GALINHA GRANDE

Nas estradas pouco trafegadas aparece um animal, sob a forma de uma galinha, acompanhado de uma grande ninhada de pintinhos. A galinha e os pintinhos vivem mariscando, e quando avistam ou são avistados por alguém, começam a crescer e acabam atacando o viajante, que tem que se defender com armas até eles desaparecerem.

O GUARANÁ

Numa aldeia indígena um casal teve um filho muito bonito, bom e inteligente. Era querido por toda a tribo. Por isso Jurupari, seu pai, começou a ter raiva dele, até que um dia transformou-se em uma cobra, permanecendo em cima de uma árvore frutífera.

Quando o menino ainda criança foi colher um fruto desta árvore, a cobra atirou-se sobre ele e o mordeu. Sua mãe já o encontrou sem vida. Ela e toda tribo choraram muito. Enquanto isso, um trovão rebombou e um raio caiu junto ao menino. Então a índia-mãe disse: - É Tupã que se compadece de nós. Plantem os olhos de meu filho, que nascerá uma fruteira, que será a nossa felicidade. - Assim fizeram e dos olhos do menino nasceu o guaraná.

IARA OU UIARA

É uma ninfa que habita as águas dos rios, dos lagos e das cachoeiras. Conhecida como a dama das águas ou mãe d'água.

Possui grande encanto e beleza, apresenta-se sob a forma de uma sereia, metade mulher e metade peixe. Com a sua formosura atrai o homem, deixando-o tonto de tanta paixão, e leva-o para o seu palácio encantado, que fica no fundo das águas e mata-o, depois de usufruir de deliciosos momentos de prazer e núpcias funestos.

O LOBISOMEM

A lenda do lobisomem (meio homem, meio lobo), diz que um homem se transforma em um porco comum, de grande tamanho, e aparece sempre nos caminhos usados pelos habitantes da região, nos dias de lua cheia a partir da meia-noite, soltando uivos que apavoram as pessoas que ouvem. Algumas pessoas o ouvem como se fosse um animal comendo ou roendo ossos. Quando isso acontece ele está preparado para atacar com suas unhas enormes e brigar com as pessoas que aparecem na rua. Ele ataca também animais domésticos como cachorros, gatos, vacas, cavalos.

A MANDIOCA

Numa tribo indígena a filha do Tuxaua deu à luz a uma menina branca como leite. O Chefe quis matar a filha, mas um moço branco lhe apareceu em sonho e lhe disse que a mãe da criança não era culpada.

A criança logo depois que nasceu começou a andar e falar. Mas não viveu muito tempo. Antes de completar um ano, morreu sem ter adoecido. O Tuxaua mandou enterrá-la na própria aldeia, e a mãe todos os dias lhe regava a sepultura, sobre a qual nascera uma planta que deu flores e frutos. Os pássaros que os comiam ficavam embriagados.

Certa vez a terra abriu-se ao pé da planta e apareceram as raízes. Os índios as colheram e viram que eram brancas como o corpo de Mani, e deram o nome de Maníoca (casa de Mani) ou corpo de Mani. E à planta deram o nome de maniva (Mandioca).

A PRINCESA DO LAGO

Por detrás da praia de Maiandêua, no município de Maracanã, existe um lago de águas claras e cristalinas, onde mora uma linda princesa loura, de uma beleza sem igual. Ela aparece todas as noites, às margens da lagoa usando um lindo vestido branco, passeia vagarosamente pela beira do lago e depois desaparece

SACI PERERÊ

É um diabinho muito peludo, muito esperto e travesso. Ele aparece sempre às sextas- feiras, à noite, pulando com uma perna só e mostrando seus olhinhos brilhantes e os dentes pontiagudos.

Usa uma camisa e uma carapuça vermelha na cabeça e traz em uma das mãos um cachimbinho de barro.

Sua tarefa é carregar para uma mata muito distante, crianças desobedientes e manhosas, gorar ovos de ninhadas, queimar balões, azedar leite, fazer o milho de pipoca virar piruá, e atacar os viajantes, pedindo fumo e fogo. Se alguém recusar o seu pedido, ele faz tanta cócega que a pessoa morre de tanto rir.

O UIRAPURU

Certa vez um jovem guerreiro apaixonou-se pela esposa do grande cacique, mas não podia aproximar-se dela. Então pediu a Tupã que o transformasse num pássaro. Tupã fez dele um pássaro de cor vermelho-telha. Toda noite ia cantar para sua amada. Mas foi o cacique que notou seu canto. Tão lindo e fascinante era o seu canto, que o cacique perseguiu a ave para prendê-la, só para ele.

O Uirapuru voou para bem distante da floresta e o cacique que o perseguia, perdeu-se dentro das matas e igarapés e nunca mais voltou. O lindo pássaro volta sempre canta para a sua amada e vai embora, esperando que um dia ela descubra o seu canto e seu encanto.

O VELHO DA PRAIA

Conta-se que uma casinha isolada na ponta sul da praia de Maracanã é mal-assombrada, pois pertence a um velho de longas barbas brancas, vestido com roupas velhas, apoiado a um grosso cajado de madeira, que aparece de vez em quando para expulsar quem quer que seja de sua casa e depois desaparece nas águas do mar.

O VELHO E O BACURAU

Um velho muito chato, vendo um bacurau (ave noturna) pular de um lado para outro, pôs-se a gritar.

- Tua boca é grande! Tua boca é grande! - Não, não é, respondeu o bacurau. Mas, como o bacurau ficou zangado, disse ao velho: - Vou te levar comigo! Vou te levar agora....

E agarrou o velho, levou-o para o meio do mato, subiu com ele bem para o alto. De repente soltou o velho. E ao sentir que ia se estrebuchar no chão abriu a boca e começou a gritar ... então o bacurau defecou na sua boca.

É por isso que boca de velho fede...

A VITÓRIA-RÉGIA

Contam que certa vez uma linda índia, apaixonada, quis transformar-se em estrela. Na esperança de ver seu sonho realizado, a linda jovem lançou-se às águas misteriosas do rio, desaparecendo em seguida.

Iaci, a lua que presenciou tudo, num instante de reflexão, apiedou-se dela por ser tão linda e encantadora. Deu-lhe como prêmio a imortalização aqui na terra. Por não ser possível levá-la para o reino astral, transformou-a em vitória-régia (estrela das águas), doou-lhe um adorável perfume e espalmou-lhe as folhas para melhor refletir sua luz, nas noites de lua cheia.

Fontes consultadas:

BEZERRA, Ararê Marrocos; PAULA, Ana maria T. de. Lendas e mitos da Amazônia. Rio de Janeiro: Demec, 1985. 102p.
CÂMARA CASCUDO, Luís da. Lendas brasileiras. Rio de Janeiro: Ed. de Ouro, 1984. 166p.
AS COMUNIDADES indígenas de Pernambuco. Recife: Condepe, 1981. 98p.

fonte:http://www.fundaj.gov.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=16&pageCode=308&textCode=855&date=currentDate

sexta-feira, 3 de abril de 2009

O Lobo e o Cordeiro


Mais uma história de Lobo...
Essa dai é um fábula deJean de La Fontaine , com adaptação de Monteiro Loubato

Na escola tem esse DVD acima, é bonzinho dá pra complementar a atividade.


Estava o cordeiro a beber água num córrego, quando apareceu um lobo esfaimado, de horrendo aspecto.
─ Que desaforo é esse de turvar a água que venho beber? ─ disse o monstro, arreganhando os dentes. ─ Espere que vou castigar tamanha má-criação!...
O cordeirinho, trêmulo de medo, respondeu com inocência:
─ Como posso turvar a água que o senhor vai beber se ela corre do senhor para mim?
Era verdade aquilo e o lobo atrapalhou-se com a resposta, mas não deu o rabo a torcer.
─ Além disso ─ inventou ele ─ sei que você andou falando mal de mim no ano passado.
─ Como poderia falar mal do senhor o ano passado, se nasci este ano?
Novamente confundido pela voz da inocência, o lobo insistiu:
─ Se não foi você foi seu irmão mais velho, o que dá no mesmo.
─ Como poderia ser seu irmão mais velho, se sou filho único?
O lobo, furioso, vendo que com razões claras não venceria o pobrezinho, veio com razão de lobo faminto:
─ Pois se não foi seu irmão, foi seu pai ou seu avô!
E ─ nhoque ─ sangrou-o no pescoço.

Contra a força não há argumentos.
Monteiro Lobato

OBS.:
Jean de La Fontaine
Escreveu o romance "Os Amores de Psique e Cupido" e tornou-se próximo dos escritores Molière e Racine. Com a queda do ministro Fouquet, La Fontaine tornou-se protegido da Duquesa de Bouillon e da Duquesa d'Orleans.

Em 1668 foram publicadas as primeiras fábulas, num volume intitulado "Fábulas Escolhidas". O livro era uma coletânea de 124 fábulas, dividida em seis partes. La Fontaine dedicou este livro ao filho do rei Luís 14. As fábulas continham histórias de animais, magistralmente contadas, contendo um fundo moral. Escritas em linguagem simples e atraente, as fábulas de La Fontaine conquistaram imediatamente seus leitores.

quarta-feira, 1 de abril de 2009


Olá eu e meus alunos adoramos essa animação é baseada na história do PATINHO FEIO




Sinopse
Feio (Kim Larney) é um pato recém-nascido bastante feio. A 1ª coisa que ele viu foi Ratso (Morgan C. Jones), um rato esperto e egoísta que sonha em trabalhar no showbizz e que caiu em cima de seu ovo. Feio logo passa a considerar Ratso como se fosse sua mãe. De início Ratso não gosta da idéia, mas aos poucos vai se afeiçoando a Feio e passa a lhe ensinar como se virar por conta própria.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Os Três Porquinhos

Para produção textual ou reconto escrito




Outra história linda de amor com porquinhos é Léo e Albertina, e os meus porquinhos, Dez porquinhos, Dez? todos da BRINQUE BOOK só procurar que aqui tem também!!

Jogo ou ativiadade para associar o nome a figura




Fichas de leitura para visualização nome- gravura
para reconto oral ou escrito através de imagens, ou reorganização das partes do conto e pode ser pintado pela criança






OS TRÊS PORQUINHOS
Os personagens do conto são três porquinhos - Prático, Heitor e Cícero - e um lobo mau, cujo objetivo era devorar os porquinhos(unffss). Ao decidirem sair da casa de sua mãe (em algumas versões, da avó), (lembrando que em algumas versões, eles recebem uma herança de sua mãe/vó para assim poderem construir as casas) eles foram construir cada um a sua própria casa.

Cícero, o mais preguiçoso, não se queria cansar e construiu uma cabana de palha. Heitor, decidiu construir uma cabana de madeira, enquanto Prático optou por construir uma casa melhor estruturada, com cimento e tijolos. Como a sua casa demorou mais tempo para ser construída, Prático muitas vezes via os irmãos divertindo-se enquanto se esforçava para terminar o trabalho.

Um dia o lobo surgiu e bateu na porta da casa de Cícero, que escondeu-se. Mas o lobo, com um assoprão, desfez a casa. Enquanto Cícero fugia, o lobo foi bater na porta de Heitor e, com dois assoprões, destruiu também a cabana de madeira.
O lobo queimando na panela

Heitor fugiu para a casa de Prático, onde já se encontrava Cícero. O lobo então foi à casa de Prático e tentou derrubá-la, sem sucesso. Após muitas tentativas, o lobo decidiu esperar a chegada da noite.

Quando anoiteceu, o lobo foi tentar entrar na casa descendo pela chaminé, mas começou a sentir cheiro a queimado. Era Prático que, com uma panela ao lume, estava a queimar a cauda do lobo. O lobo então fugiu assustado e nunca mais voltou,e eles viveram felizes para sempre.



(Irmãos Grimm)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Produção Textual


Bom olha só que maravilha essas figuras para produção de texto individual ou coletiva, dá para fazer com todos os quadrinhos ou escolher uns 3 ou 4 para os menores, porém não podemos esquecer que a escrita individual é uma faca de dois gumes, ela pode tanto revelar alguns alunos, como fazer a gente ficar super hiper chateada achando que aluno A ou B poderia estar melhor né, mas é o mal necessário e sabe o que mais, é a escrita espôntanea e a análise da palavra, frase e texto que tem dado bons resultados para mim, pois está ai minha sugestão!

sábado, 22 de novembro de 2008

Eu sugiro:





Leituras

Uns dois anos atras a prefeitura de Fortaleza enviou para as escolas municipais um exemplar do Livro infanto juvenil que conta um pouco da história dessa cidade, desde então todo aniversário da cidade nós educadores trabalhamos com esse livro é muito bom por que há quantidade sufuciente para cada sala e o trabalho fica rico, pesquisando pela internet e livrarias descobri que é um projeto da Editora Cortez, a coleção Nossa Capital tenho 2 exemplares e pretendo adqurir pelo menos um de cada região.


Quem ainda não ouviu a história desse casal apaixonado Léo e Albertina?( link para baixar em power point) Um lindo romance entre o porco Leo e a galinha Albertina, jogo virou, no segundo livro Divina Albertina ela vai ter que agradar ao Léo da editora BRINQUE- BOOK, custam em média 27,00 reias na Siciliano
Léo e Albertina:Leo é um porquinho apaixonado pela galinha Albertina. Leo não sabia como chamar a atenção de Albertina, pois ela nem notava sua presença. Então resolveu pedir conselhos a seus amigos. Será que alguém tinha uma boa idéia para dar a Leo?

“Leo e Albertina” aborda uma diversidade de sentimentos e nos fala sobre como, às vezes, nos comportamos tentando ser o que não somos ou fazer coisas que não sabemos apenas para receber a aceitação de uma pessoa ou de um grupo.

Divina Albertina:Albertina está tão apaixonada, mas tão apaixonada por Leo, que só pensa em ficar mais e mais bonita para agradá-lo: muda de cor, faz um novo penteado, troca a maquiagem, manda fazer roupas para lá de chiques. Mas, tão ocupada com o visual, Albertina nem ouve o que seu amado tem a lhe dizer, nem percebe que Leo a ama exatamente do jeito que é, sem tirar nem pôr. Pior: tão preocupada com a aparência, Albertina quase acaba faltando à festa de aniversário do seu grande amor, que vai acontecer com a presença de todos os seus amigos onde ele mais gosta: na lama.

O livro "Divina Albertina", de Christine Davenier, trata do amor e auto-estima, ensinando que, para agradar a quem nos ama de verdade, basta sermos nós mesmos. Por sua linguagem clara e objetiva, é uma história ideal para leitores iniciantes e para leitura compartilhada entre alunos da educação infantil.