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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Produção Textual- PÁSCOA



Para escrever cada vez melhor, tem que se ler e escrever bastante, não importanto quando e em que idade se começa a tentar, a rabiscar, mas a gente sabe e concorda que a criança que começa cedo tem muito mais chances de progressos!

essa atividade é de escrita podendo ser feito com produção coletiva e depois as crianças leem e copiam da lousa, mas a produção tem que partir da criança seja a professora como escriba ou a própria criança escrevendo seu texto

Boa sorte a todos!

quinta-feira, 12 de março de 2009

Jogo das Cartelas


Objetivo:

concentração,

desenvolvimento cognitivo,

memória,

atenção,

percepção,

Raciocínio Lógico

Noção Temporal


Conteúdo

Linguagem oral - reconto


Material

Cartelas com histórias em quadrinhos


Procedimento:

Os alunos ficam separados em grupos de quatro ( ou em outra quantidade, como achar melhor)

São distribuídas a cada grupo várias cartelas que juntas formam uma história (entre 4 e 6 cartelinhas)

O grupo deverá organizar as fichas na seguencia da história,

Os alunos deveram ir á frente da sala e explicar a história


PS- a sala pode votar qual a melhor história e fazer um texto coletivo e depois todos copiam no caderno e fazem o desenho da história ou da atividade.

terça-feira, 3 de março de 2009

O Lobo e os Sete Cabritinhos

análise de palavras!

QUEBRA CABEÇA


RECONTO ATRAVÉS DE FICHAS- SEGUÊNCIA DA HISTÓRIA



FICHAS DE LEITURA PARA MEMORIZAÇÃO E ESTUDO DAS PALAVRAS




A FÁBULA
O LOBO E OS SETE CABRITINHOS.
A FÁBULA:
São características das Fábulas
• a narrativa é curta, geralmente, um diálogo;
• as personagens quase sempre são animais;
• no final da história, destaca-se uma moral.
Estrutura das Fábulas
• Através das fábulas podemos fazer duas leituras independentes:
Narrativa propriamente dita cuja estrutura narrativa sempre se repete:
• Situação inicial
• Obstáculo
• Tentativa de solução
• Resultado final
• Moral
Moral - linguagem temática, dissertativa. Ela pode ser usada e analisada independentemente da fábula.
A fábula nos leva a dois mundos:
• o imaginário, o narrativo, fantástico;
• e o real, o dissertativo, temático.

Na verdade, a fábula é um “estudo sério sobre o comportamento humano”, a ética e a cidadania.





O LOBO E OS SETE CABRITINHOS
de Jakob e Wilhelm Grimm

"Era uma vez uma cabra que tinha sete cabritinhos. Ela os amava com todo o amor que as mães sentem por seus filhinhos. Um dia, ela teve que ir à floresta em busca de alimento. Então, chamou os cabritinhos e lhes disse:

- Queridos filhinhos, preciso ir à floresta. Tenham muito cuidado por causa do lobo. Se ele entrar aqui, vai devorá-los todos. É seu costume disfarçar-se, mas vocês o reconhecerão pelas sua voz rouca e por suas patas pretas.
Os cabritinhos responderam:
- Querida mãezinha, pode ir descansada, pois teremos muito cuidado.

A cabra baliu e foi andando despreocupada. Não se passou muito tempo e alguém bateu à porta dizendo:
- Abram a porta, queridos filhinhos. A mamãe está aqui e trouxe uma coisa para cada um de vocês.
Os cabritinhos perceberam logo que era o lobo, por causa de sua voz rouca, e responderam:
- Não abriremos a porta, não! Você não é nossa mãezinha. Ela tem uma voz macia e agradável. A sua é rouca. Você é o lobo!

O lobo, então, foi a uma loja, comprou uma porção de giz e comeu-os para amaciar a voz. Voltou à casa dos cabritinhos, bateu à porta, e disse:
- Abram a porta, meus filhinhos. A mamãe já voltou e trouxe um presente para cada um de vocês.
Mas o lobo tinha posto as patas na janela e os cabritinhos responderam:
- Não abriremos a porta, não! Nossa mãe não tem patas pretas como as suas. Você é o lobo.

O lobo foi à padaria e disse ao padeiro:
- Tenho as patas feridas. Preciso esfregá-las em um pouco de farinha. O padeiro pensou consigo mesmo: "O lobo está querendo enganar alguém". E recusou-se a fazer o que ele pedia. O lobo, porém, ameaçou devorá-lo e o padeiro, com medo, esfregou-lhe bastante farinha nas patas.

Pela terceira vez, foi o lobo bater à porta dos cabritinhos:
- Meus filhinhos, abram a porta. A mãezinha já está aqui, de volta da floresta, e trouxe uma coisa para cada um de vocês.
Os cabritinhos disseram:
- Primeiro mostre-nos suas patas, para vermos se você é mesmo nossa mãezinha.
O lobo pôs as patas na janela e, quando eles viram que eram brancas, acreditaram e abriram a porta.

Mas, que surpresa!!! Ficaram apavorados quando viram o lobo entrar. Procuraram esconder-se depressa. Um entrou debaixo da mesa; outro meteu-se na cama; o terceiro entrou no fogão; o quarto escondeu-se na cozinha; o quinto, dentro do guarda-louça; o sexto, embaixo de uma tina, e o sétimo, na caixa do relógio. O lobo os foi achando e comendo, um a um. Só escapou o mais moço, que estava na caixa do relógio.

Quando satisfez o seu apetite, saiu e, mais adiante, deitou-se num gramado. Daí a pouco pegou no sono. Momentos depois, a cabra voltou da floresta. Que tristeza a esperava! A porta estava escancarada. A mesa, as cadeiras e os bancos, jogados pelo chão. As cobertas e os travesseiros, fora das camas. Ela procurou os filhinhos, mas não os achou. Chamou-os pelos nomes, mas não responderam. Afinal, quando chamou o mais moço, uma vozinha muito sumida respondeu:
- Mãezinha querida, estou aqui, no relógio.

Ela o tirou de lá, e ele lhe contou tudo o que havia acontecido. A pobre cabra chorou ao pensar no triste fim de seus filhinhos!!! Alguns minutos depois, ela saiu e foi andando tristemente pela redondeza. O cabritinho acompanhou-a. Quando chegaram ao gramado, viram o lobo dormindo, debaixo de uma árvore. Ele roncava tanto que os galhos da árvore balançavam. A cabra reparou que alguma coisa se movia dentro da barriga do lobo.
- Oh! Será possível que meus filhinhos ainda estejam vivos, dentro da barriga do lobo? pensou ela falando alto.

Então, o cabritinho correu até sua casa e trouxe uma tesoura, agulha e linha. Mal a cabra fez um corte na barriga do lobo malvado, um cabritinho pôs a cabeça de fora. Ela cortou mais um pouco e os seis saltaram, um a um. Como ficaram contentes!!! Cada qual queria abraçar mais a mamãe. Ela também estava radiante, contudo, precisava acabar a operação antes que o lobo acordasse. Mandou que os cabritos procurassem umas pedras bem grandes. Quando eles as trouxeram, ela as colocou dentro da barriga do bicho e coseu-a rapidamente. Daí a momentos, o lobo acordou. Como sentisse muita sede, levantou-se para beber água no poço. Quando começou a andar, as pedras bateram, umas de encontro às outras, fazendo um barulho esquisito. O lobo pôs-se a pensar:

"Estavam bem gostosinhos
Os cabritos que comi.
Mas depois, que coisa estrranha!
Que enorme peso senti!"

Quando chegou ao poço e se debruçou para beber água, com o peso das pedras, caiu lá dentro e morreu afogado. Os cabritinhos, ao saberem da boa notícia, correram e foram dançar, junto ao poço, cantando, todos ao mesmo tempo":

"Podemos viver,
Sem ter mais cuidado.
O lobo malvado morreu,
No poço afogado."

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

1ª aula- a Obra e o autor: (Linguagem oral e Representação através de desenhos)
Predição da fábula o Lobo e os Sete Cabritinhos, sondar os conhecimentos prévios das crianças...
Quem sabe o que é isso?
É um livro de história? E qual é o nome da história?Alguém saberia contar?
Após esses debates poderia ser lida a história com exploração oral do texto:
Por que a mamãe cabra disse pra não abrir a porta para ninguém?
Por que o lobo queria comer os cabritinhos?
O que você achou da atitude da mamãe cabra?
O Lobo mentiu na história, por que ele fez isso? É certo mentir?
Atividade em folha: Desenho da História e escrita espontânea dos personagens


2ª aula- Matemática (Pensamento Matemático)
Quantos cabritinhos são ao todos na história?
Quantos ficaram presos no relógio?
Há diferença no tamanho deles?
Problemas matemáticos envolvendo os objetos do texto

3ª aula- Sociedade
Conversar com os alunos sobre os diferentes tipos de paisagens?
Onde se passa a História dos Cabritinhos é parecido com o da Branca de Neve?
Qual as Características da Floresta?
Qual a Alimentação dos Cabritinhos? Herbívoros ou Carnívoros?
4ª aula- Natureza
Na história da Branca de neve aparecem vários animais, conversar com as crianças sobre o a habita destes animais se são da floresta ou do bosque, são grandes ou pequenos?
Que tipo de alimentos a mamãe cabra foi comprar? Milhos são alimentos saudáveis?
Atividade: Elaborar uma lista de alimentos com frutas e verduras para fazer a análise das palavras.

6º aula- Temas Transversais- As diferenças
Mesmo sendo o menor, o cabritinho caçula foi quem ajudou os demais, tamanho é documento? As crianças pequenas também podem ajudar independente do tamanho?
5ª Artes:
Construir uma maquete da História e da Fábula na sala de aula com a Professora.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA SEREM ADAPATADAS HISTÓRIA
Construção e/ou confecção de:

milho com massinha de modelar
Fantoches e dedoches
Dramatizações
Banco de Palavras
Registros de Sinônimos afixados em papel na parede da sala
Fichas de Leitura
Jogos de encaixe
Quebra Cabeças
Ordenação de Objetos em totais de sete por tamanho
Medir os alunos
Textos coletivos
Recontos orais e/ ou através de figuras ou títulos
Reescrtia da história alterando o final
Confecção de um relógio de parede com caixas de sapato
Relação Biunivoca. (um a um)
Contagem da história através de sombras, dedoches, fantoches, caixas de surpresas


sábado, 14 de fevereiro de 2009

A galinha ruiva
































A Galinha Ruiva

Um dia uma galinha ruiva encontrou um grão de trigo.
- Quem me ajuda a plantar este trigo? - perguntou aos seus amigos.
- Eu não - disse o cão.
- Eu não - disse o gato.
- Eu não - disse o porquinho.
- Eu não - disse o peru.
- Então eu planto sozinha - disse a galinha. - Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez. Logo o trigo começou a brotar e as folhinhas, bem verdinhas, a despontar. O sol brilhou, a chuva caiu e o trigo cresceu e cresceu, até ficar bem alto e maduro.
- Quem me ajuda a colher o trigo? - perguntou a galinha aos seus amigos.
- Eu não - disse o cão.
- Eu não - disse o gato.
- Eu não - disse o porquinho.
- Eu não - disse o peru.
- Então eu colho sozinha - disse a galinha. - Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez.
- Quem me ajuda a debulhar o trigo? - perguntou a galinha aos seus amigos.
- Eu não - disse o cão.
- Eu não - disse o gato.
- Eu não - disse o porquinho.
- Eu não - disse o peru.
- Então eu debulho sozinha - disse a galinha. - Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez.
- Quem me ajuda a levar o trigo ao moinho? - perguntou a galinha aos seus amigos.
- Eu não - disse o cão.
- Eu não - disse o gato.
- Eu não - disse o porquinho.
- Eu não - disse o peru.
- Então eu levo sozinha - disse a galionha. - Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez. Quando, mais tarde, voltou com a farinha, perguntou:
- Quem me ajuda a assar essa farinha?
- Eu não - disse o cão.
- Eu não - disse o gato.
- Eu não - disse o porquinho.
- Eu não - disse o peru.
- Então eu asso sozinha - disse a galinha. - Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez. A galinha ruiva assou a farinha e com ela fez um lindo pão.
- Quem quer comer esse pão? - perguntou a galinha.
- Eu quero! - disse o cão.
- Eu quero! - disse o gato.
- Eu quero! - disse o porquinho
- Eu quero! - disse o peru.
- Isso é que não! Sou eu quem vai comer esse pão! - disse a galinha. - Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez.

Veja também:








Quem não conhece a história da Galinha Ruiva, que queria fazer um pão e convocou os companheiros para ajudá-la? Junto a outros clássicos universais da literatura infantil, esta pode ser considerada uma das mais populares entre as crianças, há várias gerações. Mas os tempos mudam e com ele alguns valores. Será que a rígida lição de moral contida no final desta fábula pode ser aplicada nos dias de hoje? Essa é a questão proposta (e resolvida) pelo livro “A Galinha Xadrez”








Tema: Fábulas Histórias Livro Interativo Novas Versões de Histórias Antigas Reconto
Tema Transversal: Ética
Formato: 21 x 21 cm
Número de páginas: 28
Acabamento: Grampo
I.S.B.N.: 978-85-85357-56-6






Editora: Brinque - book


























HUMMMM- Essa é só para inspiração das cozinheiras talentosas!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A Perereca Sapeca


A pereca sapeca

Teca, a perereca

vivia a pererecar

saltava para todo lado

comi insetinhos

anunciava chuva

quando ninguém

estava a esperar

como era sapeca a perereca Teca

Assustava as crianças

Quando pulava sem parar

Uma perereca é nossa amiguinha

Pois Livra as plantas

de muitos bichinhos.
(Helina Barriga)

editora: Ftd
ano: 2006
estante: Infanto-juvenis
meta-estante: Infanto-juvenis
peso: n/d
cadastrado em: sábado, 15/3/2008. 19:14:02
descrição: Livro Novo - Muita Gente Tem Medo de Perereca. Mas Não Teriam, Se Conhecessem a Teca. Ela é Muito Engraçadinha, Adora Se Divertir e Pula Sem Parar. Enquanto Brinca, Teca Também Ajuda as Plantas, Comendo os Bichinhos que Vêm Perturbar. Edição: 1 Número de páginas: 16 Acabamento: Brochura