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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Níveis de escrita- tabela- controle


Oláaaaa a todos do blog, como vão?

Pessoal olha o que eu crieeiiiii, dai vcs dizem dãaaaa mas é uma tabela? éeee no word meia torta mas a intenção é boa, vou colar no meu caderno de plano e contabilizar os alfabéticos (os outros tmb) mas como o ideal é alfabetizar néeeeeee... na primeira coluna vc coloca o nome dos alunos ou deixa só os números, bem, após o nome aluno, coloque o mês em cada coluna, desde quando vc começou a anotar... tomara que a gente veja o crescimento passo - a- passo!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Teste das quatro palavras e uma frases- Diagnóstico




Teste para níveis conceituais, diagnpostico dos níveis de escrita da criança

lembrando que tem que ser em ordem decrescente de sílabas e pertencer ao mesmo grupo semântico, aqui fiz um com imagens de Material Escolar, quentíssimo acabe de fazer!

Utilizo os pequenos por que cabem 4 em uma folha, economiza xerox, é fácil de guardar além de colar no caderno, assim não perco!

domingo, 3 de maio de 2009

Gráfico de Níveis Conceituais de Escrita



De acordo com Emília Ferreiro na Psicogênese da Escrita, o sujeito que está em processo de alfabetização passa por 3 níveis de escrita (coloquei as garatujas e o alfabético ortográfico por que para nosso diagnóstico acho muito válido) que são:


pré- silábico em 3 estágios,


silábico -com valor e sem valor sonoro,


silábico alfabético e alfabético.




Mas na tabela eu separei para que a professora (o) anotasse os mínimos e sensíveis avanços:




Como utilizar a tabela?


Esta tabela tem:


9 colunas, que representam os avanços na escrita.


25 linhas onde você vai colorir de acordo com a legenda abaixo na cor do nível, 1 quadradinho para cada aluno (tem que ser a quantidade e cor exata tá)
No exemplo eu teria:
Garatujas: 2 alunos
Pré- Silábico1: 5 alunos
Pré- Silábico2: Nenhum aluno
Pré- Silábico3: 2 alunos
Silábico Sem Valor Sonoro: Nenhum
Silábico com valor Sonoro: 8 alunos
Silábico Alfabético: Nenhum
Alfabético: 4 alunos
Alfabético Ortográfico: 1 aluno
** atenção**
1.Anote ao lado nº total de alunos
2. Quantidade de alunos avaliados
3. Utilize sempre o mesmo teste: com mesmas palavras e mesma frase, fica mais "amarrado" e mais exato para vc comparar ao logo do ano.
4. Anote sempre o período do teste SEM FALTA!
5. Faça quantas vezes quizer, eu faço pelo menos 4 vezes no ano (bimestre para relatórios oficiais).
6. Se puder marque uma data ex: todo dia 15 fazer o teste.
Por que o mesmo teste? Se o nível de escrita é do aluno?
Veja:
nas palavras
Apagador
cadeira
mesa
Giz
Todas são sílabas simples
Se você colocar
Apontador
Caderno
lápis
giz
Já muda por que tem sons nasais"N": apoNtador
tem "R" no meio da palavra: cadeRno
e Lápis: eles podem comfundir com som se Z, escrever lápi etc,
mas esta criança provavelmente saberá escrever sozinha:
boneca, bola, bila, casa, dado, uva etc
O aluno alfabético escreve foneticamente, como fala vai mais adiante entender regras ortográficas, mas eles ESTÁ alfabético!

A soma de quadradinhos coloridos deve ser IGUAL a quantidade de alunos AVALIADOS

Faça um gráfico por turmo> Um grafico para a turminha da manhã e um gráfico para a turminha da tarde, fica melhor de fazer relatórios da turma e comparar e quem sabe fazer planejamentos diferenciados para cada turno!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Níveis de Escrita- Silábico - Alfabético

Esse nível é transição entre siláco e alfabético, coexistindo as duas formas.
Emília Ferreiro acentua o fato que esse caso não se trata de osmissão de letras " O aluno está comendo letras". Do ponto de vista do processo de desenvolvimento do aluno sobre a escrita o que está ocorrendo é uma acréscimo de letra. Ele está introduzindo mais letras do que necessitava antes em sua análise silábica, "não pode omitir o que nunca houve".

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Nível Silábico


ò hoje não vai ter a postagem por que escrevi bem 2 horas e o bunitim do sistema apagouuuuuuuuuuuuu quase eu morro de raiva...! eu tinha resumidoooo tudo tudo tudo, mas prometo que amanhã no feriado me dedicarei a isso!


Aiiiiiiiiiiiiii que chato! Chato Chato! vou ver um pouco de novela com o Márcio Garcia para ver se passa minha tristezaaaaaaa

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Níveis de concepções da escrita- Emília Ferreiro.

Para ilustrar;
As palavras do teste das 4 palavras e uma frase foram:

1. APAGADOR
2. CADEIRA
3. MESA
5. GIZ

A mesa é branca.


1. Nível Pré Silábico- Não há correspondência som/ grafia)






1.1 Grafismo primitivo:



Já diferencia oque é desenho e o que é escrita.
Os grafismos são primitivos, com repetição de mesmo sinal gráfico (escritas unigráficas). São pseudo- letras, sinais gráficos arbitrários, ideossincráticos, ondulados ou quebrados, em zigue- zague, contínuos ou fragmentados, traços verticais ou circulares.



Muitas vezes a escrita é colocada ao lado ou dentro do desenho, como para garantir- lhe o significado. "Escrita sem figura não dá para ler"



Como o desenho, a escrita representa o nome do objeto, mas não se descobriu ainda que a escrita tem relação com o som da fala.



Na escrita estão apenas os nomes dos objetos, das pessoas. ("hipóteses do nome").



A partir dos nomes nomes escritos podem "ler" tudo o mais que desejamos como no desenho.



Exemplo:No desenho de um homem e uma bola, podemos interpretar. " O homem está jogando bola" ou então o "Papai joga futebol".



Os sinais gráficos ás vezes se unem (como no modelo da letra cursiva). Outras vezes surgem separados (como modelo de letra de imprensa).



*Não há um critério de quantidade do número de sinais gráficos que uma palavra deve ter. Uma palavra pode preencher uma linha toda!*



" Está escrito o que eu desejei escrever". A escrita não é interpretável por outras pessoas.



A escrita é ainda instável, uma mesma palavra é escrita de modos diferentes em diversas ocasiões.



1.2 Escritas Fixas:



Surgem as escritas fixas. Uma mesma série de grafias vão compor uma palavra. Uma mesma escrita serve para diferentes palavras. Cada pessoa adota um tipo de escrita fixa.



Uma só letra, geralmente a letra inicial de nomes significativos, como o nome próprio, pode significar o nome todo (A de Ana). Como abaixo:



Podem ou não, ir surgindo os sinais gráficos convencionais, poderão ainda ser usados números ou letras para escrever palavras.



Inicialmente, a quantidade como repertório de grafias é constante para cada pessoa.






1.3 Diferenciação dos sinais gráficos dentro da mesma palavra- Diferenciação intra- figural.



* Hipóteses das quantidades mínimas: Uma palavra deve um mínimo de grafias para ser lida. esse número varia de pessoa para pessoa, pode variar de dois a quatro grafias, geralmente três, Emília Ferreiro denomina esse avanço também de "diferenciação quantitativa intra relacional"



* Hipótese de variedades de grafias. Se o escrito tem o tempo todo a mesma letra, não pode ser lido. As letras (ou sílabas) não deve, se repetir na mesma palavra e nem parecer logo em seguida.






1.4- Diferenciação da escrita de uma palavra a outra de significado diferente- Diferenciação Inter- Figural".



Uma hipótese é construída: Para ler coisas deve haver diferença na escrita.



É preciso colocar mais letras para objetos grandes. O nome das pessoas é proporcional ao tamanho ou idade delas, e não ao comprimentodo nome correspondente. Na escrita estão as características do objeto. Piaget chama de RELISMO NOMINAL, essa característica do pensamento. A pessoa escreve as duas palavras variando a quantidade de grafias necessárias para escrever uma palavra. A quantidade ainda não está sistematizada. DIFERENCIAÇÃO QUANTITATIVA INTER- RELACIONAL NÃO SISTEMATIZADA- é a denominação dada por Emília Ferreiro a esta característica de construção sobre a escrita.



Neste nível a variação se amplia, podem variar: repertório de grafia, quantidade, tipo (cursiva, bastão, imprensa), na posição que ocupam, combinação entre grafias arbitrárias e convencionais, entre letras e números. Emília ferreiro denomina estacaracterística de DIFERENCIAÇÃO QUALITATIVA INTER RELACIONAL NÃO SISTEMÁTICA.



**O repertório de grafias conhecidas é geralmente limitado no nível pré silabico. São então utilizadas principalmente, as letras das palavras significativas já aprendidas e memorizadas globalmente (como o nome próprio e outras).






Quando o meio não provê o alfabetizando com a informação de palavras significativas escritas, deixa de existir uma das ocasiões de avanço na escrita!






1.5 Nível Intermediário - Do pré silábico para o Silábico






A letra incial dos nomes significativos aprendidos vai sendo conhecida pelo sujeito. A aprendizagem do nome das letras iniciais de palavras significativas se torna importante por que o sujeito vai conhecendo o valor sonoro convencional das letras. É a primeira vez descoberta da relação fono- grafia. O conhecimento do nome das letras regularmente precede o conhecimento do valor fonético - silábico. Essa aprendizagem do nome de algumas letras significativas, antes da compreensão do valor sonoro convencional não parece ser causa de confusão para os alfabetizados, como tradicionalmente se pensa.


No exemplo abaixo circulei a primeira grafia que ele começa a associar com o som!








Ps: só do nível pré silábico amanhã colocarei do nível Silábico.









São três vídeos do nova escola vou colocar
PRIMEIRA PARTE:


SEGUNDA PARTE:


TERCEIRA PARTE


QUARTA PARTE:

A contribuição de Emilia Ferreiro e Colaboradores ao processo de alfabetização.


A contribuição de Emilia Ferreiro e Colaboradores ao processo de alfabetização.

Maria José Vale Ferreira.


O caráter de suas investigações é psicológico e não pedagógico. O seu enfoque é a explicação de como se aprende a ler e escrever, e não é a criação de um método de alfabetização, tarefa específica do educador. Esses estudos podem nos ajudar a compreender melhor os níveis do conhecimendo da escrita e da leitura do sujeito não- escolarizado ou não- alfabetizado e ampliar os recursos metodólogicos que ajudem a avançar no processo de construção do sistema escrito, superando conflitos cognitivos próprios das hipóteses criadas em cada um desses nívies.

Os estudos psicogenéticos da aquisição da leitura e escrita realizados por Emilia Ferreiro nos desafiam ainda a repensar nossos princípios pedagógicos e a rever nossas concepções de conhecimentos, ensino e aprendizagem.


II As grandes ênfases de Emilia Ferreiro ao longo de sua obra:


O sujeito que chega á escola já possui notável conhecimento da língua materna. Vive em um mundo de escrita e pensa sobre o processo da escrita. O processo da aquisição da linguagem precede aos limites escolares. O ponto de partida de toda aprendizagem é o aprendiz. O ponto de partida são as condições em que se encontra o sujeito no momento de receber o ensino, ao invés de começar preocupações com o que nós queremos que o aluno aprenda.

A escrita é um sistema de representação da linguagem. Leitura é interpretação. O conhecimento que temos sobre um objeto não é o objeto; é a nossa maneira de representá-lo e interpretá-lo. O conhecimento que o sujeito tem da leitura e da escrita não equivale ao conhecimento convencional. O sujeito possui hipóteses originais não ensinadas pelos adultos ou pelos professores. O sujeito procura ativamente compreender a natureza da língua escrita a sua volta. E um sujeito que procura aprender através de suas ações efetivas e mentais sobre o objeto da escrita.


O SISTEMA ESCRITO CONVENCIONAL E UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL E HISTÓRICA.


O fundamental na aprendizagem é a ação do sujeito, a ação de pensar sobre o objeto do conhecimento. Aprender pensando. A aprendizagem é principalmente exploração e descoberta.

O professor é um organizador de experiências que possibilitam o encontro do sujeito que pensa com o objeto do conheciemnto da língua escrita. O professor organiza situações funcionais e significativas para estimular e facilitar a aprendizagem. O professor é um pesquisador. Organiza atividades, observa, testa seu referencial teórico na sala de aula, observa o processo de construção de pensamento do aluno.

É indispensável oferecer materias de leitura e oportunidades reais de escrita na escola, principalmente para pessoas de baixa renda, por não os possuírem em casa. É convivendo com a escrita que o aluno entra em contato com os conflitos e vai formulando novas hipóteses para compreendê- la.



segunda-feira, 30 de março de 2009

Para sondagem de Leitura e escrita - Teste das Quatro Palvras e uma frase



palavras para lista da sondagem

ANIMAIS:
Dinossauro
Camelo
Gato


MATERIAL ESCOLAR:
apontador
mochila,
lápis
giz

DOCES:
gelatina
paçoca
pudim
mel ou

brigadeiro
geléia
bolo
bis

ALIMENTOS:
mussarela,
presunto
queijo
pão

OBJETOS DE HIGIENE:
Sabonete
Escova
pente
Gel

TEMPEROS
Cebolinha
Pimenta
Alho
Sal

LUGARES
Padaria
Cinema
Feira
Bar

FERRAMENTAS
Furadeira
Martelo
Chave


SENTIMENTOS
Felicidade
Carinho
Amor
Paz

BEBIDAS
Vitamina ou refrigerante
refresco
suco
chá

ou

Limonada
Açucar
Suco


EU BEBO SUCO DE LIMÃO.

ALIMENTOS
Macarrão
cebola
alho
sal

EU GOSTO DE MACARRÃO.

CASAMENTO
convidados
vestido
buquê
véu

ROUPAS
camisola
vestido
blusa


LIMPEZA
desinfetante
vassoura, rodinho
balde


PARTES DO CORPO
sobrancelha
joelho
nariz


CORPO HUMANO
estômago
fígado
perna



MATERIAL DE CONSTRUÇÃO
furadeira
torneira
pedra
cal

FUTEBOL
bandeirinha
chuteira
bola
gol


MEIO AMBIENTE
relâmpago
árvore
terra
ar

MEIOS DE TRANSPORTE
carruagem
ônibus
barco
trem

MEIOS DE COMUNICAÇÃO
computador
revista
livro
fax

FESTA JUNINA
Bandeirinha
Pipoca
Bingo
Som

Não Solte balão.

MATERIAL ESCOLAR:
apontador
caderno
cola
giz

A cola está na mochila.

BRINQUEDOS
escorregador
boneca
bola



DOCES
pirulito
pipoca
pudim
bis

NA SALA
computador
estante
sofá
som

Camila senta no sofá.

NO ESCRITÓRIO
Grampeador
caneta
mesa
clips


ANIMAIS
mariposa
formiga
sapo
cão

FAMÍLIA
Afilhado
madrinha
sogra
mãe

UTENSÍLIOS DE LIMPEZA
Aspirador
Vassoura
Balde ou rodo

HOJE MAMÀE USOU O ASPIRADOR.

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