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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A Raposa e as Uvas

Li este livro na rodinha, as ilustrações são ótimas, grandes e nenhuma criança ficou levantando, pois dava para ver muito bem! e no final tem a moral da história, já que alguns livros do gênero não vem, aconselho bastante por que para mim deu certo! Háaaaaaaaa vi pra vender no Submarino, por 13.90, vale a pena sim! CLIK AQUI PRA VER NO SUBMARINO!







A Raposa e as Uvas
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A fábula
Uma raposa que vinha pela estrada encontrou uma parreira com uvas madurinhas. Passou horas pulando tentando pegá-las, mas sem sucesso algum... Saiu murmurando, dizendo que não as queria mesmo, porque estavam verdes. Quando já estava indo, um pouco mais à frente, escutou um barulho como se alguma coisa tivesse caído no chão... voltou correndo pensando ser as uvas, mas quando chegou lá, para sua decepção, era apenas uma folha que havia caído da parreira. A raposa decepcionada virou as costas e foi-se embora denovo como um ar importante.
Moral
Quem desdenha quer comprar.
Aqueles que são incapazes de atingir uma meta tendem a denegri-la, para diminuir o peso de seu insucesso.
É fácil desprezar aquilo que não se pode alcançar.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Produção Textual- PÁSCOA



Para escrever cada vez melhor, tem que se ler e escrever bastante, não importanto quando e em que idade se começa a tentar, a rabiscar, mas a gente sabe e concorda que a criança que começa cedo tem muito mais chances de progressos!

essa atividade é de escrita podendo ser feito com produção coletiva e depois as crianças leem e copiam da lousa, mas a produção tem que partir da criança seja a professora como escriba ou a própria criança escrevendo seu texto

Boa sorte a todos!

terça-feira, 31 de março de 2009

Está escrito no desenho acima;
Jeferline- nome da aluna
PICASI- Princesa
CAMA- Cama
NEVINA- Ervilha

(adoro o que eles escrevem acho tão lindooooo!)



A Princesa e a Ervilha


Adaptado do conto de Hans Christian
Andersen

Era uma vez um príncipe que queria se casar
com uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real
meeeeesmo. Viajou pelo mundo inteiro, à procura da princesa dos
seus sonhos, mas todas as que encontrava tinham algum defeito. Não
é que faltassem princesas, não: havia de sobra, mas a dificuldade
era saber se realmente eram de sangue real. E o príncipe retornou
ao seu castelo, muito triste e desiludido, pois queria muito casar
com uma princesa de verdade.
Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia
desabaladamente, com trovoadas, raios, relâmpagos. Um espetáculo
tremendo!
De repente bateram à porta do castelo, e o rei em pessoa foi
atender, pois os criados estavam ocupados enxugando as salas cujas
janelas foram abertas pela tempestade.
Era uma moça, que dizia ser uma princesa. Mas estava
encharcada de tal maneira, os cabelos escorrendo, as roupas
grudadas ao corpo, os sapatos quase desmanchando... que era
difícil acreditar que fosse realmente uma princesa real.
A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou
numa forma de provar se o que ela dizia era verdade.
Ordenou que sua criada de confiança empilhasse vinte colchões no
quarto de hóspedes e colocou sob eles uma ervilha. Aquela seria a
cama da “princesa”.
A moça estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda
de uma escada, se deitar.
No dia seguinte, a rainha perguntou como ela havia dormido.
— Oh! Não consegui dormir — respondeu a moça,
— havia algo duro na minha cama, e me deixou até manchas
roxas no corpo!
O rei, a rainha e o príncipe se olharam com surpresa. A moça
era realmente uma princesa! Só mesmo uma princesa verdadeira teria
pele tão sensível para sentir um grão de ervilha sob vinte
colchões!!!
O príncipe casou com a princesa, feliz da vida, e a ervilha
foi enviada para um museu, e ainda deve estar por lá...
Acredite se quiser, mas esta história realmente aconteceu!

Hoje contei essa história, simples, só leitura, mas antes avisei que não tinha gravuras, era pra escutar e imagina, gosto de fazer assim também para que eles aprendam a apreciar uma leitura feita por outra pessoa, aprendam a ouvir podem precisar desse exercício um dia para escutar coisas no rádio, seminários etc em que só há leituras sem gravuras.
2. Depois pedi que fizessem a representação da história, desenhassem e escrevessem o nome de tudo, uns apresentaram resitência para escrever, mas ai com o tempo vira hábito, foi assim em outras turmas só tem que ter paciência!

A princesa e a ervilha é um conto de Andersen:

Uma pesquisada Básica, acho importate informar o nome dos autores, principalmente quando se trata de alguém tão importante para literatura infantil mundial!

Hans Christian Andersen (Odense, 2 de Abril de 1805Copenhague, 4 de Agosto de 1875) foi um poeta e escritor dinamarquês de histórias infantis. O pai era sapateiro, o que levou Andersen a ter dificuldades para se educar, mas os seus ensaios poéticos e o conto "Criança Moribunda" garantiram-lhe um lugar no Instituto de Copenhague. Escreveu peças de teatro, canções patrióticas, contos, histórias, e, principalmente, contos de fadas, pelos quais é mundialmente conhecido.
Entre os contos de Andersen, destacam-se:
O Abeto,
O Patinho Feio,
A Caixinha de Surpresas,
Os Sapatinhos Vermelhos,
O Pequeno Cláudio e o Grande Cláudio,
O Soldadinho de Chumbo,
A Pequena Sereia,
A Roupa Nova do Rei e
A Princesa e a Ervilha, dentre outros.
Publicou ainda: O Improvisador (1835), Nada como um menestrel (1837), Livro de Imagens sem Imagens (1840), O romance da minha vida (autobiografia em dois volumes, publicada inicialmente na Alemanha em 1847), mas a sua maior obra foram os contos de fadas (Eventyr og Historier, ou Histórias e Aventuras) que publicou de 1835 à 1872), onde o humor nórdico se alia a uma bonomia sorridente, e onde usa simultaneamente a base constituída por contos populares e uma ironia dirigida aos contemporâneo.
fonte; Andersen

quinta-feira, 12 de março de 2009

Jogo das Cartelas


Objetivo:

concentração,

desenvolvimento cognitivo,

memória,

atenção,

percepção,

Raciocínio Lógico

Noção Temporal


Conteúdo

Linguagem oral - reconto


Material

Cartelas com histórias em quadrinhos


Procedimento:

Os alunos ficam separados em grupos de quatro ( ou em outra quantidade, como achar melhor)

São distribuídas a cada grupo várias cartelas que juntas formam uma história (entre 4 e 6 cartelinhas)

O grupo deverá organizar as fichas na seguencia da história,

Os alunos deveram ir á frente da sala e explicar a história


PS- a sala pode votar qual a melhor história e fazer um texto coletivo e depois todos copiam no caderno e fazem o desenho da história ou da atividade.

sábado, 7 de março de 2009

Atitudes pedagógicas





Há uma série de procedimentos que devem nortear a atitude profissional do professor nas práticas diárias numa turma de alfabetização, vejamos algumas delas

Sempre faça a apresentação do texto, da história, do desenho, da figura;

O Isolamento e o destaque da sílaba que devemos trabalhar desve ser fruto dessas conversas informais

Procure estimula- los para identificar essa sílaba, inicial e final,

Faça desenhos para estimular a percepção e memorização, e peça que eles façam também

Se desenhar escreva o nome do desenho abaixo da figura, circule a sílaba trabalhada

Justificar a leitura e escrtia proposta à turma é louvavél

Leia para os alunos e com eles, procurando evidenciar os elementos do texto;

É importante identificar o texto ou a escrita: para quem é, de quem veio, quem era ele, referente a um fato, é uma história real ou não, já lemos outro testo assim, alguém saberia contar uma história parecida...

Chame a atenção dos alunos para o título do texto, pois são as principais percepções dos alunos no início do trabalho.

Os textos tem uma idéia central e uma porção de outras que se desenrolam em torno dela. Resgate- as, cuide para que os alunos a percebam também.

Deixe livros sempre a mão, não precisa ser livros caros, nem novo, mas deixe por perto.

Apresente-os diarimente uma farta diversidade de gêneros literários e vários tipos textuais com as mesmas características dentro de cada gênero.

Incentive a produção escrita de palavras, frases ou textos.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

A galinha ruiva
































A Galinha Ruiva

Um dia uma galinha ruiva encontrou um grão de trigo.
- Quem me ajuda a plantar este trigo? - perguntou aos seus amigos.
- Eu não - disse o cão.
- Eu não - disse o gato.
- Eu não - disse o porquinho.
- Eu não - disse o peru.
- Então eu planto sozinha - disse a galinha. - Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez. Logo o trigo começou a brotar e as folhinhas, bem verdinhas, a despontar. O sol brilhou, a chuva caiu e o trigo cresceu e cresceu, até ficar bem alto e maduro.
- Quem me ajuda a colher o trigo? - perguntou a galinha aos seus amigos.
- Eu não - disse o cão.
- Eu não - disse o gato.
- Eu não - disse o porquinho.
- Eu não - disse o peru.
- Então eu colho sozinha - disse a galinha. - Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez.
- Quem me ajuda a debulhar o trigo? - perguntou a galinha aos seus amigos.
- Eu não - disse o cão.
- Eu não - disse o gato.
- Eu não - disse o porquinho.
- Eu não - disse o peru.
- Então eu debulho sozinha - disse a galinha. - Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez.
- Quem me ajuda a levar o trigo ao moinho? - perguntou a galinha aos seus amigos.
- Eu não - disse o cão.
- Eu não - disse o gato.
- Eu não - disse o porquinho.
- Eu não - disse o peru.
- Então eu levo sozinha - disse a galionha. - Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez. Quando, mais tarde, voltou com a farinha, perguntou:
- Quem me ajuda a assar essa farinha?
- Eu não - disse o cão.
- Eu não - disse o gato.
- Eu não - disse o porquinho.
- Eu não - disse o peru.
- Então eu asso sozinha - disse a galinha. - Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez. A galinha ruiva assou a farinha e com ela fez um lindo pão.
- Quem quer comer esse pão? - perguntou a galinha.
- Eu quero! - disse o cão.
- Eu quero! - disse o gato.
- Eu quero! - disse o porquinho
- Eu quero! - disse o peru.
- Isso é que não! Sou eu quem vai comer esse pão! - disse a galinha. - Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez.

Veja também:








Quem não conhece a história da Galinha Ruiva, que queria fazer um pão e convocou os companheiros para ajudá-la? Junto a outros clássicos universais da literatura infantil, esta pode ser considerada uma das mais populares entre as crianças, há várias gerações. Mas os tempos mudam e com ele alguns valores. Será que a rígida lição de moral contida no final desta fábula pode ser aplicada nos dias de hoje? Essa é a questão proposta (e resolvida) pelo livro “A Galinha Xadrez”








Tema: Fábulas Histórias Livro Interativo Novas Versões de Histórias Antigas Reconto
Tema Transversal: Ética
Formato: 21 x 21 cm
Número de páginas: 28
Acabamento: Grampo
I.S.B.N.: 978-85-85357-56-6






Editora: Brinque - book


























HUMMMM- Essa é só para inspiração das cozinheiras talentosas!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A Perereca Sapeca


A pereca sapeca

Teca, a perereca

vivia a pererecar

saltava para todo lado

comi insetinhos

anunciava chuva

quando ninguém

estava a esperar

como era sapeca a perereca Teca

Assustava as crianças

Quando pulava sem parar

Uma perereca é nossa amiguinha

Pois Livra as plantas

de muitos bichinhos.
(Helina Barriga)

editora: Ftd
ano: 2006
estante: Infanto-juvenis
meta-estante: Infanto-juvenis
peso: n/d
cadastrado em: sábado, 15/3/2008. 19:14:02
descrição: Livro Novo - Muita Gente Tem Medo de Perereca. Mas Não Teriam, Se Conhecessem a Teca. Ela é Muito Engraçadinha, Adora Se Divertir e Pula Sem Parar. Enquanto Brinca, Teca Também Ajuda as Plantas, Comendo os Bichinhos que Vêm Perturbar. Edição: 1 Número de páginas: 16 Acabamento: Brochura