
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Analfabetismo atinge 16 por cento da população mundial

A agência da ONU indica que, em 2008, eram 796 milhões os adultos analfabetos, na maior parte raparigas e mulheres. Mais de 412 milhões (51 por cento) vivem no sul da Ásia e 176 (21,4 por cento) na África subsariana. As duas regiões somam mais de 70 por cento da população mundial incapaz de ler ou escrever. Os maiores índices de analfabetismo entre a população adulta estão concentrados na África subsariana, destacando-se o Mali, com 74 por cento da população, o Burkina Faso e Níger, com 71 por cento. Entre os 11 países onde mais de metade dos habitantes não sabem ler ou escrever encontram-se o Chade (66 por cento), Etiópia (64 por cento) e Senegal (58 por cento).
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Caixinha que ajuda a criar estórias!
Olá a todos !
Faz tempo que não posto, mas hoje vale a pena como sempre! RSRS, andando por uma livraria como sempre gosto de fazer, futricar nas prateleiras de todas as áreas, até encontrei um livro legal sobre educação financeira, porém isso fica para outro post! Agora vou dar uma sugestão que considerei muito legal
Em sala de aula as vezes a gente fica sem idéais para histórias que devem ser diárias e acabamos por cair na repetição, ou só lendo livrinhos, podendo vincular na cabeça do aluno que só os escritores podem criar (inventar) histórias! Pois bem, na livraria achei isso! uma caixinha com cartõezinhos com sugestões para criação de histórias, vc pode ir tirando um por dia, pode pedir que um aluno crie em casa! Se ele já conseguir, ou pode fazer junto com a turma um texto coletivo! Veja o que encontrei na net sobre a caixinha!
Do site Crescer Notícias!
Imagine uma viagem de carro que se alongou um pouco mais ou aquela espera que parece eterna na antessala do consultório do pediatra. Ou algum outro momento que você precisa entreter seu filho, mas ainda assim procura uma forma criativa para isso. A Fantástica Fábrica de Histórias para Crianças vai ajudar muito. São 40 cartões com começos de histórias com muita variedade, de momentos engraçados até outros de provocar medo. O que importa é exercer a imaginação. Você pode pedir para a criança tirar um cartão ou você mesmo ler um início de enredo para ela. Depois, você, ele ou alguma outra pessoa ou criança por perto pode continuar a história do jeito que quiser.
Esse tipo de brincadeira funciona muito bem em família, aumenta o vínculo, cria chances para outras conversas, amplia o vocabulário e cutuca a criatividade e a curiosidade da criança. Além de ser uma ótima dica quando a criança estiver com uma porção de amigos.
>A Fantástica Fábrica de Histórias para Crianças, Ed. Matrix
No site da Cláudia...
A Fantástica Fábrica de Histórias Para Crianças (Matrix Editora)
Cartões com o início de contos estimulam a imaginação da garotada. A proposta dessa caixa é que os pequenos continuem as 40 histórias propostas.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Sugestão de blog- Vanda -Leitura e Bell- Músicas
Olá hoje queria citar dois trabalhos interessantes,
Háaa ela adoraria que vcs postassem alguma coisa inclusive sugestões de trabalhos com leitura! Vamos dá uma força? afinal Blog educativo é assim, pela qualidade e cooperação de boas coisas SEMPRE!
domingo, 3 de outubro de 2010
Ler igual está escrito, mas se a criança não entender ?
Comentários que considerei relevantes:
1. ler igualmente está escrito (algumas professoras resumem e simplificam justificando que os alunos não conseguem entender)
2. Mas as crianças precisam escutar textos por que são termos só usados em textos escritos
3. Para que a criança saiba escrever o texto, por que ela pode até ter as idéias mas não consegue transformar em texto.
4. Precisa saber identificar o que tem em cada tipo de texto: como no exemplo do conto de fadas com carruagem.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Livros infantins indicados pelo Folha
Buscar ilustrações e criar vínculo afetivo ajudam a formar crianças que gostam de lerFABIANA REWALD
DE SÃO PAULO
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Quando Luisa tinha seis anos, ouviu sua mãe contar uma versão de "A Bela Adormecida" que achou diferente. Era mais rica nos detalhes, trazia passagens que ela não conhecia.
A mãe, Maria José Nóbrega, autora de livros infantis e especialista em literatura, explicou que a versão se tratava de uma tradução do conto original dos irmãos Grimm. A partir desse dia, Luisa, que hoje tem 27 anos, passou a preferir sempre versões originais de clássicos.
Maria José explica que nem sempre as adaptações são ruins, mas que elas costumam ter reduções. Em alguns casos, passam por um filtro do "politicamente correto" que as empobrece.
"Os pais não devem se deixar levar pela onda do politicamente correto, porque os textos são simbólicos e as crianças não são tolas, sabem que aquilo não é real."
Apesar de o mercado editorial brasileiro ter diversas opções de bons livros novos, os clássicos continuam sendo recomendados pelos estudiosos de literatura infantil.
"Os clássicos ajudam no sentido de explicar situações típicas da infância, como o medo, o mal, o bom", diz Ana Teberosky, professora catedrática de psicologia evolutiva e de educação da Universidade de Barcelona.
Além disso, livros atuais fazem referência a eles, por isso é importante que a criança tenha esse repertório.
Para formar um adulto leitor, é interessante que o momento da leitura em família tenha um vínculo afetivo, diz Beatriz Cardoso, presidente do Cedac (Centro de Educação e Documentação para a Ação Comunitária). Regina Zilberman, professora-colaboradora da UFRGS (federal do Rio Grande do Sul) e especialista em literatura infantil, completa: "Às vezes, o livro é um elo de ligação entre adulto e criança e entre irmãos."
Frequentar livrarias e bibliotecas é importante para que a criança possa folhear os livros, criando uma relação mais íntima com eles, segundo Márcia David de Souza, coordenadora do maternal do Colégio Santo Américo (zona oeste de SP).
A imagem também é um fator de atração para a criança e facilita o entendimento da história, principalmente na fase de alfabetização. Angela Lago, uma das mais respeitadas ilustradoras de livros infantis, conta que tem essa preocupação. "Se você desenha bem, a imagem se torna uma mapa da leitura."
Os linvros indicados
"111 Poemas para Crianças", de Sérgio Capparelli - L&PM Editores
"365 Curiosidades sobre Animais" - Girassol
"A Arca de Noé", de Vinicius de Moraes - Companhia das Letrinhas
"A Bruxa Salomé", de Audrey Wood - Ática
"A Casa Sonolenta", de Audrey Wood - Ática
"A Formiguinha e a Neve", de João de Barro - Moderna
"A Galinha Ruiva", de Elza Fiúza - Moderna
"A História do Cão", de Berny Stringle e Jackie Robb - Ática
"ABC do Zoo", de Pedro Maia Soares - Companhia das Letrinhas
"ABC", de Tatiana Belinky - Elementar
"Adivinha Quanto Eu te Amo", de Sam McBratney - WMF Martins Fontes
"Alegria, Alegria" - Leitura
"Amigos do Peito", de Cláudio Thebas - Formato
"Animais Simpáticos, Comportamentos Estranhos", de Coleção Por Quê? - ABCPress
"Armazém do Folclore", de Ricardo Azevedo - Ática
"As Ciências Naturais de Tatsu Nagata", de Thierry Dedieu - Companhia das Letrinhas
"As Tranças de Bintou", de Sylviane A. Diouf - Cosac Naify
"Barulho Demais", de Max Velthuijs - Martins
"Barulho, Barulhinho, Barulhão", de Arthur Nestrovski - Cosac Naify
"Berimbau e Outros Poemas", de Manuel Bandeira - Nova Fronteira
"Bichionário", de Nilson José Machado - Braga
"Bichos da Minha Casa", de Roseli Tuan e Ana Michaelis - Callis
"Bichos do Jardim", de Roseli Tuan e Ana Michaelis - Callis
"Boa Noite, Marcos", de Marie-Louise Gay - Brinque-Book
"Boi da Cara Preta", de Sérgio Capparelli - L&PM Editores
"Bom Dia, Todas as Cores!", de Ruth Rocha - Quinteto Editorial
"Boniteza Silvestre - Poesia para os Animais Ameaçados pelo Homem", de Lalau e Laurabeatriz - Peirópolis
"Brasileirinhos", de Lalau - Cosac Naify
"Brincando com a Joaninha", de Francesca Ferri - Salamandra
"Bruxa, Bruxa, Venha à Minha Festa", de Arden Druce - Brinque-Book
"Chapeuzinho Amarelo", de Chico Buarque - José Olympio
"Chapeuzinho Vermelho", de Charles Perrault - Companhia das Letrinhas
"Chuva de Manga", de James Rumford - Brinque-Book
"Cinderela", de Marion Billet - Companhia das Letrinhas
"Clara", de Ilan Brenman - Brinque-Book
"Cocô de Passarinho", de Eva Furnari - Companhia das Letrinhas
"Cocô no Trono", de Benoit Charlat - Companhia das Letrinhas
"Coisas de Arrepiar", de Florence Parry Heide - Companhia das Letras
"Como Contar Crocodilos", de Maragaret Mayo - Companhia das Letrinhas
"Como os Dinossauros Dizem Boa Noite?", de Jane Yolen e Mark Teague - Globo
"Como? Onde? Por Quê?" - Girassol
"Contos de Bichos do Mato", de Ricardo Azevedo - Ática
"Contos de Grimm - volume 1 e volume 2", de Jacob e Wihelm Grimm - Ática
"Contos de Grimm", de Jacob e Wilhelm Grimm - Companhia das Letrinhas
"Contos de Grimm", de Jacob e Wilhelm Grimm - Ibep
"Cores das Cores", de Arthur Nestrovski - Cosac Naify
"Da Pequena Toupeira que Queria Saber Quem Tinha Feito Cocô na Cabeça Dela", de Werner Holzwarth - Companhia das Letrinhas
"De Letra em Letra", de Bartolomeu Campos de Queirós - Moderna
"Dez Sacizinhos", de Roberto Weigand e Tatiana Belinky - Paulinas
"Dezenove Poemas Desengonçados", de Ricardo Azevedo - Ática
"Diário de uma Minhoca", de Doreen Cronin - Companhia das Letrinhas
"Dona Baratinha", de Ana Maria Machado - FTD
"Duas Dúzias de Coisinhas À-Toa Que Deixam a Gente Feliz", de Otávio Roth - Ática
"Enciclopédia Mitológica - Fadas e Criaturas Mágicas", de Matthew Reinhart e Robert Sabuda - Salamandra
"Enrosca ou Desenrosca? Adivinhas, Trava-línguas e Outras Enroscadas", de Maria José Nóbrega e Rosane Pamplona - Moderna
"Eram Cinco", de Ernst Jandl - Cosac Naify
"Estela, Estrela-do-Mar", de Marie-Louise Gay - Brinque-Book
"Estela, Princesa do Céu ", de Marie-Louise Gay - Brinque-Book
"Fábulas de Esopo", de Russell Ash e Bernard Higton - Companhia das Letrinhas
"Festa da Salamandra", de Matt Mitter - Caramelo
"Festa no Céu", de Ana Maria Machado - FTD
"Filhotes de Bolso", de Margaret Wild - Brinque-Book
"Fiz Voar o Meu Chapéu", de Ana Maria Machado - Formato
"Fome de Urso?", de Heinz Janisch - Brinque-Book
"Gabriel", de Ilan Brenman - Brinque-Book
"Gato no Mato", de Sebastião Nuvens - Dubolsinho
"Girafas Não Sabem Dançar", de Giles Andreae - Companhia das Letrinhas
"Guilherme Augusto Araújo Fernandes", de Mem Fox - Brinque-Book
"Histórias à Brasileira - Vol. 1", de Ana Maria Machado - Companhia das Letrinhas
"Histórias de Bobos, Bocos, Burraldos e Paspalhões", de Ricardo Azevedo - Projeto
"Histórias Maravilhosas de Andersen", de Hans Christian Andersen - Companhia das Letrinhas
"João Felizardo, o Rei dos Negócios", de Angela Lago - Cosac Naify
"Joãozinho e o Pé de Feijão", de Ruth Rocha - FTD
"Jujubalândia", de Mariana Caltabiano - Brinque-Book
"Lá Vem História", de Heloisa Prieto - Companhia das Letrinhas
"Lé com Cré", de José Paulo Paes - Ática
"Leo e Albertina", de Christine Davenier - Brinque-Book
"Lua no Brejo com Novas Trovas", de Elias José - Projeto
"Macaco Danado", de Julia Donaldson - Brinque-Book
"Mais Brasileirinhos!", de Lalau - Cosac Naify
"Mamãe, Você me Ama?", de Barbara M. Joosse - Brinque-Book
"Mania de Explicação", de Adriana Falcão (Salamandra)
"Marcelo, Marmelo, Martelo e Outras Histórias", de Ruth Rocha - Salamandra
"Maria-Vai-com-as-Outras", de Sylvia Orthof - Ática
"Mas que Festa!", de Ana Maria Machado - Nova Fronteira
"Menina Bonita do Laço de Fita", de Ana Maria Machado - Ática
"Não Confunda", de Eva Furnari - Moderna
"Nestor", de Quentin Gréban - Brinque-Book
"Nicolau Tinha uma Ideia", de Ruth Rocha - Quinteto Editorial
"Novos Brasileirinhos", de Lalau - Cosac Naify
"O Batalhão das Letras", de Mario Quintana - Globo
"O Caso das Bananas", de Milton Célio de Oliveira Filho - Brinque-Book
"O Caso do Bolinho", de Tatiana Belinky - Moderna
"O Caso do Pote Quebrado", de Milton Célio de Oliveira Filho - Brinque-Book
"O Filho do Grúfalo", de Julia Donaldson - Brinque-Book
"O Frio Pode Ser Quente?", de Jandira Masur - Ática
"O Grande Rabanete", de Tatiana Belinky - Moderna
"O Grúfalo", de Julia Donaldson - Brinque-Book
"O Homem que Amava Caixas", de Stephen Michael King - Brinque-Book
"O Livro da Com-Fusão", de Ilan Brenman e Fê - Melhoramentos
"O Nabo Gigante", de Aleksei Tolstói - Girafinha
"O Peixinho do Arco-Íris", de Marcus Pfister - Amarilys
"O Pote Vazio", de Omer Demirkaya - Martins
"O que É que se Faz com um Penico?", de Marianne Borgardt - Salamandra
"O que É, O que É? - volumes 1, 2 e 3", de Ruth Rocha e Walter Ono - Quinteto Editorial
"O Ratinho, o Morango Vermelho Maduro e o Grande Urso Esfomeado", de Audrey e Don Wood - Brinque-Book
"O Rei Bigodeira e Sua Banheira", de Audrey Wood - Ática
"O Sabo Bocarrão", de Keith Faulkner - Companhia das Letrinhas
"O Sapo no Inverno", de Max Velthuijs - WMF Martins Fontes
"O Tesouro das Cantigas para Crianças - volumes 1 e 2", de organizados por Ana Maria Machado - Nova Fronteira
"Olha o Bicho", de José Paulo Paes - Ática
"Os Bichos Também Sonham", de Andréa Daher e Zaven Paré - WMF Martins Fontes
"Os Contos de Grimm", de Jacob e Wihelm Grimm - Paulus
"Os Músicos de Bremen", de Ruth Rocha - FTD
"Ossos do Ofício", de Gilles Eduar - Companhia das Letrinhas
"Ou Isto ou Aquilo", de Cecília Meireles - Nova Fronteira
"Outras Duas Dúzias de Coisinhas À-Toa que Deixam a Gente Feliz", de Otávio Roth - Ática
"Pato Atolado", de Jez Alborough - Brinque-Book
"Pedro e Tina - Uma Amizade Muito Especial", de Stephen Michael King - Brinque-Book
"Pêssego, Pera, Ameixa no Pomar", de Allan e Janet Ahlberg - Salamandra
"Poemas para Brincar", de José Paulo Paes - Ática
"Porcolino e Mamãe", de Margaret Wild - Brinque-Book
"Qual o Sabor da Lua?", de Michael Grejniec - Brinque-Book
"Quando Mamãe Virou um Monstro", de Joanna Harrison - Brinque-Book
"Que Horta!", de Tatiana Belinky - Paulus
"Quem Canta Seus Males Espanta 2", de Theodora Maria Mendes de Almeida - Caramelo
"Quem É Quem", de Lalau - Companhia das Letrinhas
"Quem Sou Eu?", de Gianni Rodari - Salamandra
"Rápido como um Gafanhoto", de Don Wood - Brinque-Book
"Salada, Saladinha - Parlendas", de Maria José Nóbrega e Rosane Pamplona - Moderna
"Tanto, Tanto!", de Trish Cooke - Ática
"Tatus Tranquilos", de Florence Breton - Companhia das Letrinhas
"Um Jeito Bom de Brincar", de Elias José - FTD
"Um Monstro Debaixo da Cama", de Angelika Glitz e Imke Sonnichsen - Martins
"Um Porco Vem Morar Aqui!", de Claudia Fries - Brinque-Book
"Uma Boa Cantoria", de Ana Maria Machado - FTD
"Uma Letra Puxa a Outra", de José Paulo Paes - Companhia das Letrinhas
"Viagem pelo Brasil em 52 Histórias", de Silvana Salerno - Companhia das Letrinhas
"Vice-Versa ao Contrário", organização de Heloisa Prieto - Companhia das Letrinhas
"Viviana - Rainha do Pijama", de Steve Webb - Salamandra
"Você Diz que Sabe Muito, Borboleta Sabe Mais!", de Ricardo Azevedo - Moderna
"Você me Chamou de Feio, Sou Feio Mas Sou Dengoso!", de Ricardo Azevedo - Moderna
"Você Troca?", de Eva Furnari - Moderna
"Volta ao Mundo em 52 Histórias", de Neil Philip - Companhia das Letrinhas
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Literatura Infantil- Medo do Medo

"Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiquíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida"
Tenho observado alguns esforços psicopedagógicos no sentido de tornar nossas crianças politicamente corretas - postura que muitas vezes nos transforma em seres tediosos, sem graça nem fervor. Contos de fadas, por exemplo, alimento da minha alma de criança, raiz de quase toda a minha obra adulta, sobretudo romances e contos, foram originalmente - dizem estudiosos -narrativas populares, orais, de povos muito antigos. Assim eles representavam e tentavam controlar seus medos e dúvidas, carentes das quase excessivas informações científicas de que hoje dispomos. Nascimento e morte, sexo, sol e lua, raios e trovões, o brotar das colheitas lhes pareciam misteriosos, portanto fascinantes.
Muito mais recentemente, escritores como Andersen e os irmãos Grimm adaptaram tais relatos ao mundo infantil e criaram suas maravilhosas histórias, que unem, como a vida real, o belo e o sinistro. Uma sereia quer pernas para namorar seu príncipe na praia, mas o sacrifício é terrível, a cada passo de suas novas pernas, dores inimagináveis a dilaceram. Uma princesa, sua família, séquito e criados do castelo dormem um sono profundo, maldição de uma fada má, e só serão libertados pelo príncipe salvador - que, é claro, sempre aparece. Branca de Neve, Rapunzel e dezenas de outros personagens alimentaram nossa fantasia e continuam a alimentar a das crianças que têm sorte, cujos pais e escolas lhes proporcionam contato cotidiano com esses livros.
Porém, faz algum tempo, há um movimento para reformular tais relatos, tirando-lhes sua essência, isto é, o misterioso e até o assustador. Lobos seriam bobalhões e vovozinhas umas pândegas, só existiriam fadas boas, e as bruxas, ah, essas passam a ser velhotas azaradas. Até cantigas de roda seculares tendem a ser distorcidas, pois atirar um pau num gato é uma crueldade, como se fosse preciso explicar isso para as crianças saberem que animais a gente ama e cuida - se é assim que se faz em casa.
Vejo em tudo isso um engano e um atraso. Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiquíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida, cujos perigos entram hoje em seus quartos, rondam escolas e clubes, esperam na esquina com um revólver na mão de um drogado, ou de um psicopata lúcido e frio, sem falar nos insidiosos pedófilos na internet.
Estamos emburrecendo nossas crianças e jovens, mesmo querendo seu bem? E, afinal, o que será o seu bem? Ignorar o que existe de sombrio e mau, caminhar feito João e Maria alegrinhos, não abandonados pelos pais, mas procurando borboletas no mato? Receio que a gente esteja cometendo um triste engano, deformando histórias e até cantigas que fazem parte do nosso imaginário mais básico com arquétipos humanos essenciais.
Em compensação, adolescentes e crianças procuram o encanto do misterioso lendo sobre vampiros, bruxos e avatares, vendo seus filmes e pesquisando na internet. Por que isso? - me perguntou recentemente um pai. Porque, neste momento de altíssima tecnologia, a alma humana busca a expectativa, o segredo e o susto. Precisa conhecer o mal para se acautelar e se proteger, o belo e o bom para crescer com esperança. Mas nós, pedagogos e pais, nem sempre seguros e informados, começamos a querer alisar excessivamente a estrada para eles, não lhes ensinando que o mal existe, assim como o bem, que o belo nos atrai, assim como o monstruoso, e que é preciso desenvolver discernimento (gosto dessa palavra), isto é, a capacidade de entender e distinguir o melhor do pior, a fim de fazer com mais clareza e segurança as inevitáveis escolhas.
Mas se, porque isso nos tranquiliza, tratamos as crianças como imbecis, e queremos nosso adolescente infantilizado por um longo tempo, exigindo-o cada vez menos em casa, na escola e nas universidades - embora deixando que se sexualize de forma precoce e criminosa -, vai ser difícil que tenham informação, capacidade de julgar e escolher, que seriam nosso maior e melhor legado para elas.
fonte : Educar para crescer
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Livro, leitura- Rápido como um gafanhoto
Este livro faz comparações entre opostos por meio da associação de determinadas características da personalidade humana com imagens de bichos. Abrindo o livro, a criança com certeza vai se reconhecer em uma duas ou, até mesmo, em todas as páginas.
As ilustrações são linda e pra quem não esta lembrando dos autores e ilustradores são os mesmo do livro A casa sonolenta, outro que também é muuuito bom!
Rápido Como um Gafanhoto
Este livro faz comparações entre opostos através da associação de determinadas características da personalidade humana com imagens de bichos. Abrindo o livro, a criança com certeza vai se reconhecer em uma, duas ou até mesmo em todas as páginas.
Propostas de atividades:
1. Listar as características de cada bicho da história e, depois, fazer um levantamento com a turma das palavras opostas (contrárias) que surgiram.
2. Conversar e registrar:
- O que é ser valente?
- O que é ser frágil?
- O que é ser quente?
- O que é ser triste?
3. Pedir aos alunos que imitem cada bicho que aparece na história através da expressão corporal.
4. Sugerir que a criança se desenhe e depois diga como ela é: "É assim que eu sou!"
5. Explorar os seguintes conteúdos:
- Animais e sua classificação
- Adjetivos/comparativos
6. Pesquisar e recortar de revistas imagens que "lembrem" as palavras: quieto, triste, feliz, valente, corajoso etc.
7. Montar um painel com todos os bichos e suas características, e pedir para os alunos que se desenhem ao lado do bicho com que mais se identificam.
Autor : Don Wood
Ilustrador : Audrey Wood
Tradutor : Gilda de Aquino
Temas : Animais Autoconhecimento Opostos
Recomendado para Educação Infantil e 1ª Série
Fonte: Site da editora brinque book
terça-feira, 2 de março de 2010
Fichas de leitura
Gente tô fazendo um projeto sobre o Maurício de Sousa e a Turma da Mônica e os meus alunos estão amando e tmb como fã incondicional eu me viro em 10000000 para buscar o máximo de atividades possível, compro gibis pra sortear dia de sexta feira, faço fichas de leituraaa
Háaaaaaaaaa as boas e velhas fichas de leitrura (tem um bom material sobre a turma da Mônica no blog é só xeretar)
bem eu peguei umas cartolinas e fiz umas fichas de mesmo tamanho e cor desta maneira:
1. Ficha do nome com a figura:
recortei de revistinhas de histórias em quadrinhos velhas os personagens da turma da Mônica mais conhecido, "estraguei- kkkkkk-, umas três eu acho, mas esperemmmmm já estavam gastas! Pois bem, ai escrevi em letra bastão o nome do personagem ex; figura da Mônica e do lado escrito MÔNICA.
2. Ficha só com o nome em letra bastão: escrevi os nomes dos mesmos personagens só que sem a figura, desta fiz em letra bastão
3. Ficha só com a palavra em letra cursiva :escrevi o nome dos personagens das fichas em letra cursiva (de mão) manuscrita.
4. Sugestão 1: pode- se fazer me letra de imprensa, essa do blog, usada em jornais e revista, usada pela IMPRENSAAAA! RS
5. Sugestão 2: Só com a imagem- este eu não fiz por que como foi recortada de revistas, não havia 2 figuras idênticas, mas se vc imprimir dá certinho.
6. Sugestão 3: Só com a SOMBRA, vc pega a imagem e imprime toda pretinha ou pinta a imagem de preto, para ficar igual a sombra da (O) personagem óootimo pra maternais!


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
10 dicas para ensinar seus filhos a (gostarem de) ler
Olha só o que eu encontrei pela net, é de um outro site, dai colei aqui, mas coloquei a fonte viu!
10 dicas para ensinar seus filhos a (gostarem de) ler
1. Escolha uma hora bem calma
Com as crianças, nós sabemos que há “horas calmas” e “horas agitadas”. Procure um lugar e uma hora calmos e sente-se com um livro. Dez a quinze minutos por dia é suficiente.
2. Faça da leitura um prazer
A leitura precisa ser algo prazeiroso. Sente com seu filho. Tente não fazer pressão se ele ou ela estiverem indispostos. Se a criança perder interesse, faça algo diferente.
3. Mantenha o fluxo
Se ele pronunciar uma palavra errada, não interrompa imediatamente. Ao invés disso, dê a oportunidade para auto-correção. É melhor ensinar algumas palavras desconhecidas para manter o fluxo e o entendimento da frase do que insistir em fazê-lo pronunciar o som exato das letras.
4. Seja positivo
Se a criança diz algo quase certo no início de uma frase, tudo bem. Não diga “Não, está errado”, mas sim “Vamos ler isso aqui juntos” e dê ênfase às palavras quando pronunciá-las. Aumente a confiança da criança com dizeres positivos a cada pequena melhoria que ela conseguir. “– Muito bom! Você aprende rápido!” “– Certo! Você é muito inteligente” etc.
5. Sucesso é a chave
Pais ansiosos para que seus filhos progridam podem, erroneamente, dar livros muito difíceis. Isso pode causar o efeito oposto ao que eles estão esperando. Lembre-se “Nada faz tanto sucesso quanto o sucesso”. Até que seu filho tenha adquirido mais confiança, é melhor continuar com livros fáceis. Pressioná-lo com um livro com muitas palavras desconhecidas não vai ajudar, muito pelo contrário. Não haverá fluxo, o texto não vai ser entendido e provavelmente a criança vai se tornar relutante com a leitura.
6. Visite a Biblioteca
Encorage seu filho a retirar livros na biblioteca pública. Leve-o até lá e mostre, com calma, tudo que ele precisa.
7. Pratique regularmente
Tente ler com seu filho todos os dias da semana. “Pouco, mas freqüentemente” é a melhor estratégia. Os professores da escola têm um tempo limitado para ajudar individualmente a leitura dos alunos.
8. Converse com o pimpolho
Provalvemente seu filho tem um dia de leitura na escola (Se não tem, vá lá e faça com que tenha, ora). Sempre converse com ele e faça comentários positivos. Assim a criança vê que você está interessado em seu progresso e que você valoriza a leitura.
9. Fale sobre os livros
Ser um bom leitor é muito mais do que simplesmente ler palavras corretamente. O mais importante é entender e refletir sobre o que está lendo. Sempre fale com seu filho sobre olivro, sobre as figuras, sobre as personagens, como ele acha que vai ser o final da história, sua parte favorita etc. Assim você vai ver como está o entendimento dele e poderá ajudá-lo a desenvolver uma boa interpretação.
10. Varie sempre
Lembre que as crianças precisam experimentar vários materiais de leitura. Por exemplo,livros só de figuras, quadrinhos, revistas, poemas e até os jornais (mostre a ele a parte com palavras cruzadas e, claro, as tirinhas e charges).
fonte: http://www.lendo.org/dicas-para-incentivar-a-leitura-nas-criancas/
quinta-feira, 2 de julho de 2009
leitura compartilhada
Esta atividade auxilia(objetivo)
No desenvolvimento do prazer pela leitura
na descoberta dos mundos imaginários
Você vai precisar de:
texto para leitura conjunta
Procedimentos:
Esta atividade consiste em o professor fazer leituras provocativas junto com os alunos. É fazer mais ou menos o papel de uma criança na fase de múltiplas e infinitas perguntas. Esse comportamento do professor, de questionar tudo que o texto apresenta, também possibilita que a criança viaje por lugares construídos com base nas indicações dadas pelo texto. A leitura compartilhada deve ter um roteiro livre de perguntas que poderão surgir do imaginário:
O que é isso?
Para que serve?
Por que aconteceu ?
Quem são os personagens?
Por que ele fez isso com ele (a)
Se não tivesse acontecido isso, como seria?
Foi correto?
quarta-feira, 29 de abril de 2009
A contribuição de Emilia Ferreiro e Colaboradores ao processo de alfabetização.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
A morte e o lenhador

Primeiro li este conto
Um velinho muito velho vivia de tirar lenha na mata. Os feixes, porém cada vez lhe pareciam mais pesados tropicava com eles, quase caía e um dia caiu de verdade, perdeu a paciência e lamentou- se amargamente:
- Antes morrer! De que me vale a vida, se nem com este miserável feixe posso? Vem, ó Morte, vem aliviar- me o peso dessa vida inútil.
Tentou erguer a lenha . Não pôde e, desanimado, invocou pela segunda vez a Magra:
- Por que demoras tanto, Morte? Vem já pedi, vem aliviar- me do fardo da vida. Andas pelo mundo a colher criancinhas e esqueces de mim que te chamo...
A Morte foi e apareceu- horrenda, escaveirada, com os ossos a chocalharem e a foice na mão.
Ao vê- la de perto o homem estremeceu de pavor, e mais ainda quando a Magra lhe disse, batendo os ossos do queixo:
- Cha-mas-te- me; a-qui es-tou!
O velho tremia, suava... E para sair - se dos apuros só teve esta:
-Chamei- te, sim, mas para me ajudares a botar esta lenha ás costas
Coleção Monteiro Lobato vol 04 - Fábulas e outras histórias ed. Brasiliense
2. Depois fizemos a conversa sobre a história , personagens o por quê das atitudes etc
3. Desenho da História
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Sítio do Pica Pau Amarelo- Monteiro Lobato-

Um calendário básico para o aluno, adoro trabalhar calendários eles aprendem a "ler " calendários, a analisar tábua de dupla entrada, diferenciar, dias, meses e anos e se sentem o máximo quando preenchem... Adoooro mesmo! lembrem- se que eu só posto aquilo que já testei, sempre coloco o meu aval, dizendo o que ficou ou não legal
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Melhores livros infantis segundo a revista Crescer!

Os 10 mais
Nessas páginas estão os dez livros mais citados. Tem poesia, conto, prosa. Clássico. Contemporâneo. Que faz pensar, sorrir, suspirar e emocionar. Para criança grande, pequena e também para o adulto (decidimos indicar idades em todos os 55 livros apenas como referência aos pais e não uma regra). Podem ser o início de uma biblioteca particular - ou pública. E, independente do estilo, são todos feitos para a criança morar, como desejou Monteiro Lobato.
Divulgação
Divulgação
Reinações de Narizinho (vol.1 e 2), de Monteiro Lobato (Editora Globo) e ilustrações de Paulo Borges
Narizinho, Pedrinho, Emília, Visconde de Sabugosa, Dona Benta e tia Nastácia mergulham em aventuras no Sítio do PicaPau Amarelo. Não dá para ficar imune ao texto de Lobato. Ele constrói histórias como quem tece uma renda, e faz parecer conversa de peixe conversa com besouro e idéias de boneca de pano com sabugo de milho parecer normal.
A partir de 6 anos.
Beto Tchernobilsky
Bisa Bia, Bisa Bel, de Ana Maria Machado (Editora Salamandra)
Na premiada obra, Bel se encanta por um retrato da sua bisavó, ainda criança. Ela nunca a conheceu, mas imaginar um relacionamento entre as duas faz com que Bisa Bia se torne uma grande amiga e confidente. A partir de 7 anos.
Beto Tchernobilsky
A Bolsa Amarela, Lygia Bojunga (Editora Casa Lygia Bojunga)
Em uma velha bolsa doada por uma tia, Raquel esconde três grandes vontades: a de crescer, a de ser garoto e a de se tornar escritora. Lygia aborda os conflitos internos e externos da personagem, por meio de amigos secretos, fantasias e questões do mundo real. As reflexões ajudam os pequenos a dialogarem com seus conflitos. O texto segue solto. Não dá vontade de largar. A partir de 8 anos.
Beto Tchernobilsky
Marcelo, Marmelo, Martelo e Outras Histórias, de Ruth Rocha e ilustrações de Adalberto Cornavaca, (Editora Salamandra)
O livro tem três histórias: Marcelo, Marmelo, Martelo, Teresinha e Gabriela e Os Donos da Bola. Nelas, os leitores conhecem crianças que se deparam com reveses comuns no universo infantil, como a dificuldade de diálogo entre adultos e crianças. Os desenhos expressam a vivacidade e inocência que envolvem estas lições.
A partir de 6 anos.
Beto Tchernobilsky
Ou Isto ou Aquilo, Cecília Meireles e ilustrações de Thaís Linhares (Editora Nova Fronteira)
É o único livro de poesia entre os dez mais citados. O texto de 1964 é atual e introduz a criança no jogo de palavras, no humor e na sensibilidade de Cecília Meireles, que instiga os leitores a notar, entre tantas coisas, que a vida é repleta de duras escolhas.
A partir de 4 anos.
Beto Tchernobilsky
Contos de Grimm, de Wilhelm e Jacob Grimm (Editora Cia. das Letrinhas)
Nesta versão, com tradução de Heloisa Jahn e ilustração de Elzbieta Gaudasinska, encontram-se alguns dos textos escritos pelos irmãos alemães, no século 19, a partir de histórias populares, como Branca de Neve e O Pequeno Polegar. Cheios de moral, caem bem para abordar conflitos e medos infantis. A partir de 4 anos.
Beto Tchernobilsky
Flicts, de Ziraldo (Editora Melhoramentos)
Era uma vez uma cor muito rara e muito triste que se chamava Flicts. Ela sofre por não se encaixar em lugar algum. Não está no mar, no arco-íris, nas bandeiras. Até que ela descobre a que veio e mostra que todos têm seu lugar especial no mundo.A partir de 4 anos.
Contos de Andersen, de Hans Christian Andersen (Editora Ática)
Com tradução de Mary França e belos desenhos de Eliardo França, a obra reúne, em dois volumes, alguns contos do dinamarquês, seguidor do estilo dos irmãos Grimm: O Patinho Feio, Soldadinho de Chumbo e As Roupas Novas do Imperador. Uma das características de Andersen é criar texto cheios de heroísmo dos oprimidos, além de abordar problemas como perdas e abandono. A partir de 4 anos.
Beto Tchernobilsky
O Menino Maluquinho, de Ziraldo (Editora Melhoramentos)
Alegria, carisma e esperteza em um menino bem maluquinho que cria sol em dias de chuva, abraça o mundo com as pernas, brinca com sua sombra, canta, distribui segredos. Com maestria, o autor trata de infância, felicidade e amadurecimento. A partir de 7 anos.
Beto Tchernobilsky
Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll (Cia das Letrinhas)
"Que graça tem um livro sem conversas ou figuras?" Assim começa a história de Alice, a menina que cai num poço e sai em outro mundo. Entre tantas, esta edição, contada por Ruy Castro e ilustrada por Laura Beatriz, foi citada pelos entrevistados como a melhor do clássico de 1862, primeiro grande título da Moderna Literatura Infantil. A partir de 9 anos.
MELHORES LIVROS INFANTIS DE 2008
> QUEM QUER ESTE RINOCERONTE? de Shel Silverstein Ed. Cosac Naify, R$ 39.
Um menino pergunta quem quer um rinoceronte e, a cada página, enumera várias de suas utilidades. No final, revela suas maiores qualidades: o animal é um grande amigo, companheiro e muito fácil de se amar. Há o nonsense na medida de Silverstein, quando o menino diz adorar usar o animal como abajur e brincar de tubarão. O texto é formado por rimas e frases curtas e, em todas as páginas, há desenhos em preto e branco feitos pelo autor. Os leitores podem identificar intensos sentimentos de amor e amizade. > A PARTIR DE 5 ANOS.
André Spinola e Castro
> CLARA de Ilan Brenman e ilustrações de Silvana Rando Ed. Brinque-Book, R$ 26,50.
Assobiar como o tio, dançar como o avô e mergulhar na piscina como o irmão são algumas das coisas que Clara quer fazer quando ficar maior. O livro expressa o desejo das crianças de crescer e mostra como os mais velhos, em atitudes cotidianas e despretensiosas, tornam-se referências no universo infantil. Aos pais, revela a importância de dar bons exemplos, mas de um jeito divertido. O melhor: neste mês, chega às livrarias Gabriel, o irmão de Clara.
> A PARTIR DE 4 ANOS.
André Spinola e Castro
> MENINA DAS ESTRELAS de Ziraldo Ed. Melhoramentos, R$ 59.
Ziraldo traça um perfil das meninas, abordando a infância e a passagem para a adolescência. O heroísmo dos pais, a cumplicidade entre amigas, o interesse pelos meninos, nada passa batido aos olhos deste mestre da compreensão e síntese do universo infantil. As ilustrações, do autor, são bastante expressivas e enriquecem as caracterizações. Para meninas compreenderem melhor seu universo. Ele vem numa lata e acompanha uma camiseta.
> A PARTIR DE 6 ANOS.
> A TOALHA VERMELHA de Fernando Vilela Ed. Brinque-Book, R$ 35.
Uma toalha vermelha cai da jangada de um pescador, no Nordeste brasileiro. A partir daí, faz uma longa viagem entre peixes, baleias, tubarões, mergulhadores e plantas aquáticas. Ela atravessa o mundo e vai parar na China, onde é fisgada pelo anzol de um pescador. Tudo contado exclusivamente por imagens. As crianças vão experimentar o gostinho de uma travessia subaquática e de explorar a fauna e a flora marinha.
> A PARTIR DOS 3 ANOS.
André Spinola e Castro
> OLEMAC E MELÔ de Fernando Vilela Ed. Cia. das Letrinhas, R$ 34.
Na Arábia Saudita, um camelo passava dias atravessando desertos, carregando mercadorias de um comerciante nada amigável. Em São Paulo, o camelô Melô atravessava diariamente a cidade para vender suas bugigangas. Certo dia, o camelo foge, entra em um navio, desce no Brasil, vai parar em São Paulo e conhece Melô. Eles descobrem ter muito em comum e iniciam uma grande amizade. Uma reflexão sobre a amizade e a busca de melhorias. E uma aula sobre a capital paulista. Ilustrações do autor.
> A PARTIR DE 5 ANOS.
André Spinola e Castro
> BUMBA-MEU-BOI de Stela Barbieri e ilustrações de Fernando Vilela Ed. Girafinha, R$ 28.
Mãe Catirina está grávida e deseja loucamente comer língua de boi. Ela convence o marido, Pai Francisco, a sair pelo mundo em busca de um boi muito especial. Ao encontrá-lo em uma festa popular, o marido enfrenta o que for preciso para conseguir a tal língua. No enredo, uma história folclórica, contada no Brasil em várias versões, desde o século XVIII. As ilustrações, com cores vibrantes e traços estilizados, são de Fernando Vilela.
> A PARTIR DE 5 ANOS.
> O JOGO DE AMARELINHA de Graziela Bozano Hetzel e ilustrações de Elisabeth Teixeira Ed. Manati, R$ 30.
No jogo de amarelinha riscado no chão pela madrasta, Letícia brinca. Seus atos, porém, guardam uma tristeza calada, a saudade da mãe falecida, o desgosto por ter a madrasta no lugar que era ocupado por quem tanto amava. A poesia aqui encaixa com delicadeza para a autora falar da dor da ausência e passa a idéia ao leitor de como o tempo pode ajudar nas difíceis mudanças. As ilustrações têm a mesma delicadeza do texto.
> A PARTIR DE 6 ANOS.
André Spinola e Castro
> MORCEGO BOBO, de Jeanne Willis e Tony Ross Ed. Martins Fontes, R$ 34,50.
Na floresta, um morcego é visto por outros animais como louco. Pudera! Para ele, que passa muito tempo pendurado, o céu fica lá embaixo e o chão, no alto. O guarda-chuva, ele usa para manter os pés secos. Os animais, incomodados com tamanhas incoerências, chamam a sábia coruja para examiná-lo. E ela revela: ele apenas enxerga as coisas por outro ângulo. A diversão acontece quando a criança tem de virar o livro de ponta-cabeça. As ilustrações são fundamentais para o vira-vira da história
> A PARTIR DE 3 ANOS.
André Spinola e Castro
> TODA CRIANÇA GOSTA de Beatriz Bozano Hetzel e ilustrações de Mariana Massarani Ed. Manati, R$ 38.
Neste livro, os pequenos leitores se deparam com coisas de que toda criança gosta: um segredo cochichado no ouvido, muita farra e confusão, arco-íris, cambalhotas, sair pra passear, ter uma história predileta, ganhar beijo de boa-noite. As ilustrações são grandes, coloridíssimas, bem-humoradas e – por que não? – até extravagantes, cheias de crianças de muitos tipos. Um livro para a garotada se encontrar com suas delícias preferidas e descobrirem outras tantas.
> A PARTIR DE 3 ANOS.
> A CASA DOS BEIJINHOS de Claudia Bielinsky Ed. Companhia das Letrinhas, R$ 39,50.
Um bebê cachorro quer ganhar beijinhos. Procura alguém nos ambientes de casa, mas só encontra animais, cujos beijos lhe causariam estranhezas. Em dado momento, encontra os pais, com seus tão deliciosos beijinhos. Para ajudar o cãozinho a encontrar os possíveis beijoqueiros, os leitores precisam erguer recortes de papel reforçado. É um livro-brinquedo resistente, que tem todas as páginas em capa dura.
> A PARTIR DE 8 MESES.
André Spinola e Castro
> SEU SONINHO, CADÊ VOCÊ? de Virginie Guérin Ed. Companhia das Letrinhas, R$ 42.
Neste livro-brinquedo, um jacaré não consegue cair no sono e sai pela floresta, gritando por todos os lados: “Seu Soninho, cadê você?”. Além de não achar Seu Soninho, ele incomoda vários animais. Até que todos resolvem cantar uma canção para ele dormir. As ilustrações são da própria autora e mostram inusitadas dobraduras e imagens que saltam da página. Ótimo para ser incorporado à rotina de bebês e de crianças pequenas antes de dormir.
> A PARTIR DE 1 ANO.
DE UM A DEZ de Bety Ann Schwartz e ilustrações de Susie Shakir Ed. Melhoramentos, R$ 41.
Cada página corresponde a um número, de um a dez, e traz à cena novos bichinhos. Esses visitantes surgem estampados em fitas que se projetam ao virar das páginas. No final, a surpresa: é só virar o livro de cabeça para baixo e recomeçar a leitura. Em contagem regressiva, a cada página virada os animais se retiram em suas fitas. Um livro-brinquedo criativo e atraente, que desperta o interesse por números.
> A PARTIR DE 1 ANO.
André Spinola e Castro
Usa o conto cumulativo para fixar a atenção das crianças até o final
> QUAL O SABOR DA LUA?, de Michael Grejniec Ed. Brinque-Book, R$ 26,50.
Os animais estavam curiosíssimos para saber o sabor da Lua. A tartaruga escalou uma enorme montanha e quase a alcançou. O elefante subiu na tartaruga, mas a lua se ergueu mais um pouco. Depois vieram a girafa, a zebra, o leão, a raposa. Na vez do rato, a lua achou desnecessário se mover e, então, ele conseguiu tirar um pedaço dela para todos provarem. Contos cumulativos sempre mexem com os leitores. Aqui, vão reconhecer o valor de uma iniciativa conjunta. As ilustrações são do autor.
> A PARTIR DE 3 ANOS.
André Spinola e Castro
> CASULOS de André Neves Ed. Global, R$ 27
Neste livro, composto apenas por imagens, uma menina interage com uma rosa vermelha e com uma borboleta cor-de-rosa. A rosa e a borboleta ora aparecem em quadros, ora tomam a dimensão da garota (ou será a garota quem assume o tamanho das pinturas?). As possibilidades de interpretação são várias e a cada leitura a interpretação é enriquecida. Uma narrativa aberta que permite que as crianças inventem suas próprias versões, em leitura criativa, livre e rica em elementos.
> A PARTIR DE 5 ANOS.
André Spinola e Castro
> BONITEZA SILVESTRE de Lalau e Laurabeatriz Ed. Peirópolis, R$ 24.
Neste livro, há poesias sobre 11 animais da fauna brasileira, incluindo arara-canindé, mico-estrela, iguana, cavalo-marinho e jabuti. Para cada um há uma poesia e, ao final, um pequeno texto com esclarecimentos sobre seus hábitos. Na obra toda, os autores passam conceitos preservacionistas, denunciando especialmente o tráfico de animais. Nas ilustrações, de Laurabeatriz, as crianças aprendem a identificar tais espécies.
> A PARTIR DE 4 ANOS.
> O CASO DA LAGARTA QUE TOMOU CHÁ-DE-SUMIÇO, de Milton Célio de Oliveira Filho e ilustrações de André Neves Ed. Brinque-Book, R$ 28,50.
Joaninha, preocupada, procura Dona Coruja. Por onde andaria a lagarta, que até a manhã em questão morava bem naquelas folhas? A coruja, desconfiada, foi investigar. Depois de abordar diversos animais, recebeu a dica do tucano: a lagarta tinha virado borboleta. Além de mostrar o ciclo de vida da borboleta, o livro inspira crianças a saírem em busca de respostas às suas dúvidas. Nas ilustrações, André coloca o seu tom de exagero que dá a graça certa à história.
> A PARTIR DE 3 ANOS.
André Spinola e Castro
> VOCÊ ME CHAMOU DE FEIO, SOU FEIO MAS SOU DENGOSO! de Ricardo Azevedo e ilustrações de Eva Furnari Ed. Moderna, R$ 22,50.
> VOCÊ DIZ QUE SABE MUITO, BORBOLETA SABE MAIS!, de Ricardo Azevedo e ilustrações de Mariana Massarani Ed. Moderna, R$ 22,50.
“Trouxe a cesta no sábado” e “A pata quebrou a pata” são algumas das brincadeiras com palavras presentes nestes livros. Pertencentes à Série do Zé Valente, os dois reúnem anedotas, contos populares, adivinhas, receitas e ditados, em torno de temas variados. Com linguagem acessível, leitura fácil, leve e divertida, estes livros têm o intuito de estimular o gosto pela leitura em crianças, com atrativos diferentes. As ilustrações são um argumento e tanto: são bastante coloridas, relativamente pequenas, numerosas e ressaltam o tom coloquial da obra.
> A PARTIR DE 7 ANOS
> O CASO DA LAGARTA QUE TOMOU CHÁ-DE-SUMIÇO, de Milton Célio de Oliveira Filho e ilustrações de André Neves Ed. Brinque-Book, R$ 28,50.
Joaninha, preocupada, procura Dona Coruja. Por onde andaria a lagarta, que até a manhã em questão morava bem naquelas folhas? A coruja, desconfiada, foi investigar. Depois de abordar diversos animais, recebeu a dica do tucano: a lagarta tinha virado borboleta. Além de mostrar o ciclo de vida da borboleta, o livro inspira crianças a saírem em busca de respostas às suas dúvidas. Nas ilustrações, André coloca o seu tom de exagero que dá a graça certa à história.
> A PARTIR DE 3 ANOS.
André Spinola e Castro
> VOCÊ ME CHAMOU DE FEIO, SOU FEIO MAS SOU DENGOSO! de Ricardo Azevedo e ilustrações de Eva Furnari Ed. Moderna, R$ 22,50.
> VOCÊ DIZ QUE SABE MUITO, BORBOLETA SABE MAIS!, de Ricardo Azevedo e ilustrações de Mariana Massarani Ed. Moderna, R$ 22,50.
“Trouxe a cesta no sábado” e “A pata quebrou a pata” são algumas das brincadeiras com palavras presentes nestes livros. Pertencentes à Série do Zé Valente, os dois reúnem anedotas, contos populares, adivinhas, receitas e ditados, em torno de temas variados. Com linguagem acessível, leitura fácil, leve e divertida, estes livros têm o intuito de estimular o gosto pela leitura em crianças, com atrativos diferentes. As ilustrações são um argumento e tanto: são bastante coloridas, relativamente pequenas, numerosas e ressaltam o tom coloquial da obra.
> A PARTIR DE 7 ANOS
> BALANÇO de Keiko Maeo e tradução de Diogo Kaupatez Ed. Cosac Naify, R$ 39.
A noite se aproxima. No parque, no balanço, há um garoto. No vaivém, a cidade balança, as sombras vêm e vão. Quase é possível mergulhar nas nuvens – e deixar pegadas no céu. Neste livro, em português e, no final, em japonês, o tom é poético. As frases são curtas e as ilustrações azuladas têm poucos elementos. Para crianças irem e virem no ritmo deste balanço, poético e sintético, criado e ilustrado pela autora com muita sensibilidade.
> A PARTIR DE 5 ANOS.
André Spinola e Castro
> O VENTO de Rui de Oliveira Ed. DCL, R$ 19.
Composto essencialmente por imagens, este livro faz sucessivas alusões ao vento. São folhas secas que invadem o quarto de uma garota ou uma única folha que sobrevoa um pedacinho de mar onde um menino empina pipa. Há folhas que atravessam campos onde um senhor perde um chapéu ou mesmo terrenos onde uma noiva lança seu buquê. Todas as ilustrações são aquarelas. Delicada opção para as crianças voltarem o olhar para a natureza.
> A PARTIR DE 7 ANOS.
André Spinola e Castro
> DIÁRIO DE BORDO DE NOÉ, de Francesca Bosca e ilustrações de Giuliano Ferri Ed. FTD, R$ 26,60
Noé faz um relato dos dias que passou em sua arca. Ele conta do anúncio de Deus, da construção da arca e do difícil convívio dos animais lá dentro. Havia muitas desavenças e um ambiente insuportável para todos, até o dia em que um elefante quase cai da arca. Vários animais se unem para salvá-lo e, daí em diante, o local fica tomado pela união e alegria. A obra mostra que a cooperação é o ótimo modo de se relacionar, mas, o melhor: tudo com muito humor.
> A PARTIR DE 5 ANOS.
> O REI MALUCO E A RAINHA MAIS AINDA de Fernanda Lopes de Almeida e ilustrações de Luiz Maia Ed. Ática, R$ 27,90.
A menina Heloísa estava prestes a dormir quando uma formiga falante apareceu em seu lençol. Depois de uma conversa sem pé nem cabeça, ela convida Heloísa para ir ao castelo do Rei Maluco. Heloísa embarca na aventura e conhece um reino onde todos são, digamos, um tanto excêntricos. As ilustrações são riquíssimas nos detalhes: você tem que ver muitas vezes. Uma brincadeira a mais.
> A PARTIR DE 6 ANOS.
André Spinola e Castro
> O CARTEIRO CHEGOU de Janet & Allan Ahlberg Ed. Companhia das Letrinhas, R$ 39.
Cachinhos Dourados manda uma carta para os três ursos, o advogado da Chapeuzinho Vermelho envia uma para o Lobo Mau e João (do Pé de Feijão!) manda um cartão-postal para o Gigante. Essas e outras correspondências estão em páginas-envelopes e cabe aos leitores retirá-las para leitura. Um olhar diferente para os contos de fadas e a brincadeira de provarem do gostinho de receber cartas provoca nos leitores uma participação ativa. As ilustrações são dos autores.
> A PARTIR DE 4 ANOS.
> NÃO VOU DORMIR de Christiane Gribel e ilustrações de Orlando Ed. Global, R$ 27.
A menina escova os dentes e vai para cama, garantindo que não está com sono. Mas suas pálpebras estão pesadas... O texto é curto e as ilustrações mostram o quarto sob o ponto de vista da garota. Conforme seus olhos vão se fechando, seu ângulo de visão vai se reduzindo, as imagens vão se fechando. Até que enfim ela fecha os olhos e a página fica negra.
> A PARTIR DE 3 ANOS.
André Spinola e Castro
> MINHA ILHA MARAVILHA de Marina Colasanti Ed. Ática, R$ 23,90.
Nas mais de 30 poesias do livro, a autora passeia por temas relacionados à natureza, cultura, cidades, casas, pessoas etc. Mais do que brincar com palavras, ela brinca com os mais diversos motivos e situações e surpreende o leitor, por exemplo, com uma borboleta que pousa em uma pintura ou com um leão de origami que morde o dedo de quem o cria. As ilustrações, em tons suaves e formas delicadas, são da própria autora.
> A PARTIR DE 6 ANOS.
André Spinola e Castro
> LUA NO BREJO COM NOVAS TROVAS de Elias José e ilustrações de Graça Lima Ed. Projeto, R$ 36.
Nos poemas deste livro, é possível encontrar uma série de referências a canções e ditos populares. Os temas mais recorrentes são os animais, os elementos da natureza e a família, sempre tratados com muito humor. Nas crianças, esses poemas são capazes de despertar a musicalidade e a percepção do ritmo que um conjunto de palavras pode gerar. Cada poema tem ao lado uma página inteira com ilustrações alegres e muito coloridas, feitas por Graça Lima.
> A PARTIR DE 5 ANOS.
André Spinola e Castro
> O MACACO FAZ DAS SUAS de Mary França e Eliardo França Ed. Global, R$ 25.
Os autores contam cinco histórias do folclore brasileiro, revelando tramas entre raposas, ratos, macacos e outros animais. Nos personagens, é possível identificar uma série de traços do comportamento e da personalidade humana. Em contato com esses enredos, as crianças são capazes de compreender com maior clareza o significado, por exemplo, de astúcia, ingenuidade, poder e vaidade.
> A PARTIR DE 6 ANOS.
> ZUBAIR E OS LABIRINTOS de Roger Mello Ed. Companhia das Letrinhas, R$ 31.
O Museu de Bagdá é saqueado. O menino Zubair encontra um tapete com um livro chamado Os Treze Labirintos. Ele foge com o tapete, que o conduz a histórias da antiga Mesopotâmia. Nas ilustrações, do próprio autor, há brincadeiras com labirintos. A apresentação do livro é provocadora e a leitura pode ser feita a partir da primeira ou da última página. Um livro inquieto e até enigmático, que enfatiza a importância da história e dos patrimônios culturais. > A PARTIR DE 8 ANOS.
André Spinola e Castro
> VALENTINA de Márcio Vassallo e ilustrações de Suppa Ed. Global, R$ 29.
Valentina era uma princesa, vivia em um castelo. Não saía de lá, apesar de seus pais, rei e rainha, trabalharem fora. Um dia, ela foi conhecer o que existia depois daquelas paredes. E viu além do seu castelo, além dos castelos vizinhos, além do morro carioca onde de fato morava. Valentina conheceu meninas que sonhavam em ser princesas, mas ela já era uma princesa e não tinha esse sonho. As ilustrações cuidadosamente escondem a brincadeira do texto.
> A PARTIR DE 6 ANOS.
André Spinola e Castro
> ISTO É UM POEMA QUE CURA OS PEIXES de Jean-Pierre Siméon e ilustrações de Olivier Tallec Edições SM, R$ 26.
Léo tem um peixe que está prestes a morrer de tristeza. Antes de sair, a mãe do garoto sugere: “Dê logo um poema para ele”. Léo sai em busca do tal poema. Procura na cozinha, no quarto, pergunta às pessoas e depois relata ao peixe as respostas encontradas. Ao ouvi-lo, o bichinho abre os olhos, declara-se poeta e, como mostram as ilustrações, sai nadando com seu dono. Mostra o valor da dedicação a algo e das palavras.
> A PARTIR DE 3 ANOS.
Fonte: Revista Crescer os 30 melhores livros infantis de 2008
domingo, 8 de março de 2009
Diferença entre letra, palavra e texto

Objetivos:
Reconhecer o qu eé uma palavra, letra e texto e que há diferentes tipos de textos e frases, mas a forma da letra é constante.
Materal:
*folha de cartolina ou papel maninha (madeira)
*amostra de diferentes tipos de texto (fábula, poesia, palavra retirada de um *rótulo, uma letra.
*tesoura e cola
Procedimentos:
1.Cole sobre a cartolina as diversas amostras de textos, plavra e letras,
2.Chame todos os alunos para que se aproximem e comece as indagações: Onde vocês acham que tem uma letra? uma frase ? Um texto?
3. O que vocês acreditam que está escrito?
5.Trabalhe o conceito de palavra e de texto: Qual a diferença do testo para a palavra e para a frase?
6. Ao fim da atividade você pode chama-los ao quadro para fazer uma frase, ou letra dependendo do nível de cada aluno,
7.Leia com eles a definição que eles formularam de cada hipótese,
8. faça um texto e uma frase coletiva!
9. Registra no caderno.
sábado, 7 de março de 2009
Atitudes pedagógicas

Há uma série de procedimentos que devem nortear a atitude profissional do professor nas práticas diárias numa turma de alfabetização, vejamos algumas delas
Sempre faça a apresentação do texto, da história, do desenho, da figura;
O Isolamento e o destaque da sílaba que devemos trabalhar desve ser fruto dessas conversas informais
Procure estimula- los para identificar essa sílaba, inicial e final,
Faça desenhos para estimular a percepção e memorização, e peça que eles façam também
Se desenhar escreva o nome do desenho abaixo da figura, circule a sílaba trabalhada
Justificar a leitura e escrtia proposta à turma é louvavél
Leia para os alunos e com eles, procurando evidenciar os elementos do texto;
É importante identificar o texto ou a escrita: para quem é, de quem veio, quem era ele, referente a um fato, é uma história real ou não, já lemos outro testo assim, alguém saberia contar uma história parecida...
Chame a atenção dos alunos para o título do texto, pois são as principais percepções dos alunos no início do trabalho.
Os textos tem uma idéia central e uma porção de outras que se desenrolam em torno dela. Resgate- as, cuide para que os alunos a percebam também.
Deixe livros sempre a mão, não precisa ser livros caros, nem novo, mas deixe por perto.
Apresente-os diarimente uma farta diversidade de gêneros literários e vários tipos textuais com as mesmas características dentro de cada gênero.
Incentive a produção escrita de palavras, frases ou textos.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Tunel do Tempo...
Caminho Suave é uma obra didática, uma cartilha de alfabetização, concebida pela educadora brasileira Branca Alves de Lima (1911-2001), que se tornou um fenômeno editorial. De acordo com o Centro de Referência em Educação Mário Covas, calcula-se que, desde 1948 quando teve sua primeira edição, até meados da década de 1990, foram vendidos 40 milhões de exemplares dessa cartilha.Em 1995, Caminho Suave foi retirada do catálogo do Ministério da Educação (portanto, não é mais avaliada), em favor da alfabetização baseada no construtivismo. Apesar de não ser mais o método "oficial" de alfabetização dos brasileiros, a cartilha de Branca Alves de Lima ainda venda cerca de 10 mil exemplares por ano.
1.Método sintético: obedece uma certa hierarquização, vai da letra ao texto através da soletração e silabação;
2.Método analítico: este método ganha maior importânica na década de 30 com a ascenção da psicologia, quando a maior ênfase é dada aos testes de maturidade psicológica.
Opunha-se ao método sintético, questionando dois argumentos dessa teoria. Um que diz respeito à maneira como o sentido é deixado de lado e outro que supunha que a criança não reconheceria uma palavra sem antes reconhecer sua unidade mínima.
O método analítico se decompõe em:
*Palavração: diz respeito ao estudo de palavras, sem decompô-las, imediatamente, em sílabas; assim, quando as crianças conhecem determinadas palavras, é proposto que componham pequenos textos;
*Sentenciação: formam-se as orações de acordo com os interesses dominantes da sala. Depois de exposta uma oração, essa vai ser decomposta em palavras, depois em sílabas;
*Conto: a idéia fundamental aqui é fazer com que a criança entenda que ler é descobrir o que está escrito. Da mesma maneira que as modalidades anteriores, pretendia-se decompor pequenas histórias em partes cada vez menores: orações, expressões, palavras e sílabas.
A principal característica que diferencia o método sintético do analítico é o ponto de partida. Enquanto o primeiro parte do menor componente para o maior, o segundo parte de um dado maior para unidades menores.
O processo proposto por Paulo Freire iniciava-se pelo levantamento do universo vocabular dos alunos. Através de conversas informais, o educador observa os vocábulos mais usados pelos alunos e assim seleciona as palavras que servirão de base para as lições.
*A silabação: uma vez identificadas, cada palavra geradora passa a ser estudada através da divisão silábica, semelhantemente ao método tradicional. Cada sílaba se desdobra em sua respectiva família silábica, com a mudança da vogal. Por exemplo, para a palavra "ROBÔ", as sílabas são: RA-RE-RI-RO-RU, BA-BE-BI-BO-BU.
3.Letramento:Letramento não é necessariamente o resultado de ensinar a ler e a escrever. É o estado ou a condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como conseqüência de ter-se apropriado da escrita (SOARES, 2003).
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Vamos brincar no bosque


Enquanto seu lobo não vem.
-Tá pronto, seu lobo?
-Não, estou pegando o pente.
Enquanto seu lobo não vem.
-Tá pronto, seu lobo?
-Não, estou vestindo a bermuda.
Enquanto seu lobo não vem.
-Tá pronto, seu lobo?
-Não, estou vestindo a camiseta.
Enquanto seu lobo não vem.
-Tá pronto, seu lobo?
-Não, estou comendo pão.
Enquanto seu lobo não vem.
-Tá pronto, seu lobo?
-Não, estou comendo abacaxi
Enquanto seu lobo não vem.
-Tá pronto, seu lobo?
- Já estou no Jardim






