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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Os 30 melhores livros infantis!


Prêmios e Concursos
Crescer anuncia os 30 melhores livros infantis
PublishNews - 01/06/2011 - Maria Fernanda Rodrigues

Quase a metade dos livros selecionados foi escrita por autores estrangeiros


A Revista Crescer perguntou a educadores, psicólogos, críticos, pesquisadores, livreiros, bibliotecários e a outros profissionais quais foram os 30 melhores livros editados no Brasil em 2010. Somou aqui e ali e chegou à lista anunciada na noite desta terça-feira, dia 31, em São Paulo. Dos 30, 14 são de autores estrangeiros. Destaque para os brasileiros Eva Furnari e Ilan Brenman, que emplacaram mais de um livro, e para Monica Stahel, a tradutora com mais obras na lista.

Editoras como a Brinque-Book, Abacatte, Projeto, Moderna, Salamandra, Companhia das Letrinhas, Global, Rocco, Peirópolis e Manati também merecem destaque porque foram elas que publicaram os livros dos escritores e ilustradores brasileiros indicados pelos jurados.

A revista pediu que os leitores do site também escolhessem o melhor livro e quem ganhou o voto popular foi Por que Elvis não latiu?, escrito por Robertson Frizero, ilustrado por Tayla Nicoletti e publicado pela gaúcha 8Inverso. Veja a relação completa no “Leia Mais” ou na edição da revista que já está nas bancas.


Os 30 melhores livros segundo a revista Crescer

O que tem dentro da sua fralda?, de Guido Van Genechten (Brinque-Book – Trad. Vânia Maria Lange)
O livro redondo, de Caulos (Rocco)
Um amor de botão, de Pauline Carlioz (Salamandra – Trad. Luciano Vieira Machado)
Uma lagarta muito comilona, de Eric Carle (Kalandraka – Trad. Miriam Gabbai)
Yumi, Annelore Parot (Companhia das Letrinhas – Trad. Eduardo Brandão)
A vida secreta das árvores, de Gita Wolf e Sirish Rao (texto) e Bhajju Shyam, Durga Bai e Ram Singh Urveti (ilustrações) (WMF Martins Fontes – Trad. Monica Stahel)
Bruxinha Zuzu, de Eva Furnari (Moderna)
O artesão, de Walter Lara (Abacatte)
Selvagem, de Roger Mello (Global)
Sombra, de Suzy Lee (Cosac Naify)
Telefone sem fio, de Ilan Brenman e Renato Moriconi (Companhia das Letrinhas)
A história do leão que não sabia escrever, de Martin Blaltscheit (WMF Martins Fontes – Trad. Monica Stahel)
A lua dentro do coco, de Sérgio Capparelli (texto) e Guazzelli (ilustrações) (Projeto)
É um livro, de Lane Smith (Companhia das Letrinhas – Trad. Júlia Moritz Schwarcz)
Margarida, de André Neves (Abacatte)
Pato! Coelho!, de Amy Krouse Rosenthal (texto) e Tom Lichtenheld (ilustrações) (Cosac Naify – Trad. Cassiano Elek Machado)
As lavadeiras fuzarqueiras, de John Yeoman (texto) e Quentin Blake (ilustrações) (Companhia das Letrinhas – Trad. Eduardo Brandão)
Gildo, de Silvana Rando (Brinque-Book)
Mamãe é um lobo, de Ilan Brenman (texto) e Gilles Eduar (ilustrações) (Brinque-Book)
Trudi e Kiki, Eva Furnari (Moderna)
Ah, se a gente não precisasse dormir!, Gertd Fehrie (texto), Desiree La Valett e David Stark (concepção) e Keith Haring (ilustrações) (Cosac Naify – Trad. Claudio Marcondes)
Dez patinhos, de Graça Lima (Companhia das Letrinhas)
Que João é esse? Que Maria é essa?, de Lalau (texto) e Laurabeatriz (ilustrações) (Companhia das Letrinhas)
Avô, conta outra vez, de José Jorge Letria (texto) e André Letria (ilustrações) (Peirópolis)
Controle remoto, Tino Freitas (texto) e Mariana Massarani (ilustrações) (Manati)
Obax, de André Neves (Brinque-Book)
Ode a uma estrela, de Pablo Neruda (texto) e Elena Odriozola (ilustrações) (Cosac Naify – Trad. Carlito Azevedo)
O que é uma criança?, Beatrice Alemagna (WMF Martins Fontes – Trad. Monica Stahel)
Sábado na livraria, Sylvie Neeman (texto) e Olivier Tallec (Cosac Naify – Trad. Cássia Silveira)

Escolha do leitor: Por que o Elvis não latiu?, Robertson Frizero (texto) e Tayla Nicoletti (ilustrações) (8Inverso)
fonte:

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Caixinha que ajuda a criar estórias!


Olá a todos !
Faz tempo que não posto, mas hoje vale a pena como sempre! RSRS, andando por uma livraria como sempre gosto de fazer, futricar nas prateleiras de todas as áreas, até encontrei um livro legal sobre educação financeira, porém isso fica para outro post! Agora vou dar uma sugestão que considerei muito legal
Em sala de aula as vezes a gente fica sem idéais para histórias que devem ser diárias e acabamos por cair na repetição, ou só lendo livrinhos, podendo vincular na cabeça do aluno que só os escritores podem criar (inventar) histórias! Pois bem, na livraria achei isso! uma caixinha com cartõezinhos com sugestões para criação de histórias, vc pode ir tirando um por dia, pode pedir que um aluno crie em casa! Se ele já conseguir, ou pode fazer junto com a turma um texto coletivo! Veja o que encontrei na net sobre a caixinha!
Do site Crescer Notícias!
Imagine uma viagem de carro que se alongou um pouco mais ou aquela espera que parece eterna na antessala do consultório do pediatra. Ou algum outro momento que você precisa entreter seu filho, mas ainda assim procura uma forma criativa para isso. A Fantástica Fábrica de Histórias para Crianças vai ajudar muito. São 40 cartões com começos de histórias com muita variedade, de momentos engraçados até outros de provocar medo. O que importa é exercer a imaginação. Você pode pedir para a criança tirar um cartão ou você mesmo ler um início de enredo para ela. Depois, você, ele ou alguma outra pessoa ou criança por perto pode continuar a história do jeito que quiser.

Esse tipo de brincadeira funciona muito bem em família, aumenta o vínculo, cria chances para outras conversas, amplia o vocabulário e cutuca a criatividade e a curiosidade da criança. Além de ser uma ótima dica quando a criança estiver com uma porção de amigos.

>A Fantástica Fábrica de Histórias para Crianças, Ed. Matrix

No site da Cláudia...
A Fantástica Fábrica de Histórias Para Crianças (Matrix Editora)
Cartões com o início de contos estimulam a imaginação da garotada. A proposta dessa caixa é que os pequenos continuem as 40 histórias propostas.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Macaco Simão- O macaco e a Velha

Gente olha o que eu achei uma relíquia minha mãe contava para mim e eu amava o áudio é da coleção disquinho e no youtube encontrei e essa maravilhosa animação!

Parabéns!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Livros infantins indicados pelo Folha


Buscar ilustrações e criar vínculo afetivo ajudam a formar crianças que gostam de lerFABIANA REWALD
DE SÃO PAULO

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Quando Luisa tinha seis anos, ouviu sua mãe contar uma versão de "A Bela Adormecida" que achou diferente. Era mais rica nos detalhes, trazia passagens que ela não conhecia.

A mãe, Maria José Nóbrega, autora de livros infantis e especialista em literatura, explicou que a versão se tratava de uma tradução do conto original dos irmãos Grimm. A partir desse dia, Luisa, que hoje tem 27 anos, passou a preferir sempre versões originais de clássicos.

Maria José explica que nem sempre as adaptações são ruins, mas que elas costumam ter reduções. Em alguns casos, passam por um filtro do "politicamente correto" que as empobrece.

"Os pais não devem se deixar levar pela onda do politicamente correto, porque os textos são simbólicos e as crianças não são tolas, sabem que aquilo não é real."

Apesar de o mercado editorial brasileiro ter diversas opções de bons livros novos, os clássicos continuam sendo recomendados pelos estudiosos de literatura infantil.

"Os clássicos ajudam no sentido de explicar situações típicas da infância, como o medo, o mal, o bom", diz Ana Teberosky, professora catedrática de psicologia evolutiva e de educação da Universidade de Barcelona.

Além disso, livros atuais fazem referência a eles, por isso é importante que a criança tenha esse repertório.

Para formar um adulto leitor, é interessante que o momento da leitura em família tenha um vínculo afetivo, diz Beatriz Cardoso, presidente do Cedac (Centro de Educação e Documentação para a Ação Comunitária). Regina Zilberman, professora-colaboradora da UFRGS (federal do Rio Grande do Sul) e especialista em literatura infantil, completa: "Às vezes, o livro é um elo de ligação entre adulto e criança e entre irmãos."

Frequentar livrarias e bibliotecas é importante para que a criança possa folhear os livros, criando uma relação mais íntima com eles, segundo Márcia David de Souza, coordenadora do maternal do Colégio Santo Américo (zona oeste de SP).

A imagem também é um fator de atração para a criança e facilita o entendimento da história, principalmente na fase de alfabetização. Angela Lago, uma das mais respeitadas ilustradoras de livros infantis, conta que tem essa preocupação. "Se você desenha bem, a imagem se torna uma mapa da leitura."

Os linvros indicados

"111 Poemas para Crianças", de Sérgio Capparelli - L&PM Editores
"365 Curiosidades sobre Animais" - Girassol
"A Arca de Noé", de Vinicius de Moraes - Companhia das Letrinhas
"A Bruxa Salomé", de Audrey Wood - Ática
"A Casa Sonolenta", de Audrey Wood - Ática
"A Formiguinha e a Neve", de João de Barro - Moderna
"A Galinha Ruiva", de Elza Fiúza - Moderna
"A História do Cão", de Berny Stringle e Jackie Robb - Ática
"ABC do Zoo", de Pedro Maia Soares - Companhia das Letrinhas
"ABC", de Tatiana Belinky - Elementar
"Adivinha Quanto Eu te Amo", de Sam McBratney - WMF Martins Fontes
"Alegria, Alegria" - Leitura
"Amigos do Peito", de Cláudio Thebas - Formato
"Animais Simpáticos, Comportamentos Estranhos", de Coleção Por Quê? - ABCPress
"Armazém do Folclore", de Ricardo Azevedo - Ática
"As Ciências Naturais de Tatsu Nagata", de Thierry Dedieu - Companhia das Letrinhas
"As Tranças de Bintou", de Sylviane A. Diouf - Cosac Naify
"Barulho Demais", de Max Velthuijs - Martins
"Barulho, Barulhinho, Barulhão", de Arthur Nestrovski - Cosac Naify
"Berimbau e Outros Poemas", de Manuel Bandeira - Nova Fronteira
"Bichionário", de Nilson José Machado - Braga
"Bichos da Minha Casa", de Roseli Tuan e Ana Michaelis - Callis
"Bichos do Jardim", de Roseli Tuan e Ana Michaelis - Callis
"Boa Noite, Marcos", de Marie-Louise Gay - Brinque-Book
"Boi da Cara Preta", de Sérgio Capparelli - L&PM Editores
"Bom Dia, Todas as Cores!", de Ruth Rocha - Quinteto Editorial
"Boniteza Silvestre - Poesia para os Animais Ameaçados pelo Homem", de Lalau e Laurabeatriz - Peirópolis
"Brasileirinhos", de Lalau - Cosac Naify
"Brincando com a Joaninha", de Francesca Ferri - Salamandra
"Bruxa, Bruxa, Venha à Minha Festa", de Arden Druce - Brinque-Book
"Chapeuzinho Amarelo", de Chico Buarque - José Olympio
"Chapeuzinho Vermelho", de Charles Perrault - Companhia das Letrinhas
"Chuva de Manga", de James Rumford - Brinque-Book
"Cinderela", de Marion Billet - Companhia das Letrinhas
"Clara", de Ilan Brenman - Brinque-Book
"Cocô de Passarinho", de Eva Furnari - Companhia das Letrinhas
"Cocô no Trono", de Benoit Charlat - Companhia das Letrinhas
"Coisas de Arrepiar", de Florence Parry Heide - Companhia das Letras
"Como Contar Crocodilos", de Maragaret Mayo - Companhia das Letrinhas
"Como os Dinossauros Dizem Boa Noite?", de Jane Yolen e Mark Teague - Globo
"Como? Onde? Por Quê?" - Girassol
"Contos de Bichos do Mato", de Ricardo Azevedo - Ática
"Contos de Grimm - volume 1 e volume 2", de Jacob e Wihelm Grimm - Ática
"Contos de Grimm", de Jacob e Wilhelm Grimm - Companhia das Letrinhas
"Contos de Grimm", de Jacob e Wilhelm Grimm - Ibep
"Cores das Cores", de Arthur Nestrovski - Cosac Naify
"Da Pequena Toupeira que Queria Saber Quem Tinha Feito Cocô na Cabeça Dela", de Werner Holzwarth - Companhia das Letrinhas
"De Letra em Letra", de Bartolomeu Campos de Queirós - Moderna
"Dez Sacizinhos", de Roberto Weigand e Tatiana Belinky - Paulinas
"Dezenove Poemas Desengonçados", de Ricardo Azevedo - Ática
"Diário de uma Minhoca", de Doreen Cronin - Companhia das Letrinhas
"Dona Baratinha", de Ana Maria Machado - FTD
"Duas Dúzias de Coisinhas À-Toa Que Deixam a Gente Feliz", de Otávio Roth - Ática
"Enciclopédia Mitológica - Fadas e Criaturas Mágicas", de Matthew Reinhart e Robert Sabuda - Salamandra
"Enrosca ou Desenrosca? Adivinhas, Trava-línguas e Outras Enroscadas", de Maria José Nóbrega e Rosane Pamplona - Moderna
"Eram Cinco", de Ernst Jandl - Cosac Naify
"Estela, Estrela-do-Mar", de Marie-Louise Gay - Brinque-Book
"Estela, Princesa do Céu ", de Marie-Louise Gay - Brinque-Book
"Fábulas de Esopo", de Russell Ash e Bernard Higton - Companhia das Letrinhas
"Festa da Salamandra", de Matt Mitter - Caramelo
"Festa no Céu", de Ana Maria Machado - FTD
"Filhotes de Bolso", de Margaret Wild - Brinque-Book
"Fiz Voar o Meu Chapéu", de Ana Maria Machado - Formato
"Fome de Urso?", de Heinz Janisch - Brinque-Book
"Gabriel", de Ilan Brenman - Brinque-Book
"Gato no Mato", de Sebastião Nuvens - Dubolsinho
"Girafas Não Sabem Dançar", de Giles Andreae - Companhia das Letrinhas
"Guilherme Augusto Araújo Fernandes", de Mem Fox - Brinque-Book
"Histórias à Brasileira - Vol. 1", de Ana Maria Machado - Companhia das Letrinhas
"Histórias de Bobos, Bocos, Burraldos e Paspalhões", de Ricardo Azevedo - Projeto
"Histórias Maravilhosas de Andersen", de Hans Christian Andersen - Companhia das Letrinhas
"João Felizardo, o Rei dos Negócios", de Angela Lago - Cosac Naify
"Joãozinho e o Pé de Feijão", de Ruth Rocha - FTD
"Jujubalândia", de Mariana Caltabiano - Brinque-Book
"Lá Vem História", de Heloisa Prieto - Companhia das Letrinhas
"Lé com Cré", de José Paulo Paes - Ática
"Leo e Albertina", de Christine Davenier - Brinque-Book
"Lua no Brejo com Novas Trovas", de Elias José - Projeto
"Macaco Danado", de Julia Donaldson - Brinque-Book
"Mais Brasileirinhos!", de Lalau - Cosac Naify
"Mamãe, Você me Ama?", de Barbara M. Joosse - Brinque-Book
"Mania de Explicação", de Adriana Falcão (Salamandra)
"Marcelo, Marmelo, Martelo e Outras Histórias", de Ruth Rocha - Salamandra
"Maria-Vai-com-as-Outras", de Sylvia Orthof - Ática
"Mas que Festa!", de Ana Maria Machado - Nova Fronteira
"Menina Bonita do Laço de Fita", de Ana Maria Machado - Ática
"Não Confunda", de Eva Furnari - Moderna
"Nestor", de Quentin Gréban - Brinque-Book
"Nicolau Tinha uma Ideia", de Ruth Rocha - Quinteto Editorial
"Novos Brasileirinhos", de Lalau - Cosac Naify
"O Batalhão das Letras", de Mario Quintana - Globo
"O Caso das Bananas", de Milton Célio de Oliveira Filho - Brinque-Book
"O Caso do Bolinho", de Tatiana Belinky - Moderna
"O Caso do Pote Quebrado", de Milton Célio de Oliveira Filho - Brinque-Book
"O Filho do Grúfalo", de Julia Donaldson - Brinque-Book
"O Frio Pode Ser Quente?", de Jandira Masur - Ática
"O Grande Rabanete", de Tatiana Belinky - Moderna
"O Grúfalo", de Julia Donaldson - Brinque-Book
"O Homem que Amava Caixas", de Stephen Michael King - Brinque-Book
"O Livro da Com-Fusão", de Ilan Brenman e Fê - Melhoramentos
"O Nabo Gigante", de Aleksei Tolstói - Girafinha
"O Peixinho do Arco-Íris", de Marcus Pfister - Amarilys
"O Pote Vazio", de Omer Demirkaya - Martins
"O que É que se Faz com um Penico?", de Marianne Borgardt - Salamandra
"O que É, O que É? - volumes 1, 2 e 3", de Ruth Rocha e Walter Ono - Quinteto Editorial
"O Ratinho, o Morango Vermelho Maduro e o Grande Urso Esfomeado", de Audrey e Don Wood - Brinque-Book
"O Rei Bigodeira e Sua Banheira", de Audrey Wood - Ática
"O Sabo Bocarrão", de Keith Faulkner - Companhia das Letrinhas
"O Sapo no Inverno", de Max Velthuijs - WMF Martins Fontes
"O Tesouro das Cantigas para Crianças - volumes 1 e 2", de organizados por Ana Maria Machado - Nova Fronteira
"Olha o Bicho", de José Paulo Paes - Ática
"Os Bichos Também Sonham", de Andréa Daher e Zaven Paré - WMF Martins Fontes
"Os Contos de Grimm", de Jacob e Wihelm Grimm - Paulus
"Os Músicos de Bremen", de Ruth Rocha - FTD
"Ossos do Ofício", de Gilles Eduar - Companhia das Letrinhas
"Ou Isto ou Aquilo", de Cecília Meireles - Nova Fronteira
"Outras Duas Dúzias de Coisinhas À-Toa que Deixam a Gente Feliz", de Otávio Roth - Ática
"Pato Atolado", de Jez Alborough - Brinque-Book
"Pedro e Tina - Uma Amizade Muito Especial", de Stephen Michael King - Brinque-Book
"Pêssego, Pera, Ameixa no Pomar", de Allan e Janet Ahlberg - Salamandra
"Poemas para Brincar", de José Paulo Paes - Ática
"Porcolino e Mamãe", de Margaret Wild - Brinque-Book
"Qual o Sabor da Lua?", de Michael Grejniec - Brinque-Book
"Quando Mamãe Virou um Monstro", de Joanna Harrison - Brinque-Book
"Que Horta!", de Tatiana Belinky - Paulus
"Quem Canta Seus Males Espanta 2", de Theodora Maria Mendes de Almeida - Caramelo
"Quem É Quem", de Lalau - Companhia das Letrinhas
"Quem Sou Eu?", de Gianni Rodari - Salamandra
"Rápido como um Gafanhoto", de Don Wood - Brinque-Book
"Salada, Saladinha - Parlendas", de Maria José Nóbrega e Rosane Pamplona - Moderna
"Tanto, Tanto!", de Trish Cooke - Ática
"Tatus Tranquilos", de Florence Breton - Companhia das Letrinhas
"Um Jeito Bom de Brincar", de Elias José - FTD
"Um Monstro Debaixo da Cama", de Angelika Glitz e Imke Sonnichsen - Martins
"Um Porco Vem Morar Aqui!", de Claudia Fries - Brinque-Book
"Uma Boa Cantoria", de Ana Maria Machado - FTD
"Uma Letra Puxa a Outra", de José Paulo Paes - Companhia das Letrinhas
"Viagem pelo Brasil em 52 Histórias", de Silvana Salerno - Companhia das Letrinhas
"Vice-Versa ao Contrário", organização de Heloisa Prieto - Companhia das Letrinhas
"Viviana - Rainha do Pijama", de Steve Webb - Salamandra
"Você Diz que Sabe Muito, Borboleta Sabe Mais!", de Ricardo Azevedo - Moderna
"Você me Chamou de Feio, Sou Feio Mas Sou Dengoso!", de Ricardo Azevedo - Moderna
"Você Troca?", de Eva Furnari - Moderna
"Volta ao Mundo em 52 Histórias", de Neil Philip - Companhia das Letrinhas

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Literatura Infantil- Medo do Medo



"Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiquíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida"
Tenho observado alguns esforços psicopedagógicos no sentido de tornar nossas crianças politicamente corretas - postura que muitas vezes nos transforma em seres tediosos, sem graça nem fervor. Contos de fadas, por exemplo, alimento da minha alma de criança, raiz de quase toda a minha obra adulta, sobretudo romances e contos, foram originalmente - dizem estudiosos -narrativas populares, orais, de povos muito antigos. Assim eles representavam e tentavam controlar seus medos e dúvidas, carentes das quase excessivas informações científicas de que hoje dispomos. Nascimento e morte, sexo, sol e lua, raios e trovões, o brotar das colheitas lhes pareciam misteriosos, portanto fascinantes.

Muito mais recentemente, escritores como Andersen e os irmãos Grimm adaptaram tais relatos ao mundo infantil e criaram suas maravilhosas histórias, que unem, como a vida real, o belo e o sinistro. Uma sereia quer pernas para namorar seu príncipe na praia, mas o sacrifício é terrível, a cada passo de suas novas pernas, dores inimagináveis a dilaceram. Uma princesa, sua família, séquito e criados do castelo dormem um sono profundo, maldição de uma fada má, e só serão libertados pelo príncipe salvador - que, é claro, sempre aparece. Branca de Neve, Rapunzel e dezenas de outros personagens alimentaram nossa fantasia e continuam a alimentar a das crianças que têm sorte, cujos pais e escolas lhes proporcionam contato cotidiano com esses livros.

Porém, faz algum tempo, há um movimento para reformular tais relatos, tirando-lhes sua essência, isto é, o misterioso e até o assustador. Lobos seriam bobalhões e vovozinhas umas pândegas, só existiriam fadas boas, e as bruxas, ah, essas passam a ser velhotas azaradas. Até cantigas de roda seculares tendem a ser distorcidas, pois atirar um pau num gato é uma crueldade, como se fosse preciso explicar isso para as crianças saberem que animais a gente ama e cuida - se é assim que se faz em casa.

Vejo em tudo isso um engano e um atraso. Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiquíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida, cujos perigos entram hoje em seus quartos, rondam escolas e clubes, esperam na esquina com um revólver na mão de um drogado, ou de um psicopata lúcido e frio, sem falar nos insidiosos pedófilos na internet.

Estamos emburrecendo nossas crianças e jovens, mesmo querendo seu bem? E, afinal, o que será o seu bem? Ignorar o que existe de sombrio e mau, caminhar feito João e Maria alegrinhos, não abandonados pelos pais, mas procurando borboletas no mato? Receio que a gente esteja cometendo um triste engano, deformando histórias e até cantigas que fazem parte do nosso imaginário mais básico com arquétipos humanos essenciais.

Em compensação, adolescentes e crianças procuram o encanto do misterioso lendo sobre vampiros, bruxos e avatares, vendo seus filmes e pesquisando na internet. Por que isso? - me perguntou recentemente um pai. Porque, neste momento de altíssima tecnologia, a alma humana busca a expectativa, o segredo e o susto. Precisa conhecer o mal para se acautelar e se proteger, o belo e o bom para crescer com esperança. Mas nós, pedagogos e pais, nem sempre seguros e informados, começamos a querer alisar excessivamente a estrada para eles, não lhes ensinando que o mal existe, assim como o bem, que o belo nos atrai, assim como o monstruoso, e que é preciso desenvolver discernimento (gosto dessa palavra), isto é, a capacidade de entender e distinguir o melhor do pior, a fim de fazer com mais clareza e segurança as inevitáveis escolhas.

Mas se, porque isso nos tranquiliza, tratamos as crianças como imbecis, e queremos nosso adolescente infantilizado por um longo tempo, exigindo-o cada vez menos em casa, na escola e nas universidades - embora deixando que se sexualize de forma precoce e criminosa -, vai ser difícil que tenham informação, capacidade de julgar e escolher, que seriam nosso maior e melhor legado para elas.

fonte : Educar para crescer

sábado, 7 de novembro de 2009

Melhores animações de todos os tempos!


Sai a lista das melhores animações! e aqui estão elas:
1º – Toy Story
2º - Shrek
3º – O Rei Leão
4º – Procurando Nemo
5º – A Era do Gelo
6º – Mogli – O Menino das Selvas
7º – Monstros S.A.
8º – A Bela e a Fera
9º – Bambi
10º – Aladdin
11º – Branca de Neve e os Sete Anões
12º – 101 Dálmatas
13º – Uma Cilada Para Roger Rabbit
14º – Watership Down
15º – Wall-E
16º – Fantasia
17º- O Estranho Mundo de Jack
18º – A Pequena Sereia
19º – Cinderela
20º – Alice no País das Maravilhas

Fonte: Melhores animações

O LOBO E OS SETE CABRITINHOS


Pronto fazia tempo que eu procurava, a história em áudio, acho que já tinha postado aqui no Blog, mas como não encontrei e tô trabalhando isso com as crianças posto agora novamente:

Essa é para baixarrrrrrrrrr! A história do Lobo e os Sete Cabrtinhos dos Irmãos Grimm
02 Os 7CABRITINHOS.wma

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A princesa e o Sapo

Olhaaaaaaaaaaa amo essa história original dos Irmãos Grimm, agora a Disney não poderia deixar de fazer uma grande animação (como fez e faz sempre, ainda bem!)

aqui tá o triller

Sugestão de Livro- Serelepe e Bem Me Quer



O governo do estado do Ceará desenvolve com os municípios , o Programa Alfabetização na Idade Certa (PAIC), cujo compromisso prioritário é a elevação da qualidade de leitura e escrita de todos os alunos nas séries iniciais de toda a rede municipal. A coleção de literatura do Paic, rica em identidade cultural, reúne narrativas de autores do Ceará, um estímulo a mais para se ler e contar histórias em sala de aula.






Um livro que gostei muito, li hoje recomendo!


O texto Kelsen Bravos

Ilustrações: Carlus Campos






SERELEPE E BEM- ME- QUER






Conta a história de uma flor caprichosa, e orgulhosa que mora em um jardim e de um cachorro teimoso, o Serelepe, amei a história as ilustrações, o zelo com o que material foi feito!




Olha o a representação através de desenho que os alunos fizeram, peguei esse como amostra!

Atividade: Leitura compartilhada e desenho da História

Objetivo: Ler e interpretar o conto lido através de conversa informal na rodinha e representação em desenhos!

Estratégia: Ler na rodinha mostrando as ilustrações, e fazendo questionamentos sobre a história!





PARABÉNS AO AUTOR!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

O Lobo e o Cordeiro


Mais uma história de Lobo...
Essa dai é um fábula deJean de La Fontaine , com adaptação de Monteiro Loubato

Na escola tem esse DVD acima, é bonzinho dá pra complementar a atividade.


Estava o cordeiro a beber água num córrego, quando apareceu um lobo esfaimado, de horrendo aspecto.
─ Que desaforo é esse de turvar a água que venho beber? ─ disse o monstro, arreganhando os dentes. ─ Espere que vou castigar tamanha má-criação!...
O cordeirinho, trêmulo de medo, respondeu com inocência:
─ Como posso turvar a água que o senhor vai beber se ela corre do senhor para mim?
Era verdade aquilo e o lobo atrapalhou-se com a resposta, mas não deu o rabo a torcer.
─ Além disso ─ inventou ele ─ sei que você andou falando mal de mim no ano passado.
─ Como poderia falar mal do senhor o ano passado, se nasci este ano?
Novamente confundido pela voz da inocência, o lobo insistiu:
─ Se não foi você foi seu irmão mais velho, o que dá no mesmo.
─ Como poderia ser seu irmão mais velho, se sou filho único?
O lobo, furioso, vendo que com razões claras não venceria o pobrezinho, veio com razão de lobo faminto:
─ Pois se não foi seu irmão, foi seu pai ou seu avô!
E ─ nhoque ─ sangrou-o no pescoço.

Contra a força não há argumentos.
Monteiro Lobato

OBS.:
Jean de La Fontaine
Escreveu o romance "Os Amores de Psique e Cupido" e tornou-se próximo dos escritores Molière e Racine. Com a queda do ministro Fouquet, La Fontaine tornou-se protegido da Duquesa de Bouillon e da Duquesa d'Orleans.

Em 1668 foram publicadas as primeiras fábulas, num volume intitulado "Fábulas Escolhidas". O livro era uma coletânea de 124 fábulas, dividida em seis partes. La Fontaine dedicou este livro ao filho do rei Luís 14. As fábulas continham histórias de animais, magistralmente contadas, contendo um fundo moral. Escritas em linguagem simples e atraente, as fábulas de La Fontaine conquistaram imediatamente seus leitores.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

RECONTO ORAL PATINHO FEIO ANDERSEN



o reconto é muito bom para desenvolver o vocabulário e as conjunções (conexões entre expressões) ex.: mas, então, ai, porém, ou ou...





adaptação de um conto de Hans Christian Andersen



"Era verão e os dias estavam lindos. O feno formava pilhas nos prados e campinas. As cegonhas caminhavam com suas longas pernas vermelhas, tagarelando umas com as outras. No meio de um grande bosque, havia um lindo lago. No ponto mais ensolarado, à beira do lago, via-se uma velha mansão. A grama, muito bem aparada, ia da casa até a beira da água. A paisagem era realmente encantadora.

No meio da folhagem do bosque, uma pata, no seu ninho, aguardava os patinhos que iam nascer. Já estava bem cansada de estar ali tanto tempo. Além disso, quase não recebia visitas, pois os outros patos gostavam mais de nadar do que sentar-se em baixo das folhas para tagarelar com ela.

Afinal, os ovos começaram a estalar, um após outro. Os patinhos puseram as cabecinhas para fora e saltaram da casca. Dona Pata grasnou de contentamento e eles responderam baixinho: "Quá, quá, quá!!!"
Muito admirados, olhavam para todos os lados. A mamãe deixou-os olhar tanto quanto quiseram, pois a cor verde das folhas faz muito bem aos olhos.
- Como é grande e claro o mundo cá fora! exclamaram os patinhos.
- Vocês pensam que o mundo é só isso? perguntou Dona Pata. Ele se estende para o outro lado do bosque e vai seguindo até perder-se de vista. Bem, penso que vocês já estão todos aqui, não é?

Ela se levandou e olhou à volta.
- Não, ainda falta um. O ovo maior está intacto. Quanto tempo levará?
Dizendo isto, Dona Pata sentou-se novamente no ninho.
- Olá, como vai passando? perguntou uma pata velha que veio fazer-lhe uma visita.
- Vou bem, obrigada, apenas um pouco aborrecida porque a casca deste ovo ainda não se partiu. Entretanto, você já pode olhar os outros patinhos. São os mais lindos que já vi, exatamente iguais ao pai. Aquele maroto há muito não me aparece...
- Deixe-me olhar o ovo que ainda não se abriu, disse a velha pata. Huuummm! você pode ter certeza que é ovo de perua. Eu já fui enganada assim, uma vez, e só tive aborrecimentos, pois perus tem medo de água. Grasnei e mordi-os, mas não consegui atirá-los na água. Deixe-me ver o ovo. Não resta dúvida, é de perua! Não perca seu tempo, deixe-o sozinho e ensine os outros a nadarem.
- Chocá-lo-ei mais um pouco, disse a pata.
- Desejo-lhe boa sorte. Passe bem.

A velha pata foi-se embora. Daí a algum tempo, o ovo começou a estalar e, de lá de dentro, foi saindo um patinho muito grande e simplesmente feio. Dona Pata olhou-o muito desapontada e exclamou:
- Que patinho monstruoso! Não se parece com nenhum dos outros. Será que é filho de perua? Bem, logo descobrirei isto. Irá para a água, nem que eu tenha que empurrá-lo.
O dia seguinte amanheceu lindo. O sol brilhava sobre a folhagem. A mamãe pata foi com sua ninhada até o lago. Atirou-se na água e chamou os filhinhos:
- Quá! Quá! Quá! disse ela e eles, uns atrás dos outros, foram-se atirando. A água cobriu suas cabecinhas mas eles levantaram-se e flutuaram lindamente. Suas patinhas moveram-se e lá foram eles nadando. Até o feioso nadou.
- Não, este não é peru, disso Dona Pata. Sabe usar muito bem as patas e mantém-se ereto sobre a água. Afinal de contas, é meu filho e, talvez, quando crescer não seja tão feio. Quá! Quá! Quá! Venham comigo. Vou apresentá-los no quintal. Fiquem sempre perto de mim, para não serem pisados, e muito cuidado com o gato.

Foram, então, ao quintal. Havia lá horrível confusão.
- Endireitem as patinhas, disse ela. Grasnem apropriadamente e inclinem a cabeça diante da velha pata. Ela é a mais importante de todas nós aqui. Tem sangue espanhol nas veias. Tem uma argola vermelha numa das patas, o que indica sua boa raça. Lá vem ela. Vamos, grasnem, inclinem a cabeça.
Eles fizeram exatamente o que a mãe recomendou. Os outros patos olharam-se e comentaram:
- Agora teremos que suportar esta outra tribo, como se não fossemos suficientes! Cruzes! Que patinho feio aquele lá atrás!
Dizendo isto, um dos patos saiu correndo e bicou o pobre bichinho no pescoço.
- Deixe-o em paz! pediu Dona Pata. Ele não lhe está causando nenhum dano.
- Relalmente não está, mas acontece que ele é tão feio e esquisito que não pude controlar-me, respondeu o malvado.
- Seus filhinhos são lindos, exceto aquele ali, disse a pata velha. Está se vendo que não é de boa raça.
- Realmente ele não é bonito, mas é muito bonzinho e nada tão bem quanto os outros. Talvez no futuro ele melhore, disse Dona Pata e acariciou o pescoço do filhinho.
- Fiquem à vontade, crianças e, se acharem uma minhoca, podem trazê-la para mim.

Depois disso, os patinhos sentiram-se mais à vontade. O feioso, coitado, levou bicadas e foi sacudido pelos outros patos e até pelas galinhas. Estava desesperado e não sabia que rumo tomar. Servia de galhofa para todos. Os dias foram-se passandp e, cada vez, ele se via mais atropelado. Até seus irmãos costumavam aborrecê-lo, dizendo:
- Se ao menos o gato pegasse esta coisa horripilante...
Sua própria mãe disse um dia:
- Eu desejava vê-lo bem longe de mim.
Os patos o bicavam, as galinhas o espicaçavam e a menina que os alimentava sempre o deixava de lado.

Certo dia, não aguentando mais aquela situação, ele fugiu e chegou à sebe onde os passarinhos se aninhavam.
- Não tenho culpa de ser tão feio! pensou ele, muito, muito triste.
Continuou a andar até que chegou a um campo, onde viviam patos selvagens. Estava tão cansado que passou a noite lá. Pela manhã, os patos selvagens foram inspecionar seu novo companheiro.
- Que espécie de bicho é você? lhe perguntaram assim que ele os cumprimentou. Você é horrivelmente feio, mas isto não tem importância. Pode ficar aqui, desde que não pretenda casar-se em nossa família.
Pobre patinho! Absolutamente não havia pensado em casamento. Ele desejava apenas permissão para ficar ali no meio da folhagem e beber um pouco de água. Ficou lá dois dias inteiros. No fim desse tempo, dois gansos selvagens, muito mal educados, chegaram e disseram:
- Você é tão feio, camarada, que até temos pena de você. Há outro lago, aqui perto, onde vivem gansas encantadoras! São doces criaturas que sabem grasnar de momo especial. Reúna-se ao nosso grupo e vamos até lá. Com a sua feiura elas se divertirão bastante!

Nesse momento, ressoou um tiro, no alto, depois outro e outro... bandos de gansos selvagens voavam assustados. Havia uma grande caçada. Os caçadores estavam escondidos no arvoredo, à volta do lago. Os cães farejavam à volta, patinhando no pantano. Tudo isso alarmava horrivelmente o pobre patinho feio. Eles enroscou o pescoço para esconder a cabeça debaixo da asa e ficou lá escondido entre os arbustos. Já era tarde quando o barulho cessou. Apesar disso, o patinho não ousava levantar-se. Esperou muitas horas ali sentado. Finalmente tomou coragem, olhou à sua volta e voou o mais depressa que pode. Correu por campos e prados. Ventava tanto que era difícil equilibrar-se. Tarde da noite, chegou a um casebre. Era tão miserável que se mantinha em pé por milagre. O vento assobiava tão ferozmente, e de repente ele notou que o vento abrira a porta do casebre. Resolveu, então entrar para abrigar-se.

Lá vivia uma senhora idosa, com um gato e uma galinha. O gato, que se chamava Mimi, arqueava as costas, ronronava e seus olhos lançavam chispas, pedindo que o acariciassem. A galinha tinha patas tão curtas que era, por isso, chamada Baixotinha. Punha ovos deliciosos e a senhora gostava dela como se fosse sua filha. Pela manhã, o patinho foi descoberto. O gato começou a ronronar e a galinha cacarejou.
- Que será isto? perguntou a senhora, olhando ao redor. Ela não enxergava bem e pensou que o patinho fosse uma pata grande que tivesse fugido de algum lugar.
- Que bom achado! exclamou a senhora. Agora terei ovos de pata, caso não seja um pato. Esperemos para ver. Durante três semanas o patinho esteve em observação, mas os ovos não apareçeram.

O gato e a galinha eram donos da casa e, por isto, julgavam-se muito importantes. A galinha perguntou ao patinho:
- Você põe ovos?
- Não, respondeu o patinho humildemente.
- Você sabe arquear as costas e ronronar? perguntou o gato.
- Também não, tornou a responder o patinho.
- Pois então, fique sabendo que é um grande tolo, disse a galinha.
O patinho sentou-se num canto, cozinhando o seu mau humor. De repente, apossou-se dele um grande desejo de nadar ao sol, sentindo a frescura da manhã. E então ele resolveu ir embora novamente.

Atirou-se na água, nadou e mergulhor, sentindo-se mais calmo depois desto. Entretanto, continuava a ser olhado com indiferença pelas outras criaturas, por causa da sua feiura. O outono chegou. As folhas foram ficando amareladas. Os dias foram passando e o vento soprava sempre mais forte e o céu estava ficando cada vez mais pesado de nuvens. O patinho ficou amedrontado.
Chegou o inverno. Uma tarde, quando o sol se punha, um bando de bonitos pássaros surgiu do arvoredo. O patinho nunca havia visto animais tão belos. Eram deslumbrantemente brancos, com pescoços longos e curvos. Eram cisnes. Espalhavam suas largas asas e voavam das regiões frias para as terras quentes. Voavam tão alto, que o patinho sentiu-se estranhamente inquieto. Durante muito tempo nadou, acompanhando o vôo dos cisnes. Não os conhecia, mas sentia-se estranhamente atraído para perto deles. Intimamente desejou ser assim tão bonito.

O inverno estava tão amargamente frio, que o patinho teve que nadar muitas vezes, à volta do lago, para se aquecer. Entretanto a superfície do lago cada vez diminuia mais e, finalmente, congelou-se. O patinho teve que agistar as patinhas para não vira sorvete, mas acabou ficando cansado. De manhã cedo, um camponês vinha andando e viu-o ali, quase morto. Apanhou-o e levou-o para casa, entregando-o à esposa. Lá ele reviveu. As crianças quiseram brincar com ele, mas o coitado teve medo de ser maltratado. Por isso, meteu-se na panela do leite, esparramando-o por todos os lado. A mulher do camponês gritou e sacudiu as mãos, deixando-o ainda mais assutado. Voou, então, para a batedeira de manteiga, fazendo novo estrago. A mulher, aborrecida, quis bater-lhe com uma vara. As crianças esbarravam umas nas outras, na tentativa de segurá-lo. Por sorte, a porta estava aberta, e o patinho saiu voando. Meteu-se no meio das árvores, mas acabou caindo outra vez na neve. Estava exausto. Seria muito triste descrever todas as privações que ele teve que suportar até o final do inverno.

Quando o sol começou novamente a brilhar, o patinho foi para o lago. As cotovias cantavam e a primavera vinha chegando. Ele já estava mais crescido e sacudia as asas com mas força do que antes. Voou e encontrou-se num bonito pomar, onde as macieiras estavam em flor. No ar, sentia-se o perfume dos lilases. A frescura da primavera estava deliciosa! Exatamente à sua frente, encontrou três cisnes, que avançavam em sua direção, deslizando suavemente sobre a superficie do lago. O patinho logo os reconheceu. Eram os mesmos cisnes que ele havia visto voando. Ficou possuido de uma estranha melancolia.
- Voarei até os pássaros reais e, com certeza, virar-me-ão as costas, por causa da minha feiura, mas não faz mal. Prefiro ser morto por eles do que mordido pelas patos, bicado pelas galinhas, espancado pela mulher do camponês e ainda suportar a rigidez do inverno.

Assim pensando, voou em direção dos cisnes. Eles o viram e se aproximaram, gentilmente, ruflando as asas.
- Matem-me, disse ele.
Abaixou a cabeça e ficou esperando a morte, mas, através da água transparente, que ele viu?
Com grande surpresa, viu sua própria imagem refletida na água. Ele não era mais aquele patinho feio, cinzento e desajeitado. Era um belo cisne!
Ficou verdadeiramente emocionado.
Os cisnes grandes nadavam à sua volta, como se quisessem render-lhe homenagem. Algumas crianças vieram ao lago trazendo pedacinhos de pão para eles.
A menor exclamou:
- Hoje há mais um cisne, e como é bonito!!!
As outras crianças disseram:
- Ele é o mais belo de todos e é muito jovem.
Os velhos cisnes inclinaram as cabeças, em sinal de respeito, e depois acariciaram-no com o bico.
O cisnezinho ficou encabulado e escondeu a cabecinha embaixo da asa. Apesar de muito contente, não estava orgulhoso, pois quem tem bondade no coração não sente orgulho.
Lembrou-se de tudo o que sofrera e deu graças a Deus por ser agora tão feliz!

BAIXAR O PATINHO FEIO DA COLEÇÃO DISQUINHO (ACHEI DA NET)

terça-feira, 31 de março de 2009

Está escrito no desenho acima;
Jeferline- nome da aluna
PICASI- Princesa
CAMA- Cama
NEVINA- Ervilha

(adoro o que eles escrevem acho tão lindooooo!)



A Princesa e a Ervilha


Adaptado do conto de Hans Christian
Andersen

Era uma vez um príncipe que queria se casar
com uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real
meeeeesmo. Viajou pelo mundo inteiro, à procura da princesa dos
seus sonhos, mas todas as que encontrava tinham algum defeito. Não
é que faltassem princesas, não: havia de sobra, mas a dificuldade
era saber se realmente eram de sangue real. E o príncipe retornou
ao seu castelo, muito triste e desiludido, pois queria muito casar
com uma princesa de verdade.
Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia
desabaladamente, com trovoadas, raios, relâmpagos. Um espetáculo
tremendo!
De repente bateram à porta do castelo, e o rei em pessoa foi
atender, pois os criados estavam ocupados enxugando as salas cujas
janelas foram abertas pela tempestade.
Era uma moça, que dizia ser uma princesa. Mas estava
encharcada de tal maneira, os cabelos escorrendo, as roupas
grudadas ao corpo, os sapatos quase desmanchando... que era
difícil acreditar que fosse realmente uma princesa real.
A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou
numa forma de provar se o que ela dizia era verdade.
Ordenou que sua criada de confiança empilhasse vinte colchões no
quarto de hóspedes e colocou sob eles uma ervilha. Aquela seria a
cama da “princesa”.
A moça estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda
de uma escada, se deitar.
No dia seguinte, a rainha perguntou como ela havia dormido.
— Oh! Não consegui dormir — respondeu a moça,
— havia algo duro na minha cama, e me deixou até manchas
roxas no corpo!
O rei, a rainha e o príncipe se olharam com surpresa. A moça
era realmente uma princesa! Só mesmo uma princesa verdadeira teria
pele tão sensível para sentir um grão de ervilha sob vinte
colchões!!!
O príncipe casou com a princesa, feliz da vida, e a ervilha
foi enviada para um museu, e ainda deve estar por lá...
Acredite se quiser, mas esta história realmente aconteceu!

Hoje contei essa história, simples, só leitura, mas antes avisei que não tinha gravuras, era pra escutar e imagina, gosto de fazer assim também para que eles aprendam a apreciar uma leitura feita por outra pessoa, aprendam a ouvir podem precisar desse exercício um dia para escutar coisas no rádio, seminários etc em que só há leituras sem gravuras.
2. Depois pedi que fizessem a representação da história, desenhassem e escrevessem o nome de tudo, uns apresentaram resitência para escrever, mas ai com o tempo vira hábito, foi assim em outras turmas só tem que ter paciência!

A princesa e a ervilha é um conto de Andersen:

Uma pesquisada Básica, acho importate informar o nome dos autores, principalmente quando se trata de alguém tão importante para literatura infantil mundial!

Hans Christian Andersen (Odense, 2 de Abril de 1805Copenhague, 4 de Agosto de 1875) foi um poeta e escritor dinamarquês de histórias infantis. O pai era sapateiro, o que levou Andersen a ter dificuldades para se educar, mas os seus ensaios poéticos e o conto "Criança Moribunda" garantiram-lhe um lugar no Instituto de Copenhague. Escreveu peças de teatro, canções patrióticas, contos, histórias, e, principalmente, contos de fadas, pelos quais é mundialmente conhecido.
Entre os contos de Andersen, destacam-se:
O Abeto,
O Patinho Feio,
A Caixinha de Surpresas,
Os Sapatinhos Vermelhos,
O Pequeno Cláudio e o Grande Cláudio,
O Soldadinho de Chumbo,
A Pequena Sereia,
A Roupa Nova do Rei e
A Princesa e a Ervilha, dentre outros.
Publicou ainda: O Improvisador (1835), Nada como um menestrel (1837), Livro de Imagens sem Imagens (1840), O romance da minha vida (autobiografia em dois volumes, publicada inicialmente na Alemanha em 1847), mas a sua maior obra foram os contos de fadas (Eventyr og Historier, ou Histórias e Aventuras) que publicou de 1835 à 1872), onde o humor nórdico se alia a uma bonomia sorridente, e onde usa simultaneamente a base constituída por contos populares e uma ironia dirigida aos contemporâneo.
fonte; Andersen

segunda-feira, 30 de março de 2009

Comparando diferentes versões de Chapeuzinho Vermelho


Vou colocar aqui o que mais gosto de fazer, ler histórias e fazer atividades com eles, e eles amam isso também, sou fã de Andersen, Grimm e Perault


Objetivos
Valorização da leitura de textos literários de qualidade.Desenvolvimento do gosto pessoal e de critérios de escolha de suas histórias preferidas para compartilhá-las com outros leitores.

Conteúdo
Leitura

Ano
Pré-escola e 1º ano

Tempo estimado
2 meses

Material necessário
Três versões diferentes da história de Chapeuzinho Vermelho, sendo que a primeira deve ser dos irmãos Grimm e a segunda de Charles Perrault.

Desenvolvimento
As situações que compõem a seqüência são as seguintes:
Leitura (feita pelo professor à classe) de uma boa versão da história para exploração dos aspectoslingüísticos característicos dos contos.
Leitura (feita pelo professor à classe) de uma segunda versão para possíveis comparações entre as versões lidas e análise de diferentes tramas e linguagens dos contos e autores.
Leitura (feita pelo professor à classe), de uma terceira versão do conto.

Além de contribuir para a aprendizagem de comportamentos leitores, as leituras feitas nesta seqüência de atividades implicarão certos comportamentos específicos que poderão ser postos em prática, como:
Comentar o que se leu.
Compartilhar com outros os efeitos, sensações, sentimentos que os textos produzem.
Confrontar interpretações e pontos de vista.
Relacionar o conteúdo de um texto com os de outros conhecidos.
Reparar na beleza de certas expressões ou fragmentos de um texto.
Ler durante um período, interrompendo a leitura quando necessário.
Localizar o lugar em que a leitura foi interrompida.
Recordar os últimos acontecimentos narrados, por meio da leitura de alguns parágrafos
anteriores.
Antecipar o que segue no texto e controlar as antecipações de acordo com o desenrolar da narrativa.
Adequar a modalidade de leitura aos propósitos que se perseguem.
Recuar no texto para recuperar aspectos relevantes e, assim, compreender melhor uma situação ou, ainda, para dar mais atenção a uma informação importante.
Comparar as personagens, ambientes e situações das diferentes versões.
Comparar as narrativas lidas com outros textos do gênero, outros autores etc.
Reconhecer certos recursos lingüísticos próprios de um autor, uma versão.
Identificar recursos lingüísticos adequados a determinadas situações comunicativas ou intenções do escritor.

ATIVIDADE 1
Leitura da primeira versão da história Irmãos Grimm
Logo ao iniciar a seqüência, o professor comunica às crianças qual será o procedimento a ser seguido por ele e por seus ouvintes, de forma a assegurar que a narrativa seja compreendida e apreciada. Ele informa que lerá outras versões da mesma história, compartilhando com a turma como será realizado o trabalho.

A primeira etapa da seqüência consiste na leitura pelo professor da primeira versão da obra
escolhida. É importante, nesse momento, considerar as orientações anteriores, em relação ao preparo prévio da leitura e das intervenções a serem realizadas durante a atividade.
A história é curta e pode ser lida de uma única vez. Se houver mais de um exemplar do livro na escola, ele pode ser disponibilizado na sala de aula para que as crianças os manuseiem, apreciem as ilustrações e leiam no próprio texto, mesmo sem saber ler convencionalmente.

Após a leitura, quando o professor estiver certo de que as crianças já comentaram a respeito de tudo o que gostariam, ele coordena uma atividade para propor a análise de recursos lingüísticos que tornam a obra singular e atraente para o leitor. Pode, inclusive, realizar um registro das conclusões do grupo acerca de suas principais características o que será útil nas etapas seguintes da seqüência.

Um recurso que pode ser destacado da primeira versão lida são as descrições das personagens e cenários. Caso tais características não tenham sido notadas pelas crianças, o professor pode chamar a atenção para elas, relendo algumas descrições e conversando sobre a linguagem literária e os efeitos que ela produz no leitor.
Como o autor descreve o lobo no início da história, como ela estava? (faminto)
Quais foram os recursos utilizados pelo autor para descrever a floresta?
O que o lobo diz à Chapeuzinho quando eles se encontram pela primeira vez?
O que o lobo usou para fingir ser a avó da menina?
Como o autor descreve a localização da casa da avó?
O que fez Chapeuzinho perceber que a avó estava com um aspecto muito esquisito?

ATIVIDADE 2
Leitura da segunda versão da história Charles Perrault
As histórias escritas pelos irmãos Grimm defendem valores como a bondade, o trabalho e a
verdade. Em seus contos, as pessoas bondosas são premiadas e as maldosas são castigadas. Nem sempre isso ocorre na vida real, mas, na literatura destes autores, quem merece sempre ganha um final feliz. Já nesta versão de Charles Perrault, o desfecho da história é um pouco diferente. Chapeuzinho não tem um final feliz, pois acaba devorada pelo lobo, assim como sua avó.

Na segunda etapa da seqüência o professor realiza a leitura desta versão. Assim como na primeira etapa, as orientações para o seu encaminhamento são as descritas anteriormente no item "A leitura pelo professor".

Quando a leitura estiver concluída, o professor propõe a comparação entre as duas versões, retomando as características destacadas na análise registrada anteriormente. Nesse momento, o professor pode também registrar as conclusões das crianças a respeito das características das duas versões, relendo trechos e chamando a atenção para as semelhanças e diferenças na trama e no texto.
O que acontece no primeiro encontro entre a menina e o lobo numa versão e em outra? Como é o diálogo entre eles em cada uma das versões?
Vamos comparar as diferentes descrições sobre a localização da casa da vovó?
Vamos ver como os autores descreveram a Chapeuzinho em cada uma das versões?
Quais são os diferentes acontecimentos que chamam a atenção e distraem Chapeuzinho Vermelho a caminho da casa de sua avó?
As recomendações da mãe no início da história são diferentes nas duas versões?
Que fim levou o lobo nas duas versões?

ATIVIDADE 3
Leitura da terceira versão da história
Nesta última etapa da seqüência o professor encaminha a leitura de uma terceira versão do conto. Assim que o grupo se familiarizar com a nova versão, deve ser incentivado a conversar sobre ela. É quase certo que estabelecerão, espontaneamente, relações comparativas com as duas outras versões já trabalhadas, identificando semelhanças e diferenças. Mesmo assim, o professor pode focar suas observações em outros aspectos, voltando, com as crianças, aos registros feitos anteriormente.

Nesta terceira versão, do ponto de vista do conteúdo da história, ao invés de comer a avó o lobo a tranca dentro do armário e também não chega a comer Chapeuzinho, que pede ajuda e é socorrida pelos caçadores da floresta. Além desta diferença evidente na trama, o professor poderá continuar discutindo aspectos formais do texto, ao propor um levantamento dos fatos que se conservaram nas três versões e das diferenças no texto escrito, destacando o estilo de cada autor/tradutor/adaptação.

Exemplos de questões que podem disparar essa análise:
A mamãe pede para Chapeuzinho Vermelho levar comida à vovó. O que diz a mãe agora, nesta terceira versão?
Chapeuzinho Vermelho se encontra com o lobo no bosque. Como cada autor relata o diálogo entre eles?
Chapeuzinho caminha pela floresta - como este cenário é descrito, o que há em cada um dos textos?
O lobo engana Chapeuzinho Vermelho e chega antes dela à casa da vovó. O que diz a ela para enganá-la nessa versão?
Quando chega, Chapeuzinho Vermelho faz perguntas ao lobo, que está deitado na cama da
vovó. Há diferenças nas perguntas e respostas deste diálogo em comparação com as outras
versões?
O que acontece na história assim que o lobo chega na casa da vovó? Quais as principais
diferenças?

Avaliação
O professor pode acompanhar a ampliação das aprendizagens das crianças nesta seqüência, nas demais situações de leitura e produção de texto propostas em sua rotina. É importante que elas continuem refletindo sobre os aspectos característicos da linguagem dos contos clássicos, comparem essa linguagem com a de outros gêneros, utilizem esse conhecimento em suas próprias produções textuais etc.

Um trabalho semelhante ao desenvolvido nessa seqüência também pode ser realizado com diferentes versões de outros contos, como João e Maria, Branca de Neve, A Bela Adormecida e O Gato de Botas, entre outros.

Quer saber mais?

BIBLIOGRAFIA
Chapeuzinho Vermelho e Outras Histórias, Irmãos Grimm, Ed.Paulinas, edição esgotada versão1
Os Contos de Grimm, Jakob Grimm, 288 págs., Ed. Paulus, tel. (11) 3789-4000 , 58 reais
opção para Versão 1
Chapeuzinho Vermelho e Outros Contos por Imagem, Rui Oliveira, 72 págs., Ed. Cia. das
Letrinhas, tel. (11) 3705-3500 , 32 reais Versão 2
Chapeuzinho Vermelho (Coleção Grandes Clássicos), 24 págs., Ed. Girassol, edição esgotada
Versão 3

Fonte: NOVA ESCOLA

sexta-feira, 27 de março de 2009

A princesa e o sapo



OLHA SÓ
Mais um conto dos irmãos Grimm que a Disney põe seu dedo de ouro, vamos esperar né


12/3/2009

The Princess and The Frog: data anunciada

Foi anunciada a data de lançamento do mais novo desenho em 2D da Disney, The Princess and The Frog.

Originalmente programado para o dia de Natal, o filme estreará em Nova Iorque e Los Angeles em 25 de novembro, estendendo-se para os demais cinemas dos EUA a partir de 11 de dezembro.

The Princess and the Frog marca o retorno da Disney à clássica técnica de animação 2D e aos grandes musicais que fizeram a fama do estúdio em suas primeiras décadas de existência.

O filme está sendo dirigido por John Musker e Ron Clements, criadores de Aladdin e A Pequena Sereia, e se passa em New Orleans, nos anos que marcaram o início do jazz. As músicas são do ganhador do Oscar, Randy Newman.

A história é baseada na lenda The Princess Frog que, na versão Disney, apresenta a primeira princesa negra a estrelar uma de suas animações. No elenco de vozes estão Anika Noni Rose, Keith David, John Goodman, Jenifer Lewis, Angela Bassett, Bruno Campos e Peter Bartlett.

SEGUNDO O SITE HQ MANIACS

O LOBO E OS SETE CABRITINHOS

Olha só o que eu encontrei lá na escola já tinha em texto mas não tinha em áudo, que aliás amei de paixão ne mesma coleção tem o sapo e a princesa que eu amaria ter escutado, mas é tão antiga a coleção que não tinha mais, se alguém tiver eu queeeeero viu!

já fica aqui o link pra vc baixar O LOBO E OS SETE CABRITINHOS dos irmãos Grimm
háaa tem várias atividades no blog sobre este conto... é só ir na busca!

02 Os 7CABRITINHOS.wma

outro link O LOBO E OS SETE CABRITINHOS

Vídeo