quinta-feira, 28 de maio de 2009

Atividades de coleção para festa junina





Essas coleções são ótimas, mas devemos organizar uma rotina para a escolha delas meu exemplo é assim, sempre escolho:

1. Texto ou musica
2. Incentivos
3. Ficha esquema
3. Escrita espontânea
4. Análise estrutural da palavra
5. Pintura, colagem (artes)
6. Passatempo: quebra cabeça, sombras, etc
7. Palavra cruzada (isso é excelente) ou Acróstico
8. Análise fonológica
9. Listagem
10.Fihca de Leitura ou outro jogo sobre o tema

e pra finalizar um DVD


eu cometi muito o erro de procurar atividades em coleções sem me organizar, ai resultado sempre saíam mais atividades assim ou assadas, e depois que fiz a lista, não fica faltando um aspecto a ser explorado, observem se isso acontece com vcs beijos a todos fica a dica!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Aprender a aprender sempre




vi num blog de uma amiga!


e pensei que quão maravilhoso é ensinar a ler e a escrever, fazer a crianças soltar a mão da gente, caminhar sozinha, é como tirar as rodinhas da bicicleta, é extraordinário e fabuloso, indescritível, ver as primeiras e pequenas palavras, que é sempre a MAIOR DE TODAS pra mim, nem que seja um BOLA, é um momento que arranca lágrimas de qualquer alfabetizador, é empolgante, dá vida ao seu dia, força pra continuar e acreditar que vai dar certo...

Essa história de deixar caminhar só também machuca por que antes,eles precisam de vc pra tudo, ir ao banheiro, contar histórias e com o tempo vc vai percebendo que a dependência deles te deixa saudades, pois é o momento de deixar que as rodinhas saiam da bicicleta e vão para o armário...

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Marcação para Quadrilha Junina (passos)


Para quem está procura da marcação para o momento da quadrilha, aqui vai a dica.

Depois de casar os noivos, começa o arrasta-pé.

1- Vamos entrando! Os pares entram de braços dados no arraial, as damas a esquerda dos cavalheiros. Os noivos ficam na frente da fila. Depois, damas e cavalheiros se separam, formando uma fila de cada lado.

2 - Cavalheiros cumprimentam as damas! Com os braços atrás das costas, os cavalheiros se aproximam de suas damas e as cumprimentam tirando os chapéus. Depois, voltam de costas para os seus lugares.

3 - Damas cumprimentam cavalheiros! Agora é a vez das damas irem até os cavalheiros para cumprimentá-los. Elas também voltam de costas para os seu lugares.

4 - Balance - As duas filas se aproximam e os pares requebram frente a frente.

5 - Tour! Os pares dançam juntos, girando sem sair do lugar.

6 - Começa o passeio! De braços dados, os casais saem andando até formarem um círculo.

7 - A grande roda! Todos formam uma roda e giram para a direita.

8 - Damas ao centro! As damas passam para dentro do círculo formando uma roda. As damas giram para a direita e os cavalheiros para a esquerda.

9 - Cavalheiros procuram suas damas! As damas param e os cavalheiros continuam rodando até alcançarem suas companheiras. Eles param a direita delas.

10 - Coroar! De mãos dadas, os cavalheiros levantam os braços, passando-os por cima da cabeça das damas. Depois, damas e cavalheiros giram para a direita.

11 - Cavalheiros ao centro! Todos formam a grande roda de novo. Depois, os cavalheiros passam para dentro do cí­rculo e giram para a direita. As damas giram para a esquerda.

12 - Damas procuram seus cavalheiros! Cavalheiros param e damas continuam rodando até alcançarem seus parceiros. Elas param a esquerda dos seus cavalheiros.

13 - Coroar! De mãos dadas, as damas levantam os braços passando-os por cima da cabeça dos cavalheiros. Todos giram para a direita.

14 - O caracol! Forma-se uma nova roda. Depois, o noivo solta a mão direita e vai puxando os outros para dentro da roda, formando um caracol. Chegando ao centro, ele faz o caminho de volta. Os que forem saindo do caracol formam uma fila única.

15 - Caminho da roça! Todos saem dançando, sempre em fila.

16 - Olha a chuva!Cobrindo a cabeça com as mãos, todos dão meia-volta e começam a andar para o outro lado.

17 - É mentira! Todos voltam dizendo "Aaahhh!".

18 - Olha a cobra! Os dançarinos pulam, gritam e dão meia-volta.

19 - Já mataram! Os participantes voltam dizendo "Aaahhh!"

20 - Continua o passeio! Os pares continuam o passeio de braços dados, com os noivos na frente.

21 - Atenção! Preparar para o travessia! Sem parar de dançar, os pares se dividem. Um casal vai para a direita e outro vai para a esquerda, formando duas filas.

22 - Travessia de damas! Ao ritmo da música, as damas aproximam-se umas das outras, balançando as saias com as mãos, e então se cumprimentam. 23 - Agora é a vez dos cavalheiros! Os cavalheiros se cumprimentam.

24 - Preparar o galope! Os casais se abraçam como se fossem dançar.

25 - Começar! O primeiro casal de uma fila (os noivos) e o último casal da outra fila trocam de lugar, dançando bem rápido. Quando terminarem, os dois outros casais seguintes trocam de lugar. E assim por diante até todos mudarem a fila.

26 - Descruzar! Da mesma maneira, os noivos recomeçam a troca e todos voltam aos seus lugares.

27 - Continua o grande passeio!De braços dados, os casais formam uma fila e passeiam em ziguezague.

28 - Olha o túnel! Os noivos ficam frente a frente e, de mãos dadas, levantam os braços. O casal seguinte passa por baixo e, em seguida, também ajuda na formação do túnel e assim por diante. Quando o túnel estiver totalmente formado, os noivos o atravessam e continuam o passeio. Os outros fazem o mesmo.

29 - Agora, a despedida! Em fila, os pares vão se despedindo dos convidados. As damas acenam com as mãos e os cavalheiros com os chapéus.



OUTRO EXEMPLO

Marcação para Quadrilha
Edição e Pesquisa de Lenise Resende


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1.ª Parte: Comandos iniciais
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A) Caminho da festa! - Os pares se dividem e se colocam nas extremidades. Entram no salão balançando os braços e param no centro, onde as duas filas se encontram.
B) Aos seus lugares!; Anarriê (en arrière, para trás) ou Returnê (returner) - Os pares voltam em marcha-a-ré até o ponto em que estavam.
C) Damas para um lado e cavalheiros para o outro! - Os pares se separam. Formam uma fileira de damas e outra de cavalheiros. Uma diante da outra. Cada cavalheiro fica em frente à sua dama.
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COMEÇA A MÚSICA
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1- BALANCÊ! (balancer) ou Balanceio! - Balançando o corpo no ritmo da música, damas e cavalheiros marcam o passo, sem sair do lugar. // Nota: Além de ser o primeiro comando "Balancê" é um grito de incentivo, repetido quase todas as vezes que um passo termina. Quando um comando é dado só para damas, os cavalheiros permanecem no "Balancê". E vice-versa.
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2- BALANCÊ COM SEU PAR:
A) Balancê! (Balanceio!) - Balançando o corpo no ritmo da música, damas e cavalheiros marcam o passo, sem sair do lugar.
B) Balancê vis-à-vis! - Os cavalheiros balançam o corpo e caminham até as damas. Ao chegar perto, entrelaçam o braço direito no braço direito da dama. O casal dá duas voltas e as damas param. Eles voltam aos seus lugares caminhando de costas.
C) Balancê! (Balanceio!) - Balançando o corpo, damas e cavalheiros marcam o passo, sem sair do lugar.
D) Ao centro! ou Anavan! (en avant) - Damas e cavalheiros avançam para o centro balançando os braços e cumprimentam-se com um aceno de cabeça.
E) Beija-flor! - As damas estendem a mão direita para o cavalheiro beijar.
F) Voa andorinha! - Os cavalheiros dão um passo pra trás. Sem largar a mão da dama, ficam semi-ajoelhados. As damas dão duas voltas pela esquerda, balançando o vestido com a outra mão. Eles levantam.
G) Voa gavião! - Os cavalheiros enlaçam a cintura da dama, com a mão direita. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão duas voltas para a direita.
H) Aos seus lugares! - Todos voltam aos seus lugares caminhando de costas.
I) Balancê! (Balanceio!) - Balançando o corpo, damas e cavalheiros marcam o passo, sem sair do lugar.
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3- SAUDAÇÃO; CUMPRIMENTO ou TRAVESSÊ: Esses comandos podem ser feitos em duas seqüências iguais (A,B,C,D - A, B, C, D) ou quase (A,B,C,D - C,D)
A) Cavalheiros, saudação! - (Cumprimento de cavalheiros) ou (Travessê de cavalheiros) - Sem sair do lugar, elas balançam o corpo. Eles, balançando o corpo, caminham até elas. Cumprimentam sua dama, flexionando o tronco e mantendo a cabeça erguida. Voltam aos lugares caminhando de costas.
B) Damas, saudação! - (Cumprimento de damas) ou (Travessê de damas) - Sem sair do lugar, eles balançam o corpo. Elas, balançando o corpo, caminham até eles. Cumprimentam seu parceiro, com mesura, levantando levemente a barra da saia. Voltam aos lugares caminhando de costas.
C) Saudação geral! - (Cumprimento de casal) ou (Travessê de casal) - Damas e cavalheiros vão para o centro ao mesmo tempo. Cumprimentam-se e voltam aos seus lugares caminhando de costas.
D) Damas e cavalheiros, trocar de lado! (Travessê de damas e cavalheiros) - As duas colunas vão para o centro ao mesmo tempo. Cruzam-se no centro pela direita e seguem até o outro lado do salão, trocando de lado. Eles, vão para o lugar antes ocupado por elas. E vice-versa. Ficando novamente de frente ao seu par.
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4- MARCAS AO CENTRO: (Antes do início da quadrilha, os pares são marcados pelo número 1 ou 2)
A) Primeiras marcas ao centro! - Só os pares do grupo 1 vão ao centro. Os demais fazem "Balancê".
B) Balancê! (Balanceio!) - No centro, os pares do grupo 1, balançam o corpo, sem sair do lugar.
C) Giro! ou Tur (tour) - O cavalheiro abraça a cintura da dama, com a mão direita. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão uma volta completa pra direita.
D) Aos seus lugares! - Os pares do grupo 1, cumprimentam-se. E voltam aos lugares caminhando de costas.
E) Segundas marcas ao centro! - Só os pares do grupo 2 vão ao centro. Os demais fazem "Balancê".
F) Balancê! (Balanceio!) - No centro, os pares do grupo 2, balançam o corpo, sem sair do lugar.
G) Giro! (Tur) - O cavalheiro abraça a cintura da dama, com a mão direita. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão um giro completo pra direita.
H) Aos seus lugares! - Os pares do grupo 2, cumprimentam-se. E voltam aos lugares caminhando de costas.
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2.ª Parte: Comandos em círculo
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PASSEIO!
A) Passeio! - As filas laterais giram pela direita e emendam-se em um grande círculo. Cada cavalheiro dá a mão direita à sua parceira. Os casais passeiam, balançando os braços soltos para baixo, no ritmo da música.
B) Trocar de dama! (Changê de dama!) - Cavalheiros à frente, ao lado da dama seguinte.
C) Mais uma vez! - O comando é repetido até que cada cavalheiro tenha passado por todas as damas e retornado pra seu par. (Se for dado o comando "passar duas" ou "passar três", passa duas ou três damas à frente.)
D) Trocar de cavalheiro! (Changê de cavalheiro!) - Damas à frente, ao lado do cavalheiro seguinte.
E) Mais uma vez! - O comando é repetido até que cada dama tenha passado por todos os cavalheiros e retornado pra seu par. (Se for dado o comando "Passar dois!" ou "Passar três!", passa dois ou três cavalheiros à frente. Se retornar ao "Passa um!", continuar repetindo "Mais uma vez!")
F) Dança da vassoura! - Uma das damas (a noiva) não participa e um dos cavalheiros fica sem par. Ao ouvir o comando "Trocar de dama!" ou "Changê de dama!" os cavalheiros trocam de par. Quem sobrar, dança no meio da roda com a vassoura.
G) Destrocar de dama! - Ao ouvir o comando os cavalheiros voltam para seu par.
H) Anavan tur! ( Avantur) - A dama e o cavalheiro dançam como no comando "Tur" (O cavalheiro abraça a cintura da dama, com a mão direita. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão uma volta para a direita) Após uma volta, a dama passa a dançar com o cavalheiro da frente.
I) Mais uma vez! - O comando é repetido até que cada dama tenha dançado com todos os cavalheiros e alcançado seu par. (Se for dado o comando "Passar dois!" ou "Passar três!", passa dois ou três cavalheiros à frente. Se retornar ao "Passa um!", continuar repetindo "Mais uma vez!")
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GRANDE PASSEIO!
A) Grande passeio! - Com as damas à direita dos cavalheiros, os casais passeiam de braços dados formando um círculo de casais. Dançam balançando os braços soltos pra baixo, no ritmo da música.
B) Damas à direita, cavalheiros à esquerda! - Soltam-se os braços. Damas fazem curva pra direita. Cavalheiros fazem curva pra esquerda.
C) Passeio dos namorados! - Quando os pares voltam a se encontrar no centro, dão-se os braços. O par guia sai junto pra direita e o seguinte pra esquerda. E assim sucessivamente. Quando os pares voltam-se a se encontrar no centro, formam uma só fila. Cada dama à frente do seu parceiro.
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3.ª Parte: Comandos em fila
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CAMINHO DA ROÇA: (Vários comandos podem ser acrescentados nesse passo)
A) Caminho da roça! - Damas e cavalheiros formam uma só fila e todos batem palmas. Ela fica à frente do seu parceiro. Caminham pra direita, balançando os braços. A fila deve deslizar como uma cobra pelo chão.
B) Olha a cobra! - Todos se voltam e caminham em sentido contrário, dizendo em coro:- Aiiiiii!
C) É mentira! - Damas e cavalheiros voltam a caminhar pra direita, dizendo em coro:- Ahhh!
D) Segue caminho da roça!
E) Olha a chuva! - Todos fazem meia volta, dizendo em coro:- Uiiiii!
F) Já passou! - Todos fazem meia volta, dizendo em coro:- Ahhh!
G) Segue caminho da roça!
H) Olha o buraco! - Todos fazem meia volta, dizendo em coro:- Uiiiii!
I) Já consertou! - Todos dão meia volta novamente, dizendo em coro:- Ahhh!
J) Segue caminho da roça! - Voltam para o "Caminho da roça".
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TRENZINHO ou CARACOL: (Escolher um só)
A) Trenzinho! - Damas e cavalheiros formam uma só fila, colocando as mãos nos ombros de quem estiver à sua frente. A 1.ª pessoa da fila (o guia), coloca as suas por cima dos ombros e segura as mãos de quem estiver atrás dela. Caminhando pra direita, a fila segue fazendo curvas grandes e movimentos e barulhos de um trem.
B) Desfazer - Voltam para o "Caminho da roça".
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A) Caracol! - Damas e cavalheiros formam uma só fila, colocando as mãos nos ombros de quem estiver à sua frente. A 1.ª pessoa da fila (o guia), coloca as suas por cima dos ombros e segura as mãos de quem estiver atrás dela. Caminhando pra direita e balançando os braços, a fila segue fazendo curvas grandes.
B) Enrolar! - O guia começa a enrolar a fileira, como um caracol.
C) Desvirar! - O guia faz as curvas em sentido contrário, até voltar a ficar em linha reta.
D) Segue o caminho da roça! - Voltam para o "Caminho da roça".
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CESTINHA DE FLORES:
A) Cestinha de flores! - Damas e cavalheiros formam uma só fila. Elas levantam os braços, passando-os por cima dos ombros com a palma das mãos para cima. Os cavalheiros que estão atrás seguram as mãos da dama e continuam a caminhar.
B) Desfazer cestinha de flores! - As damas abaixam os braços.
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CHANGÊ:
A) Preparar o changê! - Todos param de andar e ficam no "Balancê". O cavalheiro dá a mão direita à parceira.
B) Changê! - Os cavalheiros rodam a dama pela sua esquerda, passando-as para trás. E a cada sinal do marcador, largam as mãos dela e vão pegar as da dama da sua frente, até reencontrar o seu par.
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CARANCHÊ:
A) Preparar o caranchê! - Todos param de andar e ficam no "Balancê". As damas ficam de frente aos cavalheiros. Eles seguram com a mão direita, a mão direita delas.
B) Caranchê! - Os cavalheiros puxam a dama para trás, indo com a mão esquerda, pegar a mão esquerda da dama que se aproxima, passando de uma dama para outra, em zigue zague. Damas e cavalheiros andam em sentido contrário até reencontrar o seu par.
C) Desfazer o caranchê! - Todos param de andar. As damas desviram.
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TÚNEL!
A) Preparar para o túnel! - Cada cavalheiro dá a mão direita à sua parceira e ficam no "Balancê".
B) Olha o túnel! - De mãos dados os pares seguem em fila. O casal guia pára, levanta os braços, voltados para dentro, formando um arco. O segundo casal passa por baixo e levanta os braços em arco. O terceiro casal passa pelos dois e faz o mesmo. O procedimento se repete até que todos tenham passado pelo túnel.
C) Aos seus lugares! - Os pares voltam aos seus lugares.
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4.ª Parte: Comandos em roda
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ESTRELA ou CRUZ DE MALTA : (Antes do início da quadrilha, os pares são marcados pelo número 1 ou 2)
A) Primeiras marcas ao centro! - Apenas os pares do grupo 1 vão ao centro. E dividem-se em grupos de dois pares. As duas damas dão as mãos, segurando-se na altura do antebraço. Os cavalheiros seguram os punhos de suas damas. Os pares do grupo 2 permanecem no "Balancê".
B) Primeiras marcas pra direita! - Os pares do grupo 1 rodam pra direita ao ritmo da música.
C) Segundas marcas, preparar! - Apenas os pares do grupo 2, nas laterais, dividem-se em grupos de dois pares. As duas damas dão as mãos, segurando-se na altura do antebraço. Os cavalheiros seguram os punhos de suas damas. Os pares do grupo 1 permanecem rodando.
D) Segundas marcas pra esquerda! - Os pares do grupo 2 rodam pra esquerda ao ritmo da música.
E) Preparar estrela! - Os casais do grupo 1 continuam rodando e os do grupo 2 vão-se infiltrando na roda, segurando-se nos punhos e formando rodas maiores. Os cavalheiros seguram nas mãos dos cavalheiros e as damas seguram nas mãos das damas, formando outro braço da estrela.
F) Estrela pra direita! - A roda desloca-se, ao ritmo da música, no sentido indicado pelo marcador
G) Estrela pra esquerda! - A roda desloca-se, ao ritmo da música, no sentido indicado pelo marcador
H) Desfazer estrela! - Os casais do grupo 1 continuam rodando e os do grupo 2 vão saindo da roda e retornando aos seus lugares.
I) Aos seus lugares! - Os pares do grupo 1 voltam aos lugares.
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GRANDE RODA:
A) Grande roda! - Todos dão as mãos formando uma grande roda e deslocam-se no sentido indicado pelo marcador (direita ou esquerda).
B) Damas ao centro! (Damas pra dentro cavalheiros pra fora) - Forma-se uma roda de damas ao centro e uma de cavalheiros do lado de fora. As duas rodas deslocam-se no mesmo sentido (indicado pelo marcador): "Damas e cavalheiros pra direita!"
C) Arco-íris! - As duas rodas deslocam-se em sentido inverso, seguindo os comandos do marcador: "Damas pra direita, cavalheiros pra esquerda!" ou vice-versa.
D) Coroa de rosas! - Eles, de mãos dadas, erguem os braços e passam por cima da cabeça das damas. E sem soltar as mãos, mantêm os braços na altura da barriga delas. Durante a coroação eles dançam sem sair do lugar. Depois deslocam-se seguindo os comandos do marcador
E) Descoroar! - Todos voltam à posição anterior. Ficando duas rodas novamente.
F) Reformar a grande roda! - Elas caminham de costas, colocando-se entre os cavalheiros. Todos dão as mãos, formando uma grande roda e deslocam-se no sentido indicado pelo marcador (direita ou esquerda).
G) Cavalheiros ao centro! (Cavalheiros pra dentro damas pra fora) - Forma-se uma roda de cavalheiros ao centro e uma de damas do lado de fora. As duas rodas deslocam-se no mesmo sentido (indicado pelo marcador).
H) Arco-íris! - As duas rodas deslocam-se em sentido inverso, seguindo os comandos do marcador: "Damas pra direita, cavalheiros pra esquerda!" ou vice-versa.
I) Coroa de espinhos! (Cavalheiros pra dentro damas pra fora) - Elas, de mãos dadas, erguem os braços e passam por cima da cabeça dos cavalheiros. E sem soltar as mãos, mantêm os braços na altura da barriga deles. Durante a coroação eles dançam sem sair do lugar. Depois deslocam-se seguindo os comandos.
J) Descoroar! - Todos voltam à posição anterior. Ficando duas rodas novamente.
L) Reformar a grande roda! - Os cavalheiros caminham de costas, colocando-se entre as damas. Todos dão as mãos, formando uma grande roda e deslocam-se no sentido indicado (direita ou esquerda).
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DESPEDIDA! - De um ponto escolhido da roda os pares se formam novamente e saem em fila, pelo meio do salão. Vão se retirando no "Galope" e acenando para as pessoas que estão assistindo.
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Fontes: Arquivo pessoal / Quadrilha: Teatro, Poema e Dança (Carlos Felipe)

FONTE:http://www.lendorelendogabi.com/datas/datas_quadrilha_marcacao.htm

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Musicas Juninas que dá para cantar em sala, trabalhar texto!


CAPELINHA DE MELÃO
autor: João de Barros e Adalberto Ribeiro

Capelinha de melão
é de São João.
É de cravo, é de rosa, é de manjericão.

São João está dormindo,
não me ouve não.
Acordai, acordai, acordai, João.

Atirei rosas pelo caminho.
A ventania veio e levou.
Tu me fizeste com seus espinhos uma coroa de flor.

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PEDRO, ANTÔNIO E JOÃO
autor: Benedito Lacerda e Oswaldo Santiago

Com a filha de João
Antônio ia se casar,
mas Pedro fugiu com a noiva
na hora de ir pro altar.

A fogueira está queimando,
o balão está subindo,
Antônio estava chorando
e Pedro estava fugindo.

E no fim dessa história,
ao apagar-se a fogueira,
João consolava Antônio,
que caiu na bebedeira.

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BALÃOZINHO

Venha cá, meu balãozinho.
Diga aonde você vai.
Vou subindo, vou pra longe, vou pra casa dos meus pais.

Ah, ah, ah, mas que bobagem.
Nunca vi balão ter pai.
Fique quieto neste canto, e daí você não sai.

Toda mata pega fogo.
Passarinhos vão morrer.
Se cair em nossas matas, o que pode acontecer.
Já estou arrependido.
Quanto mal faz um balão.
Ficarei bem quietinho, amarrado num cordão.

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SONHO DE PAPEL
autor: Carlos Braga e Alberto Ribeiro

O balão vai subindo, vem caindo a garoa.
O céu é tão lindo e a noite é tão boa.
São João, São João!
Acende a fogueira no meu coração.

Sonho de papel a girar na escuridão
soltei em seu louvor no sonho multicor.
Oh! Meu São João.

Meu balão azul foi subindo devagar
O vento que soprou meu sonho carregou.
Nem vai mais voltar.

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PULA A FOGUEIRA
autor: João B. Filho

Pula a fogueira Iaiá,
pula a fogueira Ioiô.
Cuidado para não se queimar.
Olha que a fogueira já queimou o meu amor.

Nesta noite de festança
todos caem na dança
alegrando o coração.
Foguetes, cantos e troca na cidade e na roça
em louvor a São João.

Nesta noite de folguedo
todos brincam sem medo
a soltar seu pistolão.
Morena flor do sertão, quero saber se tu és
dona do meu coração.

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CAI, CAI, BALÃO

Cai, cai, balão.
Cai, cai, balão.
Aqui na minha mão.
Não vou lá, não vou lá, não vou lá.
Tenho medo de apanhar.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/musicacultura/musicas_festa_junina.htm

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Recadinho

Photobucket


ô o apelo desesperadoooo!

Mas só assim com recados eu sei como manter o blog, espero toneladas de recadinhos ein?

A cigarra e a Formiga.. La Fontaine- Fábula



Sugestão da minha prima Meire

A formiga boladona (sensacional)


Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.

Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo
com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.
Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.


Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e
nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer.
Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno
que estava por vir.

Então, passados alguns dias, começou a esfriar.
Era o inverno que estava começando.


A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.

Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu:

Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.


E a cigarra disse para a formiguinha:

- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris.
- Será que você poderia cuidar da minha toca?
- E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas!

- Mas o que lhe aconteceu?
- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?

E a cigarra respondeu:
Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz.
Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris...
À propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?

Desejo sim, respondeu a formiguinha.
Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda
ele ir CATAR LATA!


UM VÍDEO

Aproveitando a lista de Comidas Típicas Juninas

Análise estrutural e fonológica das comidinhas tipicas.... acho que essa aual vai dar fome nos meninos! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Comidas Típicas






O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.

Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos.

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento.

Canjica
Mugunzá
Pamonha
Cural
Bolo de milho
milho assado
milho cozido
bolo comum
bolo pé de moleque
bolo de macaxeira (aipim)
bolo de farinha de tapioca (bolo podre)
Maçã do amor
uva do amor
baião de dois
paçoca
queijo assado
quentão
bombocado
cocada
batata doce
arroz doce
broa
cuzcuz
grude
pipoca doce
pipoca salgada
tapioca doce
tapioca salgada
churrasquinho
Cuzcuz com carne moída
pão de queijo

Quem souber mais me envia para eu acrescentar na lista, as receitas pode- se encontrar na net, não coloquei se não ficaria uma postagem muuuito grande, abraços a todos

terça-feira, 19 de maio de 2009

Ficha de leitura - juninas


Olha ia gente para trabalhar as palavras chaves das Festas Juninas


Tomara que sirva kkkk


Como fazer:]

Recorte a figuras e cole uma cartolina ou folha de papel mais durinha,

se der passe plástico adesivo (contact) em cima pra durar mais,pois as crianças sempre querem manusear!

sabe como é , ficha de leitura é super interessante, meus alunos sempre gostam e festa junina tem todo ano, não custa conservar

domingo, 17 de maio de 2009

Atividades juninas


Uma atividade coringa daquelas que se pode divdir em até 4
e outra de análise estrutural das palavras que pode ser feito até com jardim I desde que a professora trabalhe palavras chaves e eles memorizem, assim é só para contar letrinhas

sexta-feira, 15 de maio de 2009



Video do Parece mas não é...
tem umas fichas vou postando aos poucos!


video de apresentação do programa Paic





Vou postar aqui jogos com o alfabeto do Paic (Programa Alfabetização na Idade certa)2008-
são alfabetos móveis e o nome dos animais do PARECE MAIS NÃO É!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

O teste da casa!

Primeiro desculpas a todos e todas, mas estava sem internet, mas agora vim com um material muito bom:


O TESTE DA CASA!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Háaaaaaaaaaaa

Eu ia esquecendo já tiveram 2 anos consecutivos que fiz as apresentações do Folclore utilizando as músicas de Parintins... Uma foi sobre a Lenda do Curupira



Guardiões da Amazônia
Boi Garantido

Composição: Demetrius Haidos e Geandro Pantoja

Não sonhamos da terra do nunca
Mas lutamos pela terra sem males
Amazônia rica e bela, é da nossa pátria amada
Amazônia nosso santuário
Amazônia rota de corsários

Povos indígenas pintam-se para a guerra
E tocam suas flautas sagradas
cablocos ribeirinhos
Da várzea e da terra firme
Assobiam suas utopias
Remanescentes quilombolas
Rufam os tambores da liberdade
Somos guardiões da Amazônia
E ninguém levará nossas riquezas

Somos curupiras, somos curupiras
Guardiões da Amazônia
Guardiões da Amzaônia

O interessante é que a letra é grande e dificil, mas elas gostaram e aprenderam super rápido, foi uma das Culminâncias que eu mais gostei e notem que a roupinha é de crepom... Tá ai pra quem quizer copiar, lembrando que tem que ler a lenda, comentar e tal:

Lenda do Curupira
Origem da lenda do Curupira, características principais, defensor das florestas e animais, o que diz os mitos e lendas da floresta, folclore nacional, cultura popular do interior do Brasil
O folclore brasileiro é rico em personagens lendários e o curupira é um dos principais. De acordo com a lenda, contada principalmente no interior do Brasil, o curupira habita as matas brasileiras. De estatura baixa, possui cabelos avermelhados (cor de fogo) e seus pés são voltados para trás.
A função do curupira é proteger as árvores, plantas e animais das florestas. Seus alvos principais são os caçadores, lenhadores e pessoas que destroem as matas de forma predatória.

Para assustar os caçadores e lenhadores, o curupira emite sons e assovios agudos. Outra tática usada é a criação de imagens ilusórias e assustadoras para espantar os "inimigos da florestas". Dificilmente é localizado pelos caçadores, pois seus pés virados para trás servem para despistar os perseguidores, deixando rastros falsos pelas matas. Além disso, sua velocidade é surpreendente, sendo quase impossível um ser humano alcançá-lo numa corrida.

De acordo com a lenda, ele adora descansar nas sombras das mangueiras. Costuma também levar crianças pequenas para morar com ele nas matas. Após encantar as crianças e ensinar os segredos da floresta, devolve os jovens para a família, após sete anos.

Os contadores de lendas dizem que o curupira adora pregar peças naqueles que entram na floresta. Por meio de encantamentos e ilusões, ele deixa o visitante atordoado e perdido, sem saber o caminho de volta. O curupira fica observando e seguindo a pessoa, divertindo-se com o feito.

Não podemos esquecer que as lendas e mitos são estórias criadas pela imaginação das pessoas, principalmente dos que moram em zonas rurais. Fazem parte deste contexto e geralmente carregam explicações e lições de vida. Portanto, não existem comprovações científicas sobre a existência destas figuras folclóricas.


O outro foi sobre o Boitatá

Boitatá
Representada por uma cobra de fogo que protege as matas e os animais e tem a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre jesuíta José de Anchieta, em 1560. Na região nordeste, o boitatá é conhecido como "fogo que corre".

Letra da Música e Vídeo:

Um brilho no rio
em noite escura é fogo fátuo
gênio protetor dos campos e das águas
cobra grande, boiaçú
boiúna, boiúna, sucurijú
a fera que surge do nada

corre no corpo o arrepio
o sangue nas veias fica frio
o fogo que a água não apaga

um facho de luz ilumina a escuridão
seus olhos de fogo incandeiam
tapando furos, singrando rios
a dona da noite à boca da noite
a dona da noite vai chegar

boitatá, boitatá
fogo no ar, fogo no ar
cobra de fogo, boiaçú
boiúna flutua

Obs> se vc procurar pela net tem sempre uma música de Parintins falando de lendas, árvores, ecologia, é legal fazer um projeto!

O mesmo tmb pode ser visto em alguns sambas enredos antigos!

Fica a Dicaaa!





Datas Comemorativas Junho

As comemorações folcloricas são mais festejadas entre JUNHO e AGOSTO, mês do Folclore!




Festa Junina:
Festas juninas ou Festas dos santos populares (Lituano - Joninės) são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como "festa de São João". Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da Europa - Dinamarca, Estónia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia -, mas são encontrados também na Irlanda, partes da Grã-Bretanha (especialmente Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Austrália.
Junho

01 · Semana Mundial do Meio Ambiente
01 · Dia de Caxias
01 · Primeira transmissão de TV no Brasil
01. Dia da Imprensa
03 · Dia Mundial do Administrador de Pessoal
03 · Pentecostes
05 · Dia da Ecologia
05 · Dia Mundial do Meio Ambiente
07 · Dia da Liberdade de Imprensa
08 · Dia do Citricultor
09 · Dia do Porteiro
09 · Dia do Tenista
09 · Dia da Imunização
09 · Dia Nacional de Anchieta
10 · Dia da Artilharia
10 · Dia da Língua Portuguesa
10 · Dia da Raça
11 · Dia da Marinha Brasileira
11 · Dia do Educador Sanitário
11. Corpus Christi
12 · Dia do Correio Aéreo Nacional
12 · Dia dos Namorados
13 · Dia de Santo Antônio
13 · Dia do Turista
14 · Dia do Solista
14 · Dia Universal de Deus
17 · Dia do Funcionário Público Aposentado
18 · Dia do Químico
18 · Imigração Japonesa
19 · Dia do Cinema Brasileiro
20 · Dia do Revendedor
21 · Dia da Mídia
21 · Dia do Imigrante
21 · Dia Universal Olímpico
21 · Início do inverno
24 · Dia das Empresas Gráficas
24 · Dia de São João
24 · Dia Internacional do Leite
26 . Dia do Metrologista
27 · Dia Nacional do Progresso
28 · Dia da Renovação Espiritual
29 · Dia de São Pedro e São Paulo
29 · Dia do Papa
29 · Dia da Telefonista
29 · Dia do Pescador





Festival Folclórico de Parintins:
Festa de Boi bumbá:

Festival Folclórico de Parintins
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

O Festival Folclórico de Parintins é uma festa popular realizada anualmente no último final de semana de junho na cidade de Parintins, Amazonas.

O festival é uma apresentação a céu aberto, onde competem duas agremiações, o Boi Garantido, de cor vermelha, e o Boi Caprichoso, de cor azul. A apresentação ocorre no Bumbódromo (Centro Cultural e Esportivo Amazonino Mendes), um tipo de estádio com o formato de uma cabeça de boi estilizada, com capacidade para 35 mil espectadores. Durante as três noites de apresentação, os dois bois exploram as temáticas regionais como lendas, rituais indígenas e costumes dos ribeirinhos através de alegorias e encenações. O Festival de Parintins se tornou um dos maiores divulgadores da cultura local.

O festival é realizado desde 1965 e já teve vários locais de disputa como a quadra da catedral de Nossa Senhora do Carmo, a quadra da extinta CCE e o estádio Tupy Cantanhede.

DAVID ASSAYAG:

** Não tô defendendo esse ou outro boi garantido ou caprichoso, mas acho essa cara um exemplo e uma voz belíssima, CEGO DESDE OS 16 ANOS DE IDADE:
VEJA ENTREVISTA DELE, RETIRADA DA ISTO É:

Festa na floresta
...No Garantido, desde 1992 o levantador é David Assayag, um violonista nascido em Parintins, de formação acadêmica, que preferia a MPB aos ritmos da sua terra. "Achava a toada repetitiva", confidencia. "Só com o tempo me liguei ao boi." O começo da vinculação se deu por acaso, em 1990, durante uma festa da agremiação em Manaus. Diante da ausência do levantador oficial, Assayag assumiu o posto e sua voz grave agradou. "Eu sabia todas as toadas", lembra. Seu trabalho começou a ser conhecido em todo o País devido à sua participação no mais recente álbum de Fafá de Belém, Pássaro sonhador. Cego desde os 16 anos, devido ao deslocamento da retina que afetou um nervo ótico depois de um acidente de carro em Belém, Assayag teve que retornar a Parintins. A mudança foi benéfica. Nos próximos meses já tem 80 shows agendados. "O boi pegou todo mundo de surpresa", acredita Assayag. "Parintins não se preparou para o sucesso." Diante dos fatos, então: bate forte o tambor, que o tic tic tac vai tremer ainda mais.




David Assayag Parintins é levantador oficial de toadas do Boi Garantido. É um dos fundadores da Banda Canto da Mata e seu primeiro convite foi pra ser levantador de todas no Boi Contrário, o boi Caprichoso, o que não aconteceu. David é dono de uma voz de características marcantes.

David Assayag foi o mentor e iniciou em 2007, a Casa de Toadas, espaço onde recebe convidados e canta toadas novas e antigas dos bois de Parintins. O sucesso da Casa de Toadas em 2007 foi grande e promete continuar o projeto no ano de 2008.

DE OLHO NO VÍDEO!

Troque um parlamentar por 334 professores


TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES
Prezado amigo!

Sou professor de Fisica, de ensino méio de uma escola púlica em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a voc?o meu saláio bruto mensal: R$650,00
?/span>

Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu saláio ?R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um saláio assim, a rede de ensino poder?contar com professores competentes e dispostos a ensinar?


Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra ?
essa: O professor faz de conta que d?aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas ? A pura verdade!
Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!
Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano. São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.

Na Itália, só gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha, Argentina, R$1,3 milhões.
Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !
Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que voc?divulgasse minha campanha, na qual o lema ser?
?br>"TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES".
?
COMO VOCE VAI VOTAR DEPOIS DE LER ESTA MATÉRIA??

obs. Recebi por email e achei interessante postar!

terça-feira, 5 de maio de 2009

Ações globais que auxiliam o desenvolvimento dos letramentos



Umas dicas que vi no livro que li é pequeno, prático para carregar e é objetivo eu sempre imprimo, recorto e colo as frases separas no cantinho das folha (uma em cada folha, enfeita é dá dicas) do meu caderno de plano diário, assim eu quando estou criando as atividades e dá uma luz, ajuda a refletir!

Bom proveito! Háaa quando comprei em novembro/08 custou 10 reias!

1. ler para a criança. Acompanhar no processo de leitura. Isso ajuda a perceber a importância do ato.
2. Ler narrativas de todas as fontes. Busque inicialmente narrativas curtas para que eles possam acompanhar. Aos poucos vá acrescentando dificuldades.
3.contar histórias para a cça ajuda a percepção da oralidade.
4. Permitir que as crianças contem, ao seu modo, história do seu dia a dia.
6.O desenvolvimento da escrita vem com a necessidade de a criança registrar coisas que houve.
7. Deixe a criança tentar a escrita livremente. Não lhe dê folhas com linhas no início. Isso ajuda a bloquear a liberdade da escrita
8. A caixa alta (letra impressa maiúscula- bastão) deve ser a forma de apresentar a letra. Substiua quando a cça já conseguir conhecê -la.
9.A letra cursiva é uma sequência da bastão, demora um pouco para estar firme.
12. Não priorize a grafia nesse momento. Priorize o pensamento linguístico. Pense no texto e não na frase ou palavra.
13. Corrija sim a produção das crinaças. Deixar erros nos materiais é negligência. Agora, faça isso de uma forma participativa, pouco traumática. Há várias técnicas de apontar um erro. Escolha a mais pedagógica para você.
14. Tarefa para casa vale a pena se a criança pode fazê -la. O auxílio hoje me dia é pouco por parte dos pais. Assim, caso a criança tenha muita tarefa que necessite de auxílio, ela irá fazê- la com cuidado, sem certeza, ou simplesmente não fazer, tenha sempre cuidado com a quantidade. Tarefa não pode ser castigo. É uma ajuda para formar a rotina de estudo. Opte por coisas dinâmicas
17. Não produza nenhum texo com as crianças sem antes fazer uma contextualização. Isto é incondicional.
18.Depois da contextualização vem o projeto para o desenvolvimento do texto.
20. Depois do projeto vem o texto desenvolvido.Haverá erros ortográficos, falta de coesão e coerência, mas a criança precisa parender a rever o próprio texto.
21. Depois da produção, vem a revisão que pode ser feita em conjunto ou individualmente.
22. Depois da correção por parte do aluno, o professor pode fazer uma correção coletiva par que todos possam acompanhar o processo na íntegra. Reestruturação textual é sempre mais interessante na coletividade.
23. O tema do texto é muito importante. Sem ele a criança não aprende coesão e coerência. Discuta o título com eles.
24. Use imagens sempre que julgar conviniente à contextualização ou ao desenvolvimento da narrativa.

Fonte: Livro- Desenvolvimento da Escrita.
100 propostas práticas para o trabalho com crianças de seis anos
autor: Geraldo Peçanha de Almeida.

domingo, 3 de maio de 2009

Sistema de Classificação de Jogos, Brinquedos e Materiais Pedagógicos




Este sistema foi desenvolvido com o objetivo de possibilitar a classificação de jogos, brinquedos e materiais pedagógicos. Para sua elaboração, foram considerados aspectos relativosao brinquedo, desde sua origem até a qualidade do estímulo que oferece a criança. A organização deste sistema tem po objetivo facilitar o acesso ao materil pelos educadores, assim sendo, a selação dos itens para CATALOGAÇÃO, obedeceu a vários critérios técnicos e de praticidade. Os dez primeiros intes referem se ao registro de informações sobre aspectos físicos dos brinquedos;os seguintes, referem - se a aspectos pedagógicos.
O sistema de classificação de jogos, brinquedos e materias pedagógicos é composto pelos seguintes itens, que poderão fazer parte de um livro registro para brinquedotecas, clinicas de psicopedagogia, escola, e até seu. (livro Tombo)

DESCRIÇÃO DE ITENS:
1. Número do registro: Este número corresponde ao registro feito por ordem de entrada, a data que o produto foi adquirido e posto em uso. Se houverem 2 brinquedos igual, cada brinquedo deve receber o "seu" número, isto é números diferente, para que se um sumir, perder se saiba.

2.Localização: Localização do brinquedo em caixa, gavetas, boxes... é identificado por uma letra de determinada cor que é escrita ao lado do número; a letra indica a coluna na estante e a cor indica a prateleira onde o brinquedo se encontra.

3.Data da entrada:É a referência ao dia da entrada em que está sendo feito o registro.

4.Nome do Brinquedo: É o nome que consta na embalagem e no catálago (se houver). Quando não há certeza sobre o nome, este deve ser escrtia de lápis no livro registro e o nome suposto também.

5.Fabricante e Local: O nome da indústria ou artesão que produziu o brinquedo e da cidade, estado e país onde foi feito o produto.

6.Código e Ano: Este intem refere-se ao código ou número de referência constante no catálago do fabricante e ao ano que o brinquedo foi fabricado.

7. Componentes: Nesta coluna é feita a descrição resumida das peças que compõem o jogo, incluindo- se i nmaterial que são feitos (cartaõ, plástico, madeira, pano...), o número de peças e sua forma e cor tratando- se de brinquedo confeccionado com sucata, uma outra listagem de materias é utilizada, pois além da qualidade da matéria prima, cataloga- se o tipo de objeto que foi transformado.

8. Embalagem: Descrição da embalagem, se existir: uma caixa de madeira, plástico ou cartão, se é um saquinho, ou se não existe embalagem.

9.Preço: Este ítem refere- se ao valor que o brinquedo custou na época que foi registrado.

10. Tipo: Este ítem refere- se as características dos brinquedos, jogos e materias pedagógicos quanto a forma de brincar que as instruções sugerem. Chamamos de JOGO ao brinquedo (ou atividade, baseado nas regras.
Qualquer material ou objeto pode ser utilizado tanto para um exercício didático quanto para uma brincadeira ou jogo. Mas o que caracteriza o jogo é a existência de regras e condições para que um participante seja ganhador.

Podemos Classificar os brinquedos em 26 tipos:
1. Blocos de Construção
2. Brinquedo de Afeto
3. Brinquedo de Armar
4. Brinquedo de berço
5. Brinquedo de Faz de conta:
6. Brinquedos de manipulação
7. Brinquedos de Montar
8. Brinquedo hipnótico
9. Brinquedo Musical
10. Brinquedo Pedagógico
11. Brinquedo Sonoro
12. Brinquedo de Sorte.
13. Jogo de Baralho
14. Jogo de Circuito
15. Jogo de Cooperação
16. Jogo de Destreza
17. Jogo de Dominó
18. Jogo de Loto
20. Jogo de Memória
21. Jogo de Perguntas ou respostas.
22. Material Pedagógico
23. Quebra Cabeças

Honras: Ao curso de Formação Ludica com o professor Marcos Teodorico Pinheiro de Almeida da Universiade Federal do Ceará -UFC, quem cursei em maio de 2004
Links sobre Marcos Teodorico:





O livro dele, sou fã dele mesmo e dai?
Na livraria Saraiva vende pela net


Bom também me informaram que: Este sistema de classificação foi criado por Nylse Cunha ,inclusive é parte do livro Brinquedoteca um mergulho no brincar.

Gráfico de Níveis Conceituais de Escrita



De acordo com Emília Ferreiro na Psicogênese da Escrita, o sujeito que está em processo de alfabetização passa por 3 níveis de escrita (coloquei as garatujas e o alfabético ortográfico por que para nosso diagnóstico acho muito válido) que são:


pré- silábico em 3 estágios,


silábico -com valor e sem valor sonoro,


silábico alfabético e alfabético.




Mas na tabela eu separei para que a professora (o) anotasse os mínimos e sensíveis avanços:




Como utilizar a tabela?


Esta tabela tem:


9 colunas, que representam os avanços na escrita.


25 linhas onde você vai colorir de acordo com a legenda abaixo na cor do nível, 1 quadradinho para cada aluno (tem que ser a quantidade e cor exata tá)
No exemplo eu teria:
Garatujas: 2 alunos
Pré- Silábico1: 5 alunos
Pré- Silábico2: Nenhum aluno
Pré- Silábico3: 2 alunos
Silábico Sem Valor Sonoro: Nenhum
Silábico com valor Sonoro: 8 alunos
Silábico Alfabético: Nenhum
Alfabético: 4 alunos
Alfabético Ortográfico: 1 aluno
** atenção**
1.Anote ao lado nº total de alunos
2. Quantidade de alunos avaliados
3. Utilize sempre o mesmo teste: com mesmas palavras e mesma frase, fica mais "amarrado" e mais exato para vc comparar ao logo do ano.
4. Anote sempre o período do teste SEM FALTA!
5. Faça quantas vezes quizer, eu faço pelo menos 4 vezes no ano (bimestre para relatórios oficiais).
6. Se puder marque uma data ex: todo dia 15 fazer o teste.
Por que o mesmo teste? Se o nível de escrita é do aluno?
Veja:
nas palavras
Apagador
cadeira
mesa
Giz
Todas são sílabas simples
Se você colocar
Apontador
Caderno
lápis
giz
Já muda por que tem sons nasais"N": apoNtador
tem "R" no meio da palavra: cadeRno
e Lápis: eles podem comfundir com som se Z, escrever lápi etc,
mas esta criança provavelmente saberá escrever sozinha:
boneca, bola, bila, casa, dado, uva etc
O aluno alfabético escreve foneticamente, como fala vai mais adiante entender regras ortográficas, mas eles ESTÁ alfabético!

A soma de quadradinhos coloridos deve ser IGUAL a quantidade de alunos AVALIADOS

Faça um gráfico por turmo> Um grafico para a turminha da manhã e um gráfico para a turminha da tarde, fica melhor de fazer relatórios da turma e comparar e quem sabe fazer planejamentos diferenciados para cada turno!

sábado, 2 de maio de 2009

Jogos Matemáticos que eu uso em sala, e outros jogos legais

Ábaco






Teve origem provavelmente na Mesopotâmia, há mais de 5.500 anos. O ábaco pode ser considerado como uma extensão do ato natural de se contar nos dedos. Emprega um processo de cálculo com sistema decimal, atribuindo a cada haste um múltiplo de dez. Ele é utilizado ainda hoje para ensinar às crianças as operações de somar e subtrair.

JOGO DO NUNCA 10 (DEZ)





Eu prefiro no ábaco aberto esse que está ai em cima:




Nunca 10
Objetivos:
- Construir o significado de Sistema de Numeração Decimal explorando situações-problema que envolvam contagem;
- Compreender e fazer uso do valor posicional dos algarismos, no Sistema de Numeração Decimal.
Material:
Ábaco de pinos – 1 por aluno
2 dados por grupo
Metodologia:
Os alunos divididos em grupos deverão, cada um na sua vez, pegar os dois dados e jogá-los, conferindo o valor obtido. Este valor deverá ser representado no ábaco. Para representá-lo deverão ser colocadas argolas correspondentes ao valor obtido no primeiro pino da direita para a esquerda (que representa as unidades). Após todos os alunos terem jogado os dados uma vez, deverão jogar os dados novamente, cada um na sua vez.
Quando forem acumuladas 10 argolas (pontos) no pino da unidade, o jogador deve retirar estas 10 argolas e trocá-las por 1 argola que será colocada no pino seguinte, representando 10 unidades ou 1 dezena. Nas rodadas seguintes, os jogadores continuam marcando os pontos, colocando argolas no primeiro pino da esquerda para a direita (casa das unidades), até que sejam acumuladas 10 argolas que devem ser trocadas por uma argola que será colocada no pino imediatamente posterior, o pino das dezenas.
Vencerá quem colocar a primeira peça no terceiro pino, que representa as centenas.
Com esta atividade inicial, é possível chamar a atenção dos alunos para o fato do agrupamento dos valores, e que a mesma peça tem valor diferente de acordo com o pino que estiver ocupando.
Possivelmente seja necessário realizar esta atividade mais de uma vez. É importante que os alunos possam registrá-la em seus cadernos, observando as estratégias e os pontos obtidos por cada um dos jogadores, etc.
Contando os objetos
Objetivos:
- Realizar contagens, utilizando a correspondência biunívoca (um a um);
- Construir o significado de Sistema de Numeração Decimal explorando situações-problema que envolvam contagem;
- Compreender e fazer uso do valor posicional dos algarismos, no Sistema de Numeração Decimal.
Material:
objetos
ábaco de pinos (1 por aluno)
Metodologia:
Poderão ser selecionados na classe objetos (lápis de cor, giz, pedaços coloridos de papel, borrachas, etc.) em quantidades superiores a 10 unidades, ou poderá ser pedido aos alunos que tragam objetos (bolinhas de gude, figurinhas, botões, tampinhas, moedas, etc.) de casa para montar uma "coleção". Os alunos deverão contar esses objetos, a princípio um a um, registrando a quantidade obtida no ábaco (lembrando que não podem deixar mais de 10 argolas num mesmo pino). Posteriormente, os alunos deverão encontrar outras formas de contar a quantidade de objetos que possuem. Pode-se propor ou aceitar contagens de 2 em 2, de 3 em 3, de 4 em 4..., até que os alunos percebam que quando têm quantidades maiores que 10, podem registrá-las diretamente no pino das dezenas.
Operações
Objetivos:
- Compreender e utilizar as técnicas operatórias para adição e subtração com trocas e reservas;
- Compreender e fazer uso das regras do Sistema de Numeração Decimal;
- Fazer uso de material semi simbólico para registro de cálculos de adição e subtração;



Material Escala Cuisenaire:









Quem inventou o material Cuisenaire?


Origem
O material cuisenaire foi criado pelo professor belga Georges Cuisenaire Hottelet (1891-1980) Esse ai ao ladodepois de ter observado o desespero de um aluno, numa de suas aulas. Decidiu criar um material que ajudasse no ensino dos conceitos básicos da Matemática. Então cortou algumas réguas de madeira em 10 tamanhos diferentes e pintou cada peça de uma cor tendo assim surgido a Escala de Cuisenaire.
Durante 23 anos, Cuisenaire estudou e experimentou o material que criara na aldeia belga de Thuin. Só 23 anos depois da sua criação (a partir de um encontro com outro professor – o egípcio Caleb Gattegno), é que o seu uso se difundiu com enorme êxito. O egípcio, radicado na Inglaterra, passou a divulgar o trabalho de Cuisenaire – a quem chamava de Senhor Barrinhas. Levou apenas 13 anos para passar a ser conhecido nas escolas de quase todo o mundo.
Feito originalmente de madeira, o Cuisenaire é constituído por modelos de prismas quadrangulares com alturas múltiplas da do cubo – representante do número 1 –em 10 cores diferentes e 10 alturas proporcionais.
Introdução
O material Cuisenaire é constituído por uma série de barras de madeira, sem divisão em unidades e com tamanhos variando de uma até dez unidades. Cada tamanho corresponde a uma cor específica.
Uma adaptação desse material pode ser a sua confecção em papel quadriculado, o que ressalta o número de unidades correspondente a cada cor:


Atividades Propostas
Construindo um muro
Objetivo:
- Introduzir a operação de adição e a comutatividade.
Material:
- Material Cuisenaire
Metodologia:
O professor pode apresentar uma barra e pedir que os alunos construam o resto do muro, usando sempre duas barras que juntas tenham o mesmo comprimento da peça inicial
As adições cujo total é dez ou maior que dez, assim como as adições com três ou mais parcelas podem ser introduzidas com essa atividade.
Construindo um muro especial
Objetivo:
- Introduzir o conceito de multiplicação, enquanto soma de parcelas iguais.
Material:
Material Cuisenaire
Metodologia:
O professor pode pedir aos alunos que formem muros usando, por exemplo:
2 tijolos pretos
4 tijolos vermelhos
5 tijolos roxos
Após a realização das atividades concretamente, professor pode pedir que os alunos registrem como fizeram a construção do muro e discutir com seus alunos as formas de registro.





CARTAZ VALOR LUGAR (CAVALU) eu Chamo de QVL- Quadro de Valor e Lugar

O cartaz valor lugar, abreviadamente chamado de cavalu pode ser usado no trabalho com números (sistema de numeração) e operações. De fácil confecção o cavalu, pode ser confeccionado colando-se uma folha de papel pardo pregueado (cada prega pode ter aproximadamente a profundidade de 3 centímetros) sobre um pedaço de papelão ou uma folha de papel cartão. Depois deve-se fazer duas separações verticais, usando para isso fitas, durex colorido ou até mesmo tiras de papel colorido. Com esse cartaz e alguns palitos, pode-se representar os números no sistema posicional além de realizar principalmente as operações de adição e subtração.
Por ser um material de fácil confecção, cada aluno pode confeccionar o seu próprio cavalu.
A seguir apresentamos o cavalu representando o número 12:
Atividades propostas:
O cavalu é um material que pode ser utlizado como variação para atividades de Sistema de Numeração. Por isso, sugerimos, como atividades introdutórias, as mesmas realizadas com o ábaco e com o material dourado.
Para uma variação posterior, podem ser propostas atividades com a ordem do milhar, que foram pouco exploradas nos outros materiais.




GEOPLANO:





O geoplano é um material criado pelo matemático inglês Calleb Gattegno. Constitui-se por uma placa de madeira, marcada com uma malha quadriculada ou pontilhada. Em cada vértice dos quadrados formados fixa-se um prego, onde se prenderão os elásticos, usados para "desenhar" sobre o geoplano. Podem-se criar geoplanos de vários tamanhos, de acordo com o n.º de pinos de seu lado, por exemplo, 5x5, ou seja, cada lado do geoplano tem 5 pinos (pregos).
Atividades Propostas
QUE FIGURA É ESSA?
Objetivos:
Desenvolver a percepção visual de formas geométricas planas;
Comparar, ampliar e reduzir formas e figuras;
Fazer uso de nomenclatura adequada às formas;
Trabalhar com perímetro, lados e vértices.
Usar régua para desenhar.
Material:
Geoplano
Elásticos
Material para registro escrito.
Metodologia:
Esta atividade pode ser realizada em grupo, em duplas, ou individualmente.
O professor mostra uma forma já conhecida, pelo menos visualmente, ou seja, que eles conheçam e possam reproduzir, mesmo sem saber nomeá-las (quadrado, retângulo, trapézio, paralelogramo, hexágono, etc.)
No geoplano, usando 1 elástico, deverão reproduzi-la.
O professor pode sugerir que a figura deve ser montada utilizando um n.º de pregos. (se a figura mostrada estiver desenhada na malha pontilhada, facilitará a visualização da quantidade de pregos.)
Com a figura montada, o professor questiona o nome da figura; quantos lados ela tem; quantos pregos ela está tocando (possibilitando um 1º contato com a noção de perímetro).
A seguir, pergunta o que é preciso fazer para que essa figura fique maior.
Deixando-os explorar o geoplano, eles irão deslocar os elásticos para ampliá-la. Depois, pode pedir que a diminuam.
Daí, podem surgir questionamentos sobre quantos pregos foram usados na figura maior, e na menor, o que houve com as figuras – se ficaram iguais ou mudaram a forma.
Todas as questões podem ser registradas, e num segundo momento, as figuras formadas, desenhadas em quadriculados.







TANGRAN


O tangram é um quebra-cabeça chinês, de origem milenar. Ao contrário de outros quebra-cabeças ele é formado por apenas sete peças com as quais é possível criar e montar cerca de 1700 figuras entre animais, plantas, pessoas, objetos, letras, números, figuras geométricas e outros. As regras desse jogo consistem em usar as sete peças em qualquer montagem colocando-as lado a lado sem sobreposição.


Com o uso do tangram você pode trabalhar a identificação, comparação, descrição, classificação e desenho de formas geométricas planas., visualização e representação de figuras planas, exploração de transformações geométricas através de decomposição e composição de figuras, compreensão das propriedades das figuras geométricas planas, representação e resolução de problemas usando modelos geométricos. Esse trabalho permite o desenvolvimento de algumas habilidades tais como a visualização, percepção espacial, análise, desenho, escrita e construção. Se utilizado em terceiras e quartas séries pode envolver ainda noções de área e frações.



Este quebra-cabeça tem sido utilizado como material didático nas aulas de Artes e está cada vez mais presente nas de Matemática. O trabalho com o tangram deve em suas atividades iniciais visar a exploração das peças e a identificação das suas formas.Logo depois, se passa à sobreposição e construção de figuras dadas a partir de uma silhueta, nesse caso, cabe ao aluno reconhecer e interpretar o que se pede, analisar as possibilidades e tentar a construção. Durante todo esse processo, a criança precisa analisar as propriedades das peças do tangram e da figura que se quer construir, se detendo ora no todo de cada figura, ora nas partes.








Jogos que dispensam comentários:



1. Macaca ou Marelinha









Colaca- se os números nas casas, ou multiplos, triplos, resultados, enfim e a criança deve jogar a pedrinha na casa da resposta correta



2. Soma com dados (bozó)









Materiais:

Em educação pode -se usar quantos dados for o nível da turma:
Material:Um copo de arremesso – de preferência de couro
Dados comuns (bozó)Uma caderneta de anotação para cada Jogador (dupla).

Preparação:
Cada um coloca os dados no copinho de couro e emborca o copo na mesa, ou na rodinha e soma os pontos, a criança anota ganha quem tirar o número maior.




3. Bingo

O bingo é conhecido né??!! Os materiais são pedras numeradas até 80 e cartelas, milho, feijão ou outra coisa para marcar ganha quem preencher a cartela primeiro, é bem baratinho em centros comerciais acho que sai mais barato que fazer




4. Resta Um
Tem uns vendidos na feira de artesanato que tem o tabuleiro em pedra e os pinos são de bola de bude, bila, peteca! Chiquérrrrimos para dar de presente e por na mesa de centro da sala e nem são caros uns 25 reias!




Mas como é um jogo antigo também é vendido em casas de 1.99 que tanto pode jogar sozinho quanto em duplas, vc vai comendo as pinos até conseguir deixar a menor quantidade possível de pinos.



5.Can Can
Can-can é um jogo de cartas da Grow extremamente parecido com o Uno (Mattel) e o conhecido mau-mau (este último é jogado com cartas de baralho de 52 cartas).



eu adorrrrooo jogar isso! Jogo de Carta bom para a família toda, é relativamente barato se comparado a brinquedos de qualidade! Custa em média uns 30 reias, mas vale a pena viu contagia a família toda!


6. Háaa o jogo de cartas 21

Que bate o jogo quem formar 21 ou chegar mais próximo, sem estourar (passar)

7.Rummikub(Grow / 2 a 4 jogadores)Excelente jogo, baseado no jogo de cartas Mexe-Mexe. A base do jogo é o jogo de buraco, mas aqui os jogos não são de ninguém. O desafio é se livrar de suas cartas, conseguindo manter os jogos da mesa sempre coerentes com as regras. Um desafio de raciocínio. As fichas plásticas facilitam os procedimentos. É um dos jogos mais vendidos no mundo

8.*Tô paquerando com esse jogo* Eu querooooooo!

Jenga
Nesse envolvente jogo de destreza da Hasbro, todos vão ficar na ponta da cadeira, ansiosos pelo próximo passo. O desafio é retirar blocos da base para o topo da torre, que vai ficando cada vez mais instável. Sucesso nos Estados Unidos, já apareceu no Brasil com o nome de Torremoto.




9.Vários jogos de tabuleiro tradicionais também ajudam na matématica, nem precisa ser um XADREZ, já vale uma dama, ludo, seí lá aqueles kits de jogos tradicionais que nem são caros mas que refoçam a estratégia e com isso o raciocínio lógico matemático



Dica de Blog que descobri e achei bacana, menções honrosas e agradecimentos: Ludo Mania Os jogos Mais legais
















Friedrich Fröbel- Criador do Jardins de Infância




Friedrich Froebel
O criador dos jardins-de-infância defendia um ensino sem obrigações porque o aprendizado depende dos interesses de cada um e se faz por meio da prática
O alemão Friedrich Froebel foi um dos primeiros educadores a considerar o início da infância como uma fase de importância decisiva na formação das pessoas – idéia hoje consagrada pela psicologia, ciência da qual foi precursor. Froebel viveu em uma época de mudança de concepções sobre as crianças e esteve à frente desse processo na área pedagógica, como fundador dos jardins-de-infância, destinado aos menores de 8 anos. O nome reflete um princípio que Froebel compartilhava com outros pensadores de seu tempo: o de que a criança é como uma planta em sua fase de formação, exigindo cuidados periódicos para que cresça de maneira saudável. “Ele procurava na infância o elo que igualaria todos os homens, sua essência boa e divina ainda não corrompida pelo convívio social”, diz Alessandra Arce, professora da Universidade Federal de São Carlos. As técnicas utilizadas até hoje em Educação Infantil devem muito a Froebel. Para ele, as brincadeiras são o primeiro recurso no caminho da aprendizagem. Não são apenas diversão, mas um modo de criar representações do mundo concreto com a finalidade de entendê-lo. Com base na observação das atividades dos pequenos com jogos e brinquedos, Froebel foi um dos primeiros pedagogos a falar em auto-educação, um conceito que só se difundiria no início do século 20, graças ao movimento da Escola Nova, de Maria Montessori (1870-1952) e Célestin Freinet (1896-1966), entre outros.

Treino de habilidades
Por meio de brinquedos que desenvolveu depois de analisar crianças de diferentes idades, Froebel previu uma educação que ao mesmo tempo permite o treino de habilidades que elas já possuem e o surgimento de novas. Dessa forma seria possível aos alunos exteriorizar seu mundo interno e interiorizar as novidades vindas de fora – um dos fundamentos do aprendizado, segundo o pensador. Ao mesmo tempo que pensou sobre a prática escolar, ele se dedicou a criar um sistema filosófico que lhe desse sustentação. Para Froebel, a natureza era a manifestação de Deus no mundo terreno e expressava a unidade de todas as coisas. Da totalidade em Deus decorria uma lei da convivência dos contrários. Isso tudo levava ao princípio de que a educação deveria trabalhar os conceitos de unidade e harmonia, pelos quais as crianças alcançariam a própria identidade e sua ligação com o eterno. A importância do autoconhecimento não se limitava à esfera individual, mas seria ainda um meio de tornar melhor a vida em sociedade. Além do misticismo e da unidade, a natureza continha, de acordo com Froebel, um sistema de símbolos conferido por Deus. Era necessário desvendar tais símbolos para conhecer o que é o espírito divino e como ele se manifesta no mundo. A criança, segundo o educador, trazia em si a semente divina de tudo o que há de melhor no ser humano. Cabia à educação desenvolver esse germe e não deixar que se perdesse.
Educação espontânea
O caminho para isso seria deixar a criança livre para expressar seu interior e perseguir seus interesses. Froebel adotava, assim, a idéia contemporânea do “aprender a aprender”. Para ele, a educação se desenvolve espontaneamente. Quanto mais ativa é a mente da criança, mais ela é receptiva a novos conhecimentos. O ponto de partida do ensino seriam os sentidos e o contato que eles criam com o mundo. Portanto, a educação teria como fundamento a percepção, da maneira como ela ocorre naturalmente nos pequenos. Isso não quer dizer que ele descartasse totalmente o ensino diretivo, visto como um recurso legítimo caso o aluno não apresentasse o desenvolvimento esperado. De modo geral, no entanto, a pedagogia de Froebel pode ser considerada como defensora da liberdade. O educador acreditava que as crianças trazem consigo uma metodologia natural que as leva a aprender de acordo com seus interesses e por meio de atividade prática. Ele combatia o excesso de abstração da educação de seu tempo, argumentando que ele afastava os alunos do aprendizado. Na primeira infância, dizia, o importante é trabalhar a percepção e a aquisição da linguagem. No período propriamente escolar, seria a vez de trabalhar religião, ciências naturais, matemática, linguagem e artes. Froebel defendia a educação sem imposições às crianças porque, segundo sua teoria, elas passam por diferentes estágios de capacidade de aprendizado, com características específicas, antecipando as idéias do suíço Jean Piaget (1896-1980). Froebel detectou três estágios: primeira infância, infância e idade escolar. “Em seus escritos, ele demonstra como a brincadeira e a fala, observadas pelo adulto, permitem apreender o nível de desenvolvimento e a forma de relacionamento infantil com o mundo exterior”, diz Alessandra Arce. Froebel não fez a separação entre religião e ensino, consagrada atualmente, mas via a educação como uma atividade em que escola e família caminham juntas, outra característica que o aproxima da prática contemporânea.

Brinquedos criados para aprender



Froebel considerava a Educação Infantil indispensável para a formação da criança – e essa idéia foi aceita por grande parte dos teóricos da educação que vieram depois dele. O objetivo das atividades nos jardins-de-infância era possibilitar brincadeiras criativas. As atividades e o material escolar eram determinados de antemão, para oferecer o máximo de oportunidades de tirar proveito educativo da atividade lúdica. Froebel desenhou círculos, esferas, cubos e outros objetos que tinham por objetivo estimular o aprendizado. Eles eram feitos de material macio e manipulável, geralmente com partes desmontáveis. As brincadeiras eram acompanhadas de músicas, versos e dança. Os objetos criados por Froebel eram chamados de “dons” ou “presentes” e havia regras para usá-los, que precisariam ser dominadas para garantir o aproveitamento pedagógico. As brincadeiras previstas por Froebel eram, quase sempre, ao ar livre para que a turma interagisse com o ambiente. “Todos os jogos que envolviam os ‘dons’ começavam com as pessoas formando círculos, movendo-se e cantando, pois assim conseguiam atingir a perfeita unidade”, diz Alessandra Arce. Para Froebel, era importante acostumar as crianças aos trabalhos manuais. A atividade dos sentidos e do corpo despertaria o germe do trabalho, que, segundo o educador alemão, seria uma imitação da criação do universo por Deus.


Fonte: Educar para Crescer

5.Correntes pedagógicas: Montessori




Quem foi o pai da idéia: a pedagoga italiana Maria Montessori (1870-1952)

O que diz: a linha montessoriana valoriza a educação pelos sentidos e pelo movimento para estimular a concentração e as percepções sensório-motoras da criança.

Onde está o foco: no aluno. A teoria montessoriana crê que as crianças trazem dentro de si o potencial criador que permite que elas mesmas conduzam o aprendizado e encontrem um lugar no mundo. “Todo conhecimento passa por uma prática e a escola deve facilitar o acesso a ela”, diz a educadora Talita de Oliveira Almeida.

Qual o papel do professor: Maria Montessori foi pioneira no campo pedagógico ao dar mais ênfase à auto-educação do aluno do que ao papel do professor como fonte de conhecimento. “Ela acreditava que a educação é uma conquista da criança, pois percebeu que já nascemos com a capacidade de ensinar a nós mesmos, se nos forem dadas as condições”, diz Talita. Assim como no construtivismo, os professores assumem o papel de guia, conduzindo e motivando o aluno no processo de aprendizado.
Como se aprende: o método Montessori parte do concreto rumo ao abstrato. Baseia-se na observação de que meninos e meninas aprendem melhor pela experiência direta de procura e descoberta. Para tornar esse processo o mais rico possível, a educadora italiana desenvolveu os materiais didáticos que constituem um dos aspectos mais conhecidos de seu trabalho. São objetos simples, mas muito atraentes, e projetados para provocar o raciocínio. Há materiais pensados para auxiliar todo tipo de aprendizado, do sistema decimal à estrutura da linguagem.

Como se introduz um novo conceito: na Educação Infantil, enfatiza a manipulação de peças de tamanhos, formas, texturas e cores diferentes. Na alfabetização, com a ajuda de objetos como o alfabeto móvel, utiliza-se o método fonético, em que o aprendizado parte do som da letra para se construir a palavra e depois o texto. Devido principalmente, às exigências do vestibular, a pedagogia montessoriana raramente é aplicada no Ensino Médio.

Quais os reflexos na sala de aula: crianças de idades diferentes são agrupadas numa mesma turma. Nessas classes multiidades, alunos de 5 e 6 anos estudam na mesma sala e seguem um programa único. Posteriormente eles passam para as turmas de 7 e 8, em seguida para as de 9 e 10, e, finalmente, alcançam o último estágio, que agrega jovens de 11, 12, 13 e 14 anos. Até os 10 anos, os alunos têm aulas com um único professor polivalente, enquanto nas salas de 11 a 14, esse professor ganha a companhia de docentes específicos para cada uma das disciplinas.
Para que esse método funcione bem, freqüentemente há atividades em duplas, trios ou grupos. Dependendo do conteúdo, o professor pode dividir a classe em grupos por idade. A maior parte do material didático, especialmente entre os mais novos, é de uso coletivo, como livros e lápis. A avaliação é feita para todas as tarefas, portanto, não existem provas formais. “Além de dar um conceito para cada aluno, os professores preparam boletins detalhados, especificando as posturas e os procedimentos dos estudantes”, conta Edimara de Lima, diretora pedagógica da Escola Prima Montessori de São Paulo

Que tipo de individuo pretende formar: individualidade, atividade e liberdade do aluno são as bases da teoria, com ênfase para o conceito de indivíduo como, simultaneamente, sujeito e objeto do ensino. Montessori defendia uma concepção de educação que se estende além dos limites do acúmulo de informações. O objetivo da escola é a formação integral do jovem, uma “educação para a vida”. A filosofia e os métodos elaborados pela médica italiana procuram desenvolver o potencial criativo desde a primeira infância, associando-o à vontade de aprender – conceito que ela considerava inerente a todos os seres humanos.

O Método montessori ou pedagogia Montessoriana relaciona-se à normatização (consiste em harmonizar a interação de forças corporais e espirituais, corpo, inteligência e vontade).

As escolas do Sistema Montessoriano são difundidas pelo mundo todo. O método Montessoriano tem por objetivo a educação da vontade e da atenção, com o qual a criança tem liberdade de escolher o material a ser utilizado, além de proporcionar a cooperação.

Os princípios fundamentais do sistema Montessori são: a atividade, a individualidade e a liberdade. Enfatizando os aspectos biológicos, pois, considerando que a vida é desenvolvimento, achava que era função da educação favorecer esse desenvolvimento. Os estímulos externos formariam o espírito da criança, precisando portanto, serem determinados.

Assim, na sala de aula, a criança era livre para agir sobre os objetos sujeitos à sua ação, mas estes já estavam preestabelecidos, como os conjuntos de jogos e outros materiais que desenvolveu.

A pedagogia de Montessori insere-se no movimento das Escolas Novas, uma oposição aos métodos tradicionais que não respeitavam as necessidades e os mecanismos evolutivos do desenvolvimento da criança. Ocupa um papel de destaque neste movimento pelas novas técnicas que apresentou para os jardins de infância e para as primeiras séries do ensino formal.

O material criado por Montessori tem papel preponderante no seu trabalho educativo pois pressupõem a compreensão das coisas a partir delas mesmas, tendo como função a estimular e desenvolver na criança, um impulso interior que se manifesta no trabalho espontâneo do intelecto.

Materiais didáticos

Ela produz uma série de cinco grupos de materiais didáticos:

* Exercícios Para a Vida Cotidiana
* Material Sensorial
* Material de Linguagem
* Material de Matemática
* Material de Ciências

Estes materiais se constituem de peças sólidas de diversos tamanhos e formas: caixas para abrir, fechar e encaixar; botões para abotoar; série de cores, de tamanhos, de formas e espessuras diferentes. Coleções de superfícies de diferentes texturas e campainhas com diferentes sons.

O "Material Dourado" é um dos materiais criado por Maria Montessori. Este material baseia-se nas regras do sistema de numeração, inclusive para o trabalho com múltiplos, sendo confeccionado em madeira, é composto por: cubos, placas, barras e cubinhos. O cubo é formado por dez placas, a placa por dez barras e a barra por dez cubinhos. Este material é de grande importância na numeração, e facilita a aprendizagem dos algoritmos da adição, da subtração, da multiplicação e da divisão.

O "Material Dourado" desperta no aluno a concentração, o interesse, além de desenvolver sua inteligência e imaginação criadora, pois a criança, está sempre predisposta ao jogo. Além disso, permite o estabelecimento de relações de graduação e de proporções, e finalmente, ajuda a contar e a calcular.


Doze pontos do Método Montessori

1. Baseia-se em anos de observação da natureza da criança por parte do maior gênio da educação desde Friedrich Froebel.
2. Demonstrou ter uma aplicabilidade universal.
3. Revelou que a criança pequena pode ser um amante do trabalho, do trabalho intelectual, escolhido de forma espontânea, e assim, realizado com muita alegria.
4. Baseia-se em uma necessidade vital para a criança que é a de aprender fazendo. Em cada etapa do crescimento mental da criança são proporcionadas atividades correspondentes com as quais se desenvolvem suas faculdades.
5. Ainda que ofereça à criança uma grande espontaneidade consegue capacitá-la para alcançar os mesmos níveis, ou até mesmo níveis superiores de sucesso escolar, que os alcançados sobre os sistemas antigos.
6. Consegue uma excelente disciplina apesar de prescindir de coerções tais como recompensas e castigos. Explica-se tal fato por tratar-se de uma disciplina que tem origem dentro da própria criança e não imposta de fora.
7. Baseia-se em um grande respeito pela personalidade da criança, concedendo-lhe espaço para crescer em uma independência biológica, permitindo-se à criança uma grande margem de liberdade que se constitui no fundamento de uma disciplina real.
8. Permite ao professor tratar cada criança individualmente em cada matéria, e assim, fazê-lo de acordo com suas necessidades individuais.
9. Cada criança trabalha em seu próprio ritmo.
10. Não necessita desenvolver o espírito de competência e a cada momento procura oferecer às crianças muitas oportunidades para ajuda mútua o que é feito com grande prazer e alegria.
11. Já que a criança trabalha partindo de sua livre escolha, sem coerções e sem necessidade de competir, não sente as tensões, os sentimentos de inferioridade e outras experiências capazes de deixar marcas no decorrer de sua vida.
12. O método Montessori se propõe a desenvolver a totalidade da personalidade da criança e não somente suas capacidades intelectuais. Preocupa-se também com as capacidades de iniciativa, de deliberação e de escolhas independentes e os componentes emocionais.


CRIADORA DO MATERIAL DOURADO!