segunda-feira, 27 de junho de 2011

filme do Cocoricó


BRINCAR + APRENDER
TAMANHO DO TEXTO A- A+
FILME + DVD
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Cocoricó nos cinemas
O criador do programa, Fernando Gomes, conta detalhes sobre a aventura de Júlio e sua turma na cidade


Marcela Farrás


A área urbana é o cenário para as brincadeiras da turma do Júlio em Cine Cocoricó: As Aventuras na Cidade, que reúne cinco episódios inéditos da próxima temporada da série. Júlio, Lilica e Alípio conhecem uma grande metrópole quando decidem visitar o amigo João.

O restante da turma acompanha as novidades dessa viagem pela internet. “Todos conversam com Júlio pelo computador que João deixou na fazenda na temporada passada”, conta Fernando Gomes, criador do Cocoricó. Pela web ou pessoalmente, eles conhecem os novos amigos: Rodolfo (irmão de João), Vitória (menina descolada que encanta Júlio), Noel e Dora (pais de João) e Dorivaldo (porteiro do prédio em que a turma fica hospedada).

Um cachorro empolgadíssimo e um rato sem paciência moram no beco ao lado do prédio e fazem parte da vizinhança, que, segundo Fernando, vive bem no meio da correria urbana. “O lugar não é uma vila segura como um condomínio afastado. É a cidade grande mesmo, com toda a sua movimentação.” Cenários conhecidos das metrópoles compõem a cidade fictícia onde se passa a nova temporada.

A temporada completa chega à TV Cultura em dezembro deste ano e a tendência do programa a partir de agora é explorar cada vez mais os pólos urbano e rural.

O filme
Imagens em alta definição garantem qualidade de cinema para os novos episódios, mas esse ainda não é, de fato, o filme do Cocoricó. “Dessa vez são cinco episódios inéditos com 15 minutos cada, mas eu ainda tenho planos para um longa. Já adianto que, no filme, eles vão conhecer o mar”, diz Fernando.

Cine Cocoricó: As Aventuras na Cidade
Em exibição nos cinemas de São Paulo, Santos-SP, São Vicente-SP, Campinas-SP, Jundiaí-SP, Taubaté-SP, Curitiba-PR, Rio de Janeiro, Tubarão-SC, Porto Alegre-RS, Belo Horizonte-MG, Juiz de Fora-MG, Brasília-DF, Goiânia-GO, Vitória-ES, Salvador-BA, Recife-PE, Belém-PA, Natal-RN,. Consulte a programação em sua cidade.


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Os 30 melhores livros infantis!


Prêmios e Concursos
Crescer anuncia os 30 melhores livros infantis
PublishNews - 01/06/2011 - Maria Fernanda Rodrigues

Quase a metade dos livros selecionados foi escrita por autores estrangeiros


A Revista Crescer perguntou a educadores, psicólogos, críticos, pesquisadores, livreiros, bibliotecários e a outros profissionais quais foram os 30 melhores livros editados no Brasil em 2010. Somou aqui e ali e chegou à lista anunciada na noite desta terça-feira, dia 31, em São Paulo. Dos 30, 14 são de autores estrangeiros. Destaque para os brasileiros Eva Furnari e Ilan Brenman, que emplacaram mais de um livro, e para Monica Stahel, a tradutora com mais obras na lista.

Editoras como a Brinque-Book, Abacatte, Projeto, Moderna, Salamandra, Companhia das Letrinhas, Global, Rocco, Peirópolis e Manati também merecem destaque porque foram elas que publicaram os livros dos escritores e ilustradores brasileiros indicados pelos jurados.

A revista pediu que os leitores do site também escolhessem o melhor livro e quem ganhou o voto popular foi Por que Elvis não latiu?, escrito por Robertson Frizero, ilustrado por Tayla Nicoletti e publicado pela gaúcha 8Inverso. Veja a relação completa no “Leia Mais” ou na edição da revista que já está nas bancas.


Os 30 melhores livros segundo a revista Crescer

O que tem dentro da sua fralda?, de Guido Van Genechten (Brinque-Book – Trad. Vânia Maria Lange)
O livro redondo, de Caulos (Rocco)
Um amor de botão, de Pauline Carlioz (Salamandra – Trad. Luciano Vieira Machado)
Uma lagarta muito comilona, de Eric Carle (Kalandraka – Trad. Miriam Gabbai)
Yumi, Annelore Parot (Companhia das Letrinhas – Trad. Eduardo Brandão)
A vida secreta das árvores, de Gita Wolf e Sirish Rao (texto) e Bhajju Shyam, Durga Bai e Ram Singh Urveti (ilustrações) (WMF Martins Fontes – Trad. Monica Stahel)
Bruxinha Zuzu, de Eva Furnari (Moderna)
O artesão, de Walter Lara (Abacatte)
Selvagem, de Roger Mello (Global)
Sombra, de Suzy Lee (Cosac Naify)
Telefone sem fio, de Ilan Brenman e Renato Moriconi (Companhia das Letrinhas)
A história do leão que não sabia escrever, de Martin Blaltscheit (WMF Martins Fontes – Trad. Monica Stahel)
A lua dentro do coco, de Sérgio Capparelli (texto) e Guazzelli (ilustrações) (Projeto)
É um livro, de Lane Smith (Companhia das Letrinhas – Trad. Júlia Moritz Schwarcz)
Margarida, de André Neves (Abacatte)
Pato! Coelho!, de Amy Krouse Rosenthal (texto) e Tom Lichtenheld (ilustrações) (Cosac Naify – Trad. Cassiano Elek Machado)
As lavadeiras fuzarqueiras, de John Yeoman (texto) e Quentin Blake (ilustrações) (Companhia das Letrinhas – Trad. Eduardo Brandão)
Gildo, de Silvana Rando (Brinque-Book)
Mamãe é um lobo, de Ilan Brenman (texto) e Gilles Eduar (ilustrações) (Brinque-Book)
Trudi e Kiki, Eva Furnari (Moderna)
Ah, se a gente não precisasse dormir!, Gertd Fehrie (texto), Desiree La Valett e David Stark (concepção) e Keith Haring (ilustrações) (Cosac Naify – Trad. Claudio Marcondes)
Dez patinhos, de Graça Lima (Companhia das Letrinhas)
Que João é esse? Que Maria é essa?, de Lalau (texto) e Laurabeatriz (ilustrações) (Companhia das Letrinhas)
Avô, conta outra vez, de José Jorge Letria (texto) e André Letria (ilustrações) (Peirópolis)
Controle remoto, Tino Freitas (texto) e Mariana Massarani (ilustrações) (Manati)
Obax, de André Neves (Brinque-Book)
Ode a uma estrela, de Pablo Neruda (texto) e Elena Odriozola (ilustrações) (Cosac Naify – Trad. Carlito Azevedo)
O que é uma criança?, Beatrice Alemagna (WMF Martins Fontes – Trad. Monica Stahel)
Sábado na livraria, Sylvie Neeman (texto) e Olivier Tallec (Cosac Naify – Trad. Cássia Silveira)

Escolha do leitor: Por que o Elvis não latiu?, Robertson Frizero (texto) e Tayla Nicoletti (ilustrações) (8Inverso)
fonte:

atividades para festa junina




Festas juninas bombando e eu adooooooro! por que considero a que tem maior conteúdo para ser explorado e tem tudo de bom, comida, danças, crenças etc e no nosso Brasil imenso tem festa para todo lado!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Caixinha que ajuda a criar estórias!


Olá a todos !
Faz tempo que não posto, mas hoje vale a pena como sempre! RSRS, andando por uma livraria como sempre gosto de fazer, futricar nas prateleiras de todas as áreas, até encontrei um livro legal sobre educação financeira, porém isso fica para outro post! Agora vou dar uma sugestão que considerei muito legal
Em sala de aula as vezes a gente fica sem idéais para histórias que devem ser diárias e acabamos por cair na repetição, ou só lendo livrinhos, podendo vincular na cabeça do aluno que só os escritores podem criar (inventar) histórias! Pois bem, na livraria achei isso! uma caixinha com cartõezinhos com sugestões para criação de histórias, vc pode ir tirando um por dia, pode pedir que um aluno crie em casa! Se ele já conseguir, ou pode fazer junto com a turma um texto coletivo! Veja o que encontrei na net sobre a caixinha!
Do site Crescer Notícias!
Imagine uma viagem de carro que se alongou um pouco mais ou aquela espera que parece eterna na antessala do consultório do pediatra. Ou algum outro momento que você precisa entreter seu filho, mas ainda assim procura uma forma criativa para isso. A Fantástica Fábrica de Histórias para Crianças vai ajudar muito. São 40 cartões com começos de histórias com muita variedade, de momentos engraçados até outros de provocar medo. O que importa é exercer a imaginação. Você pode pedir para a criança tirar um cartão ou você mesmo ler um início de enredo para ela. Depois, você, ele ou alguma outra pessoa ou criança por perto pode continuar a história do jeito que quiser.

Esse tipo de brincadeira funciona muito bem em família, aumenta o vínculo, cria chances para outras conversas, amplia o vocabulário e cutuca a criatividade e a curiosidade da criança. Além de ser uma ótima dica quando a criança estiver com uma porção de amigos.

>A Fantástica Fábrica de Histórias para Crianças, Ed. Matrix

No site da Cláudia...
A Fantástica Fábrica de Histórias Para Crianças (Matrix Editora)
Cartões com o início de contos estimulam a imaginação da garotada. A proposta dessa caixa é que os pequenos continuem as 40 histórias propostas.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

Salário médio do professor é de R$ 1.527, diz MEC;

16/10/2009 - 16h05
Salário médio do professor é de R$ 1.527, diz MEC; 16 Estados pagam menos que esse valor
Da Redação
Em São Paulo
Atualizada às 16h58

Os salários mais baixos destinados a professores da educação básica da rede pública, excluindo o sistema de ensino federal, estão em Pernambuco. É o que revela estudo do MEC (Ministério da Educação) divulgado nesta quinta-feira (15).

A média nacional de salários de professores da educação básica no país está em R$ 1.527. Ao todo, 16 Estados pagam valores inferiores a esta quantia.

MEC divulga média salarial dos professores da educação básica; você concorda com os números?

Salário médio dos professores da Educação Básica brasileira
Distrito Federal R$ 3.360
Rio de Janeiro R$ 2.004
São Paulo R$ 1.845
Mato Grosso do Sul R$ 1.759
Roraima R$ 1.751
Rio Grande do Sul R$ 1.658
Paraná R$ 1.633
Acre R$ 1.623
Amapá R$ 1.615
Sergipe R$ 1.611
Amazonas R$ 1.598
Tocantins R$ 1.483
Minas Gerais R$ 1.443
Mato Grosso R$ 1.422
Pará R$ 1.417
Espírito Santo R$ 1.401
Rondônia R$ 1.371
Santa Catarina R$ 1.366
Goiás R$ 1.364
Maranhão R$ 1.313
Alagoas R$ 1.298
Rio Grande do Norte R$ 1.232
Ceará R$ 1.146
Bahia R$ 1.136
Piauí R$ 1.105
Paraíba R$ 1.057
Pernambuco R$ 982
Brasil R$ 1.527
Estado 2008
De acordo com os dados da pasta, em Pernambuco, um docente ganha em média R$ 982. As informações do ministério mostram que os mais bem-remunerados estão no Distrito Federal, com salário médio de R$ 3.360. Os dados levam em conta a renda do trabalho padronizada para uma jornada de 40 horas semanais.

No Sudeste, a rede pública do Rio de Janeiro remunera melhor seu magistério do que São Paulo. No RJ um docente ganha, em média, R$ 2.004; seu colega paulista recebe R$ 1.845. Os fluminenses e os paulistas seguem o Distrito Federal no ranking da remuneração.

Com os piores salários estão Estados do Nordeste. Pouco melhor que Pernambuco está a Paraíba, com remuneração média de R$ 1.057 e, em seguida, o Piauí, com salário médio de R$ 1.105.

CNTE contesta valores
Para o presidente da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), Roberto Leão, os valores não correspondem à realidade. "Essas contas do ministério me assustam muito. Queria saber onde conseguiram esta fábula", afirma.

Segundo Leão, o salário médio nacional observado pela categoria está em torno de R$ 920. "O próprio ministério fala que o piso de R$ 950 iria melhorar a condição de 40% dos professores. Como é possível que o piso seja superior a R$ 1.500?", questiona.

Pesquisa mostra que alunos preferem professores a instituições de ensino
Magistério começa a ter dignidade resgatada no Brasil, dizem especialistas
Para consultor da Unesco, cenário sobre professores no Brasil é preocupante
CNTE aponta envelhecimento de docentes e desinteresse pelo magistério

Piso nacional ainda é polêmica
Apesar da lei que estabeleceu o piso nacional do magistério, seu pagamento ainda é controverso. A lei exige que cada Estado pague, no mínimo, R$ 950. No entanto, este valor deve ser corrigido anualmente.

Para a CNTE o piso, hoje, é R$ 1.132. "Está uma bagunça generalizada. Queremos que esse valor seja pago para uma jornada de, no máximo, 40 horas. Há Estados que pagam menos e outros que estão até reduzindo a remuneração dos professores", afirma Leão.
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